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	Comentários sobre: Marx e a nação. Um abraço pela frente e uma facada por trás &#8211; IV. A Comuna de Paris: um Estado por cima dos operários?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Pieter Cornelis Exílio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86842/#comment-143838</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pieter Cornelis Exílio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 18:22:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Confesso, sem maiores ganas de precisar exatamente todos os motivos e explicações a respeito do que agora afirmarei, que as sempre presentes evocações de passagens dos situacionistas (e de grupos contemporâneos que tais, como o que assina o manifesto &quot;Da Insurreição que vem&quot;, Comitê Invisível e outros agrupamentos) nada acrescentam ao entendimento concreto dos complexos mecanismos de funcionamento do capitalismo - em sua interminável capacidade de expansão, incorporação das resistências e resolução dos conflitos. 

Noves fora, parecem palavras jogadas ao vento, palavras de ordem de um desastre iminente. Com efeito, a derrota do capitalismo não é como vento - não chegará de repente de forma natural, sem nossa participação coletiva. Catástrofes demais são previstas - e mesmo sabendo do débito (e um pouco da culpa) que Guy Debord e Raoul Vaneigem devem pagar por essa perspectiva um pouco ultimatista de análise política e social, acho que a conta anda cara demais (e os dois também apresentaram argumentos e reflexões mais interessantes do que os seus seguidores que andam a soltar citações e manifestos por aí).

Peço desculpas se fui mais dos que aqui comentou e fugiu do interessantíssimo e fundamental assunto abordado pelo texto de João Valente Aguiar. No entanto, essa observação sobre o situacionistas está pendurada em minha garganta.

E, por fim, rapidamente sobre o texto. A pretensa oposição entre Estado e sociedade civil é muito comum entre os cientistas sociais e humanos que se dizem marxistas. Existem exemplares dessa fauna, inclusive, que defenderam (principalmente no final dos anos 1970 e início dos 1970) a sociedade civil (representada pelos movimentos sociais, organizações de bairro, clubes de mães) como a virtude frente ao Estado repressor da ditadura militar brasileira. O argumento pode até estar certo em sentido geral - já que realmente foram as organizações autônomas ao Estado e aos empresários e gestores sindicais que fomentaram a luta contra o regime ditatorial do Brasil -, mas a falta de precisão teórica em perceber que a sociedade civil era um conceito que agrupava também os capitalistas pode ter facilitado na prática o estabelecimento do clima geral de união entre empresários nacionais, gestores e organizações autônomas dos trabalhadores. Todos juntos pela democracia, contra o Estado e a ditadura, que seria somente militar - não sendo considerada civil e militar, como foi de fato o caso. É uma hipótese, ou sugestão, de reflexão em voz alta. Não que a teoria determinasse unilateralmente a realidade, mas refletia e participava de uma perspectiva concreta de alianças e interesses em jogo naquele momento da história do Brasil.

