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	Comentários sobre: Post-scriptum: contra a ecologia. 1) a raiz de um debate	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Gabriel Silva		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82958/#comment-364314</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 17:03:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João meu caro

&#039;&#039;...e embora eu ouça dizer que esse tipo de ecologistas existe, raramente aparece em público.&#039;&#039;
hahahahahahahaha
Sensacional

Bom, de fato acho que esse tipo deve ser uma minoria entre os ecologistas.
E vou sim ler essa série de 3 artigos, já tinha até deixado separado aqui, assim como continuar lendo esta série.
Agora, mesmo sendo de vital importância a raiz histórica do movimento ecológico, não teria hoje se transformado mesmo por ter sido adotado por pela massa da &#039;&#039;esquerda&#039;&#039;?
Quero dizer.. se de repente você pode encontrar uma ONG em SP que atua pela obrigatoriedade de uso de motores que não poluem, isso vai exigir, a principio, maior produtividade do setor automobilístico e assim por diante e esse tipo de situação é bem possível, até por ser uma pauta bem específica e tal... entende o meu ponto? E aí isso pode influenciar positivamente a produtividade bem como dar uma amenizada na poluição média desse lugar 
Entretanto vou ler tudo sem dúvidas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João meu caro</p>
<p>&#8221;&#8230;e embora eu ouça dizer que esse tipo de ecologistas existe, raramente aparece em público.&#8221;<br />
hahahahahahahaha<br />
Sensacional</p>
<p>Bom, de fato acho que esse tipo deve ser uma minoria entre os ecologistas.<br />
E vou sim ler essa série de 3 artigos, já tinha até deixado separado aqui, assim como continuar lendo esta série.<br />
Agora, mesmo sendo de vital importância a raiz histórica do movimento ecológico, não teria hoje se transformado mesmo por ter sido adotado por pela massa da &#8221;esquerda&#8221;?<br />
Quero dizer.. se de repente você pode encontrar uma ONG em SP que atua pela obrigatoriedade de uso de motores que não poluem, isso vai exigir, a principio, maior produtividade do setor automobilístico e assim por diante e esse tipo de situação é bem possível, até por ser uma pauta bem específica e tal&#8230; entende o meu ponto? E aí isso pode influenciar positivamente a produtividade bem como dar uma amenizada na poluição média desse lugar<br />
Entretanto vou ler tudo sem dúvidas!</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82958/#comment-364295</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 14:36:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Gabriel Silva,

É aos ecologistas, e não a mim, que deve fazer essas perguntas, e penso que se você ler a série de artigos até ao fim encontrará pelo menos um esboço de resposta. Em abstracto, parece não haver nada a opor-se a que os ecologistas correspondam aos anseios que você manifesta. Em concreto, porém, e embora eu ouça dizer que esse tipo de ecologistas existe, raramente aparece em público.

Mas a questão é mais profunda, como a análise histórica mostra, porque desde a sua formulação originária por Ernst Haeckel a ecologia esteve ligada à génese do nacional-socialismo alemão. Como resumiu Peter Staudenmaier, «o aparecimento da ecologia moderna formou o último dos elos na cadeia fatídica que interligou o nacionalismo agressivo, o racismo de propensão mística e as preferências ambientais». Abordei essa questão no Passa Palavra num conjunto de três artigos intitulado «O Mito da Natureza» (http://passapalavra.info/2011/11/48913/ , http://passapalavra.info/2011/12/48957/ , http://passapalavra.info/2011/12/49001/ ). Foi com o nacional-socialismo alemão que a ecologia teceu relações mais estreitas, sobretudo com os SS, e a agro-ecologia foi mesmo a doutrina oficial do Ministério da Agricultura do Terceiro Reich.

