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	Comentários sobre: As organizações hegemonizadas pelo governismo: cada vez mais governistas?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Ivan		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82120/#comment-232225</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ivan]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2014 01:43:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olho isso e penso. Primeira coisa que me vem a cabeça. UNIVERSIDADE FEDERAL.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olho isso e penso. Primeira coisa que me vem a cabeça. UNIVERSIDADE FEDERAL.</p>
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		<title>
		Por: Matheus		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82120/#comment-135296</link>

		<dc:creator><![CDATA[Matheus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2013 13:30:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há dois pontos importantes do texto na crítica à militância organizada de matiz governista:

a) A política de desmobilização sistemática, ao invés de se engajar no protesto popular.
b) A criminalização dos Black Blocs, que, como se revelou no 7 de setembro de 2013, na verdade é uma criminalização de qualquer manifestação de esquerda não cooptada pelo governismo. E com exceção das balas de borracha, a atuação da PM não difere muito do que ela faz nas favelas.

A repressão aparece quando não é possível desmobilizar. O neopetismo tentou implantar uma forma de dominação oligárquica &quot;suavizada&quot;, &quot;sofisticada&quot;, baseada na desmobilização e incentivo ao consumo popular. Mas quando isso não funciona mais, opta-se pelo método tradicional: a repressão terrorista. Prisões arbitrárias, agressões gratuitas, processos judiciais, sequestros, espancamentos, torturas, às vezes sem critério algum, atingindo manifestantes, transeuntes e jornalistas sem distinção.

Eu discordo em parte em relação à reforma política. É claro que não precisamos aderir à proposta governista. No entanto, existe a &quot;Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político&quot; (www.reformapolitica.org.br), fruto de uma discussão entre militantes e pesquisadores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há dois pontos importantes do texto na crítica à militância organizada de matiz governista:</p>
<p>a) A política de desmobilização sistemática, ao invés de se engajar no protesto popular.<br />
b) A criminalização dos Black Blocs, que, como se revelou no 7 de setembro de 2013, na verdade é uma criminalização de qualquer manifestação de esquerda não cooptada pelo governismo. E com exceção das balas de borracha, a atuação da PM não difere muito do que ela faz nas favelas.</p>
<p>A repressão aparece quando não é possível desmobilizar. O neopetismo tentou implantar uma forma de dominação oligárquica &#8220;suavizada&#8221;, &#8220;sofisticada&#8221;, baseada na desmobilização e incentivo ao consumo popular. Mas quando isso não funciona mais, opta-se pelo método tradicional: a repressão terrorista. Prisões arbitrárias, agressões gratuitas, processos judiciais, sequestros, espancamentos, torturas, às vezes sem critério algum, atingindo manifestantes, transeuntes e jornalistas sem distinção.</p>
<p>Eu discordo em parte em relação à reforma política. É claro que não precisamos aderir à proposta governista. No entanto, existe a &#8220;Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político&#8221; (www.reformapolitica.org.br), fruto de uma discussão entre militantes e pesquisadores.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: R.U.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82120/#comment-134368</link>

		<dc:creator><![CDATA[R.U.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2013 19:31:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Faltou incluir MST e MPL entre essas organizações.São o cavalo de tróia do PT e suas versões recicladas nas lutas proletárias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faltou incluir MST e MPL entre essas organizações.São o cavalo de tróia do PT e suas versões recicladas nas lutas proletárias.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Édi A. Benini		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82120/#comment-131201</link>

		<dc:creator><![CDATA[Édi A. Benini]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Aug 2013 12:13:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Complementando

Em virtude do comentário anterior, queria apenas ressaltar (para evitar interpretações equivocadas) que ninguém mais, em sã consciência, afirmaria que não é necessário disputar o Estado, e as disputas dependem, obviamente, das condições concretas estabelecidas.

Apenas ponderei que, a disputa pelo Estado a partir de uma base material alienada tende a ser uma disputa ambígua, na qual o poder burocrático é que nos consome, e não o contrário, que seria a emergência de uma autêntica hegemonia da classe trabalhadora. Posso estar errado, mais ao meu ver a história está farta de fatos dessa natureza.

