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	Comentários sobre: O Encantamento dos Sentidos: reflexões sobre a mercantilização do rap independente (II)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: alessandro macedo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/07/81314/#comment-135955</link>

		<dc:creator><![CDATA[alessandro macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2013 22:02:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro camarada, já fiz rap num passado não muito distante. Naquele tempo sem leitura nenhuma ouvia racionais e os gangsta de Los Angeles e achava que estava batendo de frente contra o sistema. Algum tempo depois tive contato com autores libertarios
tal como Marx,e os conselhistas do começo do seculo 20, Korch, Panakoek, Otto rule, Rosa Luxemburgo dentre outros libertarios foi então que entendi o capitalismo e a exploração, bem como contexto cultural e ideologico que decore do modo de produnção e dos interreses da classe dominante.
o rap naceu no  contexto da contra cultura como musica de protesto dos negros dos guetos de Nova York, rapidamente foi coopitado e perdeu todo seu caracter contestatorio como outros segmentos culturais bem como po movimento negro e a propria contra cultura. Assim na atual conjutura e com poquissima excessão o rap que posta como contestatorio cerrece de uma teoria politica que entenda os comflitos entre capital e explorados, perpectiva do proletariado, concpção revolucionaria
da possibilidade de uma sociedade auto organizada o que significa uma intença luta de clases perpasando por todos seus campos logico o cultural onde se insere o Rap. Entretanto cabe enfatizar que os pressuposto de Adorno na analize da musica como elemento de luta é limitado pois não parte da perspectiva do proletariado elemento explordo na sociedade capitalista. O Rap independente do qual você fala, é independente apenas no sentido de não poder fazer parte das grandes panelas montadas no cenario do Rap nacional. Na falta de grana para grandes produções tal como os Racionais, crian seus proprios nixos locais não procuram politizar os jovens pobres da periferia critican os playbois mais não prega a ruptura com esse sistema maldito chamado capitalismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro camarada, já fiz rap num passado não muito distante. Naquele tempo sem leitura nenhuma ouvia racionais e os gangsta de Los Angeles e achava que estava batendo de frente contra o sistema. Algum tempo depois tive contato com autores libertarios<br />
tal como Marx,e os conselhistas do começo do seculo 20, Korch, Panakoek, Otto rule, Rosa Luxemburgo dentre outros libertarios foi então que entendi o capitalismo e a exploração, bem como contexto cultural e ideologico que decore do modo de produnção e dos interreses da classe dominante.<br />
o rap naceu no  contexto da contra cultura como musica de protesto dos negros dos guetos de Nova York, rapidamente foi coopitado e perdeu todo seu caracter contestatorio como outros segmentos culturais bem como po movimento negro e a propria contra cultura. Assim na atual conjutura e com poquissima excessão o rap que posta como contestatorio cerrece de uma teoria politica que entenda os comflitos entre capital e explorados, perpectiva do proletariado, concpção revolucionaria<br />
da possibilidade de uma sociedade auto organizada o que significa uma intença luta de clases perpasando por todos seus campos logico o cultural onde se insere o Rap. Entretanto cabe enfatizar que os pressuposto de Adorno na analize da musica como elemento de luta é limitado pois não parte da perspectiva do proletariado elemento explordo na sociedade capitalista. O Rap independente do qual você fala, é independente apenas no sentido de não poder fazer parte das grandes panelas montadas no cenario do Rap nacional. Na falta de grana para grandes produções tal como os Racionais, crian seus proprios nixos locais não procuram politizar os jovens pobres da periferia critican os playbois mais não prega a ruptura com esse sistema maldito chamado capitalismo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Róbinho		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/07/81314/#comment-135113</link>

