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	Comentários sobre: Isto não é uma análise do junho de 2013	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86797/#comment-144495</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Oct 2013 16:16:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Jéssica,

Meu tempo de análise foi o mês de junho apenas.
Em junho, com o uso dos grandes meios de comunicação, houve uma transformação nas manifestações, inclusive no Rio. Aqui o Passa Palavra apresentou Salvador como a possível única exceção.
Claro, passada essa onda impulsionada pela mídia burguesa, só a esquerda continuou nas ruas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jéssica,</p>
<p>Meu tempo de análise foi o mês de junho apenas.<br />
Em junho, com o uso dos grandes meios de comunicação, houve uma transformação nas manifestações, inclusive no Rio. Aqui o Passa Palavra apresentou Salvador como a possível única exceção.<br />
Claro, passada essa onda impulsionada pela mídia burguesa, só a esquerda continuou nas ruas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jéssica		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86797/#comment-144174</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jéssica]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2013 20:48:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No Rio de Janeiro, que é o grande exemplo de 2013, o depois de junho seguiu pela luta em prol do Amarildo e em prol dos professores. Pautas com lacre anti-coxinha. 

Em São Paulo, a falta de uma pauta do mesmo porte impossibilitou que a energia fosse direcionada nesse sentido. Derrotar os coxinhas sem sair da rua. Mas quem teria coragem de chamar uma luta em prol do Daleste ou do Dj Lah(os Amarildos do momento) numa esquerda toda classemedista? 

Para se ter um parâmetro, passadas décadas, ainda não se conseguiu criar uma força mínima em SP capaz de fazer um ato contra a ROTA - o grupo de extermínio do Estado. O grupo que chamar um ato em frente ao prédio das Rondas Ostensivas vai entrar para a história. 

Eu discordo de você porque eu vejo mais fragilidades internas e erros táticos do que um tal poder da TV. Exemplo é que as coisas foram diferentes no Rio, na Bahia e em outros cantos. Em SP, faltou base popular e tática.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Rio de Janeiro, que é o grande exemplo de 2013, o depois de junho seguiu pela luta em prol do Amarildo e em prol dos professores. Pautas com lacre anti-coxinha. </p>
<p>Em São Paulo, a falta de uma pauta do mesmo porte impossibilitou que a energia fosse direcionada nesse sentido. Derrotar os coxinhas sem sair da rua. Mas quem teria coragem de chamar uma luta em prol do Daleste ou do Dj Lah(os Amarildos do momento) numa esquerda toda classemedista? </p>
<p>Para se ter um parâmetro, passadas décadas, ainda não se conseguiu criar uma força mínima em SP capaz de fazer um ato contra a ROTA &#8211; o grupo de extermínio do Estado. O grupo que chamar um ato em frente ao prédio das Rondas Ostensivas vai entrar para a história. </p>
<p>Eu discordo de você porque eu vejo mais fragilidades internas e erros táticos do que um tal poder da TV. Exemplo é que as coisas foram diferentes no Rio, na Bahia e em outros cantos. Em SP, faltou base popular e tática.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86797/#comment-143373</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Oct 2013 22:14:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Victor,

para saber se aconteceu antes na história, seja com que nome se chame, seria bom citar esses exemplos. A partir deles poderíamos discutir o que há de semelhante e diferente em cada um.

Jéssica,

acho que uma das lições de junho foi que a grande imprensa, principalmente a TV, ainda possui um poder gigantesco. Foi por conta dela e não por conta da internet ou facebook que as manifestações se transformaram depois do dia 13, pelo enos em parte, em uma plataforma para a direita e extrema-direita.
Também acho que serviu de alerta para os libertários de que o discurso e prática apartidária não é necessariamente libertária. Porém, quem dera que o discurso libertário fosse assim aceito pelas massas. O repúdio aos partidos não é consequencia de propaganda libertária, mas da prática dos partidos. Como já dizia Bakunin, a propaganda não pode fazer nada além do que despertar ou tornar claras paixões já existentes, mas jamais pode criá-las.

Lucas,

também acho que no final das contas a esquerda, os movimentos de esquerda, é que saíram ganhando. Até pela continuidade de manifestações, que se vê principalmente no Rio, onde se obteve outras conquistas.