Sem dúvida há que se defender, resistir, questionar o Estado, mas, arrisco colocar para o debate, não seria importante também questionar e, a depender da nossa capacidade de auto-organização, de se superar o trabalho assalariado e suas formas alienadas e precarizadas (como a informalidade, auto-emprego)? 

Será que a conquista do Estado é o primeiro estágio da transformação social, ou é decorrência ou desdobramento de novas relações sociais de produção, que ai sim podem ter força política, material e ideológica suficientes para enquadrar, e possivelmente superar, o Estado burocrático do Capital?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Complementando</p>
<p>Em virtude do comentário anterior, queria apenas ressaltar (para evitar interpretações equivocadas) que ninguém mais, em sã consciência, afirmaria que não é necessário disputar o Estado, e as disputas dependem, obviamente, das condições concretas estabelecidas.</p>
<p>Apenas ponderei que, a disputa pelo Estado a partir de uma base material alienada tende a ser uma disputa ambígua, na qual o poder burocrático é que nos consome, e não o contrário, que seria a emergência de uma autêntica hegemonia da classe trabalhadora. Posso estar errado, mais ao meu ver a história está farta de fatos dessa natureza.</p>
<p>Sem dúvida há que se defender, resistir, questionar o Estado, mas, arrisco colocar para o debate, não seria importante também questionar e, a depender da nossa capacidade de auto-organização, de se superar o trabalho assalariado e suas formas alienadas e precarizadas (como a informalidade, auto-emprego)? </p>
<p>Será que a conquista do Estado é o primeiro estágio da transformação social, ou é decorrência ou desdobramento de novas relações sociais de produção, que ai sim podem ter força política, material e ideológica suficientes para enquadrar, e possivelmente superar, o Estado burocrático do Capital?</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Hernandes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82120/#comment-131102</link>

		<dc:creator><![CDATA[Hernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2013 21:40:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom artigo. Concordo com muitas partes, mas discordo da ideia e pressupostos subjacentes e do seu argumento geral.

Minha principal discordância é o ponto de partida ontológico: o texto rejeita a visão do estado como uma arena (à la Gramsci), preferindo ver o estado como uma entidade monolítica, contra a qual movimentos sociais progressistas devem estar em oposição sistemática e permanente. Isto é, o pressuposto subjacente é que há uma clara distinção entre estado de um lado (considerado como um ator e não como uma arena), sociedade do outro.

Também acho que a leitura da forças correlação de forças subestima a direita organizada, reduzindo esse setor à &quot;mídia&quot;, como se a oposição fundamental de forças fosse esquerda institucional vs. esquerda radical.

Também subestima o papel dos setores de classe média não-organizados, que engrossaram os protestos de maneira decisiva, aderindo ao movimento inicialmente puxado por uma organização progressista, mas que no momento seguinte logrou &quot;contrabandear&quot; uma série de pautas próprias às ruas e por fim transformou a natureza do movimento em algo distinto.

A classe trabalhadora organizada aderiu às manifestações com um mês de atraso, com baixa adesão, rachado, trazendo pautas de interesse próprio e não conducentes a uma transformação geral da sociedade. Em parte, isso é explicado pela natureza do movimento sindical, cujas duas centrais mais representativas se opõem entre a co-optação e ao peleguismo pragmático. Em comum, porém, é o declínio da ideia de que a transformação social partirá dessas forças organizadas.

Seja como for, o artigo percebe qualquer tipo de aproximação dos movimentos sociais com o governo como um movimento de cooptação. É uma leitura possível, mas é reducionista. Movimentos sociais têm (ou precisam ter) uma ampla gama de repertório de ação coletiva. Protesto de rua, piquetes e violência são alguns deles. Outros envolvem lobby, petições, pressão, declarações na mídia e encontro com autoridades. São várias estratégias possíveis e, mesmo as mais &quot;institucionais&quot; não implicam cooptação necessariamente, e a escolha de cada uma delas depende de uma série de fatores (internos e externos ao movimento).

Evidentemente que, para um anarquista, uma reforma política ainda no marco do capitalismo e da democracia liberal não resolve em nada a luta para a emancipação coletiva e as contradições fundamentais do sistema capitalista. Nem todo movimento social é progressista. Nem todo movimento progressista é transformador. Nem todo movimento transformador é revolucionário.