Compreende-se, assim, que a derrota militar dos fascismos em 1945 levasse a um declínio do interesse pela ecologia, que só com o insucesso e a dissolução do movimento autonomista da década de 1960 voltou a ocupar o primeiro plano, a começar por aqueles que pouco tempo antes haviam sido os rebeldes. Como sempre sucede, os elementos do fascismo desenvolvem-se sobre o fracasso de um movimento anticapitalista. A partir de então teceu-se uma teia entre a ecologia, os neopaganismos da New Age e os identitarismos, formando aquilo que eu classifico como fascismo pós-fascista. Se você ou qualquer outro leitor estiverem interessados numa análise actualizada destes problemas, incluindo alguma bibliografia recente, remeto para as págs. 1373-1421 da última versão do Labirintos do Fascismo (https://archive.org/stream/jb-ldf-nedoedr/BERNARDO%2C%20Jo%C3%A3o.%20Labirintos%20do%20fascismo.%203%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o#page/n1371/mode/2up ).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Gabriel Silva,</p>
<p>É aos ecologistas, e não a mim, que deve fazer essas perguntas, e penso que se você ler a série de artigos até ao fim encontrará pelo menos um esboço de resposta. Em abstracto, parece não haver nada a opor-se a que os ecologistas correspondam aos anseios que você manifesta. Em concreto, porém, e embora eu ouça dizer que esse tipo de ecologistas existe, raramente aparece em público.</p>
<p>Mas a questão é mais profunda, como a análise histórica mostra, porque desde a sua formulação originária por Ernst Haeckel a ecologia esteve ligada à génese do nacional-socialismo alemão. Como resumiu Peter Staudenmaier, «o aparecimento da ecologia moderna formou o último dos elos na cadeia fatídica que interligou o nacionalismo agressivo, o racismo de propensão mística e as preferências ambientais». Abordei essa questão no Passa Palavra num conjunto de três artigos intitulado «O Mito da Natureza» (<a href="http://passapalavra.info/2011/11/48913/" rel="ugc">http://passapalavra.info/2011/11/48913/</a> , <a href="http://passapalavra.info/2011/12/48957/" rel="ugc">http://passapalavra.info/2011/12/48957/</a> , <a href="http://passapalavra.info/2011/12/49001/" rel="ugc">http://passapalavra.info/2011/12/49001/</a> ). Foi com o nacional-socialismo alemão que a ecologia teceu relações mais estreitas, sobretudo com os SS, e a agro-ecologia foi mesmo a doutrina oficial do Ministério da Agricultura do Terceiro Reich.</p>
<p>Compreende-se, assim, que a derrota militar dos fascismos em 1945 levasse a um declínio do interesse pela ecologia, que só com o insucesso e a dissolução do movimento autonomista da década de 1960 voltou a ocupar o primeiro plano, a começar por aqueles que pouco tempo antes haviam sido os rebeldes. Como sempre sucede, os elementos do fascismo desenvolvem-se sobre o fracasso de um movimento anticapitalista. A partir de então teceu-se uma teia entre a ecologia, os neopaganismos da New Age e os identitarismos, formando aquilo que eu classifico como fascismo pós-fascista. Se você ou qualquer outro leitor estiverem interessados numa análise actualizada destes problemas, incluindo alguma bibliografia recente, remeto para as págs. 1373-1421 da última versão do Labirintos do Fascismo (<a href="https://archive.org/stream/jb-ldf-nedoedr/BERNARDO%2C%20Jo%C3%A3o.%20Labirintos%20do%20fascismo.%203%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o#page/n1371/mode/2up" rel="nofollow ugc">https://archive.org/stream/jb-ldf-nedoedr/BERNARDO%2C%20Jo%C3%A3o.%20Labirintos%20do%20fascismo.%203%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o#page/n1371/mode/2up</a> ).</p>
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		<title>
		Por: Gabriel Silva		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82958/#comment-363951</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2018 19:14:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estava já há um tempo ensaiando ler essa série e calhou de começar hoje, o tema me interessa demais

Mas tô confuso, João hahaha

O capitalismo de mercado ter conciliado a exploração com a melhora geral das condições de vida está dado de fato. A experiência da união soviética tem grande responsabilidade nessa visão &quot;comum&quot; de que o &quot;socialismo deixa a sociedade na miséria&quot; e coisas do tipo, ainda que se tivesse um capitalismo de Estado e não uma sociedade comunista e etc. Já dizia Marx que se não houver proporcionalidade entre D1 e D2 a coisa não vai pra frente

