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	Comentários sobre: Notas de um ex-libertário	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: plague		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88650/#comment-256934</link>

		<dc:creator><![CDATA[plague]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2014 12:10:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Somos John Galt, unidos na individualidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Somos John Galt, unidos na individualidade.</p>
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		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88650/#comment-211707</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2014 17:30:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em tempo:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/04/1438019-sou-de-esquerda-mas-ninguem-acredita-diz-fhc.shtml]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempo:<br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/04/1438019-sou-de-esquerda-mas-ninguem-acredita-diz-fhc.shtml" rel="nofollow ugc">http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/04/1438019-sou-de-esquerda-mas-ninguem-acredita-diz-fhc.shtml</a></p>
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		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88650/#comment-211706</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2014 17:25:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Além do comentário acertado do Lucas, e da alta precisão conceitual que o link colado por ele garante à análise do comentário da Marcia, vejo que é isso mesmo, o refluxo das lutas é de tal monta que a pessoa romântica e inocente reproduz cada vírgula da ideologia individualista burguesa e, honestamente consigo própria, pensa que é &quot;libertária&quot;, &quot;anarquista&quot;, &quot;rebelde&quot;, &quot;contestadora&quot; e que está &quot;mudando o mundo&quot;. O capitalismo de &quot;selos verdes&quot; de &quot;sustentabilidade ambiental e responsabilidade social&quot; agradece o novo consumidor proveniente da esquerda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além do comentário acertado do Lucas, e da alta precisão conceitual que o link colado por ele garante à análise do comentário da Marcia, vejo que é isso mesmo, o refluxo das lutas é de tal monta que a pessoa romântica e inocente reproduz cada vírgula da ideologia individualista burguesa e, honestamente consigo própria, pensa que é &#8220;libertária&#8221;, &#8220;anarquista&#8221;, &#8220;rebelde&#8221;, &#8220;contestadora&#8221; e que está &#8220;mudando o mundo&#8221;. O capitalismo de &#8220;selos verdes&#8221; de &#8220;sustentabilidade ambiental e responsabilidade social&#8221; agradece o novo consumidor proveniente da esquerda.</p>
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		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88650/#comment-211184</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2014 03:12:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[é verdade, Marcia. O importante é pensar no reino de Deus, cuidar da vida após a morte e não se deixar levar por discursos superficiais. Se cada um cuidasse um pouco melhor de sua própria alma o mundo seria um lugar mais calmo e ameno, com menos bagunça.
A revolução já está ao nosso alcance, só não a vive quem não quer.
http://www.youtube.com/watch?v=iYMAOi5cJ4A]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>é verdade, Marcia. O importante é pensar no reino de Deus, cuidar da vida após a morte e não se deixar levar por discursos superficiais. Se cada um cuidasse um pouco melhor de sua própria alma o mundo seria um lugar mais calmo e ameno, com menos bagunça.<br />
A revolução já está ao nosso alcance, só não a vive quem não quer.<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=iYMAOi5cJ4A" rel="nofollow ugc">http://www.youtube.com/watch?v=iYMAOi5cJ4A</a></p>
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		<title>
		Por: Marcia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88650/#comment-211099</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2014 21:52:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mundo muda a partir de cada um, os movimentos vinham de fora, a militância era externa.. teve seu tempo. Por sorte, chegou o momento em que cada um começou a fazer sua revolução, a mudança de fato, a interna. Quem entendeu isso passou a se reinventar, e quem não entendeu...  Então, andar de bicicleta, não comer animais, consumir pouco, respeitar a vida e as pessoas, desejar mais crescimento pessoal e menos dinheiro no banco, viver de forma mais honesta consigo mesmo, estar preparado para a ação certa no momento certo... essa é a revolução libertária. É esse o resultado do exercício do anarquismo libertário: mudança pessoal, sabemos que não vamos parar a Montsanto, nem a Ford, nem o resto.. por enquanto não.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo muda a partir de cada um, os movimentos vinham de fora, a militância era externa.. teve seu tempo. Por sorte, chegou o momento em que cada um começou a fazer sua revolução, a mudança de fato, a interna. Quem entendeu isso passou a se reinventar, e quem não entendeu&#8230;  Então, andar de bicicleta, não comer animais, consumir pouco, respeitar a vida e as pessoas, desejar mais crescimento pessoal e menos dinheiro no banco, viver de forma mais honesta consigo mesmo, estar preparado para a ação certa no momento certo&#8230; essa é a revolução libertária. É esse o resultado do exercício do anarquismo libertário: mudança pessoal, sabemos que não vamos parar a Montsanto, nem a Ford, nem o resto.. por enquanto não.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: irado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88650/#comment-153244</link>

