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	Comentários sobre: Repensar as lutas sociais à esquerda	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/80235/#comment-124801</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 01:31:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Faço aqui o relato do que ocorreu hoje no Rio de Janeiro, pois acho que vêm a calhar, dado o assunto do texto.
O ato de hoje estava marcado para as 16 horas, na Candelária, com outra concentração simultânea no IFCS (UFRJ), para feitura dos cartazes, etc. Fora acordado na Plenária do dia 25 que a pauta do Ato de hoje seria a desmilitarização da polícia, a tarifa zero com estatização do transporte público (e repúdio à baixa da tarifa por meio de mais isenção de impostos aos capitalistas do setor), liberação dos presos políticos dos atos anteriores e repúdio às UPPs e toda a política de criminalização e repressão brutal à periferia. O trajeto definido era Candelária-Cinelândia-Fetranspor. O ato deve ter chegado a ter uns 60 mil participantes, mas não tenho certeza. Correu bem, embora um pouco desanimado, até a Candelária. O tempo todo estivemos cercados, nas calçadas e ruas subjacentes, por centenas de policiais. Creio que haviam uns 500 policiais no mínimo. Quando chegamos à Candelária, o trajeto acordado em Plenária com 3 mil participantes indicava que viraríamos à esquerda, como de praxe, rumo à rua da Alerj e Fetranspor. Mas então os Partidos (PCB, PSTU, PSOL) e movimentos sociais e sindicatos e alguns outros coletivos passaram a rua e paráram na Cinelândia. A massa que vinha embalada ficou um pouco sem saber o que se passava, e foi aventado que os Partidos, etc., haviam se enganado com o caminho até a Fetranspor. Depois de mais de meia-hora de tentativas de fazê-los voltar para seguir o trajeto - e nisso o Ato se esvaziando e se dissipando - finalmente ficamos sabendo que na verdade esse grupo de partidos, etc., estava preocupado com a segurança dos militantes e estava averiguando se iriam ou não até a Fetranspor, que à essa altura já estava super protegida por policiais, e a expectativa era de que, como sempre, chegando ao ponto final do ato os infiltrados da direita fariam o trabalho deles de provocação a fim de legitimar a pancadaria da polícia. Nisso devia haver uns 15 a 25 mil pessoas, na Cinelândia. Resumo: apenas a massa &quot;desorganizada&quot; e alguns organizados que discordaram das direções dos Partidos para que não fossem à Fetranspor, ou seja, umas cerca de 5 mil pessoas, Foram à Fetranspor. Os partidos, o MST, os Sindicatos presentes, todos preferiram dividir o Ato e &quot;preservar a integridade física dos militantes&quot; ao invés de seguir a orientação democrática da plenária. No fim das contas seguiu para a Fetranspor apenas coletivos anarquistas, coletivos menores que não lembro o nome, o coletivo &quot;vamos à luta&quot;, que se não me engano é do psol, e o rstante era tudo gente &quot;desorganizada&quot;. Notei presença em massa de negros e gente que acho que eram das periferias. Passamos por momentos de tensão mas nada de grave aconteceu. Os centenas de policiais estavam apenas interessados em proteger os patrimônios públicos e privados, e os infiltrados não tiveram sucesso em gerar o caos. Depois de tudo acabamos voltando à Cinelândia, mas aí os órgãos revolucionários da classe trabalhadora não estavam mais lá. Depois de ter apanhado nos atos anteriores na defesa da bandeiras dos partidos, nada mais decepcionante que a atuação dos Partidos, Sindicatos e movimentos, hoje. A massa desorganizada radicalizando, e os Partidos jogando areia. Se querem preservar a integridade física o segredo é atuar em massa, junto à classe, e não dividindo-a e deixando os desorganizados (pq será que somos desorganizados né?) irem apanhar sozinhos, com vistas a seguir a pauta decidida democraticamente na Plenária.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faço aqui o relato do que ocorreu hoje no Rio de Janeiro, pois acho que vêm a calhar, dado o assunto do texto.<br />