Eu entendo que a melhora na condição geral de vida está diretamente ligada a melhora das forças produtivas e do processo da &quot;gestão&quot; do capital para a captura das lutas e da própria subjetividade do trabalhador (por que um trabalhador sueco iria se preocupar com o fim do capitalismo se muda-lo daria muito trabalho e ele vive uma boa bem abastecida enquanto consumidor e relativamente boa enquanto cidadão político/ideológico etc? Essa pergunta talvez vá lha muita discussão, para mim pelo menos). Alias o mérito maior do capitalismo de mercado talvez seja justamente promover uma restrita liberdade de ação mas uma sensação ou crença de total liberdade para a maioria, e por isso consegue perceber e se apropriar das insatisfações dos trabalhadores controlando as insurgências e culpando outros agentes (governos por exemplo, ou o próprio indivíduo ou ambos).
Mas ainda não sei se entendi porquê a ecologia vem como símbolo do atraso e da regressão necessariamente... E de forma geral
É óbvio que se as condições de vida dependem em muito da produtividade geral, pregar técnicas menos produtivas seria ir contra isso e falar em pequenas sociedades é sem dúvida alguma utópico (vale guardar esse termo). Mas por que necessariamente o ideal ecológico tem esse viés?
A luta contra a poluição não pode exigir maior avanço técnico para uma forma de produção que se de sem esse problema? 
A defesa de pautas como essa não poderiam, por exemplo, diminuir a emissão de poluentes e talvez reduzir os problemas das populações urbanas referentes ao aparelho respiratório e etc..?
Pautas essas inclusive que geralmente são tocadas pelo &quot;&quot;&quot;terceiro setor&quot;&quot;&quot; este que certamente está em sua maior parte a serviço direto do capital. E este por sua vez cria mercado para soluções (paliativas ou insuficientes, é verdade) ambientais e etc.
E a própria culpa que se impõe aos consumidores por se &quot;abastecerem demais&quot; com certeza é problemática mas os movimentos ecológicos, ou alguns deles, também não se direcionam às empresas e por isso, às formas de produção? 
Sem dúvida alguma o utópico mundo da pequena propriedade parece atravessar esses discursos mas essa iniciativa não acaba dando forma real a certas formas de atuação ou &quot;pressão&quot; por determinadas mudanças que podem vir a ser produtivas para a classe trabalhadora no sentido de exigirem um avanço da tecnologia nos processos produtivos?
Enfim peço desculpas pelas perguntas mas é um tema que me interessa muito e gostaria de entender melhor o debate]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava já há um tempo ensaiando ler essa série e calhou de começar hoje, o tema me interessa demais</p>
<p>Mas tô confuso, João hahaha</p>
<p>O capitalismo de mercado ter conciliado a exploração com a melhora geral das condições de vida está dado de fato. A experiência da união soviética tem grande responsabilidade nessa visão &#8220;comum&#8221; de que o &#8220;socialismo deixa a sociedade na miséria&#8221; e coisas do tipo, ainda que se tivesse um capitalismo de Estado e não uma sociedade comunista e etc. Já dizia Marx que se não houver proporcionalidade entre D1 e D2 a coisa não vai pra frente</p>
<p>Eu entendo que a melhora na condição geral de vida está diretamente ligada a melhora das forças produtivas e do processo da &#8220;gestão&#8221; do capital para a captura das lutas e da própria subjetividade do trabalhador (por que um trabalhador sueco iria se preocupar com o fim do capitalismo se muda-lo daria muito trabalho e ele vive uma boa bem abastecida enquanto consumidor e relativamente boa enquanto cidadão político/ideológico etc? Essa pergunta talvez vá lha muita discussão, para mim pelo menos). Alias o mérito maior do capitalismo de mercado talvez seja justamente promover uma restrita liberdade de ação mas uma sensação ou crença de total liberdade para a maioria, e por isso consegue perceber e se apropriar das insatisfações dos trabalhadores controlando as insurgências e culpando outros agentes (governos por exemplo, ou o próprio indivíduo ou ambos).<br />
Mas ainda não sei se entendi porquê a ecologia vem como símbolo do atraso e da regressão necessariamente&#8230; E de forma geral<br />
É óbvio que se as condições de vida dependem em muito da produtividade geral, pregar técnicas menos produtivas seria ir contra isso e falar em pequenas sociedades é sem dúvida alguma utópico (vale guardar esse termo). Mas por que necessariamente o ideal ecológico tem esse viés?<br />
A luta contra a poluição não pode exigir maior avanço técnico para uma forma de produção que se de sem esse problema?<br />
A defesa de pautas como essa não poderiam, por exemplo, diminuir a emissão de poluentes e talvez reduzir os problemas das populações urbanas referentes ao aparelho respiratório e etc..?<br />
Pautas essas inclusive que geralmente são tocadas pelo &#8220;&#8221;&#8221;terceiro setor&#8221;&#8221;&#8221; este que certamente está em sua maior parte a serviço direto do capital. E este por sua vez cria mercado para soluções (paliativas ou insuficientes, é verdade) ambientais e etc.<br />
E a própria culpa que se impõe aos consumidores por se &#8220;abastecerem demais&#8221; com certeza é problemática mas os movimentos ecológicos, ou alguns deles, também não se direcionam às empresas e por isso, às formas de produção?<br />
Sem dúvida alguma o utópico mundo da pequena propriedade parece atravessar esses discursos mas essa iniciativa não acaba dando forma real a certas formas de atuação ou &#8220;pressão&#8221; por determinadas mudanças que podem vir a ser produtivas para a classe trabalhadora no sentido de exigirem um avanço da tecnologia nos processos produtivos?<br />
Enfim peço desculpas pelas perguntas mas é um tema que me interessa muito e gostaria de entender melhor o debate</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82958/#comment-337795</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Sep 2018 19:57:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Li na revista Time Out Lisboa de 12-18 de Setembro de 2018, pág. 24, uma notícia que bem pode servir de introdução a esta série de artigos (e juro que não a inventei):