Operário gay,

De fato o cheiro é tão material quanto o sólido ou líquido que vemos. Mas isso só mostra que a produção imaterial da multidão feita nos banheiros do Acampamento tendia a zero.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Victor,</p>
<p>para saber se aconteceu antes na história, seja com que nome se chame, seria bom citar esses exemplos. A partir deles poderíamos discutir o que há de semelhante e diferente em cada um.</p>
<p>Jéssica,</p>
<p>acho que uma das lições de junho foi que a grande imprensa, principalmente a TV, ainda possui um poder gigantesco. Foi por conta dela e não por conta da internet ou facebook que as manifestações se transformaram depois do dia 13, pelo enos em parte, em uma plataforma para a direita e extrema-direita.<br />
Também acho que serviu de alerta para os libertários de que o discurso e prática apartidária não é necessariamente libertária. Porém, quem dera que o discurso libertário fosse assim aceito pelas massas. O repúdio aos partidos não é consequencia de propaganda libertária, mas da prática dos partidos. Como já dizia Bakunin, a propaganda não pode fazer nada além do que despertar ou tornar claras paixões já existentes, mas jamais pode criá-las.</p>
<p>Lucas,</p>
<p>também acho que no final das contas a esquerda, os movimentos de esquerda, é que saíram ganhando. Até pela continuidade de manifestações, que se vê principalmente no Rio, onde se obteve outras conquistas.</p>
<p>Operário gay,</p>
<p>De fato o cheiro é tão material quanto o sólido ou líquido que vemos. Mas isso só mostra que a produção imaterial da multidão feita nos banheiros do Acampamento tendia a zero.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Operário gay		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86797/#comment-143233</link>

		<dc:creator><![CDATA[Operário gay]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Oct 2013 01:50:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O &quot;cheiro&quot; (gás) é tão material quanto o sólido. O estado da substância é que é diferente.

A questão não seria como essa multidão numa posição hegemônica da produção de valor conseguiria, com esse poder, determinar através da política, em sentido amplo, uma mudança de direcionamento da produção e dos objetivos da produção em geral?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O &#8220;cheiro&#8221; (gás) é tão material quanto o sólido. O estado da substância é que é diferente.</p>
<p>A questão não seria como essa multidão numa posição hegemônica da produção de valor conseguiria, com esse poder, determinar através da política, em sentido amplo, uma mudança de direcionamento da produção e dos objetivos da produção em geral?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86797/#comment-142948</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2013 12:09:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Então, fica combinado assim: seguimos relendo Machado de Assis [obra completa, 3 volumes, com mais de 1.000 páginas cada] e desfrutando imenso prazer - beamongtween other books... OXENTE!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então, fica combinado assim: seguimos relendo Machado de Assis [obra completa, 3 volumes, com mais de 1.000 páginas cada] e desfrutando imenso prazer &#8211; beamongtween other books&#8230; OXENTE!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86797/#comment-142863</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2013 03:32:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[outras reflexões sobre o asterisco do texto:
não se pode perder de vista os efeitos materiais de Junho, como a redução da passagem do transporte público em centenas de cidades brasileiras. Ou seja, a pauta do transporte público teve efeitos duradouros que não se esvairão tão rápido quanto às emoções da tal &quot;guinada à direita&quot;. Guinada essa que não deixou marcas políticas maiores do que a emoção. Também subjaz a pauta pela desmilitarização da polícia, o que parece ser a grande temática por trás do fenômeno dos Black Blocks, encavalado por Amarildos e afins, polarizando como nunca setores da população contra as forças policiais militares especialmente em SP e RJ: a repressão em Junho deixou esta marca que continua a doer em muita gente.
Cito estes dois pontos para trazer a tona efeitos que parecem perdurar pelo lado da esquerda, enquanto que tenho dificuldade em ver análogos ou contrapontos da direita: até que ponto podemos avaliar a guinada à direita como um verdadeiro acontecimento político, se não apenas um fenômeno passageiro de massas (e de midia), tal qual uma Zombie Walk a nível desproporcional?

De qualquer forma, esboço aqui no esteio de um senso comum da juventude esquerdóide (na qual estou inserido) alguns apontamentos e possíveis superações:
1) &quot;o que falta é o povo ir às ruas!&quot;
- o povo esteve nas ruas. Abaixou a passagem, uma vitória. E o resto da revolução, não viria quando o povo fosse para as ruas?