O ato de hoje estava marcado para as 16 horas, na Candelária, com outra concentração simultânea no IFCS (UFRJ), para feitura dos cartazes, etc. Fora acordado na Plenária do dia 25 que a pauta do Ato de hoje seria a desmilitarização da polícia, a tarifa zero com estatização do transporte público (e repúdio à baixa da tarifa por meio de mais isenção de impostos aos capitalistas do setor), liberação dos presos políticos dos atos anteriores e repúdio às UPPs e toda a política de criminalização e repressão brutal à periferia. O trajeto definido era Candelária-Cinelândia-Fetranspor. O ato deve ter chegado a ter uns 60 mil participantes, mas não tenho certeza. Correu bem, embora um pouco desanimado, até a Candelária. O tempo todo estivemos cercados, nas calçadas e ruas subjacentes, por centenas de policiais. Creio que haviam uns 500 policiais no mínimo. Quando chegamos à Candelária, o trajeto acordado em Plenária com 3 mil participantes indicava que viraríamos à esquerda, como de praxe, rumo à rua da Alerj e Fetranspor. Mas então os Partidos (PCB, PSTU, PSOL) e movimentos sociais e sindicatos e alguns outros coletivos passaram a rua e paráram na Cinelândia. A massa que vinha embalada ficou um pouco sem saber o que se passava, e foi aventado que os Partidos, etc., haviam se enganado com o caminho até a Fetranspor. Depois de mais de meia-hora de tentativas de fazê-los voltar para seguir o trajeto &#8211; e nisso o Ato se esvaziando e se dissipando &#8211; finalmente ficamos sabendo que na verdade esse grupo de partidos, etc., estava preocupado com a segurança dos militantes e estava averiguando se iriam ou não até a Fetranspor, que à essa altura já estava super protegida por policiais, e a expectativa era de que, como sempre, chegando ao ponto final do ato os infiltrados da direita fariam o trabalho deles de provocação a fim de legitimar a pancadaria da polícia. Nisso devia haver uns 15 a 25 mil pessoas, na Cinelândia. Resumo: apenas a massa &#8220;desorganizada&#8221; e alguns organizados que discordaram das direções dos Partidos para que não fossem à Fetranspor, ou seja, umas cerca de 5 mil pessoas, Foram à Fetranspor. Os partidos, o MST, os Sindicatos presentes, todos preferiram dividir o Ato e &#8220;preservar a integridade física dos militantes&#8221; ao invés de seguir a orientação democrática da plenária. No fim das contas seguiu para a Fetranspor apenas coletivos anarquistas, coletivos menores que não lembro o nome, o coletivo &#8220;vamos à luta&#8221;, que se não me engano é do psol, e o rstante era tudo gente &#8220;desorganizada&#8221;. Notei presença em massa de negros e gente que acho que eram das periferias. Passamos por momentos de tensão mas nada de grave aconteceu. Os centenas de policiais estavam apenas interessados em proteger os patrimônios públicos e privados, e os infiltrados não tiveram sucesso em gerar o caos. Depois de tudo acabamos voltando à Cinelândia, mas aí os órgãos revolucionários da classe trabalhadora não estavam mais lá. Depois de ter apanhado nos atos anteriores na defesa da bandeiras dos partidos, nada mais decepcionante que a atuação dos Partidos, Sindicatos e movimentos, hoje. A massa desorganizada radicalizando, e os Partidos jogando areia. Se querem preservar a integridade física o segredo é atuar em massa, junto à classe, e não dividindo-a e deixando os desorganizados (pq será que somos desorganizados né?) irem apanhar sozinhos, com vistas a seguir a pauta decidida democraticamente na Plenária.</p>
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		Por: Talitha		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/80235/#comment-124773</link>

		<dc:creator><![CDATA[Talitha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2013 21:35:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Ondas de greves&quot;?]]></description>
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