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	Comentários sobre: Ainda não sabiam que eram fascistas. 1) Corradini e os sindicalistas revolucionários	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Liv		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92734/#comment-866910</link>

		<dc:creator><![CDATA[Liv]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2022 17:38:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como assim, assim mesmo, dizem eles: O que são? São professores (em bloco) descomprometidos com o pensar e o agir de forma critica e coerente em todas as instâncias da vida individual. São professores que não se dispõe a fazer o inventário de si mesmos, limitam suas atividades ao escopo de suas conformações interiores e com isso condenados ao anacronismo. Afinal &quot;toda filosofia tende a se tornar senso comum de um ambiente, ainda que restrito (de todos os intelectuais)&quot; GRAMSCI em Concepção Dialética da História. Esta é, me parece, a raiz da acusação feita.

O exército lê Gramsci.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como assim, assim mesmo, dizem eles: O que são? São professores (em bloco) descomprometidos com o pensar e o agir de forma critica e coerente em todas as instâncias da vida individual. São professores que não se dispõe a fazer o inventário de si mesmos, limitam suas atividades ao escopo de suas conformações interiores e com isso condenados ao anacronismo. Afinal &#8220;toda filosofia tende a se tornar senso comum de um ambiente, ainda que restrito (de todos os intelectuais)&#8221; GRAMSCI em Concepção Dialética da História. Esta é, me parece, a raiz da acusação feita.</p>
<p>O exército lê Gramsci.</p>
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		<title>
		Por: Marinho		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92734/#comment-866755</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Oct 2022 02:03:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como assim, senhor Freitas? por que o nome Socialismo está em caixa alta? o que são professores doutrinados que desconhecem que foram &quot;doutrinados&quot;? por que não existe extrema-direita? o que o senhor que dizer com tudo isso?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como assim, senhor Freitas? por que o nome Socialismo está em caixa alta? o que são professores doutrinados que desconhecem que foram &#8220;doutrinados&#8221;? por que não existe extrema-direita? o que o senhor que dizer com tudo isso?</p>
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		<title>
		Por: SERGIO MENDES DE FREITAS		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92734/#comment-866736</link>

		<dc:creator><![CDATA[SERGIO MENDES DE FREITAS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Oct 2022 23:33:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não existe tal coisa como extrema-direita, o que existe é nacional-SOCIALISMO. O carimbo &quot;extrema-direita&quot; foi um dos maiores engodos propagados pela &quot;classe falante&quot; e professores doutrinados, sem saber que o foram (!), repetem e repetem essa mutreta nas escolas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não existe tal coisa como extrema-direita, o que existe é nacional-SOCIALISMO. O carimbo &#8220;extrema-direita&#8221; foi um dos maiores engodos propagados pela &#8220;classe falante&#8221; e professores doutrinados, sem saber que o foram (!), repetem e repetem essa mutreta nas escolas.</p>
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		<title>
		Por: jade		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92734/#comment-627213</link>

