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	Comentários sobre: Marx e a nação. Um abraço pela frente e uma facada por trás &#8211; VI. As duas esquerdas dos gestores	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/87845/#comment-147878</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2013 17:20:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um trecho da obra indicada por João Bernardo, organizada por Paul W. Blackstock e Bert F. Hoselitz, pode ser conferido aqui: http://www.marxists.org/archive/marx/works/subject/russia/crimean-war.htm; Outras coisas interessantes podem ser conferidas aqui: http://www.marxists.org/archive/marx/works/subject/russia/index.htm; aqui: http://www.marxists.org/archive/marx/works/subject/newspapers/index.htm; e aqui: http://www.marxists.org/archive/marx/works/subject/newspapers/neue-rheinische-zeitung.htm.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um trecho da obra indicada por João Bernardo, organizada por Paul W. Blackstock e Bert F. Hoselitz, pode ser conferido aqui: <a href="http://www.marxists.org/archive/marx/works/subject/russia/crimean-war.htm" rel="nofollow ugc">http://www.marxists.org/archive/marx/works/subject/russia/crimean-war.htm</a>; Outras coisas interessantes podem ser conferidas aqui: <a href="http://www.marxists.org/archive/marx/works/subject/russia/index.htm" rel="nofollow ugc">http://www.marxists.org/archive/marx/works/subject/russia/index.htm</a>; aqui: <a href="http://www.marxists.org/archive/marx/works/subject/newspapers/index.htm" rel="nofollow ugc">http://www.marxists.org/archive/marx/works/subject/newspapers/index.htm</a>; e aqui: <a href="http://www.marxists.org/archive/marx/works/subject/newspapers/neue-rheinische-zeitung.htm" rel="nofollow ugc">http://www.marxists.org/archive/marx/works/subject/newspapers/neue-rheinische-zeitung.htm</a>.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/87845/#comment-147651</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2013 15:58:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Zé,

obrigado pela sua precisão com a qual concordo no fundamental e que em nada modifica o meu argumento.

