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	Comentários sobre: A ofensiva das catracas e outras ofensivas	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Eliza Faganello		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79505/#comment-134388</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eliza Faganello]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2013 22:00:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Finalmente um artigo que se não cobre todos os fatos e vertentes, pelo menos é o mais imparcial que já vi.

Tem razão, professora. Uma parte da classe média está totalmente insatisfeita, haja visto que a política econômica atual não está fazendo diferença palpável para eles. Continuam atrelados a salários e índices, ao mesmo tempo que as melhorias na saúde e educação, embora tenham feito diferença para a classe baixa, não atenderam suas expectativas de modo a livrá-los de planos de saúde, escolas particulares, transporte, etc. Estão investindo alto em educação, mas não tem certeza do retorno deste investimento no mercado de trabalho. 

E não vamos esquecer de uma tendência de nossa mídia de destacar de forma pejorativa toda e qualquer tentativa de atender os necessidades desta comunidade, fortalecendo a oposição (que só é oposição porque não interessa a ela mudar as regras do jogo, dar transparência e favorecer a governabilidade). Nesse intuito, não se poupa de campanhas difamatórias orquestradas, mantendo grande parte da população mal informada e consequentemente contra o governo, no caso Lula, PT e Dilma. Cada dia surge novo boato, sempre sem origem, deturpando informações e promovendo todo tipo de loucura, de impeachment a golpe militar para deter &quot;os comunistas&quot;. me parece que faltaram as aulas de história... Porém, nestas alturas do campeonato, as coisas já não estão como estavam há um mês. Veremos que primavera setembro nos trará. Obrigada pelos esclarecimentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente um artigo que se não cobre todos os fatos e vertentes, pelo menos é o mais imparcial que já vi.</p>
<p>Tem razão, professora. Uma parte da classe média está totalmente insatisfeita, haja visto que a política econômica atual não está fazendo diferença palpável para eles. Continuam atrelados a salários e índices, ao mesmo tempo que as melhorias na saúde e educação, embora tenham feito diferença para a classe baixa, não atenderam suas expectativas de modo a livrá-los de planos de saúde, escolas particulares, transporte, etc. Estão investindo alto em educação, mas não tem certeza do retorno deste investimento no mercado de trabalho. </p>
<p>E não vamos esquecer de uma tendência de nossa mídia de destacar de forma pejorativa toda e qualquer tentativa de atender os necessidades desta comunidade, fortalecendo a oposição (que só é oposição porque não interessa a ela mudar as regras do jogo, dar transparência e favorecer a governabilidade). Nesse intuito, não se poupa de campanhas difamatórias orquestradas, mantendo grande parte da população mal informada e consequentemente contra o governo, no caso Lula, PT e Dilma. Cada dia surge novo boato, sempre sem origem, deturpando informações e promovendo todo tipo de loucura, de impeachment a golpe militar para deter &#8220;os comunistas&#8221;. me parece que faltaram as aulas de história&#8230; Porém, nestas alturas do campeonato, as coisas já não estão como estavam há um mês. Veremos que primavera setembro nos trará. Obrigada pelos esclarecimentos.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Ézio Faganello		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79505/#comment-124036</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ézio Faganello]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Jun 2013 03:15:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Legal o artigo. Como ainda estou um pouco perdido em tudo que está acontecendo, tenho algumas inquietações: Os “Caras Pintadas”, o “Gigante Acordado” tem a compreensão de onde surgem as desigualdades, os desequilíbrios, as injustiças, ou seja, as várias reivindicações que aparecem nas passeatas? Compreendem também por que o governo age como age, sempre dando prioridade para àqueles que são os proprietários do Brasil e do Mundo e não para a classe assalariada/trabalhadora? Tem ideia do nível da classe política que temos no Congresso, nas Assembleias Legislativas, nas Câmaras Municipais? Se sim, sabe quais estratégias eles usam para serem eleitos e assim assumir como nossos representantes? 
Nem vou questionar o terceiro e o quarto poder (judiciário e grande mídia). 
Tudo bem... vamos supor que nós temos esse conhecimento de como funciona o sistema. Agora a inquietação maior: Estamos dispostos a mudar, partindo de uma renovação interna, depois ou na mesma hora, com a família, no bairro, na comunidade, na cidade e assim por diante? 
Não podemos esquecer que os nossos eleitos são reflexos da nossa sociedade. Não esquecer também que quem detém o poder já está articulando para inclusive, lucrar com tudo isso. Se não rompermos com a cultura do sistema do capital, poucas conquistas teremos com esse levante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Legal o artigo. Como ainda estou um pouco perdido em tudo que está acontecendo, tenho algumas inquietações: Os “Caras Pintadas”, o “Gigante Acordado” tem a compreensão de onde surgem as desigualdades, os desequilíbrios, as injustiças, ou seja, as várias reivindicações que aparecem nas passeatas? Compreendem também por que o governo age como age, sempre dando prioridade para àqueles que são os proprietários do Brasil e do Mundo e não para a classe assalariada/trabalhadora? Tem ideia do nível da classe política que temos no Congresso, nas Assembleias Legislativas, nas Câmaras Municipais? Se sim, sabe quais estratégias eles usam para serem eleitos e assim assumir como nossos representantes?<br />
Nem vou questionar o terceiro e o quarto poder (judiciário e grande mídia).<br />
Tudo bem&#8230; vamos supor que nós temos esse conhecimento de como funciona o sistema. Agora a inquietação maior: Estamos dispostos a mudar, partindo de uma renovação interna, depois ou na mesma hora, com a família, no bairro, na comunidade, na cidade e assim por diante?<br />
Não podemos esquecer que os nossos eleitos são reflexos da nossa sociedade. Não esquecer também que quem detém o poder já está articulando para inclusive, lucrar com tudo isso. Se não rompermos com a cultura do sistema do capital, poucas conquistas teremos com esse levante.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Adalberto Sabino		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79505/#comment-123954</link>

