<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Ainda não sabiam que eram fascistas. 2) Da autonomia dos trabalhadores ao fascismo	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2014/03/92786/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2014/03/92786/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Sat, 18 Jul 2020 17:50:07 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Socialismo conservador		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92786/#comment-641972</link>

		<dc:creator><![CDATA[Socialismo conservador]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2020 17:50:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=92786#comment-641972</guid>

					<description><![CDATA[Recentemente fiz a leitura de Reflexões Sobre a Violência de Sorel, um livro antigo e tão atual para se entender certas esquerdas, ou certos vicios de uma extrema esquerda que se diz revolucionária. A doutrina de Sorel é uma junção de concepções socialistas e conservadoras, ele vai de Marx ao catolicismo, amarrando elementos antagonicos e que se excluem criando-se uma sintese exótica. Uma crítica moralistas, afiada e muito bem fundamentada ao papel de conciliação de classes ao qual os chefes socialistas e os sindicalistas de resultado daquela época, ou de hoje, porque não, conduziam a classe operária, desmobilizando e tornando fraca o seu ideal de revolucão. A democracia em todos os tempos era o terreno aonde se moviam esse homens corruptos, dos demagogos gregos aos filantropos da paz social da 3° República francesa - A corrupção e a harmonia social fazem parte da essencia da democracia. Se valendo dessas conclusões para ele a democracia só teria a prejudicar os operários, na quantidade os elementos mais fracos, que para ele seriam a maioria, roubaria a energia dos elementos mais fortes e decididos, sendo assim, caberia ao sindicalismo revolucionário reunir os melhores, os mais fortes, qualificando sobre uma rigorosa seleção os homens de ação, cabendo as greves gerais proletária e não políticas essa tarefa de seleção. Agora veja, ele é um grande crítico dos utopistas que projetavam a sociedade do futuro, os falastérios, até ai tudo bem, mas é notavel que em Sorel desaparece a ideia de uma sociedade socialista, seus objetivos se restringe a ideia do mito da greve geral e sua ideia de autonomia não necessariamente tem a ver com a autonomia proletária, em muitas passagens ele fala dos produtores e é a esses que ele atribui a necessidade de autonomia, desaparece os operários, os tecnicos e os industriais e Sorel acaba fazendo o mesmo o que acusava os seus desafetos políticos na campo socialista, a harmonia aparece no ambiente de trabalho. Não existe autonomia operária em Sorel, a autonomia que Sorel defende é a autonomia dos produtores frente ao Estado e a bolsa de valores. Ao mesmo tempo que ele denuncia a harmonia social, conciliação de classes, pelos socialistas via parlamento, ele acentua o objetivo de criar uma harmonia de classes para o amanhã entre os produtores nos ambientes de produção &#039;&#039;reconsolidando a divisão em classes e devolver a burguesia alguma coisa da sua energia&#039;&#039;. Tudo isso em um cenário apocaliptico de uma decadência econômica catastrófica. O ideal de autonomia dos produtores em Sorel é a desautonomização dos trabalhadores em seus ambientes de trabalho e a conciliação entre patrão, operário e os gestores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente fiz a leitura de Reflexões Sobre a Violência de Sorel, um livro antigo e tão atual para se entender certas esquerdas, ou certos vicios de uma extrema esquerda que se diz revolucionária. A doutrina de Sorel é uma junção de concepções socialistas e conservadoras, ele vai de Marx ao catolicismo, amarrando elementos antagonicos e que se excluem criando-se uma sintese exótica. Uma crítica moralistas, afiada e muito bem fundamentada ao papel de conciliação de classes ao qual os chefes socialistas e os sindicalistas de resultado daquela época, ou de hoje, porque não, conduziam a classe operária, desmobilizando e tornando fraca o seu ideal de revolucão. A democracia em todos os tempos era o terreno aonde se moviam esse homens corruptos, dos demagogos gregos aos filantropos da paz social da 3° República francesa &#8211; A corrupção e a harmonia social fazem parte da essencia da democracia. Se valendo dessas conclusões para ele a democracia só teria a prejudicar os operários, na quantidade os elementos mais fracos, que para ele seriam a maioria, roubaria a energia dos elementos mais fortes e decididos, sendo assim, caberia ao sindicalismo revolucionário reunir os melhores, os mais fortes, qualificando sobre uma rigorosa seleção os homens de ação, cabendo as greves gerais proletária e não políticas essa tarefa de seleção. Agora veja, ele é um grande crítico dos utopistas que projetavam a sociedade do futuro, os falastérios, até ai tudo bem, mas é notavel que em Sorel desaparece a ideia de uma sociedade socialista, seus objetivos se restringe a ideia do mito da greve geral e sua ideia de autonomia não necessariamente tem a ver com a autonomia proletária, em muitas passagens ele fala dos produtores e é a esses que ele atribui a necessidade de autonomia, desaparece os operários, os tecnicos e os industriais e Sorel acaba fazendo o mesmo o que acusava os seus desafetos políticos na campo socialista, a harmonia aparece no ambiente de trabalho. Não existe autonomia operária em Sorel, a autonomia que Sorel defende é a autonomia dos produtores frente ao Estado e a bolsa de valores. Ao mesmo tempo que ele denuncia a harmonia social, conciliação de classes, pelos socialistas via parlamento, ele acentua o objetivo de criar uma harmonia de classes para o amanhã entre os produtores nos ambientes de produção &#8221;reconsolidando a divisão em classes e devolver a burguesia alguma coisa da sua energia&#8221;. Tudo isso em um cenário apocaliptico de uma decadência econômica catastrófica. O ideal de autonomia dos produtores em Sorel é a desautonomização dos trabalhadores em seus ambientes de trabalho e a conciliação entre patrão, operário e os gestores.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92786/#comment-288735</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2015 14:18:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=92786#comment-288735</guid>

