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	Comentários sobre: Post-scriptum: contra a ecologia. 6) Malthus, teórico do crescimento económico	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/83380/#comment-177116</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2014 01:07:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E eis que vêm Bill e Melinda Gates para, entre outras coisas, demonstrar que (1) os &quot;cenários apocalípticos em que a oferta de alimentos não consegue acompanhar o crescimento da população&quot; são desprovidos de fundamento e (2), como colocado por João Bernardo, que &quot;Malthus acabou por ter em parte razão, já que a humanidade limitou os nascimentos&quot;. Vale a pena conferir:

«Desde pelo menos Thomas Malthus, em 1798, que as pessoas se preocupam com cenários apocalípticos em que a oferta de alimentos não consegue acompanhar o crescimento da população. Esse tipo de pensamento já causou um monte de problemas no mundo. A ansiedade sobre o tamanho da população mundial tem uma tendência perigosa de substituir a preocupação pelos seres humanos que compõem essa população.

Deixar crianças morrerem agora para que elas não padeçam mais tarde não é apenas cruel. É também uma estratégia que não funciona.

Pode ser surpreendente, mas os países que têm mais mortes também estão entre as populações que mais crescem no mundo. Isso ocorre porque as mulheres desses países tendem a ter o maior número de filhos.

Quando mais crianças sobrevivem, os pais decidem ter famílias menores. Considere a Tailândia. Por volta de 1960, a mortalidade infantil começou a cair. Logo, por volta de 1970, depois que o governo investiu em um forte programa de planejamento familiar, as taxas de natalidade começaram a cair. No curso de apenas duas décadas, as mulheres tailandesas passaram de uma média de seis filhos para apenas dois. Hoje, a mortalidade infantil na Tailândia é quase tão baixa quanto a dos EUA, e as mulheres tailandesas têm uma média de 1,6 filho. Esse movimento de queda nas taxas de mortalidade seguida por queda nas de natalidade é observado na grande maioria dos países do mundo.

Salvar vidas não leva à superpopulação. É exatamente o oposto. A criação de sociedades onde as pessoas têm acesso à saúde básica, relativa prosperidade, igualdade fundamental e acesso a contraceptivos é o único caminho para um mundo sustentável.

Mais pessoas, especialmente líderes políticos, precisam entender os equívocos por trás desses mitos. O fato é que, se você olhar para a questão como um indivíduo ou um governo, as contribuições para a promoção da saúde e desenvolvimento internacional oferecem um retorno surpreendente.»

