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	Comentários sobre: Uma análise da educação pelo viés interpretativo do materialismo marxista	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: David		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/93775/#comment-218354</link>

		<dc:creator><![CDATA[David]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 17:13:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Paulo, li e gostei do seu esforço. Acontece que, há pouco tempo, caiu-me nas mãos o livro &quot;Psicologia pedagógica&quot; de L.S. Vigotski. O livro foi publicado em 1926. Nele, Vigotski construiu uma vigorosa resposta que contempla as questões iniciais que você se propôs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo, li e gostei do seu esforço. Acontece que, há pouco tempo, caiu-me nas mãos o livro &#8220;Psicologia pedagógica&#8221; de L.S. Vigotski. O livro foi publicado em 1926. Nele, Vigotski construiu uma vigorosa resposta que contempla as questões iniciais que você se propôs.</p>
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		<title>
		Por: Paulo Henrique Schlickmann		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/93775/#comment-212873</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Henrique Schlickmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2014 02:12:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho, caro Exílio Mondrian, que deves continuar desconsiderando o que eu escrevi e dedicar tempo seguindo suas próprias recomendações, elaborando você aquela análise. Você desaprova o texto com boas sugestões, aponta o que eu deveria ter feito, mas que não constavam em meus objetivos. Desse modo, apesar de boas sugestões, não há nada de concreto escrito NO COMENTÁRIO.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho, caro Exílio Mondrian, que deves continuar desconsiderando o que eu escrevi e dedicar tempo seguindo suas próprias recomendações, elaborando você aquela análise. Você desaprova o texto com boas sugestões, aponta o que eu deveria ter feito, mas que não constavam em meus objetivos. Desse modo, apesar de boas sugestões, não há nada de concreto escrito NO COMENTÁRIO.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Exílio Mondrian		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/93775/#comment-212682</link>

		<dc:creator><![CDATA[Exílio Mondrian]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2014 15:27:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foi, efetivamente, um pesado fardo ler o seu breve texto. Nem as exclamações que compareceram no decorrer do artigo conseguiram acordar aos estudantes das fotos e aos que tiveram a coragem de encarar o seu escrito.

Um artigo que ignora a questão da produção de novas gerações de trabalhadores - o principal papel atribuído a educação pelo sistema capitalista - e que foge dos dados como o diabo da cruz - já que é &quot;teórico&quot;, apenas e tão só, não conseguindo arranhar nenhum aspecto de uma experiência cotidiana que abarca hoje três milhões de professores no Brasil e milhões mais ainda de estudantes - deveria provocar indignação. Mas não. Sono, talvez, é o efeito mais direto.

Pátios, corredores, ruas das cidades, lans houses e celulares conectados à internet - e outras formas várias de treinamento para máquinas laborais. Além, é claro, das tentativas de conhecimento, de socialização, de disciplinarização e de domesticação dos corpos e mentes nas salas de aula. Por aí, quem sabe, deve passar hoje uma análise um pouco mais próxima do que testemunhamos hoje na educação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi, efetivamente, um pesado fardo ler o seu breve texto. Nem as exclamações que compareceram no decorrer do artigo conseguiram acordar aos estudantes das fotos e aos que tiveram a coragem de encarar o seu escrito.</p>
<p>Um artigo que ignora a questão da produção de novas gerações de trabalhadores &#8211; o principal papel atribuído a educação pelo sistema capitalista &#8211; e que foge dos dados como o diabo da cruz &#8211; já que é &#8220;teórico&#8221;, apenas e tão só, não conseguindo arranhar nenhum aspecto de uma experiência cotidiana que abarca hoje três milhões de professores no Brasil e milhões mais ainda de estudantes &#8211; deveria provocar indignação. Mas não. Sono, talvez, é o efeito mais direto.</p>
<p>Pátios, corredores, ruas das cidades, lans houses e celulares conectados à internet &#8211; e outras formas várias de treinamento para máquinas laborais. Além, é claro, das tentativas de conhecimento, de socialização, de disciplinarização e de domesticação dos corpos e mentes nas salas de aula. Por aí, quem sabe, deve passar hoje uma análise um pouco mais próxima do que testemunhamos hoje na educação.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Paulo Henrique Schlickmann		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/93775/#comment-212342</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Henrique Schlickmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2014 16:28:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Presados, cabem alguns esclarecimentos, sobretudo no sentido de algumas coisas que eu não coloco no texto, p. ex.: Utilitarismo de Benthan; e debate sobre &quot;felicidade&quot;. A felicidade não é tratada no texto, pois adentra apenas como um detalhe do primeiro trabalho humanista de MARX; que no fim, deixa de ser humanista. Convenhamos que em O Capital não há humanismo.