					<description><![CDATA[CORAÇÃO DE ESTUDANTE &#038; POTLATCH DE JB
Uma querida amiga disse-me, em tempos idos: &quot;És um coração de estudante!&quot;.
Maiakovskianamente grato, acuso o recebimento de Labirintos do Fascismo (nova versão) em pdf, via e-mail, enviado por João Bernardo. No ensejo, divido com ele (a amiga concordaria...) a declaração de afeto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CORAÇÃO DE ESTUDANTE &amp; POTLATCH DE JB<br />
Uma querida amiga disse-me, em tempos idos: &#8220;És um coração de estudante!&#8221;.<br />
Maiakovskianamente grato, acuso o recebimento de Labirintos do Fascismo (nova versão) em pdf, via e-mail, enviado por João Bernardo. No ensejo, divido com ele (a amiga concordaria&#8230;) a declaração de afeto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92786/#comment-202516</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2014 14:53:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=92786#comment-202516</guid>

					<description><![CDATA[SEGREDO DE POLICHINELO
Um dos autonomistas mais lúcidos observa que &quot;um dos fascistas mais lúcidos&quot; - cujo nome, além de ser dito com frequência, é elogiado neste sítio - teria observado que o fascismo é algo cujo nome não pode ser dito...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SEGREDO DE POLICHINELO<br />
Um dos autonomistas mais lúcidos observa que &#8220;um dos fascistas mais lúcidos&#8221; &#8211; cujo nome, além de ser dito com frequência, é elogiado neste sítio &#8211; teria observado que o fascismo é algo cujo nome não pode ser dito&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92786/#comment-202458</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2014 12:37:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=92786#comment-202458</guid>