Nota final: alguns cientistas humanos e sociais brasileiros foram (e são) muito influentes em muitos movimentos sociais, sindicatos e na formação do Partido dos Trabalhadores. E, claro, já foram (e são) dirigentes e gestores dessas organizações políticas e sociais. Sociedade civil como virtude? Uma certa fração de um dito marxismo ligado aos movimentos de base (será?) dá as mãos ao marxismo ortodoxo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso, sem maiores ganas de precisar exatamente todos os motivos e explicações a respeito do que agora afirmarei, que as sempre presentes evocações de passagens dos situacionistas (e de grupos contemporâneos que tais, como o que assina o manifesto &#8220;Da Insurreição que vem&#8221;, Comitê Invisível e outros agrupamentos) nada acrescentam ao entendimento concreto dos complexos mecanismos de funcionamento do capitalismo &#8211; em sua interminável capacidade de expansão, incorporação das resistências e resolução dos conflitos. </p>
<p>Noves fora, parecem palavras jogadas ao vento, palavras de ordem de um desastre iminente. Com efeito, a derrota do capitalismo não é como vento &#8211; não chegará de repente de forma natural, sem nossa participação coletiva. Catástrofes demais são previstas &#8211; e mesmo sabendo do débito (e um pouco da culpa) que Guy Debord e Raoul Vaneigem devem pagar por essa perspectiva um pouco ultimatista de análise política e social, acho que a conta anda cara demais (e os dois também apresentaram argumentos e reflexões mais interessantes do que os seus seguidores que andam a soltar citações e manifestos por aí).</p>
<p>Peço desculpas se fui mais dos que aqui comentou e fugiu do interessantíssimo e fundamental assunto abordado pelo texto de João Valente Aguiar. No entanto, essa observação sobre o situacionistas está pendurada em minha garganta.</p>
<p>E, por fim, rapidamente sobre o texto. A pretensa oposição entre Estado e sociedade civil é muito comum entre os cientistas sociais e humanos que se dizem marxistas. Existem exemplares dessa fauna, inclusive, que defenderam (principalmente no final dos anos 1970 e início dos 1970) a sociedade civil (representada pelos movimentos sociais, organizações de bairro, clubes de mães) como a virtude frente ao Estado repressor da ditadura militar brasileira. O argumento pode até estar certo em sentido geral &#8211; já que realmente foram as organizações autônomas ao Estado e aos empresários e gestores sindicais que fomentaram a luta contra o regime ditatorial do Brasil -, mas a falta de precisão teórica em perceber que a sociedade civil era um conceito que agrupava também os capitalistas pode ter facilitado na prática o estabelecimento do clima geral de união entre empresários nacionais, gestores e organizações autônomas dos trabalhadores. Todos juntos pela democracia, contra o Estado e a ditadura, que seria somente militar &#8211; não sendo considerada civil e militar, como foi de fato o caso. É uma hipótese, ou sugestão, de reflexão em voz alta. Não que a teoria determinasse unilateralmente a realidade, mas refletia e participava de uma perspectiva concreta de alianças e interesses em jogo naquele momento da história do Brasil.</p>
<p>Nota final: alguns cientistas humanos e sociais brasileiros foram (e são) muito influentes em muitos movimentos sociais, sindicatos e na formação do Partido dos Trabalhadores. E, claro, já foram (e são) dirigentes e gestores dessas organizações políticas e sociais. Sociedade civil como virtude? Uma certa fração de um dito marxismo ligado aos movimentos de base (será?) dá as mãos ao marxismo ortodoxo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Tiqunista Autêntico Pós-Situacionista		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86842/#comment-143671</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tiqunista Autêntico Pós-Situacionista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2013 14:45:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Da insurreição que vem:

&quot;A injunção planetária a mobilizar-se ao menor pretexto – o cancro, o «terrorismo», um terramoto, os sem- abrigo – resume a determinação das potências reinantes em manter o reino do trabalho para lá do seu desaparecimento físico.

Organizar-se para lá do e contra o trabalho, desertar colectivamente do regime da mobilização, manifestar a existência de uma vitalidade e de uma disciplina na própria desmobilização é um crime que uma civilização com a corda na gargante não está nem perto de nos perdoar; é, na realidade, a única forma de lhe sobreviver.&quot;

De Vaneigem:

&quot; O espetáculo ideológico se mantém em dia trazendo constantamente à tona antagonismos artificiais e inofensivos: você é contra ou a favor a Briggitte Bardot, os Beatles, os velhos, a CUT, as mini-saias, a pop-art, a guerra termo-nuclear, pegar carona?&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da insurreição que vem:</p>
<p>&#8220;A injunção planetária a mobilizar-se ao menor pretexto – o cancro, o «terrorismo», um terramoto, os sem- abrigo – resume a determinação das potências reinantes em manter o reino do trabalho para lá do seu desaparecimento físico.</p>
<p>Organizar-se para lá do e contra o trabalho, desertar colectivamente do regime da mobilização, manifestar a existência de uma vitalidade e de uma disciplina na própria desmobilização é um crime que uma civilização com a corda na gargante não está nem perto de nos perdoar; é, na realidade, a única forma de lhe sobreviver.&#8221;</p>
<p>De Vaneigem:</p>
<p>&#8221; O espetáculo ideológico se mantém em dia trazendo constantamente à tona antagonismos artificiais e inofensivos: você é contra ou a favor a Briggitte Bardot, os Beatles, os velhos, a CUT, as mini-saias, a pop-art, a guerra termo-nuclear, pegar carona?&#8221;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86842/#comment-143635</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2013 09:42:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rui Matias,

de facto, a questão por si colocada das fases de transição também é patente ao nível da ambiguidade de que eu tenho falado nestes artigos. Ou seja, apesar de ser inegável que existem aspectos de Marx que se propõem romper com o Estado e com a exploração, também me parece inegável que Marx quer manter a centralização do Estado e a existência de uma autoridade separada do controlo dos trabalhadores. Para se chegar ao primeiro vector (a ruptura com o Estado e sua futura abolição), nada como defender o seu reforço. Numa rede social alguém comentou este meu artigo dizendo que não estava de acordo comigo porque o Marx defendia a destruição do Estado. Em termos de princípio, isso é inegável. Contudo, de um ponto de vista concreto, a tensão entre um vector dissolvente do Estado (para uma sociedade longínqua) e a defesa de um reforço do Estado (no imediato) só podem demonstrar que o projecto é estatista. Ainda por cima, a experiência que, ao tempo, foi uma tentativa directa e imediata de extinção do Estado central pela auto-organização dos e pelos trabalhadores, Marx viu-a como insuficiente do ponto de vista da centralização do Estado...

