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	Comentários sobre: Mais um relato: quais os problemas do Fora do Eixo?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82408/#comment-132889</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2013 22:41:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um bom relato de uma jornalista que visitou a Casa FdE de Minas Gerais.

http://rota32.blogspot.com.au/2013/08/o-fora-do-eixo-no-microscopio-um.html

Destaco essa parte:

&quot;&quot;Mas não tem um limite que faz vocês colocarem uma pessoa pra fora da casa? Tipo, se alguém trabalhar apenas 3h, vocês topam ter essa pessoa como moradora?&quot;. Me responderam que &quot;aí não, porque dá pra ver que essa pessoa tem outras prioridades&quot;.

Ah! Aí que tá. Então EXISTE uma diferença entre tempo produtivo e tempo improdutivo. Se você dissolver os limites que separam a vida do trabalho, de forma que tudo se torna &quot;vida&quot; - aí está um projeto que me interessa. Agora, você corre o risco de sumir com esses limites e conseguir apenas que toda sua vida seja trabalho. Dado quanto os moradores das Casas FdE trabalham (pelos relatos vai das 9, 10 da manhã até 3, 4 da madrugada), suspeito se tratar do segundo caso. Como se estabelece, politicamente, a diferença entre o tempo produtivo e o tempo improdutivo? Turns out que você tem de negociá-lo constantemente com o seu gestor. Isso sem dúvida abre espaço pro cenário de pesadelo descrito por Laís Bellini, onde todo o seu tempo está sendo sempre esquadrinhado e questionado por sua relevância pra causa.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um bom relato de uma jornalista que visitou a Casa FdE de Minas Gerais.</p>
<p><a href="http://rota32.blogspot.com.au/2013/08/o-fora-do-eixo-no-microscopio-um.html" rel="nofollow ugc">http://rota32.blogspot.com.au/2013/08/o-fora-do-eixo-no-microscopio-um.html</a></p>
<p>Destaco essa parte:</p>
<p>&#8220;&#8221;Mas não tem um limite que faz vocês colocarem uma pessoa pra fora da casa? Tipo, se alguém trabalhar apenas 3h, vocês topam ter essa pessoa como moradora?&#8221;. Me responderam que &#8220;aí não, porque dá pra ver que essa pessoa tem outras prioridades&#8221;.</p>
<p>Ah! Aí que tá. Então EXISTE uma diferença entre tempo produtivo e tempo improdutivo. Se você dissolver os limites que separam a vida do trabalho, de forma que tudo se torna &#8220;vida&#8221; &#8211; aí está um projeto que me interessa. Agora, você corre o risco de sumir com esses limites e conseguir apenas que toda sua vida seja trabalho. Dado quanto os moradores das Casas FdE trabalham (pelos relatos vai das 9, 10 da manhã até 3, 4 da madrugada), suspeito se tratar do segundo caso. Como se estabelece, politicamente, a diferença entre o tempo produtivo e o tempo improdutivo? Turns out que você tem de negociá-lo constantemente com o seu gestor. Isso sem dúvida abre espaço pro cenário de pesadelo descrito por Laís Bellini, onde todo o seu tempo está sendo sempre esquadrinhado e questionado por sua relevância pra causa.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Erahsto Felício		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82408/#comment-132503</link>

		<dc:creator><![CDATA[Erahsto Felício]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2013 14:59:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lucas e demais comp@s,

Com muito gosto poderíamos começar a discutir as transformações necessárias do campo das esquerdas - sem passar à empresa capitalista alternativa. Mas precisamente no debate sobre as transformações do capitalismo, também nós precisamos de uma reflexão mais profunda. Há aspectos destas transformações que está muito próximo de nossos comportamentos: nas lutas das ruas, nos sindicatos e etc. O Guy Debord falava que o capitalismo precisa de críticos formidáveis, pois eles o ajudam a se transformar e melhorar a dominação. Nisto creio que há uma verdade: Fora do Eixo, grupos de Facebook, revistas marxistas, cada um em seu universo auxilia uma nova transformação capitalista.