Texto publicado no The Wall Street Journal. Aqui: http://online.wsj.com/news/articles/SB10001424052702303802904579330842486442398?mod=WSJP_inicio_MiddleTop&#038;mg=reno64-wsj&#038;url=http%3A%2F%2Fonline.wsj.com%2Farticle%2FSB10001424052702303802904579330842486442398.html%3Fmod%3DWSJP_inicio_MiddleTop]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E eis que vêm Bill e Melinda Gates para, entre outras coisas, demonstrar que (1) os &#8220;cenários apocalípticos em que a oferta de alimentos não consegue acompanhar o crescimento da população&#8221; são desprovidos de fundamento e (2), como colocado por João Bernardo, que &#8220;Malthus acabou por ter em parte razão, já que a humanidade limitou os nascimentos&#8221;. Vale a pena conferir:</p>
<p>«Desde pelo menos Thomas Malthus, em 1798, que as pessoas se preocupam com cenários apocalípticos em que a oferta de alimentos não consegue acompanhar o crescimento da população. Esse tipo de pensamento já causou um monte de problemas no mundo. A ansiedade sobre o tamanho da população mundial tem uma tendência perigosa de substituir a preocupação pelos seres humanos que compõem essa população.</p>
<p>Deixar crianças morrerem agora para que elas não padeçam mais tarde não é apenas cruel. É também uma estratégia que não funciona.</p>
<p>Pode ser surpreendente, mas os países que têm mais mortes também estão entre as populações que mais crescem no mundo. Isso ocorre porque as mulheres desses países tendem a ter o maior número de filhos.</p>
<p>Quando mais crianças sobrevivem, os pais decidem ter famílias menores. Considere a Tailândia. Por volta de 1960, a mortalidade infantil começou a cair. Logo, por volta de 1970, depois que o governo investiu em um forte programa de planejamento familiar, as taxas de natalidade começaram a cair. No curso de apenas duas décadas, as mulheres tailandesas passaram de uma média de seis filhos para apenas dois. Hoje, a mortalidade infantil na Tailândia é quase tão baixa quanto a dos EUA, e as mulheres tailandesas têm uma média de 1,6 filho. Esse movimento de queda nas taxas de mortalidade seguida por queda nas de natalidade é observado na grande maioria dos países do mundo.</p>
<p>Salvar vidas não leva à superpopulação. É exatamente o oposto. A criação de sociedades onde as pessoas têm acesso à saúde básica, relativa prosperidade, igualdade fundamental e acesso a contraceptivos é o único caminho para um mundo sustentável.</p>
<p>Mais pessoas, especialmente líderes políticos, precisam entender os equívocos por trás desses mitos. O fato é que, se você olhar para a questão como um indivíduo ou um governo, as contribuições para a promoção da saúde e desenvolvimento internacional oferecem um retorno surpreendente.»</p>
<p>Texto publicado no The Wall Street Journal. Aqui: <a href="http://online.wsj.com/news/articles/SB10001424052702303802904579330842486442398?mod=WSJP_inicio_MiddleTop&#038;mg=reno64-wsj&#038;url=http%3A%2F%2Fonline.wsj.com%2Farticle%2FSB10001424052702303802904579330842486442398.html%3Fmod%3DWSJP_inicio_MiddleTop" rel="nofollow ugc">http://online.wsj.com/news/articles/SB10001424052702303802904579330842486442398?mod=WSJP_inicio_MiddleTop&#038;mg=reno64-wsj&#038;url=http%3A%2F%2Fonline.wsj.com%2Farticle%2FSB10001424052702303802904579330842486442398.html%3Fmod%3DWSJP_inicio_MiddleTop</a></p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/83380/#comment-140395</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2013 12:40:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lucas,
Escrevi no terceiro artigo desta série que as hortas urbanas cumprem uma função estritamente ideológica e ritual, são uma hierofania naquela relação mística com a natureza que hoje caracteriza uma grande parte do que, por razões complexas, continua a chamar-se &lt;em&gt;esquerda&lt;/em&gt;. E junto com as hortas urbanas, com idênticas funções ideológicas, estão os cultivos e fabricos artesanais que você referiu. O carácter simplesmente ideológico dessas actividades confirma-se ao verificarmos que em tudo o mais os seus promotores estão inseridos nas tecnologias contemporâneas, usam a internet e as redes sociais para se comunicarem e compram a roupa nas lojas em vez de tosquiarem eles mesmos as ovelhas ou de cultivarem e fiarem o linho e o algodão e instalarem um tear em casa. Dedicam umas horas à produção artesanal de cerveja ou de yogurte como outros vão à missa ou ao culto. O processo ideológico é o mesmo. No oitavo e último artigo retomo este assunto com um pouco mais de detalhe.
Para gente assim — e é esta gente que hoje povoa aquilo que se insiste em chamar &lt;em&gt;esquerda&lt;/em&gt; — a economia reduz-se a ideias feitas e a termos empregues como insulto. Basta um exemplo. A esquerda brasileira não menciona o governo sem o apelidar de &lt;em&gt;neoliberal&lt;/em&gt;. E se eu perguntar como pode ser neoliberal um governo que dispõe da capacidade de intervenção garantida pelo BNDES, que manobra os fundos de investimento dos sindicatos, que age sobre a banca comercial através do Banco do Brasil, que intervém no mercado de trabalho através do Programa Bolsa Família, que institui o PAC, se eu perguntar isto ou não me respondem ou chamam-me coisas, mas quanto a argumentos económicos, zero.