		<dc:creator><![CDATA[Adalberto Sabino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2013 13:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A análise feita pela Prof. Maria Orlanda é real, porém além das análises gostaria de poder buscar soluções para uma outra via que esta a qual sabemos está esgotada. O Estado é capitalista e vai continuar assim, a oportunidade é para o burguês e o restante da sociedade fica a margem e pagando a elas por estarmos simplesmente vivos. A cada ano surgem lutas e mais lutas buscando o fim do suplicio ao qual o povo é submetido. Pouco se fala de se romper com este sistema e pensarmos em outra forma de vida.
Estamos trabalhando uma oportunidade das pessoas pensarem e buscarem uma via que seja libertária e tenho notícias que muitas pessoas no mundo estão nesta mesma busca. Nosso caminho nos aponta a VIA SOT - Sistema Orgânico do Trabalho, como ma das soluções. Visite http://viasot.blogspot.com.br/p/participar.html
Abraços]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A análise feita pela Prof. Maria Orlanda é real, porém além das análises gostaria de poder buscar soluções para uma outra via que esta a qual sabemos está esgotada. O Estado é capitalista e vai continuar assim, a oportunidade é para o burguês e o restante da sociedade fica a margem e pagando a elas por estarmos simplesmente vivos. A cada ano surgem lutas e mais lutas buscando o fim do suplicio ao qual o povo é submetido. Pouco se fala de se romper com este sistema e pensarmos em outra forma de vida.<br />
Estamos trabalhando uma oportunidade das pessoas pensarem e buscarem uma via que seja libertária e tenho notícias que muitas pessoas no mundo estão nesta mesma busca. Nosso caminho nos aponta a VIA SOT &#8211; Sistema Orgânico do Trabalho, como ma das soluções. Visite <a href="http://viasot.blogspot.com.br/p/participar.html" rel="nofollow ugc">http://viasot.blogspot.com.br/p/participar.html</a><br />
Abraços</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Henrique Novaes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79505/#comment-123825</link>