Há dois textos formidáveis de um autor fora das páginas clássicas da esquerda que talvez nos ajude nesta reflexão. Tratam-se do &quot;Credibilidades políticas&quot; e &quot;Revoluções do crível&quot; de Certeau. Parece-me que precisamos saturar a credibilidade das instituições e revolucionar aquilo que é acreditável para nós. Mas isto, não me parece algo exclusivo dos movimentos de esquerda. Creio, sinceramente, que os grupos subalternos marginais produzem um impacto considerável. E talvez nós deveríamos apreender sua linguagem, estética, teria, etc. Vejo isto nos zapatistas. Não vejo isto muito no Brasil - acho que a estética das periferias e seus saraus podem nos ensinar algo. 

Por fim, crítica anti-capitalista ao Fora do Eixo a partir de uma linguagem clássica da esquerda marxista. Lindo, mas o fato é que também esta linguagem já não consegue seus saltos, suas intervenções poderosas. A resistência indígena possui uma tradição de mais de 500 anos, a resistência negra destruiu escravidão e produziu esquemas de sobrevivência e ataque que possui no mínimo 300 anos bem consolidados. Não haveríamos que aprender algo? Não poderíamos pensar nossas teorias a partir daí? A experiência do Fora do Eixo pode ser uma transformação capitalista, mas até quando a estética e teorias da esquerda não viraram uma espetacularização da crítica, uma acumulação de imagens anti-capitalista, mas sem capacidade de se re-inventar em suas experiências, de consolidar outras referências (Mariateghi na AL, os malês da Bahia, Frantz Fannon sobre o racismo, Milton Santos e a outra globalização, os Pontos de Cultura e a política da cultura viva...) e dirigir seu poder de ação aos grandes do poder.

É claro que esta crítica que faço não deve ser levada a cabo. Há sim experiências novas. Sejam sites como Proprietários do Brasil, Rádios Livres, Pontos de Cultura, etc, outras experiência vão tecendo outras formas de produzir as críticas e construir nova alternativas.

Desculpa ter me alongado. Continuamos o debate.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas e demais comp@s,</p>
<p>Com muito gosto poderíamos começar a discutir as transformações necessárias do campo das esquerdas &#8211; sem passar à empresa capitalista alternativa. Mas precisamente no debate sobre as transformações do capitalismo, também nós precisamos de uma reflexão mais profunda. Há aspectos destas transformações que está muito próximo de nossos comportamentos: nas lutas das ruas, nos sindicatos e etc. O Guy Debord falava que o capitalismo precisa de críticos formidáveis, pois eles o ajudam a se transformar e melhorar a dominação. Nisto creio que há uma verdade: Fora do Eixo, grupos de Facebook, revistas marxistas, cada um em seu universo auxilia uma nova transformação capitalista.</p>
<p>Há dois textos formidáveis de um autor fora das páginas clássicas da esquerda que talvez nos ajude nesta reflexão. Tratam-se do &#8220;Credibilidades políticas&#8221; e &#8220;Revoluções do crível&#8221; de Certeau. Parece-me que precisamos saturar a credibilidade das instituições e revolucionar aquilo que é acreditável para nós. Mas isto, não me parece algo exclusivo dos movimentos de esquerda. Creio, sinceramente, que os grupos subalternos marginais produzem um impacto considerável. E talvez nós deveríamos apreender sua linguagem, estética, teria, etc. Vejo isto nos zapatistas. Não vejo isto muito no Brasil &#8211; acho que a estética das periferias e seus saraus podem nos ensinar algo. </p>
<p>Por fim, crítica anti-capitalista ao Fora do Eixo a partir de uma linguagem clássica da esquerda marxista. Lindo, mas o fato é que também esta linguagem já não consegue seus saltos, suas intervenções poderosas. A resistência indígena possui uma tradição de mais de 500 anos, a resistência negra destruiu escravidão e produziu esquemas de sobrevivência e ataque que possui no mínimo 300 anos bem consolidados. Não haveríamos que aprender algo? Não poderíamos pensar nossas teorias a partir daí? A experiência do Fora do Eixo pode ser uma transformação capitalista, mas até quando a estética e teorias da esquerda não viraram uma espetacularização da crítica, uma acumulação de imagens anti-capitalista, mas sem capacidade de se re-inventar em suas experiências, de consolidar outras referências (Mariateghi na AL, os malês da Bahia, Frantz Fannon sobre o racismo, Milton Santos e a outra globalização, os Pontos de Cultura e a política da cultura viva&#8230;) e dirigir seu poder de ação aos grandes do poder.</p>
<p>É claro que esta crítica que faço não deve ser levada a cabo. Há sim experiências novas. Sejam sites como Proprietários do Brasil, Rádios Livres, Pontos de Cultura, etc, outras experiência vão tecendo outras formas de produzir as críticas e construir nova alternativas.</p>
<p>Desculpa ter me alongado. Continuamos o debate.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Taiguara		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82408/#comment-132416</link>