Disse que ia dar só um exemplo, mas acrescento outro. Com a crise desencadeada em 2008 nos países economicamente mais desenvolvidos, agravada agora na periferia meridional da zona euro, voltou a ter curso a noção de que existe um capital especulativo e nocivo, o capital financeiro, e um capital produtivo e benéfico, aplicado na indústria, na agricultura e na parte material dos serviços. Esta noção fora corrente na extrema-direita entre as duas guerras mundiais e é agora adoptada pela chamada &lt;em&gt;esquerda&lt;/em&gt; na União Europeia e nos Estados Unidos, que em geral reduz a isto as suas ideias económicas. Vários artigos deste site têm chamado a atenção para as consequências práticas catastróficas que decorrem desta indigência da teoria económica na &lt;em&gt;esquerda&lt;/em&gt; contemporânea.
O raciocínio económico foi substituído pelo lugar-comum moralista. Você fala de &lt;em&gt;Weltanschauung&lt;/em&gt;, uma visão global do mundo. Sim, mas com a condição de essa visão ser entendida como simples colecção de palavras, desprovidas da função de conceitos e reduzidas a objurgações e insultos. A isto se reduz a vida ideológica de uma grande parte da chamada &lt;em&gt;esquerda&lt;/em&gt;.
E enquanto essa &lt;em&gt;esquerda&lt;/em&gt; esgrime com palavras gastas, a tecnocracia vai procedendo a análises económicas rigorosas e os gestores vão remodelando os sistemas de administração.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas,<br />
Escrevi no terceiro artigo desta série que as hortas urbanas cumprem uma função estritamente ideológica e ritual, são uma hierofania naquela relação mística com a natureza que hoje caracteriza uma grande parte do que, por razões complexas, continua a chamar-se <em>esquerda</em>. E junto com as hortas urbanas, com idênticas funções ideológicas, estão os cultivos e fabricos artesanais que você referiu. O carácter simplesmente ideológico dessas actividades confirma-se ao verificarmos que em tudo o mais os seus promotores estão inseridos nas tecnologias contemporâneas, usam a internet e as redes sociais para se comunicarem e compram a roupa nas lojas em vez de tosquiarem eles mesmos as ovelhas ou de cultivarem e fiarem o linho e o algodão e instalarem um tear em casa. Dedicam umas horas à produção artesanal de cerveja ou de yogurte como outros vão à missa ou ao culto. O processo ideológico é o mesmo. No oitavo e último artigo retomo este assunto com um pouco mais de detalhe.<br />
Para gente assim — e é esta gente que hoje povoa aquilo que se insiste em chamar <em>esquerda</em> — a economia reduz-se a ideias feitas e a termos empregues como insulto. Basta um exemplo. A esquerda brasileira não menciona o governo sem o apelidar de <em>neoliberal</em>. E se eu perguntar como pode ser neoliberal um governo que dispõe da capacidade de intervenção garantida pelo BNDES, que manobra os fundos de investimento dos sindicatos, que age sobre a banca comercial através do Banco do Brasil, que intervém no mercado de trabalho através do Programa Bolsa Família, que institui o PAC, se eu perguntar isto ou não me respondem ou chamam-me coisas, mas quanto a argumentos económicos, zero.<br />
Disse que ia dar só um exemplo, mas acrescento outro. Com a crise desencadeada em 2008 nos países economicamente mais desenvolvidos, agravada agora na periferia meridional da zona euro, voltou a ter curso a noção de que existe um capital especulativo e nocivo, o capital financeiro, e um capital produtivo e benéfico, aplicado na indústria, na agricultura e na parte material dos serviços. Esta noção fora corrente na extrema-direita entre as duas guerras mundiais e é agora adoptada pela chamada <em>esquerda</em> na União Europeia e nos Estados Unidos, que em geral reduz a isto as suas ideias económicas. Vários artigos deste site têm chamado a atenção para as consequências práticas catastróficas que decorrem desta indigência da teoria económica na <em>esquerda</em> contemporânea.<br />
O raciocínio económico foi substituído pelo lugar-comum moralista. Você fala de <em>Weltanschauung</em>, uma visão global do mundo. Sim, mas com a condição de essa visão ser entendida como simples colecção de palavras, desprovidas da função de conceitos e reduzidas a objurgações e insultos. A isto se reduz a vida ideológica de uma grande parte da chamada <em>esquerda</em>.<br />
E enquanto essa <em>esquerda</em> esgrime com palavras gastas, a tecnocracia vai procedendo a análises económicas rigorosas e os gestores vão remodelando os sistemas de administração.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/83380/#comment-140280</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2013 03:04:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João, 
não acho que falte leitores interessados em economia, talvez o que falte sejam leitores suficientemente íntimos com esta ciência para poder dizer algo de interessante nos comentários.