Mas, mesmo para os que são revolucionários, para quem faz a leitura de que não é possível no curto prazo implantar um projeto revolucionário, mas é possível alguma transformação ainda dentro deste marco institucional burguês, a disputa pelo Estado é fundamental e, logo, pressionar por uma reforma política é &quot;estrutural&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom artigo. Concordo com muitas partes, mas discordo da ideia e pressupostos subjacentes e do seu argumento geral.</p>
<p>Minha principal discordância é o ponto de partida ontológico: o texto rejeita a visão do estado como uma arena (à la Gramsci), preferindo ver o estado como uma entidade monolítica, contra a qual movimentos sociais progressistas devem estar em oposição sistemática e permanente. Isto é, o pressuposto subjacente é que há uma clara distinção entre estado de um lado (considerado como um ator e não como uma arena), sociedade do outro.</p>
<p>Também acho que a leitura da forças correlação de forças subestima a direita organizada, reduzindo esse setor à &#8220;mídia&#8221;, como se a oposição fundamental de forças fosse esquerda institucional vs. esquerda radical.</p>
<p>Também subestima o papel dos setores de classe média não-organizados, que engrossaram os protestos de maneira decisiva, aderindo ao movimento inicialmente puxado por uma organização progressista, mas que no momento seguinte logrou &#8220;contrabandear&#8221; uma série de pautas próprias às ruas e por fim transformou a natureza do movimento em algo distinto.</p>
<p>A classe trabalhadora organizada aderiu às manifestações com um mês de atraso, com baixa adesão, rachado, trazendo pautas de interesse próprio e não conducentes a uma transformação geral da sociedade. Em parte, isso é explicado pela natureza do movimento sindical, cujas duas centrais mais representativas se opõem entre a co-optação e ao peleguismo pragmático. Em comum, porém, é o declínio da ideia de que a transformação social partirá dessas forças organizadas.</p>
<p>Seja como for, o artigo percebe qualquer tipo de aproximação dos movimentos sociais com o governo como um movimento de cooptação. É uma leitura possível, mas é reducionista. Movimentos sociais têm (ou precisam ter) uma ampla gama de repertório de ação coletiva. Protesto de rua, piquetes e violência são alguns deles. Outros envolvem lobby, petições, pressão, declarações na mídia e encontro com autoridades. São várias estratégias possíveis e, mesmo as mais &#8220;institucionais&#8221; não implicam cooptação necessariamente, e a escolha de cada uma delas depende de uma série de fatores (internos e externos ao movimento).</p>
<p>Evidentemente que, para um anarquista, uma reforma política ainda no marco do capitalismo e da democracia liberal não resolve em nada a luta para a emancipação coletiva e as contradições fundamentais do sistema capitalista. Nem todo movimento social é progressista. Nem todo movimento progressista é transformador. Nem todo movimento transformador é revolucionário.</p>
<p>Mas, mesmo para os que são revolucionários, para quem faz a leitura de que não é possível no curto prazo implantar um projeto revolucionário, mas é possível alguma transformação ainda dentro deste marco institucional burguês, a disputa pelo Estado é fundamental e, logo, pressionar por uma reforma política é &#8220;estrutural&#8221;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Yuri Sanson		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82120/#comment-131089</link>

		<dc:creator><![CDATA[Yuri Sanson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2013 19:43:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Curti.
Abraços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Curti.<br />
Abraços.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Édi A. Benini		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82120/#comment-131050</link>

		<dc:creator><![CDATA[Édi A. Benini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2013 12:32:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá, bom dia a todos!


O texto Navarro vem ao encontro de muitas questões problemáticas que vem se configurando, e por si já desperta um importantíssimo debate.

Não por acaso, essa semana recebi, por essas várias correntes de e-mails que participamos, relato sobre a plenária nacional dos movimentos sociais realizada dia 5 de agosto. 

Comentando rapidamente sobre isso, acho que já é um avanço o fato que a onda de protestos tem &quot;acordado muita gente&quot;, e forçado um pouco a nossa &quot;esquerda&quot; (ou pelo menos os que se auto-intitulam assim) a conversarem entre si (pois todos nós sabemos como é grande o sectarismo que vivemos).