		<dc:creator><![CDATA[Taiguara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2013 23:37:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao que disse o Lucas acrescento o seguinte. Tenho reparado que esta argumentação tem aparecido sistematicamente em quase todas as frentes de debate: não se deve fazer a crítica de um dado setor  da esquerda quando existe um inimigo à direita muito mais assustador. 

Nessa leitura, não se deve fazer críticas à Mídia Ninja no atual momento, por exemplo, simplesmente porque o Reinaldo Azevedo e similares também estão fazendo.

Ora, se seguirmos por aí, a extrema-direita vai acabar se tornando a maior protetora de certos setores da esquerda, porque, sempre que se sentir ameaçado, esse setor aciona uma crítica da direita para neutralizar  os ataques à esquerda.
Ou seja, a crítica da direita acaba sendo utilizada como blindagem moral e propaganda. E assim tudo volta a como estava antes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao que disse o Lucas acrescento o seguinte. Tenho reparado que esta argumentação tem aparecido sistematicamente em quase todas as frentes de debate: não se deve fazer a crítica de um dado setor  da esquerda quando existe um inimigo à direita muito mais assustador. </p>
<p>Nessa leitura, não se deve fazer críticas à Mídia Ninja no atual momento, por exemplo, simplesmente porque o Reinaldo Azevedo e similares também estão fazendo.</p>
<p>Ora, se seguirmos por aí, a extrema-direita vai acabar se tornando a maior protetora de certos setores da esquerda, porque, sempre que se sentir ameaçado, esse setor aciona uma crítica da direita para neutralizar  os ataques à esquerda.<br />
Ou seja, a crítica da direita acaba sendo utilizada como blindagem moral e propaganda. E assim tudo volta a como estava antes.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82408/#comment-132412</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2013 23:06:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Erahsto,
a importância dessa crítica é apontar os novos avanços do capitalismo, tanto no que tange ao trabalho e suas novas formas de precarização, quanto à ideologia, na maneira sutil de confundir trabalho com militância social/cultural.

De fato há uma insistência no tema, mas é justamente quando estão todos falando nisso que se apresenta o melhor momento de difundir a crítica mais profunda, apontando que o problema não é um erro ou outro na forma de gerenciar uma &quot;rede alternativa&quot;, mas que ela se compõe como uma das faces do &quot;novo espírito do capitalismo&quot;.

Quanto à passar da crítica à invenção, tenho certeza que o PassaPalavra publicará com muito gosto uma contribuição sua para esta nova etapa, basta escrevê-la.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Erahsto,<br />
a importância dessa crítica é apontar os novos avanços do capitalismo, tanto no que tange ao trabalho e suas novas formas de precarização, quanto à ideologia, na maneira sutil de confundir trabalho com militância social/cultural.</p>
<p>De fato há uma insistência no tema, mas é justamente quando estão todos falando nisso que se apresenta o melhor momento de difundir a crítica mais profunda, apontando que o problema não é um erro ou outro na forma de gerenciar uma &#8220;rede alternativa&#8221;, mas que ela se compõe como uma das faces do &#8220;novo espírito do capitalismo&#8221;.</p>
<p>Quanto à passar da crítica à invenção, tenho certeza que o PassaPalavra publicará com muito gosto uma contribuição sua para esta nova etapa, basta escrevê-la.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Erahsto Felício		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82408/#comment-132397</link>

