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	Comentários sobre: Desafios da luta pelo Passe Livre, desafios da luta amanhã	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/80009/#comment-124810</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 02:24:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Felipão,
Acho que a poeira baixou e a organização dos protestos está tomando rumo, em cada cidade. Está havendo muitas tentativas, com sucesso, de voltar os protestos novamente pra um eixo de esquerda, e os coxinhas estão se politizando e/ou voltando a seus respectivos sofás. O protestante principiante fica confuso mesmo, não tem outro jeito de se formar militante com maior grau de consciência sem passar por esses choques com a realidade do fazer oolítico para além da pseudopolítica da cabine de votação. Além disso o momento é tão complexo que mesmo um militante experiente fica confuso, ao menos até a poeira dar uma baixada. Hoje tivemos um ato aqui no Rio e deu umas 60 mil pessoas, e a pauta era bem clara: tarifa zero com estatização (e moção de repúdio à baixa dos 20 cts por meio de mais isenção de impostos aos capitalistas do setor), liberação dos presos políticos dos atos anteriores, desmilitarização da PM (e repúdio à criminalização e ultra-repressão à periferia). A organização ainda é nosso calcanhar de aquiles, mas também é nossa única solução, seja se quisermos conquistar mais pautas específicas seja se conseguirmos levar a luta num sentido mais ofensivo contra o sistema.
abração meu amigo
obrigado pelo comentário]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Felipão,<br />
Acho que a poeira baixou e a organização dos protestos está tomando rumo, em cada cidade. Está havendo muitas tentativas, com sucesso, de voltar os protestos novamente pra um eixo de esquerda, e os coxinhas estão se politizando e/ou voltando a seus respectivos sofás. O protestante principiante fica confuso mesmo, não tem outro jeito de se formar militante com maior grau de consciência sem passar por esses choques com a realidade do fazer oolítico para além da pseudopolítica da cabine de votação. Além disso o momento é tão complexo que mesmo um militante experiente fica confuso, ao menos até a poeira dar uma baixada. Hoje tivemos um ato aqui no Rio e deu umas 60 mil pessoas, e a pauta era bem clara: tarifa zero com estatização (e moção de repúdio à baixa dos 20 cts por meio de mais isenção de impostos aos capitalistas do setor), liberação dos presos políticos dos atos anteriores, desmilitarização da PM (e repúdio à criminalização e ultra-repressão à periferia). A organização ainda é nosso calcanhar de aquiles, mas também é nossa única solução, seja se quisermos conquistar mais pautas específicas seja se conseguirmos levar a luta num sentido mais ofensivo contra o sistema.<br />
abração meu amigo<br />
obrigado pelo comentário</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Felipe Souza		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/80009/#comment-124726</link>

		<dc:creator><![CDATA[Felipe Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2013 15:15:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro amigo!

É com alegria que leio seu texto e vejo que minha inquietação toma forma e se manifesta, em grande parte, neste texto (nas suas preocupações).
Não retiro o carácter progressista deste movimento (claro, não como um todo), mas ninguém ainda entendeu que a falta de qualquer pauta de reivindicação e plano de ação acaba por deslegitimar o próprio movimento.
Clara manifestação disso é o aparecimento de grupos sem causa que praticam violência sem levantar qualquer bandeira (Alguém sabe quem são eles? o que eles objetivamente reivindicam ao entrar em conflito com a PM, ou ao quebrarem semáforos, ou entrarem em grandes lojas, ou ao saquearem lojinhas de bijuteria e relógios que foi visto aqui no centro de São Paulo - reparem a lista de alvos, para mim, isso é confuso e impossível de se tirar qualquer impressão do que é este movimento mais radical. É uma pena que o esforço progressista está, cada vez mais, sendo usurpado por este grupo violente e sem causa anunciada.