João Bernardo,

sobre «a contraditoriedade interna do marxismo, inclusivamente a contradição entre a perspectiva de classe e a de nação», basta dizer que os ortodoxos nunca estão interessados em rebater os argumentos contrários. Para eles não é a relação capital-trabalho (e da qual pouco compreendem) que está no centro das contradições do capitalismo, mas a pátria e daí que, com a crise europeia, quase só se ouça falar em destruição do país e da economia nacional. Curiosamente sobre o processo de preparação de uma nova fase de avanço do capitalismo na Europa, nada disso lhes interessa. Pudera, se para eles é mais importante a solidariedade entre cidadãos nacionais do que entre trabalhadores de todas as nacionalidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Zé,</p>
<p>obrigado pela sua precisão com a qual concordo no fundamental e que em nada modifica o meu argumento.</p>
<p>João Bernardo,</p>
<p>sobre «a contraditoriedade interna do marxismo, inclusivamente a contradição entre a perspectiva de classe e a de nação», basta dizer que os ortodoxos nunca estão interessados em rebater os argumentos contrários. Para eles não é a relação capital-trabalho (e da qual pouco compreendem) que está no centro das contradições do capitalismo, mas a pátria e daí que, com a crise europeia, quase só se ouça falar em destruição do país e da economia nacional. Curiosamente sobre o processo de preparação de uma nova fase de avanço do capitalismo na Europa, nada disso lhes interessa. Pudera, se para eles é mais importante a solidariedade entre cidadãos nacionais do que entre trabalhadores de todas as nacionalidades.</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/87845/#comment-147615</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2013 13:20:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não vejo o dia em que haja um número apreciável de marxistas a abandonar a fé e a assumir a necessária maturidade. Marx, como qualquer outro autor, deve ser analisado no sistema das suas contradições. Mas a esmagadora maioria dos marxistas faz o contrário. Em primeiro lugar, corta as obras de Marx às tesouradas para ficar com o que gosta e esquecer aquilo de que não gosta, em vez de articular tudo numa estrutura coerente, que dê a chave daquela contraditoriedade. Em segundo lugar, em vez de confrontar as teses de Marx com os factos históricos, tanto económicos como políticos, entrega-se a meros exercícios dedutivos, fundando uma escolástica marxista. Em livros e artigos, alguns neste site, procurei chamar a atenção para a contraditoriedade interna do marxismo, inclusivamente para a contradição entre a perspectiva de classe e a de nação. Já desisti de o fazer de novo. Há uma única coisa que quero repetir agora. Quem pretende que não existe na obra de Marx ou na de Engels nada de nacionalista deveria ler os textos e obras reunidos nestas duas antologias: Paul W. Blackstock e Bert F. Hoselitz (orgs.), &lt;em&gt;The Russian Menace to Europe, by Karl Marx and Friedrich Engels&lt;/em&gt;, Glencoe: Free Press, 1952 e Roger Dangeville (org.), &lt;em&gt;Marx et Engels. Écrits Militaires. Violence et Constitution des États Européens Modernes&lt;/em&gt;, Paris: L’Herne, 1970. Antes de lerem estas duas antologias não podem dizer nada de sensato sobre o assunto. Mas se quiserem preservar a fé e dedicar-se à escolástica, então não precisam de ler.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não vejo o dia em que haja um número apreciável de marxistas a abandonar a fé e a assumir a necessária maturidade. Marx, como qualquer outro autor, deve ser analisado no sistema das suas contradições. Mas a esmagadora maioria dos marxistas faz o contrário. Em primeiro lugar, corta as obras de Marx às tesouradas para ficar com o que gosta e esquecer aquilo de que não gosta, em vez de articular tudo numa estrutura coerente, que dê a chave daquela contraditoriedade. Em segundo lugar, em vez de confrontar as teses de Marx com os factos históricos, tanto económicos como políticos, entrega-se a meros exercícios dedutivos, fundando uma escolástica marxista. Em livros e artigos, alguns neste site, procurei chamar a atenção para a contraditoriedade interna do marxismo, inclusivamente para a contradição entre a perspectiva de classe e a de nação. Já desisti de o fazer de novo. Há uma única coisa que quero repetir agora. Quem pretende que não existe na obra de Marx ou na de Engels nada de nacionalista deveria ler os textos e obras reunidos nestas duas antologias: Paul W. Blackstock e Bert F. Hoselitz (orgs.), <em>The Russian Menace to Europe, by Karl Marx and Friedrich Engels</em>, Glencoe: Free Press, 1952 e Roger Dangeville (org.), <em>Marx et Engels. Écrits Militaires. Violence et Constitution des États Européens Modernes</em>, Paris: L’Herne, 1970. Antes de lerem estas duas antologias não podem dizer nada de sensato sobre o assunto. Mas se quiserem preservar a fé e dedicar-se à escolástica, então não precisam de ler.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Zé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/87845/#comment-147542</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2013 05:51:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João Valente,
Parabéns pela solidez de um texto que muito nos fornece de esclarecimento para a verificação prática das potencialidades e limites da obra de Marx hoje.
No entanto, embora o questionamento de André revele que ele leu o que você de fato não escreveu, há neste ponto sobre o marxismo do PT uma necessidade, em meu entender, de maior precisão na redação, entendimento que se baseia em uma experiência pessoal de 11 anos no interior desse partido (1982 a 1993).
Penso que seria mais rigoroso afirmar que o PT foi um Partido &quot;com presença marxista desde a origem&quot; ao invés de Partido de &quot;origem marxista&quot;. Tal diferença torna-se obrigatória pois pois nos remete ao nível de recepção pelo PT em seu conjunto da teoria marxiana ou mesmo marxista (enquanto determinada linha interpretativa de seu pensamento).
Aqueles que se reivindicavam de Marx sempre foram minoritários no PT desde a sua fundação e proposições baseadas em Marx e apresentadas em seus fóruns deliberativos sempre receberam uma acolhida seletiva e/ou periférica de modo a não alterar o rumo do que se definiu desde 1987 no chamado &quot;socialismo petista&quot; (versão brasileira do reformismo social-democrata). Sumariamente importa aqui identificar a composição de forças que confluíram para a fundação do PT em 1980:
1)A Igreja progressista, que, naquele momento, não tinha alternativa partidária ao PCB e PCdoB que fosse , ao mesmo tempo, de esquerda e anticomunista a oferecer aos seus integrantes que queriam fazer política junto aos &quot;pobres&quot; sem ter abandonar a batina e migrar para o &quot;comunismo ateu&quot;;
2) Uma intelectualidade de extração camada média, desejosa de atuar na institucionalidade estatal, que naquele momento não se sentia contemplada pelo único partido de oposição existente (MDB);
3)O núcleo de sindicalistas ditos &quot;autênticos&quot; que promoveu uma relativa &quot;oxigenação&quot; em parcela do aparelho sindical oficial estatal e não apresentava, naquele momento, um projeto político claro, mas que rapidamente valeu-se de suas relações sindicais com a social-democracia europeia para suprir tal lacuna; 
4) A esquerda marxista, extremamente fragmentada em termos organizativos, programáticos e estratégicos.
Foi da fusão dos 3 primeiros setores que, em 1983/4, nasceu a corrente majoritária que nunca perdeu o controle do PT.
Nesse processo, a esquerda marxista que não se adaptou e se incorporou plenamente à social-democracia petista, dele saiu ou foi expulsa. Quem permaneceu como tendência interna teve de se submeter ao enquadramento estabelecido pela corrente majoritária.
Embora nada disso invalide o raciocínio nem as conclusões do texto, penso ser importante corrigir essa leve imprecisão.
Mais uma vez parabéns pelo texto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João Valente,<br />
Parabéns pela solidez de um texto que muito nos fornece de esclarecimento para a verificação prática das potencialidades e limites da obra de Marx hoje.<br />
No entanto, embora o questionamento de André revele que ele leu o que você de fato não escreveu, há neste ponto sobre o marxismo do PT uma necessidade, em meu entender, de maior precisão na redação, entendimento que se baseia em uma experiência pessoal de 11 anos no interior desse partido (1982 a 1993).<br />
Penso que seria mais rigoroso afirmar que o PT foi um Partido &#8220;com presença marxista desde a origem&#8221; ao invés de Partido de &#8220;origem marxista&#8221;. Tal diferença torna-se obrigatória pois pois nos remete ao nível de recepção pelo PT em seu conjunto da teoria marxiana ou mesmo marxista (enquanto determinada linha interpretativa de seu pensamento).<br />
Aqueles que se reivindicavam de Marx sempre foram minoritários no PT desde a sua fundação e proposições baseadas em Marx e apresentadas em seus fóruns deliberativos sempre receberam uma acolhida seletiva e/ou periférica de modo a não alterar o rumo do que se definiu desde 1987 no chamado &#8220;socialismo petista&#8221; (versão brasileira do reformismo social-democrata). Sumariamente importa aqui identificar a composição de forças que confluíram para a fundação do PT em 1980:<br />
1)A Igreja progressista, que, naquele momento, não tinha alternativa partidária ao PCB e PCdoB que fosse , ao mesmo tempo, de esquerda e anticomunista a oferecer aos seus integrantes que queriam fazer política junto aos &#8220;pobres&#8221; sem ter abandonar a batina e migrar para o &#8220;comunismo ateu&#8221;;<br />
2) Uma intelectualidade de extração camada média, desejosa de atuar na institucionalidade estatal, que naquele momento não se sentia contemplada pelo único partido de oposição existente (MDB);<br />
3)O núcleo de sindicalistas ditos &#8220;autênticos&#8221; que promoveu uma relativa &#8220;oxigenação&#8221; em parcela do aparelho sindical oficial estatal e não apresentava, naquele momento, um projeto político claro, mas que rapidamente valeu-se de suas relações sindicais com a social-democracia europeia para suprir tal lacuna;<br />
4) A esquerda marxista, extremamente fragmentada em termos organizativos, programáticos e estratégicos.<br />
Foi da fusão dos 3 primeiros setores que, em 1983/4, nasceu a corrente majoritária que nunca perdeu o controle do PT.<br />
Nesse processo, a esquerda marxista que não se adaptou e se incorporou plenamente à social-democracia petista, dele saiu ou foi expulsa. Quem permaneceu como tendência interna teve de se submeter ao enquadramento estabelecido pela corrente majoritária.<br />
Embora nada disso invalide o raciocínio nem as conclusões do texto, penso ser importante corrigir essa leve imprecisão.<br />
Mais uma vez parabéns pelo texto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/87845/#comment-147493</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2013 01:45:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Andre,