2) &quot;o que falta é devolver a violência nas ruas!&quot;
- a violência está devolvida nas ruas. Os professores ainda estão em greve e cada vez mais militantes são presos (os que estão detidos, voltarão tão cedo para às ruas, ou mesmo para a militância? Os estudantes talvez sim, mas e quem tem familia para sustentar?)

Talvez no final o bom de tudo isso é que fica cada vez mais claro que o assunto é bastante complexo. João não vai mais poder simplesmente dizer que o que falta é o povo nas ruas, Maria não vai dizer que o brasileiro é um povo passivo, com ares cínicos e desdenhosos. Quer dizer, talvez sigam dizendo isso, mas no fundo eles vão lembrar desses meses e vão ter que construir uma narrativa própria para o que ocorreu/está ocorrendo. Esta convocação subjetiva já é um avanço num contexto onde tudo parecia estar estático e apático. Talvez isso queira dizer que atualmente entregar um panfleto na mão de um transeunte tenha efeitos diferentes do que há um ano atrás. Talvez.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>outras reflexões sobre o asterisco do texto:<br />
não se pode perder de vista os efeitos materiais de Junho, como a redução da passagem do transporte público em centenas de cidades brasileiras. Ou seja, a pauta do transporte público teve efeitos duradouros que não se esvairão tão rápido quanto às emoções da tal &#8220;guinada à direita&#8221;. Guinada essa que não deixou marcas políticas maiores do que a emoção. Também subjaz a pauta pela desmilitarização da polícia, o que parece ser a grande temática por trás do fenômeno dos Black Blocks, encavalado por Amarildos e afins, polarizando como nunca setores da população contra as forças policiais militares especialmente em SP e RJ: a repressão em Junho deixou esta marca que continua a doer em muita gente.<br />
Cito estes dois pontos para trazer a tona efeitos que parecem perdurar pelo lado da esquerda, enquanto que tenho dificuldade em ver análogos ou contrapontos da direita: até que ponto podemos avaliar a guinada à direita como um verdadeiro acontecimento político, se não apenas um fenômeno passageiro de massas (e de midia), tal qual uma Zombie Walk a nível desproporcional?</p>
<p>De qualquer forma, esboço aqui no esteio de um senso comum da juventude esquerdóide (na qual estou inserido) alguns apontamentos e possíveis superações:<br />
1) &#8220;o que falta é o povo ir às ruas!&#8221;<br />
&#8211; o povo esteve nas ruas. Abaixou a passagem, uma vitória. E o resto da revolução, não viria quando o povo fosse para as ruas?</p>
<p>2) &#8220;o que falta é devolver a violência nas ruas!&#8221;<br />
&#8211; a violência está devolvida nas ruas. Os professores ainda estão em greve e cada vez mais militantes são presos (os que estão detidos, voltarão tão cedo para às ruas, ou mesmo para a militância? Os estudantes talvez sim, mas e quem tem familia para sustentar?)</p>
<p>Talvez no final o bom de tudo isso é que fica cada vez mais claro que o assunto é bastante complexo. João não vai mais poder simplesmente dizer que o que falta é o povo nas ruas, Maria não vai dizer que o brasileiro é um povo passivo, com ares cínicos e desdenhosos. Quer dizer, talvez sigam dizendo isso, mas no fundo eles vão lembrar desses meses e vão ter que construir uma narrativa própria para o que ocorreu/está ocorrendo. Esta convocação subjetiva já é um avanço num contexto onde tudo parecia estar estático e apático. Talvez isso queira dizer que atualmente entregar um panfleto na mão de um transeunte tenha efeitos diferentes do que há um ano atrás. Talvez.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86797/#comment-142772</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2013 13:02:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[o texto me parece apontar justamente para uma compreensão mais afinada da multidão, não negar a sua existência ou o seu conceito.

excesso de trabalho imaterial dá nisso: nos tornamos escravos de quem nos provê o material. Quantos sabemos usar a internet, e quantos sabemos como a internet funciona? Não é a toa que são os jovens os desempregados da vez, hordas e hordas de gente que acha que ganha um salário digno fazendo bicos ou com empregos dos mais precários. E a verdade é que somos, como bons cognitariados, excelentes em resolver problemas:
podemos desenvolver infinitas técnicas de como cagar sem se sujar numa cabina imunda, fazer posts sobre isso, tirar fotos, debater o tema a fundo. Com o intuito de não ter que limpar vamos longe (e também está a melhor parte, que é: quanto mais suja a cabine menos vontade de cagar ali e consequentemente sujarão cada vez menos para além de um limite: conseguimos ver algo de bom ao nos colocarmos todos em uma situação de merda coletivamente).

