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	Comentários sobre: Post-scriptum: contra a ecologia. 3) a hostilidade à civilização urbana	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2014 22:14:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Procurando outra coisa num artigo meu publicado há mais de trinta anos, deparo com esta passagem: «Em setembro de 1936, o grupo anarquista catalão Reclus publica no jornal &lt;em&gt;Tierra y Libertad&lt;/em&gt; uma proposta: eliminar metade de Barcelona, sendo a população correspondente absorvida pelo campo. Acabar com a compra de alimentos ao estrangeiro. Temos aqui, quarenta anos antes, o programa de Pol Pot» (João Bernardo, «O dinheiro: da reificação das relações sociais até o fetichismo do dinheiro», &lt;em&gt;Revista de Economia Política&lt;/em&gt;, vol. III, nº 1, Janeiro-Março de 1983 http://www.afoiceeomartelo.com.br/posfsa/Autores/Bernardo,%20Jo%C3%A3o/o%20dinheiro.pdf Não duvido que muitos anarquistas, sobretudo brasileiros, subservientes da burocracia do MST e apologistas da «soberania alimentar», não hesitariam em apoiar o programa do grupo Reclus. A indiferença não é ocasional, quando eu invoco repetidamente a experiência do Cambodja.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Procurando outra coisa num artigo meu publicado há mais de trinta anos, deparo com esta passagem: «Em setembro de 1936, o grupo anarquista catalão Reclus publica no jornal <em>Tierra y Libertad</em> uma proposta: eliminar metade de Barcelona, sendo a população correspondente absorvida pelo campo. Acabar com a compra de alimentos ao estrangeiro. Temos aqui, quarenta anos antes, o programa de Pol Pot» (João Bernardo, «O dinheiro: da reificação das relações sociais até o fetichismo do dinheiro», <em>Revista de Economia Política</em>, vol. III, nº 1, Janeiro-Março de 1983 <a href="http://www.afoiceeomartelo.com.br/posfsa/Autores/Bernardo,%20Jo%C3%A3o/o%20dinheiro.pdf" rel="nofollow ugc">http://www.afoiceeomartelo.com.br/posfsa/Autores/Bernardo,%20Jo%C3%A3o/o%20dinheiro.pdf</a> Não duvido que muitos anarquistas, sobretudo brasileiros, subservientes da burocracia do MST e apologistas da «soberania alimentar», não hesitariam em apoiar o programa do grupo Reclus. A indiferença não é ocasional, quando eu invoco repetidamente a experiência do Cambodja.</p>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/09/83095/#comment-136663</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2013 11:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Verum index sui et falsi.&quot; Spinoza]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Verum index sui et falsi.&#8221; Spinoza</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/09/83095/#comment-136580</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2013 21:01:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pseudo? Expurgar-me? Cesse de ser paranóico: Ulisses é um nome razoavelmente comum e tanto eu como você podemos tê-lo. Que piá doido...
Se for o caso posso passar a assinar Ulisses II, Vossa Majestade. Pra não pagar o &quot;copyleft&quot; do apelido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pseudo? Expurgar-me? Cesse de ser paranóico: Ulisses é um nome razoavelmente comum e tanto eu como você podemos tê-lo. Que piá doido&#8230;<br />
Se for o caso posso passar a assinar Ulisses II, Vossa Majestade. Pra não pagar o &#8220;copyleft&#8221; do apelido.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Dokonal		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/09/83095/#comment-136569</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dokonal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2013 19:40:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ainda sobre o Lutzenberger, vale a pena ler seu verbete na Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/José_Lutzenberger

A frase seminal do ex-ministro, muito apropriada ao debate proposto por esta série, talvez seja esta: &quot;Capitalismo e comunismo são, na verdade, duas seitas da mesma coisa, que é o industrialismo&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda sobre o Lutzenberger, vale a pena ler seu verbete na Wikipédia: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/José_Lutzenberger" rel="nofollow ugc">https://pt.wikipedia.org/wiki/José_Lutzenberger</a></p>
<p>A frase seminal do ex-ministro, muito apropriada ao debate proposto por esta série, talvez seja esta: &#8220;Capitalismo e comunismo são, na verdade, duas seitas da mesma coisa, que é o industrialismo&#8221;.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: irado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/09/83095/#comment-136563</link>

		<dc:creator><![CDATA[irado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2013 18:55:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acampamento José Lutzenberger, em homenagem ao ecologista de mesmo nome, ex-ministro do Meio Ambiente do Governo Collor, caso ninguém tenha respondido ao João Bernardo ainda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acampamento José Lutzenberger, em homenagem ao ecologista de mesmo nome, ex-ministro do Meio Ambiente do Governo Collor, caso ninguém tenha respondido ao João Bernardo ainda.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/09/83095/#comment-136546</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2013 17:24:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Atenção, para não comer gato por lebre! 
Há um pseudo Ulisses comentando. 
Simulacro ou contrafação? Não vem ao caso. 
A quem interessar &#038; puder, trata-se de diferenciá-lo, se possível; ou expurgá-lo, se necessário...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atenção, para não comer gato por lebre!<br />
Há um pseudo Ulisses comentando.<br />
Simulacro ou contrafação? Não vem ao caso.<br />
A quem interessar &amp; puder, trata-se de diferenciá-lo, se possível; ou expurgá-lo, se necessário&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/09/83095/#comment-136547</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2013 17:20:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aos leitores.
A pedido de Ulisses, um comentador habitual deste &lt;em&gt;site&lt;/em&gt;, chamamos a atenção para o fato de que o «Ulisses» acima é outro comentador. As posições de ambos são distintas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos leitores.<br />
A pedido de Ulisses, um comentador habitual deste <em>site</em>, chamamos a atenção para o fato de que o «Ulisses» acima é outro comentador. As posições de ambos são distintas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/09/83095/#comment-136534</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2013 15:54:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aposto que em breve vão nos propor tomar muito cuidado e se possível abandonar a cultura de esquerda e o bolchevismo, tendo em vista que o fascismo teve fortes correntes ligadas ao sindicalismo revolucionário e ao socialismo revolucionário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aposto que em breve vão nos propor tomar muito cuidado e se possível abandonar a cultura de esquerda e o bolchevismo, tendo em vista que o fascismo teve fortes correntes ligadas ao sindicalismo revolucionário e ao socialismo revolucionário.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: André Luiz Vargas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/09/83095/#comment-136242</link>