Pois bem, não vou entrar em detalhes, até porque não tenho informações e nem legitimidade para isso (pois não participei nem da construção e nem da plenária).

Mas, me chama muito a atenção não apenas, na mesma linha do artigo do Navarro, a centralidade da reforma política (que passa a ser o eixo articulador desses movimentos), mas sim a colocação explicita que trata-se de uma &quot;reforma estruturante&quot;.

Será que eu que estou &quot;louco&quot;, ou a completa falta de auto-crítica beira quase a falsificação de conceitos e questões históricas em relação as lutas emancipatórias?

Para mim uma &quot;reforma&quot; estrutural diz respeito a estrutura das relações sociais de produção, revertendo a dominação do capital sobre o trabalho...

Logo, ao meu ver, o problema é ainda maior que uma adesão cooptada governista, pois diz respeito a insistência de uma via de luta &quot;Estado-centrista&quot;.

Parece que nada ouvimos dos alertas de Rosa (Reforma ou Revolução), e menos ainda dos limites e crises tanto do reformismo histórico (que iludiu tantos com o chamado Welfare State), ou mesmo com a tragédia que foi o estalinismo (a ponto da grande dificuldades que temos hoje de simplesmente usar a palavra &quot;comunismo&quot;, tamanho o preconceito que se gerou).

Em síntese, com todo o respeito a muitos militantes de primeira linha, que sem dúvida estão dispersos nesses movimentos, além de faltar a devida, constante e necessária auto-crítica, falta, de forma ainda mais dramática, uma crítica (e aprendizado) com a experiência histórica das lutas e seus retrocessos. 

Sem embargo, me parece que vivemos sim é uma severa crise de teorias de transição. 

Se no lado das visões &quot;Estado-centristas&quot;, que inclui as de assalto direto violento do Estado (mais extremistas), e as visões e posturas ora bem intencionadas, ora puramente oportunistas, do reformismo (&quot;humanização&quot; do capital), há que se considerar que uma linha de lutas de enfoque mais libertário ou de ação direta, também tem seus limites ou desafios.

Ou seja, e aqui me permita discordar um pouco do ótimo artigo do Navarro, também tenho algumas reservas sobre os desdobramentos da onda de protestos. 

Claro que o fato de parcelas da população terem indo as ruas é um sinal claro do grande mal estar que a civilização capitalista está provocando, sob a nefasta crise estrutural do capital, e o repúdio aos partidos, sindicatos e movimentos demonstra o quão burocráticos eles se tornaram.

Mas infelizmente a maioria do povo, mesmo a classe trabalhadora, inclusive este que lhes escreve, sofre de uma alienação severa. E alienação não é apenas ausência de um intelecto crítico, vale lembrar, mas sobretudo da nossa dependência estrutural ao capital, de vender nossa força de trabalho para sobreviver, e é claro que isso interfere, e muito, na postura ideológica e nas formas e condições de luta política, levando reiteradamente ao impasse de querer &quot;mudar tudo sem mudar nada&quot;, enfim, a esmagadora maioria da população deseja melhores condições de vida, menos exploração, etc... mas não situam a raiz disso, ou seja, a propriedade privada, o intercâmbio mercantil, e a forma de trabalho assalariado/precarizado/subordinado, querem mais salário mas não abolir o próprio trabalho alienado e subordinado.

Nisso, há o desafio das lutas libertárias e horizontais, pois para mudar estruturas sociais, penso ser fundamental ter força política e projeto coletivo consistentes, e como convergir forças e projetos, evitando a dispersão, e também evitando a burocratização?

Talvez um caminho importante esteja justamente no trabalho, no trabalho concreto, pela via do trabalho associado. Mas não na forma reformista e igualmente fragmentada da economia solidária ou das cooperativas populares, mas dentro de um projeto político estruturante de reaquisição das forças alienadas do trabalho, enquanto coletivo e classe orgânica, e não enquanto grupos soltos (que forma um tipo de &quot;autogestão liberal&quot;)... 