O mais bizarro no marxismo ortodoxo é que perante as experiências autónomas e desenvolvidas pelos trabalhadores, e quando estas fracassam, o marxismo ortodoxo defende que o que falhou foi a falta de mais Estado, mais centralização de decisões, maior aparato burocrático e militar. Só isso explica que em vez de dizer que o que falta para que as experiências autónomas vençam é sempre mais e mais auto-organização, o marxismo ortodoxo defende precisamente os princípios de organização social opostos. E assim ficaríamos eternamente num capitalismo de Estado, a que chamam de socialismo, enviando a possibilidade do comunismo para as calendas gregas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rui Matias,</p>
<p>de facto, a questão por si colocada das fases de transição também é patente ao nível da ambiguidade de que eu tenho falado nestes artigos. Ou seja, apesar de ser inegável que existem aspectos de Marx que se propõem romper com o Estado e com a exploração, também me parece inegável que Marx quer manter a centralização do Estado e a existência de uma autoridade separada do controlo dos trabalhadores. Para se chegar ao primeiro vector (a ruptura com o Estado e sua futura abolição), nada como defender o seu reforço. Numa rede social alguém comentou este meu artigo dizendo que não estava de acordo comigo porque o Marx defendia a destruição do Estado. Em termos de princípio, isso é inegável. Contudo, de um ponto de vista concreto, a tensão entre um vector dissolvente do Estado (para uma sociedade longínqua) e a defesa de um reforço do Estado (no imediato) só podem demonstrar que o projecto é estatista. Ainda por cima, a experiência que, ao tempo, foi uma tentativa directa e imediata de extinção do Estado central pela auto-organização dos e pelos trabalhadores, Marx viu-a como insuficiente do ponto de vista da centralização do Estado&#8230;</p>
<p>O mais bizarro no marxismo ortodoxo é que perante as experiências autónomas e desenvolvidas pelos trabalhadores, e quando estas fracassam, o marxismo ortodoxo defende que o que falhou foi a falta de mais Estado, mais centralização de decisões, maior aparato burocrático e militar. Só isso explica que em vez de dizer que o que falta para que as experiências autónomas vençam é sempre mais e mais auto-organização, o marxismo ortodoxo defende precisamente os princípios de organização social opostos. E assim ficaríamos eternamente num capitalismo de Estado, a que chamam de socialismo, enviando a possibilidade do comunismo para as calendas gregas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86842/#comment-143550</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2013 22:36:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre o tema do nacionalismo económico na época da transnacionalização do capital -- que está subjacente à questão evocada pelo leitor que assina «tiqqun» -- o &lt;em&gt;Passa Palavra&lt;/em&gt; publicou abundantemente, e sem esperar pelo tal leilão, artigos assinados pelo colectivo, outros da autoria de João Valente Aguiar, outros meus e se não me engano mais ainda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o tema do nacionalismo económico na época da transnacionalização do capital &#8212; que está subjacente à questão evocada pelo leitor que assina «tiqqun» &#8212; o <em>Passa Palavra</em> publicou abundantemente, e sem esperar pelo tal leilão, artigos assinados pelo colectivo, outros da autoria de João Valente Aguiar, outros meus e se não me engano mais ainda.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86842/#comment-143548</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2013 22:31:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tiqqun,
você poderia contribuir para este debate postando aqui no PP algum texto seu sobre o tema, já que tudo indica que você esteve debruçado sobre este tema há mais tempo que os demais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tiqqun,<br />
você poderia contribuir para este debate postando aqui no PP algum texto seu sobre o tema, já que tudo indica que você esteve debruçado sobre este tema há mais tempo que os demais.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rui Matias		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86842/#comment-143547</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rui Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2013 22:31:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João, a presunção de Marx da necessidade de 2 fases no desenvolvimento da sociedade comunista,sendo a 1ª a negação do sistema da propriedade e a 2ª o comunismo gerado a partir de si mesmo, teria que papel para vc na manipulação ideológica das tensões que vc bem aponta no sistema teórico de Marx? Na práctica parece-me jogar as possibilidades de uma emancipação efetiva da humanidade para as calendas e assim resolvendo as ambiguidades no sentido do estatismo e do nacionalismo. Seria esta a principal função do campo ideológico das teorias que pensam a necessidade de fases de transição para a emancipação dos trabalhadores?
Saudações]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João, a presunção de Marx da necessidade de 2 fases no desenvolvimento da sociedade comunista,sendo a 1ª a negação do sistema da propriedade e a 2ª o comunismo gerado a partir de si mesmo, teria que papel para vc na manipulação ideológica das tensões que vc bem aponta no sistema teórico de Marx? Na práctica parece-me jogar as possibilidades de uma emancipação efetiva da humanidade para as calendas e assim resolvendo as ambiguidades no sentido do estatismo e do nacionalismo. Seria esta a principal função do campo ideológico das teorias que pensam a necessidade de fases de transição para a emancipação dos trabalhadores?<br />
Saudações</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: tiqqun		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86842/#comment-143532</link>