Além do mais, esta múltipla gama de reivindicações (umas objetivas outras subjetivas como “contra a corrupção”), quando desprovida de qualquer gota de ideologia e conhecimento histórico, abre maior território para seu desvio e fragmentação (fragmentação esta que já nasceu como característica do movimento). Perfeito Pablão! O simples fato de estar na rua gritando uma coisa completamente diferente e contraditória do que seu “camarada” do lado grita (“abaixo todos os partidos” x “aumento do salário dos professores” ou “pelo fim do fisiologismo da governabilidade” - ressalto que todas as causas, individualmente, são legítimas) vale pouca coisa... Minha impressão é que o manifestante saia mais confuso do que entrou.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo!</p>
<p>É com alegria que leio seu texto e vejo que minha inquietação toma forma e se manifesta, em grande parte, neste texto (nas suas preocupações).<br />
Não retiro o carácter progressista deste movimento (claro, não como um todo), mas ninguém ainda entendeu que a falta de qualquer pauta de reivindicação e plano de ação acaba por deslegitimar o próprio movimento.<br />
Clara manifestação disso é o aparecimento de grupos sem causa que praticam violência sem levantar qualquer bandeira (Alguém sabe quem são eles? o que eles objetivamente reivindicam ao entrar em conflito com a PM, ou ao quebrarem semáforos, ou entrarem em grandes lojas, ou ao saquearem lojinhas de bijuteria e relógios que foi visto aqui no centro de São Paulo &#8211; reparem a lista de alvos, para mim, isso é confuso e impossível de se tirar qualquer impressão do que é este movimento mais radical. É uma pena que o esforço progressista está, cada vez mais, sendo usurpado por este grupo violente e sem causa anunciada.<br />
Além do mais, esta múltipla gama de reivindicações (umas objetivas outras subjetivas como “contra a corrupção”), quando desprovida de qualquer gota de ideologia e conhecimento histórico, abre maior território para seu desvio e fragmentação (fragmentação esta que já nasceu como característica do movimento). Perfeito Pablão! O simples fato de estar na rua gritando uma coisa completamente diferente e contraditória do que seu “camarada” do lado grita (“abaixo todos os partidos” x “aumento do salário dos professores” ou “pelo fim do fisiologismo da governabilidade” &#8211; ressalto que todas as causas, individualmente, são legítimas) vale pouca coisa&#8230; Minha impressão é que o manifestante saia mais confuso do que entrou.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Tirzá Souza		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/80009/#comment-124428</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tirzá Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2013 20:06:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por falta de organização entenda-se: &quot;Nosso grupo político não está na liderança do movimento; se não está, o movimento não é politizado o suficiente&quot;. Pena essa visão anacrônica. O tempo vai dizer se o povo (que não é somente o proletariado; me parece um grupo um pouco mais alargado)não estava com a razão. Espero que a esquerda (da qual me considero base,porque sempre votei nela)não perca o bonde da história...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por falta de organização entenda-se: &#8220;Nosso grupo político não está na liderança do movimento; se não está, o movimento não é politizado o suficiente&#8221;. Pena essa visão anacrônica. O tempo vai dizer se o povo (que não é somente o proletariado; me parece um grupo um pouco mais alargado)não estava com a razão. Espero que a esquerda (da qual me considero base,porque sempre votei nela)não perca o bonde da história&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/80009/#comment-124330</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2013 05:24:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=80009#comment-124330</guid>

					<description><![CDATA[Camarada, muito obrigado pelas questões. 
Como fiz um texto de análise histórica de uma questão conjuntural muito ampla, optei, ou melhor, fui obrigado, a deixar em aberto as respostas mais concretas aos problemas organizacionais específicos de cada cidade, região, grupo, etc. Não poderia ser diferente. A intenção do texto visava uma questão anterior ao “como fazer”: mobilizar os desorganizados para a própria necessidade de buscar alguma forma de organização, pois o que vi nos protestos, depois de massificados, foi um amontoado de indivíduos isolados todos juntos num mesmo lugar, ou seja, o fato de se juntarem não mudou seu caráter de indivíduos isolados, numa espécie de esquizofrenia social, pois milhares estavam juntos, sem causa concreta (depois dos 20 cts), de repente cada um interpretando aquilo ali do jeito que bem entendia, sem elos de ligação. As investidas contra a polícia, por exemplo, eram investidas contra a polícia visando investir contra a polícia, em protesto a algum abuso de poder sofrido ou na hora ou em algum outro momento da vida. O mesmo com respeito à depredação de lugares privados e públicos, por uns depredados por ser símbolo do sistema, por outros depredados por qualquer outra razão subjetiva. O movimento dos protestos, depois da pauta dos 20 centavos ser arrancada, me parece um movimento bernsteiniano (&quot;o movimento é tudo, a finalidade não é nada&quot; - Bernstein). A maioria das investidas contra a PM que presenciei foram motivadas por um sentido casualmente comum de querer &quot;revidar&quot; e deixar transbordar um ódio acumulado, seja um ódio de classe, individual, ou o que seja.
