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	Comentários sobre: Manifesto sobre o feminismo	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Um Homem Anónimo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86004/#comment-191532</link>

		<dc:creator><![CDATA[Um Homem Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2014 14:59:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tomei tardiamente conhecimento de um texto interessante:
http://www.soumaiscasper.com.br/ffcl/filosofias-feministas/
É gratificante saber que a discussão de um artigo do &lt;em&gt;Passa Palavra&lt;/em&gt; foi tão animada que «deixou as mediadoras quase sem voz». Pela parte que me toca, também fiquei aliviado ao ter conhecimento de que «ester[e]otipar o homem como sendo inútil, incapaz ou como alguém que merece ser castrado, de fato, não deve ser considerada uma atitude feminista». Mas o que sucederia se um homem ou um grupo de homens proclamasse com toda a candura que não pretendia extirpar os ovários das mulheres? A isto chegámos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tomei tardiamente conhecimento de um texto interessante:<br />
<a href="http://www.soumaiscasper.com.br/ffcl/filosofias-feministas/" rel="nofollow ugc">http://www.soumaiscasper.com.br/ffcl/filosofias-feministas/</a><br />
É gratificante saber que a discussão de um artigo do <em>Passa Palavra</em> foi tão animada que «deixou as mediadoras quase sem voz». Pela parte que me toca, também fiquei aliviado ao ter conhecimento de que «ester[e]otipar o homem como sendo inútil, incapaz ou como alguém que merece ser castrado, de fato, não deve ser considerada uma atitude feminista». Mas o que sucederia se um homem ou um grupo de homens proclamasse com toda a candura que não pretendia extirpar os ovários das mulheres? A isto chegámos.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Operário gay		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86004/#comment-167380</link>

		<dc:creator><![CDATA[Operário gay]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jan 2014 18:34:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre o último comentário de João Bernardo, isso sem contar a esquizofrenia da coisa.
Uma hora, empunhando o &quot;feminismo&quot; ou um anti-machismo, grita-se contra a nudez feminina, para no momento seguinte, empunhando também um &quot;feminismo&quot; (o mesmo ou outro) gritar pela nudez feminina.
Se o sujeito é a favor da nudez feminina é machista, se é contra, também é machista. Não há saída.

O que me espantou profundamente essas semanas foi a seguinte notícia: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/12/131204_prostituicao_franca_mm.shtml