					<description><![CDATA[Ralf Guth,
Será que esse discurso «passa despercebido» à esquerda? Ou será que ele é hoje reproduzido pela esquerda? Vemos neste artigo que Sorel atribuiu a Mussolini «algo que não está nos meus livros, a união do nacional e do social». Ora, recentemente o &lt;em&gt;Passa Palavra&lt;/em&gt; publicou um artigo, «Pregar no deserto: 1) uma certa esquerda convergindo com a extrema-direita» (http://passapalavra.info/2014/03/92349 ), em que vemos algumas figuras portuguesas consideradas de esquerda proclamarem a necessidade de fundir a questão nacional e a questão social. Não se trata só de a direita se apropriar de formas organizativas criadas pela esquerda. Trata-se também de a esquerda — alguma esquerda — gerar uma movimentação que é já de extrema-direita. Em 1914-1915, como procurarei mostrar no último artigo desta série, era improvável a evolução de Mussolini em direcção ao que haveria de se chamar &lt;em&gt;fascismo&lt;/em&gt;; pelo menos tão improvável como teria sido a daquelas figuras, e de outras, há pouco tempo atrás. Mas com uma diferença importante. Há um século o fascismo e os seus meandros eram realidades ainda ignoradas, enquanto hoje tudo isto é conhecido por quem quiser conhecer. Um dos fascistas mais lúcidos do pós-guerra, Maurice Bardèche, observou que «desde que a palavra &lt;em&gt;fascismo&lt;/em&gt; não seja pronunciada, não faltam os candidatos ao fascismo» (&lt;em&gt;Qu’Est-ce que le Fascisme?&lt;/em&gt;, Paris: Les Sept Couleurs, 1961, pág. 160). Temos aqui o segredo de tantos esquecimentos e distracções de alguma esquerda. É que para eles serem fascistas precisam que «a palavra &lt;em&gt;fascismo&lt;/em&gt; não seja pronunciada».]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ralf Guth,<br />
Será que esse discurso «passa despercebido» à esquerda? Ou será que ele é hoje reproduzido pela esquerda? Vemos neste artigo que Sorel atribuiu a Mussolini «algo que não está nos meus livros, a união do nacional e do social». Ora, recentemente o <em>Passa Palavra</em> publicou um artigo, «Pregar no deserto: 1) uma certa esquerda convergindo com a extrema-direita» (<a href="http://passapalavra.info/2014/03/92349" rel="ugc">http://passapalavra.info/2014/03/92349</a> ), em que vemos algumas figuras portuguesas consideradas de esquerda proclamarem a necessidade de fundir a questão nacional e a questão social. Não se trata só de a direita se apropriar de formas organizativas criadas pela esquerda. Trata-se também de a esquerda — alguma esquerda — gerar uma movimentação que é já de extrema-direita. Em 1914-1915, como procurarei mostrar no último artigo desta série, era improvável a evolução de Mussolini em direcção ao que haveria de se chamar <em>fascismo</em>; pelo menos tão improvável como teria sido a daquelas figuras, e de outras, há pouco tempo atrás. Mas com uma diferença importante. Há um século o fascismo e os seus meandros eram realidades ainda ignoradas, enquanto hoje tudo isto é conhecido por quem quiser conhecer. Um dos fascistas mais lúcidos do pós-guerra, Maurice Bardèche, observou que «desde que a palavra <em>fascismo</em> não seja pronunciada, não faltam os candidatos ao fascismo» (<em>Qu’Est-ce que le Fascisme?</em>, Paris: Les Sept Couleurs, 1961, pág. 160). Temos aqui o segredo de tantos esquecimentos e distracções de alguma esquerda. É que para eles serem fascistas precisam que «a palavra <em>fascismo</em> não seja pronunciada».</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ralf Guth		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92786/#comment-202217</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ralf Guth]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2014 03:58:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=92786#comment-202217</guid>

					<description><![CDATA[Gostaria de parabenizar o João Bernardo por mais um texto de qualidade.
Levanto uma reflexão a respeito dos atuais movimentos neonazistas que proclamam uma espécie de &quot;autonomia&quot;, porém uma autonomia nacionalista (nacionalismo autônomo). O que antes parecia confundir nesse fascismo de bandeiras pretas agora se esclarece com esse percurso intelectual de Sorel e demais que originaram o fascismo.