		<dc:creator><![CDATA[Erahsto Felício]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2013 18:01:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar de concordar com as críticas, imagino que exista uma relação de forças e que (nesta relação) estamos gastando muito na crítica à um grupelho como o Fora do Eixo. 
Me parece estranho que o PassaPalavra gaste tanta energia com um grupo que não tem revolucionado nada. Que não tem grande representatividade política. Apenas ganhou repercussão nos últimos meses. O vigor da crítica deveria ser à grande mídia, aos esquemas de monopólio da informação, etc - como foi feito no caso da tarifa de ônibus de SSA.
No mais, este e o último post sobre Fora do Eixo ficou parecendo um rancor meio egóico (&quot;já tinhamos dito antes&quot;, &quot;não são revolucionários&quot;, &quot;empresa&quot;...).
Passemos da crítica à invenção de novas formas de luta ainda possíveis que não se constituam como uma máquina capitalista &quot;alternativa&quot; como o Fora do Eixo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de concordar com as críticas, imagino que exista uma relação de forças e que (nesta relação) estamos gastando muito na crítica à um grupelho como o Fora do Eixo.<br />
Me parece estranho que o PassaPalavra gaste tanta energia com um grupo que não tem revolucionado nada. Que não tem grande representatividade política. Apenas ganhou repercussão nos últimos meses. O vigor da crítica deveria ser à grande mídia, aos esquemas de monopólio da informação, etc &#8211; como foi feito no caso da tarifa de ônibus de SSA.<br />
No mais, este e o último post sobre Fora do Eixo ficou parecendo um rancor meio egóico (&#8220;já tinhamos dito antes&#8221;, &#8220;não são revolucionários&#8221;, &#8220;empresa&#8221;&#8230;).<br />
Passemos da crítica à invenção de novas formas de luta ainda possíveis que não se constituam como uma máquina capitalista &#8220;alternativa&#8221; como o Fora do Eixo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: pedro serres		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82408/#comment-131747</link>

		<dc:creator><![CDATA[pedro serres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2013 06:02:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[pq os pais do felpe altenfelder fazem doações? eles são muito ricos? trabalham com oq? são de onde? pq fazem doações e compra de materiais?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>pq os pais do felpe altenfelder fazem doações? eles são muito ricos? trabalham com oq? são de onde? pq fazem doações e compra de materiais?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: G. B.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82408/#comment-131696</link>