Se tal lei tivesse sido apoiada por partidos historicamente conservadores seria compreensível. Mas não, foi iniciativa do Partido Socialista. Claro, com amplo apoio de feministas. Chegou a um ponto em que a &quot;esquerda&quot; superou o conservadorismo, pois o que essa &quot;esquerda&quot; faz não é sequer conservar, mas retroceder.
Haveria muito o que mostrar de crítica progressista a esse tipo de lei, fora a questão da imbecilidade técnica de uma lei dessas, que possui muito mais um valor simbólico do que prático. Mas não acho que seja necessário ter esse trabalho aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o último comentário de João Bernardo, isso sem contar a esquizofrenia da coisa.<br />
Uma hora, empunhando o &#8220;feminismo&#8221; ou um anti-machismo, grita-se contra a nudez feminina, para no momento seguinte, empunhando também um &#8220;feminismo&#8221; (o mesmo ou outro) gritar pela nudez feminina.<br />
Se o sujeito é a favor da nudez feminina é machista, se é contra, também é machista. Não há saída.</p>
<p>O que me espantou profundamente essas semanas foi a seguinte notícia: <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/12/131204_prostituicao_franca_mm.shtml" rel="nofollow ugc">http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/12/131204_prostituicao_franca_mm.shtml</a></p>
<p>Se tal lei tivesse sido apoiada por partidos historicamente conservadores seria compreensível. Mas não, foi iniciativa do Partido Socialista. Claro, com amplo apoio de feministas. Chegou a um ponto em que a &#8220;esquerda&#8221; superou o conservadorismo, pois o que essa &#8220;esquerda&#8221; faz não é sequer conservar, mas retroceder.<br />
Haveria muito o que mostrar de crítica progressista a esse tipo de lei, fora a questão da imbecilidade técnica de uma lei dessas, que possui muito mais um valor simbólico do que prático. Mas não acho que seja necessário ter esse trabalho aqui.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86004/#comment-166821</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Dec 2013 11:41:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este &lt;em&gt;Manifesto&lt;/em&gt; denuncia a origem religiosa e puritana do tipo de feminismo que está hoje em voga. Na minha juventude a Suécia era para todos nós o modelo da crítica prática ao puritanismo. Foi lá que a nudez integral começou a ser representada em revistas que não se vendiam por debaixo do balcão e que as imagens dos filmes deixaram de parar por cima dos lençóis. A Suécia representava aquele antimoralismo que nos anos sessenta quisemos implantar por todo o lado. Agora, passado meio século, leio (http://www.thelocal.se/20131219/house-speaker-removes-painted-breasts ) que, devido a uma intervenção da sua vice-presidente, a social-democrata Susanne Eberstein, o parlamento sueco decidiu remover um quadro de um obscuro pintor do barroco, em que a deusa Juno expunha entre gazes uns pequenos e castos seios. «Trata-se sobretudo de uma questão de feminismo», explicou a senhora Eberstein. «É cansativo [olhar para] uma mulher de peito nu quando participo em jantares oficiais com convidados estrangeiros. Penso que é um tanto desagradável sentar-me ali com homens que estão a olhar para nós, mulheres».
Vamos rindo caso a caso, dizemos que é ridículo e encolhemos os ombros. Mas se o ridículo nos cercar por todos os lados deixará de ser ridículo e será um perigo. Ora, quando uma coisa destas ocorre na Suécia, não é já tarde demais?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este <em>Manifesto</em> denuncia a origem religiosa e puritana do tipo de feminismo que está hoje em voga. Na minha juventude a Suécia era para todos nós o modelo da crítica prática ao puritanismo. Foi lá que a nudez integral começou a ser representada em revistas que não se vendiam por debaixo do balcão e que as imagens dos filmes deixaram de parar por cima dos lençóis. A Suécia representava aquele antimoralismo que nos anos sessenta quisemos implantar por todo o lado. Agora, passado meio século, leio (<a href="http://www.thelocal.se/20131219/house-speaker-removes-painted-breasts" rel="nofollow ugc">http://www.thelocal.se/20131219/house-speaker-removes-painted-breasts</a> ) que, devido a uma intervenção da sua vice-presidente, a social-democrata Susanne Eberstein, o parlamento sueco decidiu remover um quadro de um obscuro pintor do barroco, em que a deusa Juno expunha entre gazes uns pequenos e castos seios. «Trata-se sobretudo de uma questão de feminismo», explicou a senhora Eberstein. «É cansativo [olhar para] uma mulher de peito nu quando participo em jantares oficiais com convidados estrangeiros. Penso que é um tanto desagradável sentar-me ali com homens que estão a olhar para nós, mulheres».<br />
Vamos rindo caso a caso, dizemos que é ridículo e encolhemos os ombros. Mas se o ridículo nos cercar por todos os lados deixará de ser ridículo e será um perigo. Ora, quando uma coisa destas ocorre na Suécia, não é já tarde demais?</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86004/#comment-141038</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2013 21:45:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelos acasos do Google, e quando procurava uma coisa muito diferente, encontrei hoje, num site aparentemente dedicado ao Tarot, um artigo sobre o feminismo e a pós-modernidade.
Depois de afirmar que as teses obreiristas e anti-ecológicas do João Bernardo estão ultrapassadas pelo fim da cadeia de montagem e pelo buraco no ozono, a autora explica que o alvo não é mais a exploração do homem pelo homem e passou a ser a exploração do homem sobre a mulher e sobre a natureza. Nesta perspectiva, a autora dá um passo adiante e, relegando os homens para os céus, radica as mulheres na natureza. Escreve ela: «E esta associação entre o feminino e a natureza no campo político é uma das características culturais da pós-modernidade que mais seria preciso acentuar. No paradigma patriarcal, o discurso feminino estava sempre ligado à necessidade, à terra, à explicação; enquanto o masculino reconhecia-se no sonho, nos céus e no planejamento do futuro. Talvez por isso, o materialismo tenha sido tão invocado pelas classes dominadas e os mitos tenham tantas vezes sido considerados ideologia das classes dominantes - porque essas funções discursivas da linguagem enraizavam-se em um paradigma arcaico da própria dominação ao nível das relações de gênero». E o artigo termina com uma espécie de declaração de princípios: «É a projeção do feminino, como esposa, filha, mulher ou como a Natureza. Representa a Beleza, a capacidade de interligar o espírito à matéria, o domínio do poder feminino, mais flexível e baseado em instintos e sentimentos». Ele aí vem, portanto, «o domínio do poder feminino».
Quem julgar que inventei, por favor leia:
http://coroa.tripod.com/F3.htm]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelos acasos do Google, e quando procurava uma coisa muito diferente, encontrei hoje, num site aparentemente dedicado ao Tarot, um artigo sobre o feminismo e a pós-modernidade.<br />
Depois de afirmar que as teses obreiristas e anti-ecológicas do João Bernardo estão ultrapassadas pelo fim da cadeia de montagem e pelo buraco no ozono, a autora explica que o alvo não é mais a exploração do homem pelo homem e passou a ser a exploração do homem sobre a mulher e sobre a natureza. Nesta perspectiva, a autora dá um passo adiante e, relegando os homens para os céus, radica as mulheres na natureza. Escreve ela: «E esta associação entre o feminino e a natureza no campo político é uma das características culturais da pós-modernidade que mais seria preciso acentuar. No paradigma patriarcal, o discurso feminino estava sempre ligado à necessidade, à terra, à explicação; enquanto o masculino reconhecia-se no sonho, nos céus e no planejamento do futuro. Talvez por isso, o materialismo tenha sido tão invocado pelas classes dominadas e os mitos tenham tantas vezes sido considerados ideologia das classes dominantes &#8211; porque essas funções discursivas da linguagem enraizavam-se em um paradigma arcaico da própria dominação ao nível das relações de gênero». E o artigo termina com uma espécie de declaração de princípios: «É a projeção do feminino, como esposa, filha, mulher ou como a Natureza. Representa a Beleza, a capacidade de interligar o espírito à matéria, o domínio do poder feminino, mais flexível e baseado em instintos e sentimentos». Ele aí vem, portanto, «o domínio do poder feminino».<br />
Quem julgar que inventei, por favor leia:<br />
<a href="http://coroa.tripod.com/F3.htm" rel="nofollow ugc">http://coroa.tripod.com/F3.htm</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86004/#comment-141024</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2013 20:41:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[o fenômeno não é apenas brasileiro:
http://www.youtube.com/watch?v=kvOPLvdPkU0
&quot;chicas del conurbano&quot; = mulheres das quebradas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>o fenômeno não é apenas brasileiro:<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=kvOPLvdPkU0" rel="nofollow ugc">http://www.youtube.com/watch?v=kvOPLvdPkU0</a><br />
&#8220;chicas del conurbano&#8221; = mulheres das quebradas</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Calangão		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86004/#comment-140197</link>