		<dc:creator><![CDATA[Róbinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Sep 2013 11:01:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Analisa o Rap tendo como referencia apenas os MCs que aparecem exatamente nos locais que ele critica...e sobre uma visão academicista confusa que quer &quot;dar&quot; ao RAP um especificidade que ele nunca teve, que é a de ser um movimento social logo com objetivos definidos.
O Rap como qualquer outra &quot;coisa&quot; que seja usada para viver(seja lá o que isto signifique para cada um) tende a se adaptar de acordo com as consequências que cada escolha dentro do mercado acarreta.
Uma curiosidade é que não foi tocado no nome dos Racionais e já que se foi citado vários nomes como exemplos desta &quot;postura mercantil&quot; poderia citar exemplos de MCs com a postura defendida pelo texto.
Participei de grupos musicais minha vida toda e sempre tive em minha cabeça a certeza que seja você Escritor, MC , Guitarrista, Cineasta e queira viver de &quot;sua arte&quot;, e não tiver uma herança ou coisa do tipo para pagar as contas,terá que em algum momento &quot;entrar no jogo&quot; .
Trabalho em outra coisa para poder tocar o que,como,com quem e quando quero...
Acredito que se o texto trilhasse  por essa linha, como já foi feito em relação ao funcionamento das cooperativas, de focar na impossibilidade de se ser independente dentro do sistema sem ter como foco a logica do capital seria mais interessante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Analisa o Rap tendo como referencia apenas os MCs que aparecem exatamente nos locais que ele critica&#8230;e sobre uma visão academicista confusa que quer &#8220;dar&#8221; ao RAP um especificidade que ele nunca teve, que é a de ser um movimento social logo com objetivos definidos.<br />
O Rap como qualquer outra &#8220;coisa&#8221; que seja usada para viver(seja lá o que isto signifique para cada um) tende a se adaptar de acordo com as consequências que cada escolha dentro do mercado acarreta.<br />
Uma curiosidade é que não foi tocado no nome dos Racionais e já que se foi citado vários nomes como exemplos desta &#8220;postura mercantil&#8221; poderia citar exemplos de MCs com a postura defendida pelo texto.<br />
Participei de grupos musicais minha vida toda e sempre tive em minha cabeça a certeza que seja você Escritor, MC , Guitarrista, Cineasta e queira viver de &#8220;sua arte&#8221;, e não tiver uma herança ou coisa do tipo para pagar as contas,terá que em algum momento &#8220;entrar no jogo&#8221; .<br />
Trabalho em outra coisa para poder tocar o que,como,com quem e quando quero&#8230;<br />
Acredito que se o texto trilhasse  por essa linha, como já foi feito em relação ao funcionamento das cooperativas, de focar na impossibilidade de se ser independente dentro do sistema sem ter como foco a logica do capital seria mais interessante.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: abu		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/07/81314/#comment-132888</link>

		<dc:creator><![CDATA[abu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2013 22:40:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[pra quem acompanha a dita &quot;nova geração&quot; do rap de perto, que está ganhando destaque, sabe que esse texto tem muito embasamento no que fala, quando trata da relação que o rap tem com os mecanismos de conformação do dito &quot;poder institucional&quot;. 
o discurso e a prática do universo do rap hoje é muito amplo, é verdade - o rap tá em tudo quanto é canto. mas percebe-se uma certa gama de valores que flutuam em uma parte considerável da dita &quot;cena&quot; que tem destaque hoje em dia.