Por outro lado, não venho propor uma nova educação. Muito pelo contrário, a escola por si, não vai libertar os indivíduos (E isso está no texto). Não acredito na escola nova, nem na escola crítica. Nem que apenas alterações de métodos de ensino solucionarão o problema da escola.  

Já em: &quot;matéria como prisão&quot; e a &quot;consciência para aqueles que estão de acordo com minhas premissas&quot;, são problemas reais de algumas interpretações marxistas, mas não acho ser o caso aqui! Temos que saber também, fazer crítica ao mobilismo. Não é sempre movimento, movimento e movimento. A questão é dialética no sentido &quot;prisão pela matéria (relações sociais)&quot; X &quot;movimento&quot;. Por isso possibilidades e impossibilidades da ação real concreta.

Sobre o progresso, nos Grundrisse e no Capital é claro o posicionamento de Marx, pela superação do capitalismo através dos avanços da sociedade. Pelos avanços materiais, sociais e culturais da sociedade vamos aprendendo a solucionar nossos problemas. Não solucionar do jeito que eu quero e acho que deve ser, são múltiplas as possibilidades. Assim, vejo que não é no atraso que estará a solução para os problemas de hoje, mas no progresso, no aperfeiçoamento da nossas interpretações e visões de mundo!!!! 

A princípio entendo assim! E entendo como importante as colocações dos colegas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Presados, cabem alguns esclarecimentos, sobretudo no sentido de algumas coisas que eu não coloco no texto, p. ex.: Utilitarismo de Benthan; e debate sobre &#8220;felicidade&#8221;. A felicidade não é tratada no texto, pois adentra apenas como um detalhe do primeiro trabalho humanista de MARX; que no fim, deixa de ser humanista. Convenhamos que em O Capital não há humanismo.</p>
<p>Por outro lado, não venho propor uma nova educação. Muito pelo contrário, a escola por si, não vai libertar os indivíduos (E isso está no texto). Não acredito na escola nova, nem na escola crítica. Nem que apenas alterações de métodos de ensino solucionarão o problema da escola.  </p>
<p>Já em: &#8220;matéria como prisão&#8221; e a &#8220;consciência para aqueles que estão de acordo com minhas premissas&#8221;, são problemas reais de algumas interpretações marxistas, mas não acho ser o caso aqui! Temos que saber também, fazer crítica ao mobilismo. Não é sempre movimento, movimento e movimento. A questão é dialética no sentido &#8220;prisão pela matéria (relações sociais)&#8221; X &#8220;movimento&#8221;. Por isso possibilidades e impossibilidades da ação real concreta.</p>
<p>Sobre o progresso, nos Grundrisse e no Capital é claro o posicionamento de Marx, pela superação do capitalismo através dos avanços da sociedade. Pelos avanços materiais, sociais e culturais da sociedade vamos aprendendo a solucionar nossos problemas. Não solucionar do jeito que eu quero e acho que deve ser, são múltiplas as possibilidades. Assim, vejo que não é no atraso que estará a solução para os problemas de hoje, mas no progresso, no aperfeiçoamento da nossas interpretações e visões de mundo!!!! </p>
<p>A princípio entendo assim! E entendo como importante as colocações dos colegas!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: humanaesfera		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/93775/#comment-212316</link>

		<dc:creator><![CDATA[humanaesfera]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2014 14:31:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Também não entendi. A impressão que me passou é de que no texto o mundo material é visto como a prisão do espírito (um neo-neo-platonismo?).