		<dc:creator><![CDATA[Calangão]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 18:47:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lendo este comentário da Mafalda Cerrado eu fiquei com a impressão de que talvez ela esteja com os olhos cheios de terra (a seca do cerrado deixa a poeira a suspensa, deve ser isto) e por isso acusou o autor de não fazer as ponderações que o texto se dedicou a fazer o tempo todo.
Mas concordando com a autora, não representa mesmo, nem as mulheres e nem os homens.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lendo este comentário da Mafalda Cerrado eu fiquei com a impressão de que talvez ela esteja com os olhos cheios de terra (a seca do cerrado deixa a poeira a suspensa, deve ser isto) e por isso acusou o autor de não fazer as ponderações que o texto se dedicou a fazer o tempo todo.<br />
Mas concordando com a autora, não representa mesmo, nem as mulheres e nem os homens.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Mafalda Cerrado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86004/#comment-140175</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Cerrado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 15:34:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho as considerações do Operário Gay importantes na medida em que separam os feminismos, assim como acontece com os socialismos. Partilho deste raciocínio, pois me considero feminista e socialista, e o texto não me representa. Ao contrário do que ele coloca, busco um feminismo não-burguês, que atinja as Joanas e Marias, e no meu dia-a-dia é este meu norte dentro do movimento social. E fazendo parte da universidade também, acho que ela deve potencializar de uma vez por todas seu elo com a sociedade, no seu &quot;um terço-ação da tríade ensino-pesquisa-extensão&quot;.

Mas reitero que, respeitando as reflexões do texto sobre um tipo de feminismo, ele não representa todas as mulheres que estão pelo país afora e adentro buscando igualdade de direitos e oportunidades.

Pelo feminismo libertador e anti-capitalista!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho as considerações do Operário Gay importantes na medida em que separam os feminismos, assim como acontece com os socialismos. Partilho deste raciocínio, pois me considero feminista e socialista, e o texto não me representa. Ao contrário do que ele coloca, busco um feminismo não-burguês, que atinja as Joanas e Marias, e no meu dia-a-dia é este meu norte dentro do movimento social. E fazendo parte da universidade também, acho que ela deve potencializar de uma vez por todas seu elo com a sociedade, no seu &#8220;um terço-ação da tríade ensino-pesquisa-extensão&#8221;.</p>
<p>Mas reitero que, respeitando as reflexões do texto sobre um tipo de feminismo, ele não representa todas as mulheres que estão pelo país afora e adentro buscando igualdade de direitos e oportunidades.</p>
<p>Pelo feminismo libertador e anti-capitalista!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86004/#comment-140153</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 12:32:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;O mais pequeno-burguês de todos os fenómenos, a bisbilhotice, só acontece porque as pessoas não querem ser mal entendidas. O caráter destrutivo deixa que o interpretem mal; não fomenta a bisbilhotice.&quot; WALTER BENJAMIN]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O mais pequeno-burguês de todos os fenómenos, a bisbilhotice, só acontece porque as pessoas não querem ser mal entendidas. O caráter destrutivo deixa que o interpretem mal; não fomenta a bisbilhotice.&#8221; WALTER BENJAMIN</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Homem qualquer perdidão		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86004/#comment-140063</link>

		<dc:creator><![CDATA[Homem qualquer perdidão]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 01:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Afinal... O que é Feminismo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Afinal&#8230; O que é Feminismo?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86004/#comment-139820</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Oct 2013 16:57:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[quanta arrogância, lala!
que tipo de acusação é essa de &quot;fundo de biblioteca&quot;? Você está insinuando que conhece todas as pessoas que aqui comentam e o que elas fazem de suas vidas? E usa essa insinuação para rebater os argumentos?
Como bem disse o tal Operario Gay, haja indigência argumentativa!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>quanta arrogância, lala!<br />
que tipo de acusação é essa de &#8220;fundo de biblioteca&#8221;? Você está insinuando que conhece todas as pessoas que aqui comentam e o que elas fazem de suas vidas? E usa essa insinuação para rebater os argumentos?<br />
Como bem disse o tal Operario Gay, haja indigência argumentativa!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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