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	Comentários sobre: Salvador: ganhando por fora, perdendo por dentro	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Vavá		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88110/#comment-148055</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vavá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2013 15:44:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Daniel,
Eis que alguém escreve um texto de fôlego, descritivo e analítico, sobre o junho soteropolitano. Parabéns, o texto é bastante consistente quanto às disputas travadas internamente na frente “MPL-Salvador” (criada em junho) e as projeções estão bem fundamentadas.
A minha contribuição ao debate:
Salvador manteve os “coxinhas” fora da revolta, mas não soube barrar os pelegos governistas.
Até hj o aspecto mais anunciado – mas não analisado – nas manifestações de Salvador tem sido o seu caráter de “esquerda”, condensado nas ausência dos “coxinhas” e na centralidade da bandeira “Tarifa Zero”. Mas nada dizia-se (antes do seu texto) sobre a assimilação do movimento pelo peleguismo governista – com exceção de alguns debates virtuais ou do relato de uma das manifestações publicadas aqui no PP – (LINK). Talvez fosse cedo demais. Ou talvez estivéssemos iludidos com a possibilidade de hegemonização autonomista dentro da frente MPL-Salvador. Eu me encontro entre os iludidos. Num comentário  a um texto neste site, em XX XX XX, escrevi: (Citação). Acreditava que as críticas ao aparelhamento partidário seriam suficientes.
E até certo ponto foi suficiente. Em particular, lembro que numa assembleia lotada no passeio público foram feitas duras criticas a tentativa do PCdoB de liderar a manifestação ocorrida no dia anterior rumo à prefeitura. Os diversos filiados àquele partido, presentes na assembleia, não contestaram as críticas e ainda foram obrigados a presenciar a votação de uma medida anti-aparelhamento: a partir dali, seriam as bandeiras “Tarifa Zero” e “Contra a Copa” que liderariam as manifestações. Para além desta vitória, talvez a mais contundente tenha sido a substituição da mesa de representantes partidários, já relatada por você no artigo acima. 
Então, como é que num cenário de crítica generalizada ao aparelhamento partidário (governista) e democracia direta, os partidos voltam a controlar uma frente autônoma?
Duas causas: 1 - a nossa indecisão em disputar o espaço a valer e apresentar um programa e estruturas internas coerentes com a crítica que a maioria fazia; 2 – os partidos usaram uma arma contra a qual não estávamos preparados: a dissimulação através de dois líderes carismáticos (também identificadas no seu texto).
Em relação à causa n.1, não há muito o que dizer. Não estávamos bem articulados no início e quando acordamos, o trem já havia partido. O caráter autônomo da frente “MPL-Salvador” já estava perdido. E a solução foi abdicar de um espaço que ajudamos a construir desde o início para formar algo “novo”. Daí a formação dos dois novos coletivos (CTZ e UIPL).
Tudo bem, nada de tão surpreendente assim. Mas já a causa n. 2, essa sim me surpreende e deve ser analisada para que não se repita em outros lugares. Em todas as assembleias, os filiados a partidos governistas ao invés de se afirmarem militantes do partido X ou Y, diziam ser somente membros de associações representativas. O cara ia falar na assembleia e antes de defender qual deveria ser a reivindicação central da manifestação, dizia: “Meu nome é XXX e eu sou da entidade estudantil Y/do sindicato Z ou do mov. negro e a minha proposta é…”. E não dizia que era da executiva de um partido governista. Não estou insinuando que devêssemos expurgar os filiados a partidos governistas, mas demonstrando como o disfarce e a dissimulação formavam a tática inicial que daria inicio a assimilação. Lembro bem como essa tática foi usada pelo PCdoB e PT para elegerem afiliados para a mesa das assembleias e assim manobrar quando houvesse oportunidade. Essa estratégia fracassou. Com o tempo, os afiliados acabaram identificados e desencorajados. 
A essa altura, lá para fins de junho, até pensei que o movimento fosse continuar a adotar espontaneamente um programa crítico de esquerda casado a estratégia de luta autonomista, com decisões em assembleias, comissões temporárias, rotatividade das tarefas, ações de rua e não de gabinete.   
Mas é ai, no inicio de julho, que os partidos governistas vão reaparecer com uma tática renovada, na famosa assembleia que elegeu representantes do movimento para a primeira audiência pública. Já tínhamos vencido os governistas para que não houvesse reuniões a portas fechadas com a prefeitura, para que as reivindicações fossem simplesmente lidas em pça publica e protocoladas, para que a tarifa zero fosse central (e não a reforma política ou 10% do PIB para a educação)… por que não conseguiríamos compor uma mesa de representantes independentes para a audiência pública?
Nós fomos surpreendidos pelo discurso oportunista de indivíduos que até então se apresentavam como independentes, mas que a partir dali iriam promover os partidos governistas dentro do movimento. A utilização dessas figuras marcou o início da atual fase do “MPL-Salvador”. Os partidos não precisam se expor nos debates pois, duas ou três pessoas com status de independentes garantem o controle partidário (e governista) do movimento. 
Mas não para aí. Para que a base governista se impusesse foi necessário, além dos dois líderes “independentes” partidários-governistas, a mimetização das práticas autonomistas/ libertárias. Daí as bandeiras negras, as comissões, assembleias, ação direta (passe livre) e etc. Não era permitidos estar nas ruas de salvador sem seguir estes códigos. 
E é desse modo que os governistas mantem o controle sobre o movimento. Muita forma, pouco conteúdo. Mantem o nome “MPL”, as assembleias, comissões, ação direta e nos documentos não defendem a tarifa zero, mas sim a “tarifa social”. A tarifa zero, segundo  o último comunicado oficial da frente, seria um objetivo “ a medio e longo prazo” – dito dessa maneira, sem especificar nem quando, nem como será alcançado. Tarifa zero só para constar. 
Pois é, fala-se tanto da infiltração da direita na revolta no Brasil, mas e o que dizer da assimilação das lutas de junho pelo peleguismo governista? Será que foi só em Salvador que os governistas, travestidos de autonomistas, tiveram o cinismo de brandir “Esquerdismo, doença infantil do comunismo” contra os que se posicionavam contra a institucionalidade e o personalismo? Uma contradição trágica e característica do escroto mimetismo político praticado.
 