emicida fez &quot;dedo na ferida&quot;, mas faz propaganda pro itaú. entende? esse texto, pelo que percebo, também passa por um conjunto de valores do autor que, claramente, é libertário, então há de se levar isso em conta. 
&quot;Acreditar que técnicas trarão por si só os resultados esperados é continuar acreditando no bom uso domesticado dessas ferramentas para a manutenção do status quo. O processo de disputa que se configura a partir dessa tensão elimina as dúvidas sobre os interesses inconciliáveis entre as diferentes classes em disputa. A ressignificação dos valores não se dá apenas na batalha do campo das ideias, mas também no uso prático que é feito das técnicas e ferramentas necessárias à produção da arte.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>pra quem acompanha a dita &#8220;nova geração&#8221; do rap de perto, que está ganhando destaque, sabe que esse texto tem muito embasamento no que fala, quando trata da relação que o rap tem com os mecanismos de conformação do dito &#8220;poder institucional&#8221;.<br />
o discurso e a prática do universo do rap hoje é muito amplo, é verdade &#8211; o rap tá em tudo quanto é canto. mas percebe-se uma certa gama de valores que flutuam em uma parte considerável da dita &#8220;cena&#8221; que tem destaque hoje em dia.</p>
<p>emicida fez &#8220;dedo na ferida&#8221;, mas faz propaganda pro itaú. entende? esse texto, pelo que percebo, também passa por um conjunto de valores do autor que, claramente, é libertário, então há de se levar isso em conta.<br />
&#8220;Acreditar que técnicas trarão por si só os resultados esperados é continuar acreditando no bom uso domesticado dessas ferramentas para a manutenção do status quo. O processo de disputa que se configura a partir dessa tensão elimina as dúvidas sobre os interesses inconciliáveis entre as diferentes classes em disputa. A ressignificação dos valores não se dá apenas na batalha do campo das ideias, mas também no uso prático que é feito das técnicas e ferramentas necessárias à produção da arte.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Flaco		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/07/81314/#comment-131800</link>

		<dc:creator><![CDATA[Flaco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2013 17:51:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O texto se propõe a falar de rap e só fala de Adorno. No máximo, passa um pouco pelo Emicida. Ele é o rap? 

&quot;Dificilmente vemos MCs ou grupos de rap assumir qualquer postura crítica contra o Estado&quot;. COMO? Que? Dificilmente? É mais fácil citar os rappers que NÃO criticam o Estado, o que está sendo entendido como rap aqui? Mesmo o principal criticado, Emicida, é autor de Dedo na ferida, por exemplo, não é crítica que ele quer? Foda-se vocês e foda-se suas leis não ta bom? Crítico é fazer monografia,ah tá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto se propõe a falar de rap e só fala de Adorno. No máximo, passa um pouco pelo Emicida. Ele é o rap? </p>
<p>&#8220;Dificilmente vemos MCs ou grupos de rap assumir qualquer postura crítica contra o Estado&#8221;. COMO? Que? Dificilmente? É mais fácil citar os rappers que NÃO criticam o Estado, o que está sendo entendido como rap aqui? Mesmo o principal criticado, Emicida, é autor de Dedo na ferida, por exemplo, não é crítica que ele quer? Foda-se vocês e foda-se suas leis não ta bom? Crítico é fazer monografia,ah tá.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zorba		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/07/81314/#comment-131692</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zorba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2013 17:52:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Belo texto. 

Poucos grupos fazem algo de relevante pro rap brasileiro. Cito dois: Facção Central e GOG. Racionais, Emicida, Criolo, e outros citados, ou não, no artigo só fazem sentido para uma geração cínica. Na realidade são pústulas...imposturas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto. </p>
<p>Poucos grupos fazem algo de relevante pro rap brasileiro. Cito dois: Facção Central e GOG. Racionais, Emicida, Criolo, e outros citados, ou não, no artigo só fazem sentido para uma geração cínica. Na realidade são pústulas&#8230;imposturas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pássaro voraz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/07/81314/#comment-129520</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pássaro voraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2013 04:08:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para um adorniano de carteirinha tá faltando muita análise estética nesse texto. A dialética mandou lembranças, lá de loooooonnnge...