Me faz lembrar um comentário que fiz no último texto da série do João Bernardo sobre ecologia: gente cada vez mais interessada em &quot;autoabastecer-se&quot; de tomates, mas que não dá a mínima para saber como a água chega à sua casa para a rega, como a terra que compra chega até o supermercado de seu bairro, como pagam o seu salário: para eles, a liberdade está em se plantar o próprio tomate. 

Não seria isso um tipo de espaço seguro, idílico, uma modalidade de autodefesa subjetiva contra a verdadeira multidão das relações sociais?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>o texto me parece apontar justamente para uma compreensão mais afinada da multidão, não negar a sua existência ou o seu conceito.</p>
<p>excesso de trabalho imaterial dá nisso: nos tornamos escravos de quem nos provê o material. Quantos sabemos usar a internet, e quantos sabemos como a internet funciona? Não é a toa que são os jovens os desempregados da vez, hordas e hordas de gente que acha que ganha um salário digno fazendo bicos ou com empregos dos mais precários. E a verdade é que somos, como bons cognitariados, excelentes em resolver problemas:<br />
podemos desenvolver infinitas técnicas de como cagar sem se sujar numa cabina imunda, fazer posts sobre isso, tirar fotos, debater o tema a fundo. Com o intuito de não ter que limpar vamos longe (e também está a melhor parte, que é: quanto mais suja a cabine menos vontade de cagar ali e consequentemente sujarão cada vez menos para além de um limite: conseguimos ver algo de bom ao nos colocarmos todos em uma situação de merda coletivamente).</p>
<p>Me faz lembrar um comentário que fiz no último texto da série do João Bernardo sobre ecologia: gente cada vez mais interessada em &#8220;autoabastecer-se&#8221; de tomates, mas que não dá a mínima para saber como a água chega à sua casa para a rega, como a terra que compra chega até o supermercado de seu bairro, como pagam o seu salário: para eles, a liberdade está em se plantar o próprio tomate. </p>
<p>Não seria isso um tipo de espaço seguro, idílico, uma modalidade de autodefesa subjetiva contra a verdadeira multidão das relações sociais?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jéssica		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86797/#comment-142659</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jéssica]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2013 22:22:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Victor,

O nome disso é &quot;construir ato pelo facebook&quot;. E é novo na história porque o facebook não existia. Muita gente ficou contente com os números, mas não sabia exatamente quem estava chegando. 

Tem outras coisas: a conversinha do &quot;fora os partidos&quot; foi sempre insuflada pelos anarquistas, punks, black blocks e assemelhados. Até o momento em que acabou sendo aceita pela massa classemedista que foi para os atos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Victor,</p>
<p>O nome disso é &#8220;construir ato pelo facebook&#8221;. E é novo na história porque o facebook não existia. Muita gente ficou contente com os números, mas não sabia exatamente quem estava chegando. </p>
<p>Tem outras coisas: a conversinha do &#8220;fora os partidos&#8221; foi sempre insuflada pelos anarquistas, punks, black blocks e assemelhados. Até o momento em que acabou sendo aceita pela massa classemedista que foi para os atos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Victor		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86797/#comment-142632</link>

		<dc:creator><![CDATA[Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2013 18:52:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=86797#comment-142632</guid>

					<description><![CDATA[o nome dessa mutação não seria &quot;manobra de massa&quot;? coisa que já rolou muitas vezes na história?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>o nome dessa mutação não seria &#8220;manobra de massa&#8221;? coisa que já rolou muitas vezes na história?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86797/#comment-142626</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2013 16:40:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um demolidor ensaio, magritteano &#038; patafísicoescatocoprológico, sobre o toninegrismo: fatigada variante especulativespetaculista do autonomismo de cátedra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um demolidor ensaio, magritteano &amp; patafísicoescatocoprológico, sobre o toninegrismo: fatigada variante especulativespetaculista do autonomismo de cátedra.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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