Resta dizer que fomos nós que sugerimos a cor e os acessórios do disfarce.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel,<br />
Eis que alguém escreve um texto de fôlego, descritivo e analítico, sobre o junho soteropolitano. Parabéns, o texto é bastante consistente quanto às disputas travadas internamente na frente “MPL-Salvador” (criada em junho) e as projeções estão bem fundamentadas.<br />
A minha contribuição ao debate:<br />
Salvador manteve os “coxinhas” fora da revolta, mas não soube barrar os pelegos governistas.<br />
Até hj o aspecto mais anunciado – mas não analisado – nas manifestações de Salvador tem sido o seu caráter de “esquerda”, condensado nas ausência dos “coxinhas” e na centralidade da bandeira “Tarifa Zero”. Mas nada dizia-se (antes do seu texto) sobre a assimilação do movimento pelo peleguismo governista – com exceção de alguns debates virtuais ou do relato de uma das manifestações publicadas aqui no PP – (LINK). Talvez fosse cedo demais. Ou talvez estivéssemos iludidos com a possibilidade de hegemonização autonomista dentro da frente MPL-Salvador. Eu me encontro entre os iludidos. Num comentário  a um texto neste site, em XX XX XX, escrevi: (Citação). Acreditava que as críticas ao aparelhamento partidário seriam suficientes.<br />
E até certo ponto foi suficiente. Em particular, lembro que numa assembleia lotada no passeio público foram feitas duras criticas a tentativa do PCdoB de liderar a manifestação ocorrida no dia anterior rumo à prefeitura. Os diversos filiados àquele partido, presentes na assembleia, não contestaram as críticas e ainda foram obrigados a presenciar a votação de uma medida anti-aparelhamento: a partir dali, seriam as bandeiras “Tarifa Zero” e “Contra a Copa” que liderariam as manifestações. Para além desta vitória, talvez a mais contundente tenha sido a substituição da mesa de representantes partidários, já relatada por você no artigo acima.<br />
Então, como é que num cenário de crítica generalizada ao aparelhamento partidário (governista) e democracia direta, os partidos voltam a controlar uma frente autônoma?<br />
Duas causas: 1 &#8211; a nossa indecisão em disputar o espaço a valer e apresentar um programa e estruturas internas coerentes com a crítica que a maioria fazia; 2 – os partidos usaram uma arma contra a qual não estávamos preparados: a dissimulação através de dois líderes carismáticos (também identificadas no seu texto).<br />
Em relação à causa n.1, não há muito o que dizer. Não estávamos bem articulados no início e quando acordamos, o trem já havia partido. O caráter autônomo da frente “MPL-Salvador” já estava perdido. E a solução foi abdicar de um espaço que ajudamos a construir desde o início para formar algo “novo”. Daí a formação dos dois novos coletivos (CTZ e UIPL).<br />
Tudo bem, nada de tão surpreendente assim. Mas já a causa n. 2, essa sim me surpreende e deve ser analisada para que não se repita em outros lugares. Em todas as assembleias, os filiados a partidos governistas ao invés de se afirmarem militantes do partido X ou Y, diziam ser somente membros de associações representativas. O cara ia falar na assembleia e antes de defender qual deveria ser a reivindicação central da manifestação, dizia: “Meu nome é XXX e eu sou da entidade estudantil Y/do sindicato Z ou do mov. negro e a minha proposta