		<dc:creator><![CDATA[jade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 00:54:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como Corradini promove um imperialismo socialista (revolucionário e de esquerda) pertencendo ao fascismo (extrema direita)? muito contraditório o texto. A ideia do internacionalismo do comunismo é uma visão de Trotsky, Stalin por exemplo queria apenas centraliza-lo na URSS. Dizer que o socialismo é imperialista é desonesto, não existe nenhuma colônia de países socialistas, diferente, da Inglaterra, Bélgica, França...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como Corradini promove um imperialismo socialista (revolucionário e de esquerda) pertencendo ao fascismo (extrema direita)? muito contraditório o texto. A ideia do internacionalismo do comunismo é uma visão de Trotsky, Stalin por exemplo queria apenas centraliza-lo na URSS. Dizer que o socialismo é imperialista é desonesto, não existe nenhuma colônia de países socialistas, diferente, da Inglaterra, Bélgica, França&#8230;</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92734/#comment-623076</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2020 20:22:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cristian,
O meu interesse por Enrico Corradini restringiu-se à sua formulação do conceito de «nação proletária» e à sua política de alianças com os sindicalistas revolucionários, que tornou esse conceito politicamente operacional. Na 3ª versão, de 2018, do meu livro &lt;em&gt;Labirintos do Fascismo&lt;/em&gt;, que obtém com facilidade na internet, por exemplo &lt;a href=&quot;https://archive.org/stream/jb-ldf-nedoedr/BERNARDO%2C%20Jo%C3%A3o.%20Labirintos%20do%20fascismo.%203%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener noreferrer nofollow ugc&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;, existem numerosas referências bibliográficas sobre essa tese de Corradini nas notas de rodapé das págs. 547 e segs. Destaco três obras onde pode ler uma exposição mais detalhada das teses de Corradini: 
A. James GREGOR, &lt;em&gt;Mussolini’s Intellectuals. Fascist Social and Political Thought&lt;/em&gt;, Princeton, Nova Jersey e Oxford: Princeton University Press, 2005 [&lt;a href=&quot;https://pt.scribd.com/book/232947368/Mussolini-s-Intellectuals-Fascist-Social-and-Political-Thought&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener noreferrer nofollow ugc&quot;&gt;e-book&lt;/a&gt;], págs. 56-72.
Jacques PLONCARD D’ASSAC, &lt;em&gt;Doctrinas del Nacionalismo&lt;/em&gt;, Barcelona: Acervo, 1971, págs. 91-101.
Salvatore SALADINO, «Italy», em Hans Rogger e Eugen Weber (orgs.) &lt;em&gt;The European Right. A Historical Profile&lt;/em&gt;, Berkeley e Los Angeles: University of California Press, 1965, págs. 233-235 e 237-238.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cristian,<br />
O meu interesse por Enrico Corradini restringiu-se à sua formulação do conceito de «nação proletária» e à sua política de alianças com os sindicalistas revolucionários, que tornou esse conceito politicamente operacional. Na 3ª versão, de 2018, do meu livro <em>Labirintos do Fascismo</em>, que obtém com facilidade na internet, por exemplo <a href="https://archive.org/stream/jb-ldf-nedoedr/BERNARDO%2C%20Jo%C3%A3o.%20Labirintos%20do%20fascismo.%203%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc">aqui</a>, existem numerosas referências bibliográficas sobre essa tese de Corradini nas notas de rodapé das págs. 547 e segs. Destaco três obras onde pode ler uma exposição mais detalhada das teses de Corradini:<br />
A. James GREGOR, <em>Mussolini’s Intellectuals. Fascist Social and Political Thought</em>, Princeton, Nova Jersey e Oxford: Princeton University Press, 2005 [<a href="https://pt.scribd.com/book/232947368/Mussolini-s-Intellectuals-Fascist-Social-and-Political-Thought" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc">e-book</a>], págs. 56-72.<br />
Jacques PLONCARD D’ASSAC, <em>Doctrinas del Nacionalismo</em>, Barcelona: Acervo, 1971, págs. 91-101.<br />
Salvatore SALADINO, «Italy», em Hans Rogger e Eugen Weber (orgs.) <em>The European Right. A Historical Profile</em>, Berkeley e Los Angeles: University of California Press, 1965, págs. 233-235 e 237-238.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Cristian		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92734/#comment-622650</link>

		<dc:creator><![CDATA[Cristian]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2020 00:42:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Boa noite! Quais foram os livros de Enrico Corradini que o senhor leu, para escrever este artigo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite! Quais foram os livros de Enrico Corradini que o senhor leu, para escrever este artigo?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92734/#comment-445180</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2019 12:24:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Enrico Corradini foi um dos fundadores e dirigentes da Associação Nacionalista Italiana, criada em 1910. Em Novembro de 1923 a Associação Nacionalista Italiana fundiu-se com o Partido Nacional Fascista, de Mussolini, e Corradini desempenhou cargos de destaque no regime, tanto no Senado como no Grande Conselho do Fascismo.

O conceito de «nação proletária» ocupou um lugar central na génese e no desenvolvimento de todos os fascismos. Aliás, ao mesmo tempo que Corradini formulava e expunha este conceito em Itália e extraía dele consequências políticas práticas, no Japão Kita Ikki fazia o mesmo. O fascismo foi, desde a sua génese, um fenómeno mundial.

Daqui se devem extrair lições para os dias de hoje. Se, como escrevi várias vezes, os identitarismos constituem a modernização dos nacionalismos na época do capitalismo transnacional, então o paradoxo da «nação proletária» foi substituído pelo paradoxo do «identitarismo proletário», com as mesmas consequências funestas. Por isso eu considero o identitarismo como um dos aspectos do que denomino fascismo pós-fascista.

