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	Comentários sobre: Citando&#8230; Julio Cortázar	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Breno		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/07/81045/#comment-329713</link>

		<dc:creator><![CDATA[Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 18:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#039;Com o abandono da esperança revolucionária, a hostilidade de classe passava a assumir a forma degenerada do ressentimento. Diluídas as redes de solidariedade, os trabalhadores já não apareciam como membros de uma classe e apresentavam-se como elementos das massas. Uma massa agitada pelo descontentamento, mas sem nenhuma expectativa que não se cingisse à sociedade existente — eis a base popular da revolta dentro da ordem. Foi nessa gente que o fascismo se apoiou para eliminar as chefias operárias tradicionais, isolar as vanguardas combativas e reorganizar o Estado consoante um novo modelo totalitário.&#039; (Labirintos do Fascismo, p. 26)

A matéria de que trata Cortazar não seria o mesmo ressentimento de que fala João Bernardo neste trecho do Labirintos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8216;Com o abandono da esperança revolucionária, a hostilidade de classe passava a assumir a forma degenerada do ressentimento. Diluídas as redes de solidariedade, os trabalhadores já não apareciam como membros de uma classe e apresentavam-se como elementos das massas. Uma massa agitada pelo descontentamento, mas sem nenhuma expectativa que não se cingisse à sociedade existente — eis a base popular da revolta dentro da ordem. Foi nessa gente que o fascismo se apoiou para eliminar as chefias operárias tradicionais, isolar as vanguardas combativas e reorganizar o Estado consoante um novo modelo totalitário.&#8217; (Labirintos do Fascismo, p. 26)</p>
<p>A matéria de que trata Cortazar não seria o mesmo ressentimento de que fala João Bernardo neste trecho do Labirintos?</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/07/81045/#comment-127232</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2013 17:07:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao guerrilheiro Cortázar agradava esta sentença:
&quot;Se não podes ser forte e não sabes ser débil, serás derrotado.&quot; Sun Tzu - A Arte da Guerra]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao guerrilheiro Cortázar agradava esta sentença:<br />
&#8220;Se não podes ser forte e não sabes ser débil, serás derrotado.&#8221; Sun Tzu &#8211; A Arte da Guerra</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Aline		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/07/81045/#comment-126848</link>

		<dc:creator><![CDATA[Aline]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jul 2013 02:00:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aproveitando a deixa, deixo um trecho:
&quot;Desses grupos que &quot;não pertencem&quot; se nutre, como está provado historicamente, a primeira etapa do nazismo. Tudo o que supõe transbordamento, vingança (per se, contra o que não é pertencimento), tem assegurado de antemão o apoio do que os bem-pensantes chamam de &quot;plebe&quot;. Encher as vitrines da cidade com transistores ou motocicletas deslumbrantes é incitar à primeira pedra e à pilhagem, contra isso a polícia e, em última instância, na hora do sangue, os juízes e a pena de morte. Ou Hitler que vai fazê-los passar de vítimas a verdugos, de humilhados a &quot;super-homens&quot;. 
Que alternativa oferece por seu lado a sociedade capitalista? O trabalho, a poupança, a compra de crédito: um dia você terá a moto e o transistor, trabalhe e espere. Mas os sábados à noite não são favoráveis à paciência ou à sobriedade; o ódio ao mais favorecido, o desprezo pelo semelhante, o medo de quem bate e encarcera ou a cega obediência ao *durão* e ao demagogo se aliam e se dissimulam na turma, isto é, na manada. Hobbes teve que formular seu axioma no plural para mostrar inequivocamente a perda do indivíduo nessa manada, a perda do homem nos lobos. O fascismo já está aí, esperando a sua braçadeira e os seus lemas e o seu butim.&quot;
Julio Cortázar, p. 282, em &quot;Papéis Inesperados&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando a deixa, deixo um trecho:<br />
&#8220;Desses grupos que &#8220;não pertencem&#8221; se nutre, como está provado historicamente, a primeira etapa do nazismo. Tudo o que supõe transbordamento, vingança (per se, contra o que não é pertencimento), tem assegurado de antemão o apoio do que os bem-pensantes chamam de &#8220;plebe&#8221;. Encher as vitrines da cidade com transistores ou motocicletas deslumbrantes é incitar à primeira pedra e à pilhagem, contra isso a polícia e, em última instância, na hora do sangue, os juízes e a pena de morte. Ou Hitler que vai fazê-los passar de vítimas a verdugos, de humilhados a &#8220;super-homens&#8221;.<br />
Que alternativa oferece por seu lado a sociedade capitalista? O trabalho, a poupança, a compra de crédito: um dia você terá a moto e o transistor, trabalhe e espere. Mas os sábados à noite não são favoráveis à paciência ou à sobriedade; o ódio ao mais favorecido, o desprezo pelo semelhante, o medo de quem bate e encarcera ou a cega obediência ao *durão* e ao demagogo se aliam e se dissimulam na turma, isto é, na manada. Hobbes teve que formular seu axioma no plural para mostrar inequivocamente a perda do indivíduo nessa manada, a perda do homem nos lobos. O fascismo já está aí, esperando a sua braçadeira e os seus lemas e o seu butim.&#8221;<br />
Julio Cortázar, p. 282, em &#8220;Papéis Inesperados&#8221;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/07/81045/#comment-126812</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2013 16:49:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No perde-ganha da vida, Cortázar fazia seu jogo; sem apostas pascalianas.
Adulado e - por vezes, ao mesmo tempo! - execrado pelos modjus do fascismo vermelho, manteve-se firme.
Nos tempos em que Fidel dizia: &quot;Nosotros, cubanos, queremos una Cuba libre sin coca-cola!&quot; e isso era papagueado como um mantra revolucionário, Cortázar ousou proclamar verdades antipáticas a esse ex(?)-admira/imita/dor de Perón.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No perde-ganha da vida, Cortázar fazia seu jogo; sem apostas pascalianas.<br />
Adulado e &#8211; por vezes, ao mesmo tempo! &#8211; execrado pelos modjus do fascismo vermelho, manteve-se firme.<br />
Nos tempos em que Fidel dizia: &#8220;Nosotros, cubanos, queremos una Cuba libre sin coca-cola!&#8221; e isso era papagueado como um mantra revolucionário, Cortázar ousou proclamar verdades antipáticas a esse ex(?)-admira/imita/dor de Perón.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/07/81045/#comment-126664</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2013 16:41:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cortázar dizia, nos anos 1970, em tom de brincadeira, que Caetano Veloso e Maria Bethania nunca eram vistos juntos por serem a mesma pessoa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cortázar dizia, nos anos 1970, em tom de brincadeira, que Caetano Veloso e Maria Bethania nunca eram vistos juntos por serem a mesma pessoa.</p>
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