		<dc:creator><![CDATA[tiqqun]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2013 20:46:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Só para auxiliar aos que não tem tido o tempo para a &quot;reflexão&quot;, segue aluns links sobre o tema:

http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=8955:manchete161013&#038;catid=34:manchete

http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=8959%3Asubmanchete171013&#038;catid=72%3Aimagens-rolantes&#038;

http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=8958%3Amanchete171013&#038;catid=72%3Aimagens-rolantes&#038;

http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=8965%3Asubmanchete181013&#038;catid=72%3Aimagens-rolantes&#038;

Inclui farto material sobre a Ação Popular contra o leilao.Boa leitura , a quem se interessar pelos &quot;temas menores&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só para auxiliar aos que não tem tido o tempo para a &#8220;reflexão&#8221;, segue aluns links sobre o tema:</p>
<p><a href="http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=8955:manchete161013&#038;catid=34:manchete" rel="nofollow ugc">http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=8955:manchete161013&#038;catid=34:manchete</a></p>
<p><a href="http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=8959%3Asubmanchete171013&#038;catid=72%3Aimagens-rolantes&#038;amp" rel="nofollow ugc">http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=8959%3Asubmanchete171013&#038;catid=72%3Aimagens-rolantes&#038;amp</a>;</p>
<p><a href="http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=8958%3Amanchete171013&#038;catid=72%3Aimagens-rolantes&#038;amp" rel="nofollow ugc">http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=8958%3Amanchete171013&#038;catid=72%3Aimagens-rolantes&#038;amp</a>;</p>
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<p>Inclui farto material sobre a Ação Popular contra o leilao.Boa leitura , a quem se interessar pelos &#8220;temas menores&#8221;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: tiqqun		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86842/#comment-143530</link>

		<dc:creator><![CDATA[tiqqun]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2013 20:40:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não esperamos, nem queremos, que o PP seja um retuíte do dia. Mas o debate sobre o pré-sal tornou-se relevante, não é uma quinquilharia qualquer. Tanto é assim que a direita e os neoliberais de toda cor, tomaram conta do assunto. No mínimo a esquerda anticapitalista poderia estar denunciando a segunda onda da que os tucanos começaram, e o que o PT finaliza com chave de ouro, para a banca.

E nós com isso, não é mesmo Lucas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não esperamos, nem queremos, que o PP seja um retuíte do dia. Mas o debate sobre o pré-sal tornou-se relevante, não é uma quinquilharia qualquer. Tanto é assim que a direita e os neoliberais de toda cor, tomaram conta do assunto. No mínimo a esquerda anticapitalista poderia estar denunciando a segunda onda da que os tucanos começaram, e o que o PT finaliza com chave de ouro, para a banca.</p>
<p>E nós com isso, não é mesmo Lucas?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86842/#comment-143512</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2013 18:49:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Karl Marx escreveu um texto chamado &quot;O Capital - Crítica da Economia Política&quot; que, no conjunto dos seus vários manuscritos e volumes, contém mais de 4 mil páginas. Entretanto, ainda teve tempo de ajudar a fundar e a organizar a Associação Internacional dos Trabalhadores e a Liga dos Comunistas. O teoricismo só existe na cabeça dos preguiçosos que pensam poder substituir o debate político pelo voluntarismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Karl Marx escreveu um texto chamado &#8220;O Capital &#8211; Crítica da Economia Política&#8221; que, no conjunto dos seus vários manuscritos e volumes, contém mais de 4 mil páginas. Entretanto, ainda teve tempo de ajudar a fundar e a organizar a Associação Internacional dos Trabalhadores e a Liga dos Comunistas. O teoricismo só existe na cabeça dos preguiçosos que pensam poder substituir o debate político pelo voluntarismo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/10/86842/#comment-143501</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2013 17:21:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eita, mas a idéia é manter um site de reflexão e debate ou um twitter com os furos do dia?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eita, mas a idéia é manter um site de reflexão e debate ou um twitter com os furos do dia?</p>
]]></content:encoded>
		
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