procure no texto e diga onde é que eu escrevi que o PT é marxista...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Andre,</p>
<p>procure no texto e diga onde é que eu escrevi que o PT é marxista&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Andre		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/87845/#comment-147477</link>

		<dc:creator><![CDATA[Andre]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2013 00:05:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ME desculpe, mas como brasileiro me sinto ofendido de ver o PT ser chamado de marxista. A maioria dos grupos que se reividicavam marxistas no PT já sairam dele a muito tempo e o que ainda resta é uma minoria que não tem qualquer expressividade ou influência nas decisões do partido e menos ainda do governo. Lula nunca foi marxista nem na teoria e nem na prática,aliás segundo ele mesmo, nem de esquerda ele é. Atacar o PT tudo bem,ele merce mesmo,mas não use o PT para atacar Marx ou marxismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ME desculpe, mas como brasileiro me sinto ofendido de ver o PT ser chamado de marxista. A maioria dos grupos que se reividicavam marxistas no PT já sairam dele a muito tempo e o que ainda resta é uma minoria que não tem qualquer expressividade ou influência nas decisões do partido e menos ainda do governo. Lula nunca foi marxista nem na teoria e nem na prática,aliás segundo ele mesmo, nem de esquerda ele é. Atacar o PT tudo bem,ele merce mesmo,mas não use o PT para atacar Marx ou marxismo.</p>
]]></content:encoded>
		
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