Talvez, enfim, convergir e construir coletivamente bases materiais para uma efetiva autogestão social/societal esteja na ordem do dia, e, na minha modesta opinião, já com algum atraso histórico...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, bom dia a todos!</p>
<p>O texto Navarro vem ao encontro de muitas questões problemáticas que vem se configurando, e por si já desperta um importantíssimo debate.</p>
<p>Não por acaso, essa semana recebi, por essas várias correntes de e-mails que participamos, relato sobre a plenária nacional dos movimentos sociais realizada dia 5 de agosto. </p>
<p>Comentando rapidamente sobre isso, acho que já é um avanço o fato que a onda de protestos tem &#8220;acordado muita gente&#8221;, e forçado um pouco a nossa &#8220;esquerda&#8221; (ou pelo menos os que se auto-intitulam assim) a conversarem entre si (pois todos nós sabemos como é grande o sectarismo que vivemos).</p>
<p>Pois bem, não vou entrar em detalhes, até porque não tenho informações e nem legitimidade para isso (pois não participei nem da construção e nem da plenária).</p>
<p>Mas, me chama muito a atenção não apenas, na mesma linha do artigo do Navarro, a centralidade da reforma política (que passa a ser o eixo articulador desses movimentos), mas sim a colocação explicita que trata-se de uma &#8220;reforma estruturante&#8221;.</p>
<p>Será que eu que estou &#8220;louco&#8221;, ou a completa falta de auto-crítica beira quase a falsificação de conceitos e questões históricas em relação as lutas emancipatórias?</p>
<p>Para mim uma &#8220;reforma&#8221; estrutural diz respeito a estrutura das relações sociais de produção, revertendo a dominação do capital sobre o trabalho&#8230;</p>
<p>Logo, ao meu ver, o problema é ainda maior que uma adesão cooptada governista, pois diz respeito a insistência de uma via de luta &#8220;Estado-centrista&#8221;.</p>
<p>Parece que nada ouvimos dos alertas de Rosa (Reforma ou Revolução), e menos ainda dos limites e crises tanto do reformismo histórico (que iludiu tantos com o chamado Welfare State), ou mesmo com a tragédia que foi o estalinismo (a ponto da grande dificuldades que temos hoje de simplesmente usar a palavra &#8220;comunismo&#8221;, tamanho o preconceito que se gerou).</p>
<p>Em síntese, com todo o respeito a muitos militantes de primeira linha, que sem dúvida estão dispersos nesses movimentos, além de faltar a devida, constante e necessária auto-crítica, falta, de forma ainda mais dramática, uma crítica (e aprendizado) com a experiência histórica das lutas e seus retrocessos. </p>
<p>Sem embargo, me parece que vivemos sim é uma severa crise de teorias de transição. </p>
<p>Se no lado das visões &#8220;Estado-centristas&#8221;, que inclui as de assalto direto violento do Estado (mais extremistas), e as visões e posturas ora bem intencionadas, ora puramente oportunistas, do reformismo (&#8220;humanização&#8221; do capital), há que se considerar que uma linha de lutas de enfoque mais libertário ou de ação direta, também tem seus limites ou desafios.</p>
<p>Ou seja, e aqui me permita discordar um pouco do ótimo artigo do Navarro, também tenho algumas reservas sobre os desdobramentos da onda de protestos. </p>
<p>Claro que o fato de parcelas da população terem indo as ruas é um sinal claro do grande mal estar que a civilização capitalista está provocando, sob a nefasta crise estrutural do capital, e o repúdio aos partidos, sindicatos e movimentos demonstra o quão burocráticos eles se tornaram.</p>
<p>Mas infelizmente a maioria do povo, mesmo a classe trabalhadora, inclusive este que lhes escreve, sofre de uma alienação severa. E alienação não é apenas ausência de um intelecto crítico, vale lembrar, mas sobretudo da nossa dependência estrutural ao capital, de vender nossa força de trabalho para sobreviver, e é claro que isso interfere, e muito, na postura ideológica e nas formas e condições de luta política, levando reiteradamente ao impasse de querer &#8220;mudar tudo sem mudar nada&#8221;, enfim, a esmagadora maioria da população deseja melhores condições de vida, menos exploração, etc&#8230; mas não situam a raiz disso, ou seja, a propriedade privada, o intercâmbio mercantil, e a forma de trabalho assalariado/precarizado/subordinado, querem mais salário mas não abolir o próprio trabalho alienado e subordinado.</p>
<p>Nisso, há o desafio das lutas libertárias e horizontais, pois para mudar estruturas sociais, penso ser fundamental ter força política e projeto coletivo consistentes, e como convergir forças e projetos, evitando a dispersão, e também evitando a burocratização?</p>
<p>Talvez um caminho importante esteja justamente no trabalho, no trabalho concreto, pela via do trabalho associado. Mas não na forma reformista e igualmente fragmentada da economia solidária ou das cooperativas populares, mas dentro de um projeto político estruturante de reaquisição das forças alienadas do trabalho, enquanto coletivo e classe orgânica, e não enquanto grupos soltos (que forma um tipo de &#8220;autogestão liberal&#8221;)&#8230; </p>
<p>Talvez, enfim, convergir e construir coletivamente bases materiais para uma efetiva autogestão social/societal esteja na ordem do dia, e, na minha modesta opinião, já com algum atraso histórico&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82120/#comment-130971</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2013 22:30:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Considerando as devidas críticas ao sistema de pesquisa de opinião, ainda vale a pena ressaltar que a pauta da reforma política não é assim um alienígena como pinta o texto:
http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/08/08/ong-de-combate-a-corrupcao-diz-que-92-querem-reforma-politica-com-consulta-popular.htm

