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	Comentários sobre: 21 JUNHO 2013 (BR-SP) Rede Extremo Sul: R$ 0,20 é só o começo	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: GEROLOMO, amilton carlos		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GEROLOMO, amilton carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2013 11:04:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Somos de todo o mundo! 

As ruas já foram conquistadas.  O aumento da tarifa dos transportes foi cancelado. Mas, ainda tudo continua na mesma. Os políticos profissionais, as mídias começam disputar a liderança do movimento. Fortalecem a ação das ruas, para que os ativistas e trabalhadores permaneçam pacificamente, apenas nas ruas. Estão com medo de perderem as rédeas. Chamam os ativistas para negociar, enaltecem a importância dos partidos políticos, asseguram que os partidos são imprescindíveis à sociedade, falam em reforma política, afirmam que o povo acordou e que a democracia é a manifestação do povo, evocam o povo a votar bem, a votar certo, querem no máximo uma simples mudança de pessoas no topo da política.  Porém, não afirmam que é inaceitável a prática de que uns devem governar e outros devem ser governados e que a riqueza produzida pelos trabalhadores não pode ficar nas mãos de uma minoria. Qualquer ação que não vá ao encontro e interesses das classes dominantes (burgueses e gestores) são rotuladas de vandalismo. Pergunto: O que as classes dominantes e todos que defendem os privilégios estabelecidos farão quando os trabalhadores, desempregados e outros marginais iniciarem greve, ocuparem e se apropriarem da máquina de gestão do capitalismo das fábricas, dos bancos, das escolas e entre outros?   Com certeza, conforme já afirmou um gestor de segurança do estado do Rio de Janeiro: “eu não tenho nenhum problema em pedir ajuda à guarda nacional.”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Somos de todo o mundo! </p>
<p>As ruas já foram conquistadas.  O aumento da tarifa dos transportes foi cancelado. Mas, ainda tudo continua na mesma. Os políticos profissionais, as mídias começam disputar a liderança do movimento. Fortalecem a ação das ruas, para que os ativistas e trabalhadores permaneçam pacificamente, apenas nas ruas. Estão com medo de perderem as rédeas. Chamam os ativistas para negociar, enaltecem a importância dos partidos políticos, asseguram que os partidos são imprescindíveis à sociedade, falam em reforma política, afirmam que o povo acordou e que a democracia é a manifestação do povo, evocam o povo a votar bem, a votar certo, querem no máximo uma simples mudança de pessoas no topo da política.  Porém, não afirmam que é inaceitável a prática de que uns devem governar e outros devem ser governados e que a riqueza produzida pelos trabalhadores não pode ficar nas mãos de uma minoria. Qualquer ação que não vá ao encontro e interesses das classes dominantes (burgueses e gestores) são rotuladas de vandalismo. Pergunto: O que as classes dominantes e todos que defendem os privilégios estabelecidos farão quando os trabalhadores, desempregados e outros marginais iniciarem greve, ocuparem e se apropriarem da máquina de gestão do capitalismo das fábricas, dos bancos, das escolas e entre outros?   Com certeza, conforme já afirmou um gestor de segurança do estado do Rio de Janeiro: “eu não tenho nenhum problema em pedir ajuda à guarda nacional.”</p>
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