«Abriu no Cais do Sodré, pelas mãos de Ana Fernandes, o primeiro cabeleireiro orgânico e com preocupações éticas da cidade. O Fhair Organic Hair Studio aliou-se à marca Davines, vegana e completamente isenta de petróleo, sendo que a ideia é oferecer às pessoas produtos de qualidade, com técnicas profissionais mas sempre numa base de operação sustentável. Muitos dos materiais que compõem o espaço foram reutilizados, e depois dos redutores de caudal, dos cinzeiros de bambu e da iluminação a led, já só falta a energia renovável — um plano a pôr em prática no próximo ano.»]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Li na revista Time Out Lisboa de 12-18 de Setembro de 2018, pág. 24, uma notícia que bem pode servir de introdução a esta série de artigos (e juro que não a inventei):</p>
<p>«Abriu no Cais do Sodré, pelas mãos de Ana Fernandes, o primeiro cabeleireiro orgânico e com preocupações éticas da cidade. O Fhair Organic Hair Studio aliou-se à marca Davines, vegana e completamente isenta de petróleo, sendo que a ideia é oferecer às pessoas produtos de qualidade, com técnicas profissionais mas sempre numa base de operação sustentável. Muitos dos materiais que compõem o espaço foram reutilizados, e depois dos redutores de caudal, dos cinzeiros de bambu e da iluminação a led, já só falta a energia renovável — um plano a pôr em prática no próximo ano.»</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82958/#comment-310522</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 15:49:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Malanga,
Agradeço o seu interesse. A reedição será pela Escultura Produções Editoriais e prevê-se que ocorra em Setembro ou Outubro.
Um abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Malanga,<br />
Agradeço o seu interesse. A reedição será pela Escultura Produções Editoriais e prevê-se que ocorra em Setembro ou Outubro.<br />
Um abraço.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José de Ribamar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82958/#comment-310515</link>

		<dc:creator><![CDATA[José de Ribamar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 04:57:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que bela notícia esta que o livro &quot;Crise da economia soviética&quot; vai ter uma nova edição. O meu exemplar praticamente já soltou todas as folhas, ficou fora do texto (risos).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que bela notícia esta que o livro &#8220;Crise da economia soviética&#8221; vai ter uma nova edição. O meu exemplar praticamente já soltou todas as folhas, ficou fora do texto (risos).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82958/#comment-310507</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Apr 2016 16:29:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É hoje:

https://twitter.com/Radiondarossa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É hoje:</p>
<p><a href="https://twitter.com/Radiondarossa" rel="nofollow ugc">https://twitter.com/Radiondarossa</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Malanga		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82958/#comment-310499</link>