é claro que colocado a Reforma política muitas vezes é colocada como panacéia, e na lógica da pesquisa de opinião seria MUTO difícil encontrar uma maioria que não fosse a favor. No entanto este é um pilar importante no imaginário social agora e fechar os olhos para isso seria um erro. Uma coisa é defender a proposta política do governo, outra diferente é pautar a reforma política pelo foco da luta de classes. E mesmo se somos contra o Estado, é necessário o esforço de diálogo com a massa de trabalhadores. Se estes trabalhadores estão prestando atenção neste tópico hoje, assim como no caso do transporte público, é necessário que as organizações de esquerda façam uso deste tópico para pautá-lo com seus ideias. Do contrário cairemos na acusação de que o MPL é reformista. 
A extrema esquerda tem essa facilidade enorme de perder de vista o que está de fato ocorrendo no ambiente político geral do país, achando que a massa dos trabalhadores não lê nada na internet nem conversa com os vizinhos sobre o que anda acontecendo. Não há dúvidas de que a reforma política pouco ou em nada mudará a vida da maioria destes trabalhadores, no entanto o que está no fundo desta questão é a capacidade da extrema esquerda de se mostrar em diálogo com a sociedade, demostrando assim que sua capacidade crítica vai além do gritar palavras de ordem que não mudam nunca.
De resto, o texto oferece boa análise, assim como o comentarista Antonio, que chama a atenção também para um vício que é o de culpar a esquerda moderada pela impotência da esquerda radical. Não há dúvida de que a crítica à esquerda moderada deva ser feita sempre, mas não pode se tornar uma explicação para o fracasso do resto da esquerda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Considerando as devidas críticas ao sistema de pesquisa de opinião, ainda vale a pena ressaltar que a pauta da reforma política não é assim um alienígena como pinta o texto:<br />
<a href="http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/08/08/ong-de-combate-a-corrupcao-diz-que-92-querem-reforma-politica-com-consulta-popular.htm" rel="nofollow ugc">http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/08/08/ong-de-combate-a-corrupcao-diz-que-92-querem-reforma-politica-com-consulta-popular.htm</a></p>
<p>é claro que colocado a Reforma política muitas vezes é colocada como panacéia, e na lógica da pesquisa de opinião seria MUTO difícil encontrar uma maioria que não fosse a favor. No entanto este é um pilar importante no imaginário social agora e fechar os olhos para isso seria um erro. Uma coisa é defender a proposta política do governo, outra diferente é pautar a reforma política pelo foco da luta de classes. E mesmo se somos contra o Estado, é necessário o esforço de diálogo com a massa de trabalhadores. Se estes trabalhadores estão prestando atenção neste tópico hoje, assim como no caso do transporte público, é necessário que as organizações de esquerda façam uso deste tópico para pautá-lo com seus ideias. Do contrário cairemos na acusação de que o MPL é reformista.<br />
A extrema esquerda tem essa facilidade enorme de perder de vista o que está de fato ocorrendo no ambiente político geral do país, achando que a massa dos trabalhadores não lê nada na internet nem conversa com os vizinhos sobre o que anda acontecendo. Não há dúvidas de que a reforma política pouco ou em nada mudará a vida da maioria destes trabalhadores, no entanto o que está no fundo desta questão é a capacidade da extrema esquerda de se mostrar em diálogo com a sociedade, demostrando assim que sua capacidade crítica vai além do gritar palavras de ordem que não mudam nunca.<br />
De resto, o texto oferece boa análise, assim como o comentarista Antonio, que chama a atenção também para um vício que é o de culpar a esquerda moderada pela impotência da esquerda radical. Não há dúvida de que a crítica à esquerda moderada deva ser feita sempre, mas não pode se tornar uma explicação para o fracasso do resto da esquerda.</p>
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		<title>
		Por: antonio gonçalves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82120/#comment-130962</link>