é…”. E não dizia que era da executiva de um partido governista. Não estou insinuando que devêssemos expurgar os filiados a partidos governistas, mas demonstrando como o disfarce e a dissimulação formavam a tática inicial que daria inicio a assimilação. Lembro bem como essa tática foi usada pelo PCdoB e PT para elegerem afiliados para a mesa das assembleias e assim manobrar quando houvesse oportunidade. Essa estratégia fracassou. Com o tempo, os afiliados acabaram identificados e desencorajados.<br />
A essa altura, lá para fins de junho, até pensei que o movimento fosse continuar a adotar espontaneamente um programa crítico de esquerda casado a estratégia de luta autonomista, com decisões em assembleias, comissões temporárias, rotatividade das tarefas, ações de rua e não de gabinete.<br />
Mas é ai, no inicio de julho, que os partidos governistas vão reaparecer com uma tática renovada, na famosa assembleia que elegeu representantes do movimento para a primeira audiência pública. Já tínhamos vencido os governistas para que não houvesse reuniões a portas fechadas com a prefeitura, para que as reivindicações fossem simplesmente lidas em pça publica e protocoladas, para que a tarifa zero fosse central (e não a reforma política ou 10% do PIB para a educação)… por que não conseguiríamos compor uma mesa de representantes independentes para a audiência pública?<br />
Nós fomos surpreendidos pelo discurso oportunista de indivíduos que até então se apresentavam como independentes, mas que a partir dali iriam promover os partidos governistas dentro do movimento. A utilização dessas figuras marcou o início da atual fase do “MPL-Salvador”. Os partidos não precisam se expor nos debates pois, duas ou três pessoas com status de independentes garantem o controle partidário (e governista) do movimento.<br />
Mas não para aí. Para que a base governista se impusesse foi necessário, além dos dois líderes “independentes” partidários-governistas, a mimetização das práticas autonomistas/ libertárias. Daí as bandeiras negras, as comissões, assembleias, ação direta (passe livre) e etc. Não era permitidos estar nas ruas de salvador sem seguir estes códigos.<br />
E é desse modo que os governistas mantem o controle sobre o movimento. Muita forma, pouco conteúdo. Mantem o nome “MPL”, as assembleias, comissões, ação direta e nos documentos não defendem a tarifa zero, mas sim a “tarifa social”. A tarifa zero, segundo  o último comunicado oficial da frente, seria um objetivo “ a medio e longo prazo” – dito dessa maneira, sem especificar nem quando, nem como será alcançado. Tarifa zero só para constar.<br />
Pois é, fala-se tanto da infiltração da direita na revolta no Brasil, mas e o que dizer da assimilação das lutas de junho pelo peleguismo governista? Será que foi só em Salvador que os governistas, travestidos de autonomistas, tiveram o cinismo de brandir “Esquerdismo, doença infantil do comunismo” contra os que se posicionavam contra a institucionalidade e o personalismo? Uma contradição trágica e característica do escroto mimetismo político praticado.</p>
<p>Resta dizer que fomos nós que sugerimos a cor e os acessórios do disfarce.</p>
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		<title>
		Por: Daniel Caribé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88110/#comment-147378</link>