&quot;Dificilmente vemos MCs ou grupos de rap assumir qualquer postura crítica contra o Estado ou contra o sistema capitalista, ou pensar em formas de organização popular (diferente das crews, que nada mais são que pequenas empresas e um núcleo de “panela”)[uma forma bem pouco adorniana de propor receitas de engajamento para as formas estéticas]. Destitui-se a revolta e põe-se no lugar o cinismo e a tolerância irreflexiva [como assim, parceiro? Cade a análise?]. A denúncia contra a polícia, o racismo e demais distinções sociais e formas de coerção, quando muito, vêm em forma de máximas superficiais, chamativas e impactantes [agora parece um exemplo clássico adorniano de juízo valorativo que procura legitimar a superioridade dos juízos do próprio crítico]. Os grupos e MCs são muito pouco esclarecidos sobre os principais problemas sociais, quando muito repetem sem reflexão algumas velhas concepções da esquerda burocrática [aqui então, piorou, e o crítico mal esconde a satisfação de possuir a clareza e o rigor que parece faltar aos rappers]&quot;.

O texto procura utilizar o rap como bode espiatório para confirmar o acerto dos conceitos adornianos. No processo, perde tanto a complexidade do rap, que literalmente desaparece  sob um amontoado de juízos quase dogmáticos, quanto a do próprio Adorno, uma vez que seu pensamento é enquadrado em uma estrutura nada dialética de pensamento. Ambos merecem um esforço maior...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para um adorniano de carteirinha tá faltando muita análise estética nesse texto. A dialética mandou lembranças, lá de loooooonnnge&#8230;</p>
<p>&#8220;Dificilmente vemos MCs ou grupos de rap assumir qualquer postura crítica contra o Estado ou contra o sistema capitalista, ou pensar em formas de organização popular (diferente das crews, que nada mais são que pequenas empresas e um núcleo de “panela”)[uma forma bem pouco adorniana de propor receitas de engajamento para as formas estéticas]. Destitui-se a revolta e põe-se no lugar o cinismo e a tolerância irreflexiva [como assim, parceiro? Cade a análise?]. A denúncia contra a polícia, o racismo e demais distinções sociais e formas de coerção, quando muito, vêm em forma de máximas superficiais, chamativas e impactantes [agora parece um exemplo clássico adorniano de juízo valorativo que procura legitimar a superioridade dos juízos do próprio crítico]. Os grupos e MCs são muito pouco esclarecidos sobre os principais problemas sociais, quando muito repetem sem reflexão algumas velhas concepções da esquerda burocrática [aqui então, piorou, e o crítico mal esconde a satisfação de possuir a clareza e o rigor que parece faltar aos rappers]&#8221;.</p>
<p>O texto procura utilizar o rap como bode espiatório para confirmar o acerto dos conceitos adornianos. No processo, perde tanto a complexidade do rap, que literalmente desaparece  sob um amontoado de juízos quase dogmáticos, quanto a do próprio Adorno, uma vez que seu pensamento é enquadrado em uma estrutura nada dialética de pensamento. Ambos merecem um esforço maior&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Eduardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/07/81314/#comment-129201</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jul 2013 18:57:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As causas comprovam o efeito devastador
Sua teoria lendária já não me ilude, morô?
Sei a razão... Campanha contra as drogas?
Enquanto o lucro do Estado é um corpo com substancias
tóxicas.
Enquanto seu conforto for o fracasso da educação
pública
Meu verso não vai ser Nobel pra musica lúdica
Se for pra se vender pra aparecer na série, no filme
Deixa o ***** julgar meu som como apologia ao crime.

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&#038;v=diPODv_07F8#at=22]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As causas comprovam o efeito devastador<br />
Sua teoria lendária já não me ilude, morô?<br />
Sei a razão&#8230; Campanha contra as drogas?<br />
Enquanto o lucro do Estado é um corpo com substancias<br />
tóxicas.<br />
Enquanto seu conforto for o fracasso da educação<br />
pública<br />
Meu verso não vai ser Nobel pra musica lúdica<br />
Se for pra se vender pra aparecer na série, no filme<br />
Deixa o ***** julgar meu som como apologia ao crime.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&#038;v=diPODv_07F8#at=22" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&#038;v=diPODv_07F8#at=22</a></p>
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