Sua pergunta me deixa claro que escrevi um texto para os principiantes, pois nós que já temos consciência da necessidade de organização queremos saber é isso ae que você perguntou mesmo, &quot;como fazer?&quot;. Ocorre que a resposta a essa pergunta é no mínimo &quot;regional&quot; ou “grupal”, e no limite, tem que ser um órgão capaz de fazer a ponte entre as demandas regionais e a luta mais ampla, classista, anticapitalista. Optei por não explicitar minhas preferências de meios de organização justamente para deixar em aberto a busca de cada leitor pelo meio que julgue mais pertinente e que dialogue melhor com suas necessidades específicas. O camarada da periferia da grande cidade não criará coletivamente um órgão político (comitê de bairro?) idêntico ao órgão criado pelo camarada da cidade pequena, ou aquele desempregado e por algum motivo sem moradia que vive nas margens da cidade (mtst?) ou do camarada do campo e expulso do campo (mst?). Eu penso que os órgãos a serem criados devem ser órgãos de classe, com demandas de classe, se possível com estrutura totalmente horizontal, mas se o camarada X quiser entrar pra um pcb ou pstu da vida, pra mim tá valendo, pq o importante (e que busquei ressaltar) é que esse sujeito desorganizado busque alguma organização e se forme militante ali dentro. A crise do capital se aprofunda e a esquerda brasileira ainda não se recuperou da desarticulação histórica que vai do Golpe de 1964 até a reeleição da Dilma. Depois da assimilação petista de várias lutas e órgãos com anos de acúmulo organizacional, a esquerda está totalmente desarticulada, incapaz de aproveitar revolucionariamente um momento de irrupção de protestos como esse que estamos vivendo. Isso se deve, segundo a análise que expus no artigo, à tragédia da esquerda brasileira e seu déficit organizacional, um déficit de trabalho de base, que agora está mostrando seu peso. Meu lema hoje é: autoorganização, para que da próxima vez enfrentemos o poder com um propósito mais definido, sabendo que o ombro ao lado é um companheiro, e não um inimigo de classe. Agora lhe devolvo uma pergunta: estou subestimando a capacidade de recomposição e auto-organização da classe? Será possível acelerarmos a história a ponto de conseguir aproveitar esse momento e fazer em meses o que não conseguimos fazer em anos? Eu gostaria muito de acreditar nisso, mas no momento vejo uma saída revolucionária anticapitalista no Brasil de hoje como puro romantismo, e culpo a falta de organização da classe, daí o caráter mágico da palavrinha, que você notou.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Camarada, muito obrigado pelas questões.<br />
Como fiz um texto de análise histórica de uma questão conjuntural muito ampla, optei, ou melhor, fui obrigado, a deixar em aberto as respostas mais concretas aos problemas organizacionais específicos de cada cidade, região, grupo, etc. Não poderia ser diferente. A intenção do texto visava uma questão anterior ao “como fazer”: mobilizar os desorganizados para a própria necessidade de buscar alguma forma de organização, pois o que vi nos protestos, depois de massificados, foi um amontoado de indivíduos isolados todos juntos num mesmo lugar, ou seja, o fato de se juntarem não mudou seu caráter de indivíduos isolados, numa espécie de esquizofrenia social, pois milhares estavam juntos, sem causa concreta (depois dos 20 cts), de repente cada um interpretando aquilo ali do jeito que bem entendia, sem elos de ligação. As investidas contra a polícia, por exemplo, eram investidas contra a polícia visando investir contra a polícia, em protesto a algum abuso de poder sofrido ou na hora ou em algum outro momento da vida. O mesmo com respeito à depredação de lugares privados e públicos, por uns depredados por ser símbolo do sistema, por outros depredados por qualquer outra razão subjetiva. O movimento dos protestos, depois da pauta dos 20 centavos ser arrancada, me parece um movimento bernsteiniano (&#8220;o movimento é tudo, a finalidade não é nada&#8221; &#8211; Bernstein). A maioria das investidas contra a PM que presenciei foram motivadas por um sentido casualmente comum de querer &#8220;revidar&#8221; e deixar transbordar um ódio acumulado, seja um ódio de classe, individual, ou o que seja.<br />