		<dc:creator><![CDATA[antonio gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2013 21:02:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Algumas conclusões que caracterizam as organizações citadas no, ótimo, texto, e que de certo modo é o inverso daquelas &quot;Não Alinhadas&quot;:

a) Forte articulação, não apenas com os partidos (como elucidado no texto), mas sobretudo entre si;Como se diz no popular, estão sempre juntas e misturadas;

b) Capacidade de agirem a partir de um tema/problema de modo unitário. Aqui é sempre um calcanhar para nós que, defendendo com legitimidade a autonomia de cada organização, o seu jeito de estar no mundo, acabamos por nos fragmentarmos, bem ao gosto da institucionalidade. Ou seja, nem sempre diversidade/fragmentação é sinal de que podemos avançar na briga com o capitalismo e suas muitas manifestações. Vamos combinar: Nós somos uma constelação muitas vezes afónica de organizações, com pouco ou quase nenhuma agenda comum no cotidiano.

c) Eles se reúnem, montam pautas unitárias/comuns, no sentido e na lógica deles desenham plataforma comuns. E nós?

d) Eles tem poder efetivo, estão entranhados nas máquinas de projetos, editais, financiamentos etc...nós não conseguimos até aqui nenhuma amostra de capacidade de tocarmos um esforço conjunto (um site de notícias é um exemplo mais que ordinário), sequer uma plataforma anticapitalista que nos unifique.

Para ficar em alguns poucos exemplos: Brasil de Fato, Carta Maior/Capital.

Uma pessoa perguntou a um compa anarquista onde ela achava a &quot;galera anticapitalista e não vendida ao poder, em uma das manifestações. Eles respondeu: &quot;Por aí&quot; (sic).

Ou seja, nos falta esse sentido de referências, algo que possa ser significativo das muitas identidades anti-capitalistas, mas ao mesmo tempo permitisse um referente comum.

e)Sites, Jornais, Blogs. Muitos esforços, muito se dissipam na primeira poeira, a efemeridade dos nossos meios comunicativos é pródiga. Salve o PP, ainda aqui, vivo e saudável!

f) Na Argentina existem as experiências das Frentes, configurando lugares comuns para miríades de organizações. Sem mecanicismo, podemos pensar nossas próprias formas de Frentes?