		<dc:creator><![CDATA[G. B.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2013 18:56:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quem leu &quot;A Nomenklatura&quot; verá as descrições  semelhantes as maneiras de subir na hierarquia da União Soviética.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem leu &#8220;A Nomenklatura&#8221; verá as descrições  semelhantes as maneiras de subir na hierarquia da União Soviética.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sou PT		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82408/#comment-131688</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sou PT]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2013 17:09:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sou do PT e Capilé não me representa !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou do PT e Capilé não me representa !</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Vianninha		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82408/#comment-131597</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vianninha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2013 01:06:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pois é.... Vá ouvindo: Leo e Lucas, tô de acordo no acorde do som ecoado por vocês,e enquanto escutava Lou Reed e lia o artigo maravilhosamente anônimo(já que sem identidade é tão melhor,e o poder não cola, as capturas não rolam...)eu pensava.... e vejo que agora não preciso, aqui, me explicar ou provar nada, seja como militante ou participante de movimentos e de coletivos &#038; &quot;pseudo-coletivos pós modernos&quot;: sim, sou também parte desse todo mundo que é Ninguém e todo mundo, sou mais um intérprete criador e anônimo....mas ó, deixa eu dizer aqui, do meu jeito capenga e escorregadio: o texto inicial é claro( e vou lembrando da frase-força do Nietzsche que proclamava que &quot;tudo que pode ser destruído deve sê-lo&quot;...) Bom, esses grande movimento fora do eixo, com seu marketing bom de se correr atrás de podres poderes, mas ao mesmo tempo com seu péssimo marketing...que agora virou veneno, esse belo fora do eixo que se segure, e cartas na rede acho que já não vão adiantar, pois a merda tá no ventilador! Taí!, quem quer ter a influência princeps na rede que de agora aguente o balaço das diversas vozes da rede, o balanço rápido mas intenso desse treme-treme da rede oposta &#038; contrária, rede sempre feita de singulares, essa mesma rede que se faz potência devido às vozes diversas, e não ao poder de cúpula, UNO... E pra fechar, vou saudar em comunhão, daqui do Bexiga Bela Vista Paulistano, o contador de &quot;instórias&quot; Jorge Ronei(permita-me), um bom e velho animal político, desses homens lúcidos que não perdem o lúdico hábito de contar estórias vivas e reais para esclarecer e também para confundir...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é&#8230;. Vá ouvindo: Leo e Lucas, tô de acordo no acorde do som ecoado por vocês,e enquanto escutava Lou Reed e lia o artigo maravilhosamente anônimo(já que sem identidade é tão melhor,e o poder não cola, as capturas não rolam&#8230;)eu pensava&#8230;. e vejo que agora não preciso, aqui, me explicar ou provar nada, seja como militante ou participante de movimentos e de coletivos &amp; &#8220;pseudo-coletivos pós modernos&#8221;: sim, sou também parte desse todo mundo que é Ninguém e todo mundo, sou mais um intérprete criador e anônimo&#8230;.mas ó, deixa eu dizer aqui, do meu jeito capenga e escorregadio: o texto inicial é claro( e vou lembrando da frase-força do Nietzsche que proclamava que &#8220;tudo que pode ser destruído deve sê-lo&#8221;&#8230;) Bom, esses grande movimento fora do eixo, com seu marketing bom de se correr atrás de podres poderes, mas ao mesmo tempo com seu péssimo marketing&#8230;que agora virou veneno, esse belo fora do eixo que se segure, e cartas na rede acho que já não vão adiantar, pois a merda tá no ventilador! Taí!, quem quer ter a influência princeps na rede que de agora aguente o balaço das diversas vozes da rede, o balanço rápido mas intenso desse treme-treme da rede oposta &amp; contrária, rede sempre feita de singulares, essa mesma rede que se faz potência devido às vozes diversas, e não ao poder de cúpula, UNO&#8230; E pra fechar, vou saudar em comunhão, daqui do Bexiga Bela Vista Paulistano, o contador de &#8220;instórias&#8221; Jorge Ronei(permita-me), um bom e velho animal político, desses homens lúcidos que não perdem o lúdico hábito de contar estórias vivas e reais para esclarecer e também para confundir&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: jjoker		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82408/#comment-131578</link>

		<dc:creator><![CDATA[jjoker]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2013 21:49:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=82408#comment-131578</guid>

					<description><![CDATA[texto muito mal escrito. nao acrescenta nada de util a soluçao desses problemas e questoes, soh bota fogo na lenha da caça as bruxas...
e eu que achava que tava acontecendo uma coisa boa com a sociedade brasileira esses ultimos meses... de repente todo mundo se estapeando, bicando, cacarejando... parece galinha... triste... um monte de expert em coletivo e moral...

algo mais lucido:
http://revistaforum.com.br/blogdorovai/2013/08/11/sobre-o-fde-eu-prefiro-o-vies-que-disputa-essas-novas-organizacoes-pela-esquerda/
galera resolve isso ae po, e vamo volta pro principal!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>texto muito mal escrito. nao acrescenta nada de util a soluçao desses problemas e questoes, soh bota fogo na lenha da caça as bruxas&#8230;<br />
e eu que achava que tava acontecendo uma coisa boa com a sociedade brasileira esses ultimos meses&#8230; de repente todo mundo se estapeando, bicando, cacarejando&#8230; parece galinha&#8230; triste&#8230; um monte de expert em coletivo e moral&#8230;</p>
<p>algo mais lucido:<br />
<a href="http://revistaforum.com.br/blogdorovai/2013/08/11/sobre-o-fde-eu-prefiro-o-vies-que-disputa-essas-novas-organizacoes-pela-esquerda/" rel="nofollow ugc">http://revistaforum.com.br/blogdorovai/2013/08/11/sobre-o-fde-eu-prefiro-o-vies-que-disputa-essas-novas-organizacoes-pela-esquerda/</a><br />
galera resolve isso ae po, e vamo volta pro principal!</p>
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