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	Comentários sobre: A esquerda da polícia	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Exílio Guararapes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/93069/#comment-225591</link>

		<dc:creator><![CDATA[Exílio Guararapes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2014 21:35:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Condições complicadas dos presos no Brasil...


https://www.youtube.com/watch?v=yQep0iMXKd4]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Condições complicadas dos presos no Brasil&#8230;</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=yQep0iMXKd4" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=yQep0iMXKd4</a></p>
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		<title>
		Por: Manuel Monteiro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/93069/#comment-218827</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manuel Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2014 17:25:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ah, Filipa, Filipa, essa cabecinha social-democrata não alcança que as chamadas forças da ordem defendem a ordem dos dominantes...

Manuel Monteiro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, Filipa, Filipa, essa cabecinha social-democrata não alcança que as chamadas forças da ordem defendem a ordem dos dominantes&#8230;</p>
<p>Manuel Monteiro</p>
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		<title>
		Por: amoura		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/93069/#comment-216676</link>

		<dc:creator><![CDATA[amoura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2014 00:48:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“O conceito de “segurança”, tal como é formulado na cultura da decadência, liga-se estreitamente à limitação imposta pela economia capitalista à plena expansão da personalidade humana. Somente submetendo-se às “normas” e regras socialmente impostas, tornando-se um conformista, pode o individuo experimentar uma sensação de segurança e de estabilidade num mundo objetivamente assolado por contradições. Portanto, percebe-se facilmente a relação direta entre burocracia e “segurança”, ou seja, o modo pelo qual uma vida “segura” submete-se aos princípios do formalismo pseudorracional e aos valores burocráticos da eficácia “profissional”; a “segurança”, assim, conforma-se à identificação entre personalidade individual e função desempenhada na divisão do trabalho, identificação própria da cultura capitalista. A relação entre “segurança” e conformismo foi observada por Max Weber: “o ingresso num cargo, inclusive na economia privada, é considerado como a aceitação de um obrigação específica de administração fiel em troca de uma existência segura”. “Racional”, portanto, passa a ser a práxis moral fundada no conformismo e na aceitação de “regras” formais. (...) O temor de Comte ao “progresso anárquico” (às revoluções), com a consequente defesa da primazia da “ordem”; a afirmação de Durkheim segunda a qual o “espírito de disciplina” é a condição básica da vida social; a subordinação do progresso a “estruturas” imutáveis na obra de Lévi-Strauss: temos aqui três elaborações ideológicas, em épocas diversas, do mesmo sentimento pequeno-burguês da “segurança” manipulada como valor supremo da vida.” (Carlos Nelson Coutinho, O Estruturalismo e a Miséria da Razão, página 64)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“O conceito de “segurança”, tal como é formulado na cultura da decadência, liga-se estreitamente à limitação imposta pela economia capitalista à plena expansão da personalidade humana. Somente submetendo-se às “normas” e regras socialmente impostas, tornando-se um conformista, pode o individuo experimentar uma sensação de segurança e de estabilidade num mundo objetivamente assolado por contradições. Portanto, percebe-se facilmente a relação direta entre burocracia e “segurança”, ou seja, o modo pelo qual uma vida “segura” submete-se aos princípios do formalismo pseudorracional e aos valores burocráticos da eficácia “profissional”; a “segurança”, assim, conforma-se à identificação entre personalidade individual e função desempenhada na divisão do trabalho, identificação própria da cultura capitalista. A relação entre “segurança” e conformismo foi observada por Max Weber: “o ingresso num cargo, inclusive na economia privada, é considerado como a aceitação de um obrigação específica de administração fiel em troca de uma existência segura”. “Racional”, portanto, passa a ser a práxis moral fundada no conformismo e na aceitação de “regras” formais. (&#8230;) O temor de Comte ao “progresso anárquico” (às revoluções), com a consequente defesa da primazia da “ordem”; a afirmação de Durkheim segunda a qual o “espírito de disciplina” é a condição básica da vida social; a subordinação do progresso a “estruturas” imutáveis na obra de Lévi-Strauss: temos aqui três elaborações ideológicas, em épocas diversas, do mesmo sentimento pequeno-burguês da “segurança” manipulada como valor supremo da vida.” (Carlos Nelson Coutinho, O Estruturalismo e a Miséria da Razão, página 64)</p>
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		<title>
		Por: Filipa		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/93069/#comment-216444</link>

		<dc:creator><![CDATA[Filipa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2014 12:30:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A polícia é como o oxigénio: só quando falta é que valorizamos a sua presença. 
Proponho-lhe o seguinte exercício: coloque numa mesa, em diversos post its, todas as instituições do país - da saúde à educação, da segurança ao governo. Tudo. Depois, vá retirando aquelas sem as quais conseguiríamos sobreviver um dia. Agora retire a polícia. Parabéns, instaurou o caos social. Visualizar a polícia como mero repressor de desordem pública é uma observação pueril e desactualizada. Há muito que a polícia se desenvolveu. De um organismo reactivo, tem dado largos passos na sua forma de actuação. Hoje em dia, caminha para ser um organismo antecipador/proactivo; elabora estudos sobre a criminalidade, estabelece padrões, mapeia o crime, e com base nestas informações estabelece estratégias de combate ao crime. Defender a diminuição do número de polícias em Portugal é não conhecer o povo português; é não conhecer as dificuldades deste povo, o desespero deste povo, a raça deste povo. Porque se tivermos que roubar, roubamos. Se tivermos que pedir, pedimos.
Antes de defender a redução da polícia, proponho-lhe que faça uma visita de estudo e acompanhe estes profissionais durante um ano. Realize exactamente os mesmos horários, tire exactamente as mesmas folgas, peça exactamente os mesmos dias de férias e, melhor, ganhe exactamente o mesmo salário que eles ganham.