		<dc:creator><![CDATA[Malanga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Apr 2016 02:23:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ola João Bernardo.
Se for possível avisar aqui no PP da data do relançamento desse livro.
Abs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ola João Bernardo.<br />
Se for possível avisar aqui no PP da data do relançamento desse livro.<br />
Abs.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82958/#comment-310492</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Apr 2016 12:08:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este artigo, o primeiro de uma série de oito, destinou-se a mostrar como a crítica à ecologia fora, pelo menos desde 1977, um dos eixos constantes das minhas reflexões. Fui assim levado a considerar que a ecologia não representa apenas um perigo político no interior da actual sociedade capitalista. Trata-se de algo muitíssimo mais grave. A ecologia, pretendendo restaurar formas sociais e níveis de produtividade anteriores aos alcançados graças à produção industrial e à sua conjugação com a pesquisa científica, representa um verdadeiro perigo civilizacional. Por isso a crítica à ecologia é uma necessidade urgente.
Ora, na lista das minhas intervenções acerca do assunto esqueci-me de mencionar um livro publicado em 1990, Crise da Economia Soviética (Coimbra: Fora do Texto), que terá nos próximos meses uma nova edição. Aí eu mostro, nas págs. 191-192, que «nas repúblicas bálticas, sobretudo na Lituânia e na Letónia, a corrente ecologista é uma das componentes do movimento nacionalista e, na medida em que as grandes instalações industriais têm-se devido até agora a decisões dos organismos económicos centrais e, portanto, de Moscovo, a poluição é apresentada como um efeito do expansionismo russo e a luta contra a degradação do ambiente é considerada como uma preservação de ilusórios valores nacionais». Ao mesmo tempo que nas repúblicas bálticas os ecologistas se apoiavam no nacionalismo anti-russo, na Rússia os ecologistas apoiavam-se no pan-eslavismo. «Uma das tradicionais componentes do nacionalismo russo», escrevi eu na pág. 196 desse livro, «são os Eslavófilos, continuadores actuais dos que participaram na maior polémica que marcou aqui o século dezanove. Defensores de um nacionalismo eslavo, por aí mesmo se definem como anti-ocidentais e, por isso, contrários às reformas liberalizantes da perestroika, que aproximariam o país do modelo norte-americano. Uma das mais importantes organizações nesta corrente é a Pamyat (Memória), activamente anti-judaica, e à qual se associa a Sociedade Ecológica. Para os ecologistas russos parece ter sido decisiva a inspiração do escritor eslavófilo Valentin Rasputin, agora deputado ao parlamento da União. O Sangue dos antepassados consagrou a Terra mãe, que há que defender contra as violações exteriores, venham de uma economia industrial sem pátria ou dos estrangeiros e das suas influências. Este quadro ideológico habitual do fascismo serve, através da componente ecológica, para estabelecer a ponte com outras correntes nacionalistas».
Os leitores brasileiros fariam talvez bem se, no meio de tanta dispersão, encontrassem tempo para reflectir sobre estas linhas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo, o primeiro de uma série de oito, destinou-se a mostrar como a crítica à ecologia fora, pelo menos desde 1977, um dos eixos constantes das minhas reflexões. Fui assim levado a considerar que a ecologia não representa apenas um perigo político no interior da actual sociedade capitalista. Trata-se de algo muitíssimo mais grave. A ecologia, pretendendo restaurar formas sociais e níveis de produtividade anteriores aos alcançados graças à produção industrial e à sua conjugação com a pesquisa científica, representa um verdadeiro perigo civilizacional. Por isso a crítica à ecologia é uma necessidade urgente.<br />
Ora, na lista das minhas intervenções acerca do assunto esqueci-me de mencionar um livro publicado em 1990, Crise da Economia Soviética (Coimbra: Fora do Texto), que terá nos próximos meses uma nova edição. Aí eu mostro, nas págs. 191-192, que «nas repúblicas bálticas, sobretudo na Lituânia e na Letónia, a corrente ecologista é uma das componentes do movimento nacionalista e, na medida em que as grandes instalações industriais têm-se devido até agora a decisões dos organismos económicos centrais e, portanto, de Moscovo, a poluição é apresentada como um efeito do expansionismo russo e a luta contra a degradação do ambiente é considerada como uma preservação de ilusórios valores nacionais». Ao mesmo tempo que nas repúblicas bálticas os ecologistas se apoiavam no nacionalismo anti-russo, na Rússia os ecologistas apoiavam-se no pan-eslavismo. «Uma das tradicionais componentes do nacionalismo russo», escrevi eu na pág. 196 desse livro, «são os Eslavófilos, continuadores actuais dos que participaram na maior polémica que marcou aqui o século dezanove. Defensores de um nacionalismo eslavo, por aí mesmo se definem como anti-ocidentais e, por isso, contrários às reformas liberalizantes da perestroika, que aproximariam o país do modelo norte-americano. Uma das mais importantes organizações nesta corrente é a Pamyat (Memória), activamente anti-judaica, e à qual se associa a Sociedade Ecológica. Para os ecologistas russos parece ter sido decisiva a inspiração do escritor eslavófilo Valentin Rasputin, agora deputado ao parlamento da União. O Sangue dos antepassados consagrou a Terra mãe, que há que defender contra as violações exteriores, venham de uma economia industrial sem pátria ou dos estrangeiros e das suas influências. Este quadro ideológico habitual do fascismo serve, através da componente ecológica, para estabelecer a ponte com outras correntes nacionalistas».<br />
Os leitores brasileiros fariam talvez bem se, no meio de tanta dispersão, encontrassem tempo para reflectir sobre estas linhas.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: B.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/08/82958/#comment-309524</link>

		<dc:creator><![CDATA[B.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2016 12:45:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Respondendo à charada proposta, se é que já não responderam...

Acampamento Agroecológico José Lutzemberger, Min. Meio Ambiente Collor de Mello entre 90 e 92.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Respondendo à charada proposta, se é que já não responderam&#8230;</p>
<p>Acampamento Agroecológico José Lutzemberger, Min. Meio Ambiente Collor de Mello entre 90 e 92.</p>
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