http://www.interfacejournal.net/wordpress/wp-content/uploads/2013/11/Interface-5-2-Schlembach.pdf

http://national-revolutionary.blogspot.com.br/2013/06/autonomous-nationalists-an-movement-in.html

http://ironmarch.org/index.php?/topic/986-autonome-nationalisten/

O que assusta é que esse discurso de extrema direita passa desapercebido pelos olhares da esquerda anarquista, e sobretudo, pela esquerda marxista ortodoxa.
Mais uma vez, as formas de organizações e práticas de extrema esquerda são apropriadas por nacionalistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de parabenizar o João Bernardo por mais um texto de qualidade.<br />
Levanto uma reflexão a respeito dos atuais movimentos neonazistas que proclamam uma espécie de &#8220;autonomia&#8221;, porém uma autonomia nacionalista (nacionalismo autônomo). O que antes parecia confundir nesse fascismo de bandeiras pretas agora se esclarece com esse percurso intelectual de Sorel e demais que originaram o fascismo.</p>
<p><a href="http://www.interfacejournal.net/wordpress/wp-content/uploads/2013/11/Interface-5-2-Schlembach.pdf" rel="nofollow ugc">http://www.interfacejournal.net/wordpress/wp-content/uploads/2013/11/Interface-5-2-Schlembach.pdf</a></p>
<p><a href="http://national-revolutionary.blogspot.com.br/2013/06/autonomous-nationalists-an-movement-in.html" rel="nofollow ugc">http://national-revolutionary.blogspot.com.br/2013/06/autonomous-nationalists-an-movement-in.html</a></p>
<p><a href="http://ironmarch.org/index.php?/topic/986-autonome-nationalisten/" rel="nofollow ugc">http://ironmarch.org/index.php?/topic/986-autonome-nationalisten/</a></p>
<p>O que assusta é que esse discurso de extrema direita passa desapercebido pelos olhares da esquerda anarquista, e sobretudo, pela esquerda marxista ortodoxa.<br />
Mais uma vez, as formas de organizações e práticas de extrema esquerda são apropriadas por nacionalistas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: humanaesfera		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/92786/#comment-202182</link>

		<dc:creator><![CDATA[humanaesfera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2014 02:27:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=92786#comment-202182</guid>

					<description><![CDATA[Por sinal, sobre o mesmo assunto (Sorel e fascismo), colo abaixo um trecho de um texto recentemente publicado em http://internationalcommunistconspiracy.wordpress.com :


&quot;[...] My intention here is not to blame Sorel for the rise of fascism, which was a complex phenomena that cannot be understood purely in terms of ideas. Fascism ultimately develops because capitalist crisis and class struggle make the democratic form of the state less viable as means to secure the conditions for capital accumulation. Yet fascism is not simply a conspiracy on the part of the bourgeoisie or more specifically finance capital. While fascism certainly survives and finds a material basis to function in support from big business and the petty-bourgeois it ultimately develops through spontaneous mass movements which often strive for autonomy from capital. The masses are not inherently internationalist or class conscious, which is a flawed assumption that many syndicalists and councilists make. By diverting anti-capitalist sentiments into nationalistic channels fascism by default valorizes capital, regardless of its proclaimed intentions for “national socialism” or rantings against the evils of finance. Fascism would exist regardless of Sorel and ultimately he is as much to blame for fascism as Proudhon, Bakunin, Stirner or Nietzsche.

Ultimately Reflections on Violence and those it influenced exposes the poverty of voluntarism and demonstrates how attempts to force consciousness upon the working class ultimately fail and lead to reactionary politics. [...]  For Sorel the proletarian vanguard would be able to use myth of the general strike to awaken the other workers from their Menshevik-slumber. Rationalism could not be used, for the workers could not be convinced by the bookish doctrines of scientific socialism. Instead the irrational would have to be tapped into, and hence the general strike would carry its own power as an idea.

