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	Comentários sobre: A estratégia dos gestores. I &#8211; Crise económica europeia e instituições de regulação	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Marcelo Lopes de Souza		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Lopes de Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2013 13:03:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Meus parabéns ao Passa Palavra por este lúcido e necessário texto. Para muito além das sempre oportunas &quot;provocações&quot; a propósito dos limites e vícios da &quot;esquerda nacionalista&quot;, ocorre-me frisar que textos como esse artigo, cuja primeira parte ora nos é oferecida, lidam com um tema/uma abordagem que, curiosamente, parece cada vez mais distante de uma grande parcela da esquerda: a Economia Política. Especialmente entre os mais jovens  -  e entre muitos não tão jovens  -, é notável e preocupante o desconhecimento e mesmo o desinteresse em matéria de análise e raciocínio político-econômico. Uma das causas disso é claramente ideológica, e a mim me parece que, vista como &quot;chata&quot; e &quot;pouco charmosa&quot;, a análise político-econômica veio a ser lamentavelmente confundida com o economicismo vulgar. Não é à toa, creio, que experimentamos, desde a década passada, no Brasil e em tantos outros lugares, um crescente prestígio da Antropologia acadêmica e dos &quot;estudos culturais&quot;, em nítido detrimento das análises político-econômicas. Parece que muitos não se dão conta, nem remotamente, de o quanto se desarmam dessa forma. Assim, ao &quot;moralismo&quot; mencionado no texto  -  péssimo e pobre substituto da análise rigorosa  -, convém acrescentar também uma certa distorção &quot;culturalista&quot; que, muito frequentemente, aproveita o abuso (economicista) para desautorizar o uso e se mostra muitas vezes incapaz, inclusive, de politizar a discussão em torno da própria &quot;cultura&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meus parabéns ao Passa Palavra por este lúcido e necessário texto. Para muito além das sempre oportunas &#8220;provocações&#8221; a propósito dos limites e vícios da &#8220;esquerda nacionalista&#8221;, ocorre-me frisar que textos como esse artigo, cuja primeira parte ora nos é oferecida, lidam com um tema/uma abordagem que, curiosamente, parece cada vez mais distante de uma grande parcela da esquerda: a Economia Política. Especialmente entre os mais jovens  &#8211;  e entre muitos não tão jovens  -, é notável e preocupante o desconhecimento e mesmo o desinteresse em matéria de análise e raciocínio político-econômico. Uma das causas disso é claramente ideológica, e a mim me parece que, vista como &#8220;chata&#8221; e &#8220;pouco charmosa&#8221;, a análise político-econômica veio a ser lamentavelmente confundida com o economicismo vulgar. Não é à toa, creio, que experimentamos, desde a década passada, no Brasil e em tantos outros lugares, um crescente prestígio da Antropologia acadêmica e dos &#8220;estudos culturais&#8221;, em nítido detrimento das análises político-econômicas. Parece que muitos não se dão conta, nem remotamente, de o quanto se desarmam dessa forma. Assim, ao &#8220;moralismo&#8221; mencionado no texto  &#8211;  péssimo e pobre substituto da análise rigorosa  -, convém acrescentar também uma certa distorção &#8220;culturalista&#8221; que, muito frequentemente, aproveita o abuso (economicista) para desautorizar o uso e se mostra muitas vezes incapaz, inclusive, de politizar a discussão em torno da própria &#8220;cultura&#8221;.</p>
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