Depois escreva. E lembre-se, &quot;Eu não me envergonho de corrigir os meus erros e mudar de opinião, porque não me envergonho de raciocinar e aprender&quot; Alexandre Herculano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A polícia é como o oxigénio: só quando falta é que valorizamos a sua presença.<br />
Proponho-lhe o seguinte exercício: coloque numa mesa, em diversos post its, todas as instituições do país &#8211; da saúde à educação, da segurança ao governo. Tudo. Depois, vá retirando aquelas sem as quais conseguiríamos sobreviver um dia. Agora retire a polícia. Parabéns, instaurou o caos social. Visualizar a polícia como mero repressor de desordem pública é uma observação pueril e desactualizada. Há muito que a polícia se desenvolveu. De um organismo reactivo, tem dado largos passos na sua forma de actuação. Hoje em dia, caminha para ser um organismo antecipador/proactivo; elabora estudos sobre a criminalidade, estabelece padrões, mapeia o crime, e com base nestas informações estabelece estratégias de combate ao crime. Defender a diminuição do número de polícias em Portugal é não conhecer o povo português; é não conhecer as dificuldades deste povo, o desespero deste povo, a raça deste povo. Porque se tivermos que roubar, roubamos. Se tivermos que pedir, pedimos.<br />
Antes de defender a redução da polícia, proponho-lhe que faça uma visita de estudo e acompanhe estes profissionais durante um ano. Realize exactamente os mesmos horários, tire exactamente as mesmas folgas, peça exactamente os mesmos dias de férias e, melhor, ganhe exactamente o mesmo salário que eles ganham.</p>
<p>Depois escreva. E lembre-se, &#8220;Eu não me envergonho de corrigir os meus erros e mudar de opinião, porque não me envergonho de raciocinar e aprender&#8221; Alexandre Herculano.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: André		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/93069/#comment-200991</link>

		<dc:creator><![CDATA[André]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2014 02:23:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Da esquerda que vive do passado e fez do 25 de Abril uma mitologia e do 25 de Novembro algo que não merece tantas lembranças... nem me causa espanto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da esquerda que vive do passado e fez do 25 de Abril uma mitologia e do 25 de Novembro algo que não merece tantas lembranças&#8230; nem me causa espanto.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ronan		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/03/93069/#comment-200776</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ronan]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2014 17:30:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No bojo da revolta geral gerada por causa da copa - caso Amarildo, ocupações de terra, luta contra aumentos, greve de garis - entrou já no 12 dia a maior e mais radical greve dos agentes penitenciários do Estado de São Paulo. São Mais de 88 unidades em greve, nas quais os agentes têm jogado as chaves fora. Com isso, presos nas ruas não são aceitos quando levados para as unidades. Nesse exato momento, há, informalmente, uma ordem interna a segurança pública para que não se prendam por crimes menores porque com a greve dos agentes não há onde levar os presos. 

2- a greve dos agentes obrigou o governo enviar policiais e a tropa de choque para invadir e tomar conta de algumas unidades. Se isto se generaliza, a polícia vai ter que assumir o controle de todas as unidades. São 25 mil agentes no Estado. O que significaria tirar milhares de policiais das ruas, diminuindo o efetivo à disposição para reprimir movimentos. 

3- Uma greve da polícia civil se anuncia para os próximos dias. 

4- até o momento, os agentes têm mantido a visita dos presos, dizendo que a greve é contra o governo, não contra os detentos. Também tem sigo entregue o que é de urgente: coquetéis anti-HIV, medicamentos controlados, e outras coisas. 

5- A greve dos agentes gerou uma curiosa união entre presos e governador. Na comunidade do facebook &quot;Amor atrás das grades&quot; as mulheres dos presos reclamam intensivamente da greve com medo que sejam paradas as visitas em algum momento. E elas querem ver os seus maridos. Quem olhar o que se escreve lá terá material para uma bela crônica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No bojo da revolta geral gerada por causa da copa &#8211; caso Amarildo, ocupações de terra, luta contra aumentos, greve de garis &#8211; entrou já no 12 dia a maior e mais radical greve dos agentes penitenciários do Estado de São Paulo. São Mais de 88 unidades em greve, nas quais os agentes têm jogado as chaves fora. Com isso, presos nas ruas não são aceitos quando levados para as unidades. Nesse exato momento, há, informalmente, uma ordem interna a segurança pública para que não se prendam por crimes menores porque com a greve dos agentes não há onde levar os presos. </p>
<p>2- a greve dos agentes obrigou o governo enviar policiais e a tropa de choque para invadir e tomar conta de algumas unidades. Se isto se generaliza, a polícia vai ter que assumir o controle de todas as unidades. São 25 mil agentes no Estado. O que significaria tirar milhares de policiais das ruas, diminuindo o efetivo à disposição para reprimir movimentos. </p>
<p>3- Uma greve da polícia civil se anuncia para os próximos dias. </p>
<p>4- até o momento, os agentes têm mantido a visita dos presos, dizendo que a greve é contra o governo, não contra os detentos. Também tem sigo entregue o que é de urgente: coquetéis anti-HIV, medicamentos controlados, e outras coisas. </p>
<p>5- A greve dos agentes gerou uma curiosa união entre presos e governador. Na comunidade do facebook &#8220;Amor atrás das grades&#8221; as mulheres dos presos reclamam intensivamente da greve com medo que sejam paradas as visitas em algum momento. E elas querem ver os seus maridos. Quem olhar o que se escreve lá terá material para uma bela crônica.</p>
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