Não sou marxista, mas reconheço que a grande sacada de Marx foi perceber: que a consciência é sempre o ser consciente (ver Ideologia Alemã - Cap I); que o ser (a matéria) é atividade, praxis, processo real de vida (ver Ideologia Alemã); que a idéia de uma &quot;vanguarda educadora&quot; é ilusória e reproduz catastroficamente a sociedade de classes (ver Teses sobre Feuerbach, tese 3); que as ilusões são de condições materiais que necessitam de ilusões e que, portanto, a verdadeira libertação é a transformação dessas condições materiais pelos próprios &quot;iludidos&quot; (ver Teses sobre Feuerbach, A Sagrada Família e Ideologia Alemã), e não pelo ativismo de pretensos &quot;iluminados&quot; (idem).

Também não entendi a referência ao utilitarismo de Jeremy Bentham (o princípio quantitativo de felicidade, que busca legitimar a exploração/dominação defendendo que ela deve ser a mínima possível, ao invés de ser abolida) da fase liberal-burguesa do Jovem Marx.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Também não entendi. A impressão que me passou é de que no texto o mundo material é visto como a prisão do espírito (um neo-neo-platonismo?).</p>
<p>Não sou marxista, mas reconheço que a grande sacada de Marx foi perceber: que a consciência é sempre o ser consciente (ver Ideologia Alemã &#8211; Cap I); que o ser (a matéria) é atividade, praxis, processo real de vida (ver Ideologia Alemã); que a idéia de uma &#8220;vanguarda educadora&#8221; é ilusória e reproduz catastroficamente a sociedade de classes (ver Teses sobre Feuerbach, tese 3); que as ilusões são de condições materiais que necessitam de ilusões e que, portanto, a verdadeira libertação é a transformação dessas condições materiais pelos próprios &#8220;iludidos&#8221; (ver Teses sobre Feuerbach, A Sagrada Família e Ideologia Alemã), e não pelo ativismo de pretensos &#8220;iluminados&#8221; (idem).</p>
<p>Também não entendi a referência ao utilitarismo de Jeremy Bentham (o princípio quantitativo de felicidade, que busca legitimar a exploração/dominação defendendo que ela deve ser a mínima possível, ao invés de ser abolida) da fase liberal-burguesa do Jovem Marx.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/93775/#comment-211998</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2014 16:03:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Paulo,
eu devo confessar que não entendi exatamente o argumento do teu artigo. Com o espírito mais malicioso eu até diria que você não usou uma base materialista para analisar a educação, mas sim utilizou o tema da educação para falar sobre o materialismo.
Acho que trazer, por exemplo, a questão do que é a felicidade para Marx é de uma irrelevância enorme, um conceito filosófico que quase nada acrescenta à obra do autor e que quase não é desenvolvida por ele. Uma curiosidade apenas.

Ao falar sobre educação e trabalho, acho que o debate poderia seguir ou a respeito das relações de trabalho inerentes à educação (professores, organização burocrática, etc); ou tematizar a pedagogia (conteúdos, relação professores-alunos, etc), que me parece ser por onde você preferiu abordar, inclusive levando em conta que muito do pensamento &quot;de esquerda&quot; não-marxista (foucaultiano principalmente) incide justamente aí. Mas me pareceu também que o seu argumento termina indicando a proposta de forma demasiado conceitual (&quot;progresso&quot;), em dar um mínimo de detalhamento a respeito de como seria essa pedagogia, como ela se relacionaria com a educação como trabalho (trabalho na escola ou mercado de trabalho? ensino técnico ou ensino crítico? etc).

