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	Comentários sobre: Apropriação do poder político e superação do Estado na transição socialista. 6) Marx, a negatividade da política e o aspecto multidimensional e de longo prazo da transição	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/12/88598/#comment-209476</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2014 02:27:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Denes,

A recomendação de leitura se dá porque considera o meu texto deficiente em algum ponto? Já li tudo que Chasin deixou escrito. Sobre a concepção negativa da política, assim como sobre a grande maioria de seus escritos, Chasin se limita a ser um genial sintetizador e sistematizador de ideias alheias. Ele tira a interpretação da concepção negativa da política de Mészáros, se limitando a renomeá-la pra &quot;concepção ontonegativa da politicidade&quot; (dada a pretensão de mesclar Lukács na jogada). A impressão de que ele desenvolveu algo por si mesmo se dá porque ele recebia os originais de Mészáros e publicava primeiro seus próprios textos. Quanto à negatividade da política Chasin não desenvolveu nenhuma ideia original, e a desvirtuou ao final da vida, quando confundiu desenvolvimento das forças produtivas com emancipação humana, e acabou apoiando FHC e reeleição de FHC. O que talvez esse bom filósofo brasileiro tenha de próprio é a aplicação, com competência, da concepção negativa da política à crítica da &quot;analítica paulista&quot; (Weffort, FHC, Ianni etc - sendo Florestan uma exceção), mas seus próprios escritos eram politicistas, a despeito de todo o linguajar contrário ao politicismo (repare que ele sempre se foca na crítica a partidos e às eleições. Se aplicasse a CNP ele teria buscado alvos e fundamentos para a crítica fora do âmbito parlamentar, p. ex., em movimentos sociais) e por isso não uso esse filósofo como referência, ainda que de vez em quando acabe citando alguma passagem dele, por conta da habilidade em sintetizar questões, que ele tinha.
 
Além disso, se você tiver lido o restante da série notará que busquei, na esteira de Mészáros, não apenas explicar a concepção negativa da política tal como aparece em Marx, mas apontar os limites dessa concepção, ou seja, sua insuficiência pra se pensar os meios da classe trabalhadora levar a cabo a transição socialista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Denes,</p>
<p>A recomendação de leitura se dá porque considera o meu texto deficiente em algum ponto? Já li tudo que Chasin deixou escrito. Sobre a concepção negativa da política, assim como sobre a grande maioria de seus escritos, Chasin se limita a ser um genial sintetizador e sistematizador de ideias alheias. Ele tira a interpretação da concepção negativa da política de Mészáros, se limitando a renomeá-la pra &#8220;concepção ontonegativa da politicidade&#8221; (dada a pretensão de mesclar Lukács na jogada). A impressão de que ele desenvolveu algo por si mesmo se dá porque ele recebia os originais de Mészáros e publicava primeiro seus próprios textos. Quanto à negatividade da política Chasin não desenvolveu nenhuma ideia original, e a desvirtuou ao final da vida, quando confundiu desenvolvimento das forças produtivas com emancipação humana, e acabou apoiando FHC e reeleição de FHC. O que talvez esse bom filósofo brasileiro tenha de próprio é a aplicação, com competência, da concepção negativa da política à crítica da &#8220;analítica paulista&#8221; (Weffort, FHC, Ianni etc &#8211; sendo Florestan uma exceção), mas seus próprios escritos eram politicistas, a despeito de todo o linguajar contrário ao politicismo (repare que ele sempre se foca na crítica a partidos e às eleições. Se aplicasse a CNP ele teria buscado alvos e fundamentos para a crítica fora do âmbito parlamentar, p. ex., em movimentos sociais) e por isso não uso esse filósofo como referência, ainda que de vez em quando acabe citando alguma passagem dele, por conta da habilidade em sintetizar questões, que ele tinha.</p>
<p>Além disso, se você tiver lido o restante da série notará que busquei, na esteira de Mészáros, não apenas explicar a concepção negativa da política tal como aparece em Marx, mas apontar os limites dessa concepção, ou seja, sua insuficiência pra se pensar os meios da classe trabalhadora levar a cabo a transição socialista.</p>
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		<title>
		Por: denes		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[denes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2014 20:39:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gente,
Leiam José Chasin, ele trabalha brilhantemente a concepção negativa da política em Marx.

Denes, São Luís - MA]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gente,<br />
Leiam José Chasin, ele trabalha brilhantemente a concepção negativa da política em Marx.</p>
<p>Denes, São Luís &#8211; MA</p>
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