Escrevi no meu livro Labirintos do Fascismo, nas págs. 51-52 da 3ª versão ( https://archive.org/stream/jb-ldf-nedoedr/BERNARDO%2C%20Jo%C3%A3o.%20Labirintos%20do%20fascismo.%203%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o#page/n49/mode/2up ): «[...] “fascismo” e “direita” não são sinónimos, nem a direita abarcou a integralidade da dinâmica fascista. Era esta distinção que os fascistas exprimiam quando empregavam a palavra “reaccionário”. A ideia de que existe um continuum de uma ponta a outra do quadro político restringe-se à coreografia dos hemiciclos. O fascismo extravasou a direita, na medida em que resultou de um eco dos temas socialistas no interior da direita e de um eco dos temas da direita no interior do socialismo. Além disso, a “direita”, enquanto categoria ampla, inclui a “direita liberal”, a “direita conservadora” e a “extrema-direita”, cujos limites se sobrepõem, e no interior da extrema-direita devemos distinguir uma “extrema-direita conservadora” e uma “extrema-direita radical”. Ora, não existem razões para inclinar o fascismo mais para a extrema-direita do que para qualquer das outras duas correntes. E se em certas situações é difícil separar o fascismo da extrema-direita radical, por vezes ele pareceu confundir-se com a direita liberal ou com a conservadora. É de articulações, de cruzamentos, de ecos e de influências práticas e circulações ideológicas que aqui se trata. O fascismo nunca deixou de ser um jogo de espelhos.» É deste jogo de espelhos que é vítima, deliberada ou involuntária, a autora do comentário anterior.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enrico Corradini foi um dos fundadores e dirigentes da Associação Nacionalista Italiana, criada em 1910. Em Novembro de 1923 a Associação Nacionalista Italiana fundiu-se com o Partido Nacional Fascista, de Mussolini, e Corradini desempenhou cargos de destaque no regime, tanto no Senado como no Grande Conselho do Fascismo.</p>
<p>O conceito de «nação proletária» ocupou um lugar central na génese e no desenvolvimento de todos os fascismos. Aliás, ao mesmo tempo que Corradini formulava e expunha este conceito em Itália e extraía dele consequências políticas práticas, no Japão Kita Ikki fazia o mesmo. O fascismo foi, desde a sua génese, um fenómeno mundial.</p>
<p>Daqui se devem extrair lições para os dias de hoje. Se, como escrevi várias vezes, os identitarismos constituem a modernização dos nacionalismos na época do capitalismo transnacional, então o paradoxo da «nação proletária» foi substituído pelo paradoxo do «identitarismo proletário», com as mesmas consequências funestas. Por isso eu considero o identitarismo como um dos aspectos do que denomino fascismo pós-fascista.</p>
<p>Escrevi no meu livro Labirintos do Fascismo, nas págs. 51-52 da 3ª versão ( <a href="https://archive.org/stream/jb-ldf-nedoedr/BERNARDO%2C%20Jo%C3%A3o.%20Labirintos%20do%20fascismo.%203%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o#page/n49/mode/2up" rel="nofollow ugc">https://archive.org/stream/jb-ldf-nedoedr/BERNARDO%2C%20Jo%C3%A3o.%20Labirintos%20do%20fascismo.%203%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o#page/n49/mode/2up</a> ): «[&#8230;] “fascismo” e “direita” não são sinónimos, nem a direita abarcou a integralidade da dinâmica fascista. Era esta distinção que os fascistas exprimiam quando empregavam a palavra “reaccionário”. A ideia de que existe um continuum de uma ponta a outra do quadro político restringe-se à coreografia dos hemiciclos. O fascismo extravasou a direita, na medida em que resultou de um eco dos temas socialistas no interior da direita e de um eco dos temas da direita no interior do socialismo. Além disso, a “direita”, enquanto categoria ampla, inclui a “direita liberal”, a “direita conservadora” e a “extrema-direita”, cujos limites se sobrepõem, e no interior da extrema-direita devemos distinguir uma “extrema-direita conservadora” e uma “extrema-direita radical”. Ora, não existem razões para inclinar o fascismo mais para a extrema-direita do que para qualquer das outras duas correntes. E se em certas situações é difícil separar o fascismo da extrema-direita radical, por vezes ele pareceu confundir-se com a direita liberal ou com a conservadora. É de articulações, de cruzamentos, de ecos e de influências práticas e circulações ideológicas que aqui se trata. O fascismo nunca deixou de ser um jogo de espelhos.» É deste jogo de espelhos que é vítima, deliberada ou involuntária, a autora do comentário anterior.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Leticia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92734/#comment-445099</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leticia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2019 09:50:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Escreveu, escreveu, descrevendo Corradini como ultra-direita, mas ao mesmo tempo, não se dá conta que está descrevendo exatamente o revolucionário. Você pode até tentar se enganar, mas seu próprio texto desmente sua tentativa. Corradini, autor do fascismo, nada mais é que um revolucionário, de ESQUERDA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escreveu, escreveu, descrevendo Corradini como ultra-direita, mas ao mesmo tempo, não se dá conta que está descrevendo exatamente o revolucionário. Você pode até tentar se enganar, mas seu próprio texto desmente sua tentativa. Corradini, autor do fascismo, nada mais é que um revolucionário, de ESQUERDA.</p>
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