For foolish militants eager to organize the proles today this idea may sound tempting. But ultimately this strategy cannot work to mobilize workers for communism. Communism is not a myth, it is a material necessity for humanity to continue its development. A Sorelian mass only driven by myth and irrationalism will not create communism but will only be a tool for capitalist reaction to manipulate. Resorting to myth-making or just populist demagoguery to somehow make our ideas more popular ultimately leads to the opportunism and reaction provided by the Parliamentary Socialists that Sorel so deeply despises. As Communists we should take the opposite approach, which is to explain our positions with clarity and engage the class in a principled manner no matter how difficult it is. There are no shortcuts to class consciousness that we can force upon workers. Yet at the same time questions of consciousness cannot be ignored in hope that the eventual crisis will fix everything and put the proles in their place. Sorel bravely attempts to explore the problems of consciousness in Reflections on Violence but turns to irrationalism in order to offer solutions that only lead to opportunism. &quot;

Trecho do texto &quot;Sorel’s Reflections on Violence and the Poverty of Voluntarism&quot;
( http://internationalcommunistconspiracy.wordpress.com/2014/03/08/sorel-reflections-on-violence/ )]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por sinal, sobre o mesmo assunto (Sorel e fascismo), colo abaixo um trecho de um texto recentemente publicado em <a href="http://internationalcommunistconspiracy.wordpress.com" rel="nofollow ugc">http://internationalcommunistconspiracy.wordpress.com</a> :</p>
<p>&#8220;[&#8230;] My intention here is not to blame Sorel for the rise of fascism, which was a complex phenomena that cannot be understood purely in terms of ideas. Fascism ultimately develops because capitalist crisis and class struggle make the democratic form of the state less viable as means to secure the conditions for capital accumulation. Yet fascism is not simply a conspiracy on the part of the bourgeoisie or more specifically finance capital. While fascism certainly survives and finds a material basis to function in support from big business and the petty-bourgeois it ultimately develops through spontaneous mass movements which often strive for autonomy from capital. The masses are not inherently internationalist or class conscious, which is a flawed assumption that many syndicalists and councilists make. By diverting anti-capitalist sentiments into nationalistic channels fascism by default valorizes capital, regardless of its proclaimed intentions for “national socialism” or rantings against the evils of finance. Fascism would exist regardless of Sorel and ultimately he is as much to blame for fascism as Proudhon, Bakunin, Stirner or Nietzsche.</p>
<p>Ultimately Reflections on Violence and those it influenced exposes the poverty of voluntarism and demonstrates how attempts to force consciousness upon the working class ultimately fail and lead to reactionary politics. [&#8230;]  For Sorel the proletarian vanguard would be able to use myth of the general strike to awaken the other workers from their Menshevik-slumber. Rationalism could not be used, for the workers could not be convinced by the bookish doctrines of scientific socialism. Instead the irrational would have to be tapped into, and hence the general strike would carry its own power as an idea.</p>
<p>For foolish militants eager to organize the proles today this idea may sound tempting. But ultimately this strategy cannot work to mobilize workers for communism. Communism is not a myth, it is a material necessity for humanity to continue its development. A Sorelian mass only driven by myth and irrationalism will not create communism but will only be a tool for capitalist reaction to manipulate. Resorting to myth-making or just populist demagoguery to somehow make our ideas more popular ultimately leads to the opportunism and reaction provided by the Parliamentary Socialists that Sorel so deeply despises. As Communists we should take the opposite approach, which is to explain our positions with clarity and engage the class in a principled manner no matter how difficult it is. There are no shortcuts to class consciousness that we can force upon workers. Yet at the same time questions of consciousness cannot be ignored in hope that the eventual crisis will fix everything and put the proles in their place. Sorel bravely attempts to explore the problems of consciousness in Reflections on Violence but turns to irrationalism in order to offer solutions that only lead to opportunism. &#8221;</p>
<p>Trecho do texto &#8220;Sorel’s Reflections on Violence and the Poverty of Voluntarism&#8221;<br />
( <a href="http://internationalcommunistconspiracy.wordpress.com/2014/03/08/sorel-reflections-on-violence/" rel="nofollow ugc">http://internationalcommunistconspiracy.wordpress.com/2014/03/08/sorel-reflections-on-violence/</a> )</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