		<dc:creator><![CDATA[Daniel Caribé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2013 15:03:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=88110#comment-147378</guid>

					<description><![CDATA[Quintela: 

1) Primeiro você tem que aprender a argumentar para podermos travar um debate qualificado. Você afirma, a partir da negação, que os coxinhas em Salvador tiveram vez, para além do ato do Iguatemi. Seria interessante que desenvolvessem isto com fatos, argumentos e paciência. Se tiver dificuldade em usar das palavras, desenhe mesmo. Quem sabe ilustro o próximo artigo com suas artes;

2) Em nenhum momento disse ou deixei de dizer que a culpa de não acontecer a reforma política foi da presidenta. Disse apenas que não aconteceu. Isto é um fato. E disse que não é do interesse do PT, nem ele tem a força, para fazer esta reforma. Curioso é que de tudo que está escrito seja exatamente isto que tenha te chamado a atenção. O que me interessa não são os políticos, mas a força dos movimentos sociais e suas encruzilhadas. O que me preocupou naquele momento não foi, portanto, a correlação de forças no congresso ou entre os políticos e as elites, mas a ilusão em que muitos caíram após o pronunciamento da presidenta. Achei correto os movimentos sociais não perderem tempo pressionando os políticos, mas achei um equívoco saírem em defesa do governo. E foi exatamente por isto que perderam uma grande oportunidade de mudar as instituições a partir de fora delas;