Por fim, com relação à consciência. Não creio que Marx estaria em desacordo com os fenomenologistas no que diz respeito a ser a consciência sempre consciência de ALGO. Ao hipostasiarmos a consciência em uma qualidade absoluta do homem não estamos tão distantes de algum tipo de budismo. Esse é o risco de um discurso que vê consciência apenas naqueles que estão de acordo com suas premissas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo,<br />
eu devo confessar que não entendi exatamente o argumento do teu artigo. Com o espírito mais malicioso eu até diria que você não usou uma base materialista para analisar a educação, mas sim utilizou o tema da educação para falar sobre o materialismo.<br />
Acho que trazer, por exemplo, a questão do que é a felicidade para Marx é de uma irrelevância enorme, um conceito filosófico que quase nada acrescenta à obra do autor e que quase não é desenvolvida por ele. Uma curiosidade apenas.</p>
<p>Ao falar sobre educação e trabalho, acho que o debate poderia seguir ou a respeito das relações de trabalho inerentes à educação (professores, organização burocrática, etc); ou tematizar a pedagogia (conteúdos, relação professores-alunos, etc), que me parece ser por onde você preferiu abordar, inclusive levando em conta que muito do pensamento &#8220;de esquerda&#8221; não-marxista (foucaultiano principalmente) incide justamente aí. Mas me pareceu também que o seu argumento termina indicando a proposta de forma demasiado conceitual (&#8220;progresso&#8221;), em dar um mínimo de detalhamento a respeito de como seria essa pedagogia, como ela se relacionaria com a educação como trabalho (trabalho na escola ou mercado de trabalho? ensino técnico ou ensino crítico? etc).</p>
<p>Por fim, com relação à consciência. Não creio que Marx estaria em desacordo com os fenomenologistas no que diz respeito a ser a consciência sempre consciência de ALGO. Ao hipostasiarmos a consciência em uma qualidade absoluta do homem não estamos tão distantes de algum tipo de budismo. Esse é o risco de um discurso que vê consciência apenas naqueles que estão de acordo com suas premissas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo Henrique Schlickmann		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/93775/#comment-211486</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Henrique Schlickmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2014 23:45:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Realmente Lucas, como autor do texto, concordo com você que o ATRAVÉS está muito mal colocado. Ali pode designar a consciência como instrumento, como útil ou meio para fins. Foi um equívoco. Apesar de entender que no capitalismo o homem é utilizado como meio para fins, justamente com sua a &quot;consciência fetichizada da realidade&quot;. Em determinados ciclos e fases de acumulação o capital suavemente transita pelos seus trilhos.


Contudo, corrigindo o equívoco, o que quero dizer, é que para o materialismo o homem consciente é potencial transformador da sua realidade, apesar das determinações. Potencial, por não ser efetivo no imediato! (para o materialismo).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente Lucas, como autor do texto, concordo com você que o ATRAVÉS está muito mal colocado. Ali pode designar a consciência como instrumento, como útil ou meio para fins. Foi um equívoco. Apesar de entender que no capitalismo o homem é utilizado como meio para fins, justamente com sua a &#8220;consciência fetichizada da realidade&#8221;. Em determinados ciclos e fases de acumulação o capital suavemente transita pelos seus trilhos.</p>
<p>Contudo, corrigindo o equívoco, o que quero dizer, é que para o materialismo o homem consciente é potencial transformador da sua realidade, apesar das determinações. Potencial, por não ser efetivo no imediato! (para o materialismo).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/93775/#comment-211460</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2014 22:24:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Apesar das determinações, um dos pontos cruciais no materialismo é a possibilidade da transformação da sociedade através do homem consciente.&quot;

Seria aqui o materialismo a instrumentalizar uma humanidade hipostasiada a fim de atingir seus próprios objetivos lógicos-conceituais? 
Fica a impressão de que &quot;conciência&quot; passa a significar &quot;utilidade&quot;, que a razão tem uma parada final e corre suave por sobre os trilhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Apesar das determinações, um dos pontos cruciais no materialismo é a possibilidade da transformação da sociedade através do homem consciente.&#8221;</p>
<p>Seria aqui o materialismo a instrumentalizar uma humanidade hipostasiada a fim de atingir seus próprios objetivos lógicos-conceituais?<br />
Fica a impressão de que &#8220;conciência&#8221; passa a significar &#8220;utilidade&#8221;, que a razão tem uma parada final e corre suave por sobre os trilhos.</p>
]]></content:encoded>
		
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