		<dc:creator><![CDATA[Henrique Novaes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2013 15:01:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=79505#comment-123825</guid>

					<description><![CDATA[Olá Profa. Maria Orlanda, parabéns pela lucidez e por situar a luta atual dentro da crise estrutural do capital e o esgotamento da fase &quot;civilizatória&quot; do capital. Destacaria também o Banlieu (Periferia) parisiense, as lutas dos jovens ingleses dois anos atrás e a juventude chilena que não aguenta mais o avanço da mercantilização da educação. Também gostei do seu alerta: o cansaço generalizado do povo brasileiro pode ficar desgovernado se as pautas específicas não forem colocadas dentro da luta de classes, da superação do trabalho alienado-explorado e da vida alienante. Sugiro aos leitores do passapalavra a análise da música Rodo Cotidiano, dos nossos filósofos do Grupo O Rappa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Profa. Maria Orlanda, parabéns pela lucidez e por situar a luta atual dentro da crise estrutural do capital e o esgotamento da fase &#8220;civilizatória&#8221; do capital. Destacaria também o Banlieu (Periferia) parisiense, as lutas dos jovens ingleses dois anos atrás e a juventude chilena que não aguenta mais o avanço da mercantilização da educação. Também gostei do seu alerta: o cansaço generalizado do povo brasileiro pode ficar desgovernado se as pautas específicas não forem colocadas dentro da luta de classes, da superação do trabalho alienado-explorado e da vida alienante. Sugiro aos leitores do passapalavra a análise da música Rodo Cotidiano, dos nossos filósofos do Grupo O Rappa.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Débora		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79505/#comment-123698</link>

		<dc:creator><![CDATA[Débora]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2013 15:56:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[MO,
A partir da sua clara análise, que coloca o corte de classe como primazia para os passos seguintes, acrescentaria a necessidade da análise de que o esgotamento das vias institucionais, ocorre na vaga dos governos do PT, que se antes, acalantavam parcelas da população, ano após ano, tem mostrado sua opção pela defesa da ordem e lucratividade burguesas. Mais à esquerda estão os partidos que tem realizado um antiserviço à formação política classista ao centralizar a disputa em pautas longe do cotidiano dos sujeitos trabalhador@s e incapazes de fazer autocrítica de suas ações. Não à toa, os movimentos populares combativos, tem sido os interlocutores primordiais do MPL. Haja vista, os atos &quot;A periferia vai parar&quot; realizados ao longo dessa semana. Esperemos que os setores combativos, incluindo aí o partidos, estejam abertos à mudanças e que não se agarrem aos itens programáticos, sob pena de perdermos esse momento de ousadia e levante, que como sabemos, não ficará a nos esperar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MO,<br />
A partir da sua clara análise, que coloca o corte de classe como primazia para os passos seguintes, acrescentaria a necessidade da análise de que o esgotamento das vias institucionais, ocorre na vaga dos governos do PT, que se antes, acalantavam parcelas da população, ano após ano, tem mostrado sua opção pela defesa da ordem e lucratividade burguesas. Mais à esquerda estão os partidos que tem realizado um antiserviço à formação política classista ao centralizar a disputa em pautas longe do cotidiano dos sujeitos trabalhador@s e incapazes de fazer autocrítica de suas ações. Não à toa, os movimentos populares combativos, tem sido os interlocutores primordiais do MPL. Haja vista, os atos &#8220;A periferia vai parar&#8221; realizados ao longo dessa semana. Esperemos que os setores combativos, incluindo aí o partidos, estejam abertos à mudanças e que não se agarrem aos itens programáticos, sob pena de perdermos esse momento de ousadia e levante, que como sabemos, não ficará a nos esperar&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
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