Sua pergunta me deixa claro que escrevi um texto para os principiantes, pois nós que já temos consciência da necessidade de organização queremos saber é isso ae que você perguntou mesmo, &#8220;como fazer?&#8221;. Ocorre que a resposta a essa pergunta é no mínimo &#8220;regional&#8221; ou “grupal”, e no limite, tem que ser um órgão capaz de fazer a ponte entre as demandas regionais e a luta mais ampla, classista, anticapitalista. Optei por não explicitar minhas preferências de meios de organização justamente para deixar em aberto a busca de cada leitor pelo meio que julgue mais pertinente e que dialogue melhor com suas necessidades específicas. O camarada da periferia da grande cidade não criará coletivamente um órgão político (comitê de bairro?) idêntico ao órgão criado pelo camarada da cidade pequena, ou aquele desempregado e por algum motivo sem moradia que vive nas margens da cidade (mtst?) ou do camarada do campo e expulso do campo (mst?). Eu penso que os órgãos a serem criados devem ser órgãos de classe, com demandas de classe, se possível com estrutura totalmente horizontal, mas se o camarada X quiser entrar pra um pcb ou pstu da vida, pra mim tá valendo, pq o importante (e que busquei ressaltar) é que esse sujeito desorganizado busque alguma organização e se forme militante ali dentro. A crise do capital se aprofunda e a esquerda brasileira ainda não se recuperou da desarticulação histórica que vai do Golpe de 1964 até a reeleição da Dilma. Depois da assimilação petista de várias lutas e órgãos com anos de acúmulo organizacional, a esquerda está totalmente desarticulada, incapaz de aproveitar revolucionariamente um momento de irrupção de protestos como esse que estamos vivendo. Isso se deve, segundo a análise que expus no artigo, à tragédia da esquerda brasileira e seu déficit organizacional, um déficit de trabalho de base, que agora está mostrando seu peso. Meu lema hoje é: autoorganização, para que da próxima vez enfrentemos o poder com um propósito mais definido, sabendo que o ombro ao lado é um companheiro, e não um inimigo de classe. Agora lhe devolvo uma pergunta: estou subestimando a capacidade de recomposição e auto-organização da classe? Será possível acelerarmos a história a ponto de conseguir aproveitar esse momento e fazer em meses o que não conseguimos fazer em anos? Eu gostaria muito de acreditar nisso, mas no momento vejo uma saída revolucionária anticapitalista no Brasil de hoje como puro romantismo, e culpo a falta de organização da classe, daí o caráter mágico da palavrinha, que você notou.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/80009/#comment-124309</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2013 02:14:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não entendi o que o autor quer dizer com &#039;falta de organização&#039;.

&quot;Organização&quot; no texto parece uma palavra mágica para resolver os problemas. Mas efetivamente, o que é preciso ser feito? O que é essa &#039;organização&#039; que estaria faltando?

E mais ainda, o que o autor está chamando por &#039;movimento&#039;?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não entendi o que o autor quer dizer com &#8216;falta de organização&#8217;.</p>
<p>&#8220;Organização&#8221; no texto parece uma palavra mágica para resolver os problemas. Mas efetivamente, o que é preciso ser feito? O que é essa &#8216;organização&#8217; que estaria faltando?</p>
<p>E mais ainda, o que o autor está chamando por &#8216;movimento&#8217;?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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