		<dc:creator><![CDATA[irado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2013 14:52:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Antônio, tem um livro de um &quot;figura&quot; chamado João Bernardo que discute a passagem de formas individualistas e passivas para formas coletivas e ativas de luta, entre outras questões. Ver &quot;A economia dos conflitos sociais&quot;.

Saudações!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antônio, tem um livro de um &#8220;figura&#8221; chamado João Bernardo que discute a passagem de formas individualistas e passivas para formas coletivas e ativas de luta, entre outras questões. Ver &#8220;A economia dos conflitos sociais&#8221;.</p>
<p>Saudações!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Antônio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88650/#comment-152471</link>

		<dc:creator><![CDATA[Antônio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2013 20:16:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Taiguara,

Refleti sobre seu comentário e acho que ele me ajudou a responder um pouco a minha pergunta. Embora eu não concorde totalmente quanto a questão do conservadorismo. Nos setores mais precários, em que toda família tem um parente preso ou já passou pela cadeia, esse conservadorismo não existe, ou não é tão forte assim. A propriedade privada é totalmente desrespeitada: invadem terrenos, fazem gatos na água, luz, roubam no mercado, na empresa, dão calotes nos bancos, quebram os ônibus, xingam a polícia...são o inferno. Trata-se de pessoas que não cabem na imagem de santos que uma certa esquerda gosta. São parte de uma classe trabalhadora vida loca.

Mas ai vou para o seu ponto. Eles fazem tudo isso de uma forma individualizada. Invadem lá um terreno mas é cada um por si, o que gera problemas até na estruturação da ocupação. Fazem gatos mas é também no cada um por si e ai fica aquele monte de fio bagunçado. Assim, talvez possamos entender que aquelas pessoas que ajudam essa classe vida loca a ocupar um terreno não de forma individualizada mas coletiva e organizada é que são revolucionárias. Uma vez que transformam um ímpeto contestador individualista num ímpeto contestador coletivista. E há uma grande diferença entre um terreno invadido por uma soma de individualidades, cada um por sí, e um terreno invadido coletivamente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Taiguara,</p>
<p>Refleti sobre seu comentário e acho que ele me ajudou a responder um pouco a minha pergunta. Embora eu não concorde totalmente quanto a questão do conservadorismo. Nos setores mais precários, em que toda família tem um parente preso ou já passou pela cadeia, esse conservadorismo não existe, ou não é tão forte assim. A propriedade privada é totalmente desrespeitada: invadem terrenos, fazem gatos na água, luz, roubam no mercado, na empresa, dão calotes nos bancos, quebram os ônibus, xingam a polícia&#8230;são o inferno. Trata-se de pessoas que não cabem na imagem de santos que uma certa esquerda gosta. São parte de uma classe trabalhadora vida loca.</p>
<p>Mas ai vou para o seu ponto. Eles fazem tudo isso de uma forma individualizada. Invadem lá um terreno mas é cada um por si, o que gera problemas até na estruturação da ocupação. Fazem gatos mas é também no cada um por si e ai fica aquele monte de fio bagunçado. Assim, talvez possamos entender que aquelas pessoas que ajudam essa classe vida loca a ocupar um terreno não de forma individualizada mas coletiva e organizada é que são revolucionárias. Uma vez que transformam um ímpeto contestador individualista num ímpeto contestador coletivista. E há uma grande diferença entre um terreno invadido por uma soma de individualidades, cada um por sí, e um terreno invadido coletivamente.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Taiguara		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88650/#comment-152413</link>

		<dc:creator><![CDATA[Taiguara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2013 18:25:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No geral, estou de acordo com o que disse o Antônio. Mas talvez não devêssemos falar em &quot;figura revolucionária&quot;. O que importa haver é uma força social revolucionária, de modo que a simples existência de uma figura, ou de um figura, já indica a fragilidade dessa força social.