Tenho a impressão, por exemplo, de que o interesse em Marx presente em grande parte dos jovens militantes e simpatizantes &quot;de esquerda&quot; hoje tem mais a ver com a busca por uma &quot;weltanschauung&quot; ou por conceitos sociológicos e políticos, do que por uma análise do mundo da produção e circulação de bens. Isso é apenas uma impressão, é claro, mas vai de encontro à facilidade com que uma pessoa repousa sua leitura política na idéia de luta de classes ao mesmo tempo em que considera o conceito de produtividade como algo &quot;capitalista&quot;.
Em extrema consonância com esta tendência vemos se propagar o interesse pelas tais hortas urbanas, o autocultivo de maconha, a produção artesanal de cerveja, um enorme interesse nos processos de produção de pequena escala, também impulsionados pelos conhecimentos técnicos, não necessariamente mais simples mas de menor escala, que hoje podem ser trocados pela internet.
Acaso você também identifica esta tendência na juventude atual? Ou isso é apenas uma impressão distorcida pela limitação do meu meio (e por pertencer a esta mesma juventude)?

PS: acho que a primeira vez que eu pessoalmente senti algum interesse e, mais do que tudo, respeito pela economia foi ao ler o Poema Pedagógico, livro de Anton Makarenko. Recomendo a todos, ler este livro é uma experiência intensa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João,<br />
não acho que falte leitores interessados em economia, talvez o que falte sejam leitores suficientemente íntimos com esta ciência para poder dizer algo de interessante nos comentários.</p>
<p>Tenho a impressão, por exemplo, de que o interesse em Marx presente em grande parte dos jovens militantes e simpatizantes &#8220;de esquerda&#8221; hoje tem mais a ver com a busca por uma &#8220;weltanschauung&#8221; ou por conceitos sociológicos e políticos, do que por uma análise do mundo da produção e circulação de bens. Isso é apenas uma impressão, é claro, mas vai de encontro à facilidade com que uma pessoa repousa sua leitura política na idéia de luta de classes ao mesmo tempo em que considera o conceito de produtividade como algo &#8220;capitalista&#8221;.<br />
Em extrema consonância com esta tendência vemos se propagar o interesse pelas tais hortas urbanas, o autocultivo de maconha, a produção artesanal de cerveja, um enorme interesse nos processos de produção de pequena escala, também impulsionados pelos conhecimentos técnicos, não necessariamente mais simples mas de menor escala, que hoje podem ser trocados pela internet.<br />
Acaso você também identifica esta tendência na juventude atual? Ou isso é apenas uma impressão distorcida pela limitação do meu meio (e por pertencer a esta mesma juventude)?</p>
<p>PS: acho que a primeira vez que eu pessoalmente senti algum interesse e, mais do que tudo, respeito pela economia foi ao ler o Poema Pedagógico, livro de Anton Makarenko. Recomendo a todos, ler este livro é uma experiência intensa.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/83380/#comment-140219</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 21:44:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Já que Lucas indicou um link para despejar um pouco de água fria no &lt;em&gt;aquecimento global&lt;/em&gt;, indico de novo o link para a tese de doutorado de Daniela de Souza Onça, na Usp:
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-01062011-104754/pt-br.php 
Mas será que não existem entre os leitores deste site pessoas suficientemente interessadas por economia para apreciar a contribuição que o Maltuhs dos &lt;em&gt;Principles&lt;/em&gt; forneceu para as discussões actuais?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já que Lucas indicou um link para despejar um pouco de água fria no <em>aquecimento global</em>, indico de novo o link para a tese de doutorado de Daniela de Souza Onça, na Usp:<br />
<a href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-01062011-104754/pt-br.php" rel="nofollow ugc">http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-01062011-104754/pt-br.php</a><br />
Mas será que não existem entre os leitores deste site pessoas suficientemente interessadas por economia para apreciar a contribuição que o Maltuhs dos <em>Principles</em> forneceu para as discussões actuais?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/83380/#comment-140215</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 21:22:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=83380#comment-140215</guid>

					<description><![CDATA[sobre aquecimento global:
Leia a íntegra da entrevista com o climatologista Richard Lindzen
http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/10/1352924-leia-a-integra-da-entrevista-com-o-climatologista-richard-lindzen.shtml]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>sobre aquecimento global:<br />
Leia a íntegra da entrevista com o climatologista Richard Lindzen<br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/10/1352924-leia-a-integra-da-entrevista-com-o-climatologista-richard-lindzen.shtml" rel="nofollow ugc">http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/10/1352924-leia-a-integra-da-entrevista-com-o-climatologista-richard-lindzen.shtml</a></p>
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