3) Me agrada muito, sem um pingo de ironia, que os defensores dos governos do PT estejam começando a se interessar por este site. Não vou entrar nos motivos que podem estar levando a isto acontecer, mas não deixa de ser curioso. Seria só legal que parassem de usar certos termos que por aqui não cabem, tipo &quot;articulista&quot;. Sou apenas um militante tentando entender o que se passou. Me ofendi mais com este adjetivo do que o de ignorante e praticante da má fé. Até porque eu não tenho mesmo fé nenhum nestes governos daí e, quanto ao ignorante, a forma como você escreve já nos dá uma ideia de quem não costuma usar do espelho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quintela: </p>
<p>1) Primeiro você tem que aprender a argumentar para podermos travar um debate qualificado. Você afirma, a partir da negação, que os coxinhas em Salvador tiveram vez, para além do ato do Iguatemi. Seria interessante que desenvolvessem isto com fatos, argumentos e paciência. Se tiver dificuldade em usar das palavras, desenhe mesmo. Quem sabe ilustro o próximo artigo com suas artes;</p>
<p>2) Em nenhum momento disse ou deixei de dizer que a culpa de não acontecer a reforma política foi da presidenta. Disse apenas que não aconteceu. Isto é um fato. E disse que não é do interesse do PT, nem ele tem a força, para fazer esta reforma. Curioso é que de tudo que está escrito seja exatamente isto que tenha te chamado a atenção. O que me interessa não são os políticos, mas a força dos movimentos sociais e suas encruzilhadas. O que me preocupou naquele momento não foi, portanto, a correlação de forças no congresso ou entre os políticos e as elites, mas a ilusão em que muitos caíram após o pronunciamento da presidenta. Achei correto os movimentos sociais não perderem tempo pressionando os políticos, mas achei um equívoco saírem em defesa do governo. E foi exatamente por isto que perderam uma grande oportunidade de mudar as instituições a partir de fora delas;</p>
<p>3) Me agrada muito, sem um pingo de ironia, que os defensores dos governos do PT estejam começando a se interessar por este site. Não vou entrar nos motivos que podem estar levando a isto acontecer, mas não deixa de ser curioso. Seria só legal que parassem de usar certos termos que por aqui não cabem, tipo &#8220;articulista&#8221;. Sou apenas um militante tentando entender o que se passou. Me ofendi mais com este adjetivo do que o de ignorante e praticante da má fé. Até porque eu não tenho mesmo fé nenhum nestes governos daí e, quanto ao ignorante, a forma como você escreve já nos dá uma ideia de quem não costuma usar do espelho.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Quintela		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88110/#comment-147347</link>

		<dc:creator><![CDATA[Quintela]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2013 11:33:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aqui os coxinhas não tiveram vez?
A passagem não subiu porque o Sr. prefeito disse que não iria aumentar a passagem a pedido da presidenta.
Muito pelo contrário, nenhum movimento foi feito aqui...
Infelizmente o articulista carece de informações básicas para expor com clareza seu pensamento.
A maior falta porém é o do conhecimento como funciona o sistema politico brasileiro.
Culpa o PT por não ter tido o PLEBISCITO prometido pela presidenta. Ora, qualquer reforma dependo do CONGRESSO.
Vou desenhar: As reformas POLITICAS dependem DOS políticos.
A pressão na presidenta não vai fazer acontecer a reforma politica.
A pressão tem de ser feita no CONGRESSO!!! 
Achar que a presidente pode TUDO... é muita ignorância ou má fé!
É má fé mesmo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui os coxinhas não tiveram vez?<br />
A passagem não subiu porque o Sr. prefeito disse que não iria aumentar a passagem a pedido da presidenta.<br />
Muito pelo contrário, nenhum movimento foi feito aqui&#8230;<br />
Infelizmente o articulista carece de informações básicas para expor com clareza seu pensamento.<br />
A maior falta porém é o do conhecimento como funciona o sistema politico brasileiro.<br />
Culpa o PT por não ter tido o PLEBISCITO prometido pela presidenta. Ora, qualquer reforma dependo do CONGRESSO.<br />
Vou desenhar: As reformas POLITICAS dependem DOS políticos.<br />
A pressão na presidenta não vai fazer acontecer a reforma politica.<br />
A pressão tem de ser feita no CONGRESSO!!!<br />
Achar que a presidente pode TUDO&#8230; é muita ignorância ou má fé!<br />
É má fé mesmo!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Spider		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88110/#comment-147252</link>

		<dc:creator><![CDATA[Spider]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Nov 2013 22:23:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=88110#comment-147252</guid>

					<description><![CDATA[Salvador sempre a frente do seu tempo ou pagando pra ver enquanto assistimos o que acontece lá fora.

O carnaval, o bloco.. pode vir bem antes que a Copa do Mundo, até pq tambem teremos dois ensaios de carnaval no ano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salvador sempre a frente do seu tempo ou pagando pra ver enquanto assistimos o que acontece lá fora.</p>
<p>O carnaval, o bloco.. pode vir bem antes que a Copa do Mundo, até pq tambem teremos dois ensaios de carnaval no ano.</p>
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