g) Não adianta o queixume sobre a longa tradição de traição desse tipo de organizações,basta olhar a história de muitas dessas que agora nadam, como o novo hit &quot;Ninja&quot;, somente as lutas é que modificam o sentido e direção das coisas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas conclusões que caracterizam as organizações citadas no, ótimo, texto, e que de certo modo é o inverso daquelas &#8220;Não Alinhadas&#8221;:</p>
<p>a) Forte articulação, não apenas com os partidos (como elucidado no texto), mas sobretudo entre si;Como se diz no popular, estão sempre juntas e misturadas;</p>
<p>b) Capacidade de agirem a partir de um tema/problema de modo unitário. Aqui é sempre um calcanhar para nós que, defendendo com legitimidade a autonomia de cada organização, o seu jeito de estar no mundo, acabamos por nos fragmentarmos, bem ao gosto da institucionalidade. Ou seja, nem sempre diversidade/fragmentação é sinal de que podemos avançar na briga com o capitalismo e suas muitas manifestações. Vamos combinar: Nós somos uma constelação muitas vezes afónica de organizações, com pouco ou quase nenhuma agenda comum no cotidiano.</p>
<p>c) Eles se reúnem, montam pautas unitárias/comuns, no sentido e na lógica deles desenham plataforma comuns. E nós?</p>
<p>d) Eles tem poder efetivo, estão entranhados nas máquinas de projetos, editais, financiamentos etc&#8230;nós não conseguimos até aqui nenhuma amostra de capacidade de tocarmos um esforço conjunto (um site de notícias é um exemplo mais que ordinário), sequer uma plataforma anticapitalista que nos unifique.</p>
<p>Para ficar em alguns poucos exemplos: Brasil de Fato, Carta Maior/Capital.</p>
<p>Uma pessoa perguntou a um compa anarquista onde ela achava a &#8220;galera anticapitalista e não vendida ao poder, em uma das manifestações. Eles respondeu: &#8220;Por aí&#8221; (sic).</p>
<p>Ou seja, nos falta esse sentido de referências, algo que possa ser significativo das muitas identidades anti-capitalistas, mas ao mesmo tempo permitisse um referente comum.</p>
<p>e)Sites, Jornais, Blogs. Muitos esforços, muito se dissipam na primeira poeira, a efemeridade dos nossos meios comunicativos é pródiga. Salve o PP, ainda aqui, vivo e saudável!</p>
<p>f) Na Argentina existem as experiências das Frentes, configurando lugares comuns para miríades de organizações. Sem mecanicismo, podemos pensar nossas próprias formas de Frentes?</p>
<p>g) Não adianta o queixume sobre a longa tradição de traição desse tipo de organizações,basta olhar a história de muitas dessas que agora nadam, como o novo hit &#8220;Ninja&#8221;, somente as lutas é que modificam o sentido e direção das coisas.</p>
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		<title>
		Por: Carlos Rodrigues		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82120/#comment-130944</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2013 17:58:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A boiada que estourou!!!

 
O grande erro dos partidos de esquerda, foi cair no voluntarismo e na ambição desmesurada de ganhar eleições e somente eleições, esqueceu do trabalho de massa, desprezou as suas bases de sustentação, esqueceu de criar novos quadros, relegou a militância a um plano inferior, burocratizou, super valorizou os tecnocratas, transformou um partido que antes era de esquerda em um partido fisiológico, elevou uma grande parcela da pobreza a classe media sem um trabalho político ideológico, não ensinou a esse povo que todas essas conquistas eram fruto da luta de classes.
A historia agora esta aí cobrando a fatura!!!
Por outro lado não podemos também permitir que esses movimentos espontaneístas caíssem no colo da direita ou dos anarquistas, sendo que os anarquistas não conseguem se organizar e são nossos inimigos históricos, e foram eles os principais responsáveis pela degringolada da revolução Espanhola. 
Sinceramente, até agora não vi uma analise que me apontasse o caminho a seguir, infelizmente estamos a reboque da boiada que estourou.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A boiada que estourou!!!</p>
<p>O grande erro dos partidos de esquerda, foi cair no voluntarismo e na ambição desmesurada de ganhar eleições e somente eleições, esqueceu do trabalho de massa, desprezou as suas bases de sustentação, esqueceu de criar novos quadros, relegou a militância a um plano inferior, burocratizou, super valorizou os tecnocratas, transformou um partido que antes era de esquerda em um partido fisiológico, elevou uma grande parcela da pobreza a classe media sem um trabalho político ideológico, não ensinou a esse povo que todas essas conquistas eram fruto da luta de classes.<br />
A historia agora esta aí cobrando a fatura!!!<br />
Por outro lado não podemos também permitir que esses movimentos espontaneístas caíssem no colo da direita ou dos anarquistas, sendo que os anarquistas não conseguem se organizar e são nossos inimigos históricos, e foram eles os principais responsáveis pela degringolada da revolução Espanhola.<br />
Sinceramente, até agora não vi uma analise que me apontasse o caminho a seguir, infelizmente estamos a reboque da boiada que estourou.</p>
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