		<dc:creator><![CDATA[André Luiz Vargas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Sep 2013 13:37:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Algo nesse texto me fez lembrar quando na faculdade estudávamos História e Cultura Afro-Brasileira. Era um discussão na qual alguém disse que em várias comunidades quilombolas os jovens estão migrando para as cidades à procura de água encanada, energia elétrica, esgoto, cobertura telefônica, escola, empregos, cinema etc. O clima entre muitos estudantes ao saber disso foi de lamento: lamentaram que o capitalismo estivesse pervertendo a cabeça desses jovens e extinguindo uma cultura, e outros diziam até que uma &quot;visão de mundo eurocêntrica&quot; estivesse destruindo a visão de mundo dos quilombolas, a qual, segundo esses estudantes universitários, não dá a mínima pra esse conforto urbano/capitalista/europeu (&quot;é que na cultura deles...&quot;). Outros ainda defendiam que essas questões sanitárias deveriam ser transpostas pelo Estado aos quilombos, para que ninguém precisasse deixar essas comunidades. E outros, os que não viam mal e achavam até normal um jovem preferir uma vida mais agitada e confortável, ficaram calados com medo de alguma acusação de racismo. Ou seja, há quem defenda que essas novas gerações de quilombolas no século XXI deva aguentar a vida como se ainda fossem foragidos, em nome de uma &quot;cultura de resistência negra&quot;. Nisso, quem quiser um nível de vida confortável em algum espaço urbano, estaria matando a própria cultura, a memória de seus antepassados e, quem sabe, afirmando a superioridade da civilização branca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algo nesse texto me fez lembrar quando na faculdade estudávamos História e Cultura Afro-Brasileira. Era um discussão na qual alguém disse que em várias comunidades quilombolas os jovens estão migrando para as cidades à procura de água encanada, energia elétrica, esgoto, cobertura telefônica, escola, empregos, cinema etc. O clima entre muitos estudantes ao saber disso foi de lamento: lamentaram que o capitalismo estivesse pervertendo a cabeça desses jovens e extinguindo uma cultura, e outros diziam até que uma &#8220;visão de mundo eurocêntrica&#8221; estivesse destruindo a visão de mundo dos quilombolas, a qual, segundo esses estudantes universitários, não dá a mínima pra esse conforto urbano/capitalista/europeu (&#8220;é que na cultura deles&#8230;&#8221;). Outros ainda defendiam que essas questões sanitárias deveriam ser transpostas pelo Estado aos quilombos, para que ninguém precisasse deixar essas comunidades. E outros, os que não viam mal e achavam até normal um jovem preferir uma vida mais agitada e confortável, ficaram calados com medo de alguma acusação de racismo. Ou seja, há quem defenda que essas novas gerações de quilombolas no século XXI deva aguentar a vida como se ainda fossem foragidos, em nome de uma &#8220;cultura de resistência negra&#8221;. Nisso, quem quiser um nível de vida confortável em algum espaço urbano, estaria matando a própria cultura, a memória de seus antepassados e, quem sabe, afirmando a superioridade da civilização branca.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/09/83095/#comment-136093</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2013 15:35:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gustavo,
Não é a respeito de Moçambique, é a respeito da seguinte passagem do seu comentário: «(como por exemplo, sendo fervorosos adeptos do MST, dar a entender que os militantes do Sul possuiriam alguma característica ontológica que os tornava mais combativos do que os militantes do Nordeste; isso é racismo fascista puro, regionalismo puro)».
Aliás, se ler o artigo de Staudenmaier para o qual eu forneço o link, talvez essa «característica ontológica» fique melhor explicada nos termos do Rudolf Steiner, que, pelos vistos, continuam a ser os da antroposofia hoje.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo,<br />
Não é a respeito de Moçambique, é a respeito da seguinte passagem do seu comentário: «(como por exemplo, sendo fervorosos adeptos do MST, dar a entender que os militantes do Sul possuiriam alguma característica ontológica que os tornava mais combativos do que os militantes do Nordeste; isso é racismo fascista puro, regionalismo puro)».<br />
Aliás, se ler o artigo de Staudenmaier para o qual eu forneço o link, talvez essa «característica ontológica» fique melhor explicada nos termos do Rudolf Steiner, que, pelos vistos, continuam a ser os da antroposofia hoje.</p>
]]></content:encoded>
		
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