Por outro lado, e talvez como pressuposto da existência dos figuras, não vejo hoje, no Brasil pelo menos, que a maioria dos trabalhadores seja contestadora, acho que tende, isto sim, para o conservadorismo. Obviamente que é um comportamento diuturnamente fabricado e que não elimina a ocorrência de situações de contestação, mas dificilmente rompem com o individualismo reinante . Mas aí já acho que é outro assunto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No geral, estou de acordo com o que disse o Antônio. Mas talvez não devêssemos falar em &#8220;figura revolucionária&#8221;. O que importa haver é uma força social revolucionária, de modo que a simples existência de uma figura, ou de um figura, já indica a fragilidade dessa força social.</p>
<p>Por outro lado, e talvez como pressuposto da existência dos figuras, não vejo hoje, no Brasil pelo menos, que a maioria dos trabalhadores seja contestadora, acho que tende, isto sim, para o conservadorismo. Obviamente que é um comportamento diuturnamente fabricado e que não elimina a ocorrência de situações de contestação, mas dificilmente rompem com o individualismo reinante . Mas aí já acho que é outro assunto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Antônio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88650/#comment-152206</link>

		<dc:creator><![CDATA[Antônio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2013 10:55:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu não sei. Gostaria de saber. Estou realmente travado nessa questão. 

Tem outra coisa que me incomoda. Como disse, a maioria dos trabalhadores que conheço são contestadores. Eles falam mal da polícia, do governo, dos patrões, do sistema. Possuem muita noção. Esse papo de que trabalhador comum não possui noção de classe é mentira. Mas eles ficam na sabotagem. Faltam, enrolam, sabotam, destroem, roubam coisas. No entanto, embora possuam uma postura combativa, ficam na sabotagem, só vão para o enfrentamento aberto raramente, quando tem os quebra e coisas do tipo. Os trabalhadores que conheço são insatisfeitos, são sabotadores, mas também não confiam na esquerda organizada...isso deixa tudo muito confuso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sei. Gostaria de saber. Estou realmente travado nessa questão. </p>
<p>Tem outra coisa que me incomoda. Como disse, a maioria dos trabalhadores que conheço são contestadores. Eles falam mal da polícia, do governo, dos patrões, do sistema. Possuem muita noção. Esse papo de que trabalhador comum não possui noção de classe é mentira. Mas eles ficam na sabotagem. Faltam, enrolam, sabotam, destroem, roubam coisas. No entanto, embora possuam uma postura combativa, ficam na sabotagem, só vão para o enfrentamento aberto raramente, quando tem os quebra e coisas do tipo. Os trabalhadores que conheço são insatisfeitos, são sabotadores, mas também não confiam na esquerda organizada&#8230;isso deixa tudo muito confuso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/11/88650/#comment-152198</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2013 10:24:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Antônio,
Você perguntou: «Ainda existe a figura do revolucionário?» Mas não será que você mesmo respondeu? «[...] a maioria dos trabalhadores que conheço são contestadores, embora utilizem mais a sabotagem e não o enfrentamento aberto». Talvez a questão fique resolvida se deixarmos de olhar para um lado e passarmos a olhar para outro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antônio,<br />
Você perguntou: «Ainda existe a figura do revolucionário?» Mas não será que você mesmo respondeu? «[&#8230;] a maioria dos trabalhadores que conheço são contestadores, embora utilizem mais a sabotagem e não o enfrentamento aberto». Talvez a questão fique resolvida se deixarmos de olhar para um lado e passarmos a olhar para outro.</p>
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