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	Comentários sobre: Sorria: você está sendo precarizada/o	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: pseudônimo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/94617/#comment-280324</link>

		<dc:creator><![CDATA[pseudônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2015 01:16:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[as ONG vem pagando de filosofia
invadem a favela, falsa teoria
amenizando a luta e a rebeldia
cumprindo o papel que o Estado queria
raposas astutas,
ratos do crime
terceiro setor se alimenta do regime!
...
coxinhas de esquerda]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>as ONG vem pagando de filosofia<br />
invadem a favela, falsa teoria<br />
amenizando a luta e a rebeldia<br />
cumprindo o papel que o Estado queria<br />
raposas astutas,<br />
ratos do crime<br />
terceiro setor se alimenta do regime!<br />
&#8230;<br />
coxinhas de esquerda</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Juliana Tsuko		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/94617/#comment-260663</link>

		<dc:creator><![CDATA[Juliana Tsuko]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 13:37:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aparentemente, as ex-trabalhadoras e os ex-trabalhadores do tal Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos não estão isolados em suas reivindicações e na denúncia da terceirização/precarização do atendimento jurídico às classes precarizadas:

https://secure.avaaz.org/po/petition/Estudantes_Professores_Funcionarios_Impecam_o_corte_arbitrario_de_remuneracao_dos_tecnicxs_do_Escritorio_Modelo/?dHLScdb&#038;pv=10

&quot;O Escritório Modelo Dom Paulo Evaristo Arns, maior Núcleo de Prática Jurídica da América Latina, vem enfrentando inúmeras dificuldades, especialmente no que tange à sua estrutura.
As atividades do Escritório são custeadas, quase que em sua totalidade, pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo, por meio do convênio firmado com a Fundação São Paulo (mantenedora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).
Até setembro/14, antes da renovação do mencionado convênio com a Defensoria, a Fundação São Paulo subsidiava parte do INSS dos trabalhadores, o que deixou de acontecer a partir do mês de outubro/14.
O corte no subsídio representou uma redução de 12% na remuneração dos técnicos (as). Destaca-se ainda que tal remuneração, embora seja historicamente irrisória, não é corrigida pelo atual índice da inflação, motivo pelo qual os profissionais do Escritório têm sua remuneração absolutamente defasada e incompatível com qualquer outro ambiente de trabalho.
A significante redução nas remunerações não é o único problema pelo qual passa a instituição. Além disso, a infra-estrutura é precária: faltam mesas, materiais diversos, computadores, salas que comportem adequadamente técnicos (as) e estagiários (as), o que inviabiliza a realização de um trabalho social e jurídico efetivo e com a qualidade que reclama.
Tudo isso, acrescido da inexistência de um plano de carreira, faz com que os profissionais atuem junto à instituição por curto período de tempo, o que torna o ambiente de trabalho excessivamente rotativo, com a incessante substituição da equipe, dificultando a criação de laços de confiança pela população assistida.
Importante ressaltar que a situação narrada reflete diretamente na formação dos estudantes, à medida que os técnicos não dispõem de tempo hábil ou estrutura para desempenharem, com a devida qualidade, a função de orientadores que o núcleo de prática requer. Em meio todas essas adversidades o mais prejudicado é, sem dúvida, a população atendida.
Assim, contamos com o seu apoio para a construção de Núcleo de Prática Jurídica condizente com a grandeza da PUC.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aparentemente, as ex-trabalhadoras e os ex-trabalhadores do tal Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos não estão isolados em suas reivindicações e na denúncia da terceirização/precarização do atendimento jurídico às classes precarizadas:</p>
<p><a href="https://secure.avaaz.org/po/petition/Estudantes_Professores_Funcionarios_Impecam_o_corte_arbitrario_de_remuneracao_dos_tecnicxs_do_Escritorio_Modelo/?dHLScdb&#038;pv=10" rel="nofollow ugc">https://secure.avaaz.org/po/petition/Estudantes_Professores_Funcionarios_Impecam_o_corte_arbitrario_de_remuneracao_dos_tecnicxs_do_Escritorio_Modelo/?dHLScdb&#038;pv=10</a></p>
<p>&#8220;O Escritório Modelo Dom Paulo Evaristo Arns, maior Núcleo de Prática Jurídica da América Latina, vem enfrentando inúmeras dificuldades, especialmente no que tange à sua estrutura.<br />
As atividades do Escritório são custeadas, quase que em sua totalidade, pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo, por meio do convênio firmado com a Fundação São Paulo (mantenedora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).<br />
Até setembro/14, antes da renovação do mencionado convênio com a Defensoria, a Fundação São Paulo subsidiava parte do INSS dos trabalhadores, o que deixou de acontecer a partir do mês de outubro/14.<br />
O corte no subsídio representou uma redução de 12% na remuneração dos técnicos (as). Destaca-se ainda que tal remuneração, embora seja historicamente irrisória, não é corrigida pelo atual índice da inflação, motivo pelo qual os profissionais do Escritório têm sua remuneração absolutamente defasada e incompatível com qualquer outro ambiente de trabalho.<br />
A significante redução nas remunerações não é o único problema pelo qual passa a instituição. Além disso, a infra-estrutura é precária: faltam mesas, materiais diversos, computadores, salas que comportem adequadamente técnicos (as) e estagiários (as), o que inviabiliza a realização de um trabalho social e jurídico efetivo e com a qualidade que reclama.<br />
Tudo isso, acrescido da inexistência de um plano de carreira, faz com que os profissionais atuem junto à instituição por curto período de tempo, o que torna o ambiente de trabalho excessivamente rotativo, com a incessante substituição da equipe, dificultando a criação de laços de confiança pela população assistida.<br />
Importante ressaltar que a situação narrada reflete diretamente na formação dos estudantes, à medida que os técnicos não dispõem de tempo hábil ou estrutura para desempenharem, com a devida qualidade, a função de orientadores que o núcleo de prática requer. Em meio todas essas adversidades o mais prejudicado é, sem dúvida, a população atendida.<br />
Assim, contamos com o seu apoio para a construção de Núcleo de Prática Jurídica condizente com a grandeza da PUC.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Júlio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/94617/#comment-223650</link>

		<dc:creator><![CDATA[Júlio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2014 18:37:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu assino meu comentário, já trampei no Gaspar e assino embaixo tudo que o texto diz, vivi tudo isso na pele e não foi nessa leva de demissões. A discussão nos comentários não sei, sobre procedimento de a ou b, mas o que o texto coloca, e que é muito mais profundo, está corretíssimo. 

Acho que quem resume bem é o som do Ba Kimbuta:

as ONG vem pagando de filosofia
invadem a favela, falsa teoria
amenizando a luta e a rebeldia
cumprindo o papel que o Estado queria
raposas astutas,
ratos do crime
terceiro setor se alimenta do regime!

https://www.youtube.com/watch?v=tVFHX9XOAWc

Pode não valer pra todo o terceiro setor, mas pra organização aqui em questão... ah vale muito!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu assino meu comentário, já trampei no Gaspar e assino embaixo tudo que o texto diz, vivi tudo isso na pele e não foi nessa leva de demissões. A discussão nos comentários não sei, sobre procedimento de a ou b, mas o que o texto coloca, e que é muito mais profundo, está corretíssimo. </p>
<p>Acho que quem resume bem é o som do Ba Kimbuta:</p>
<p>as ONG vem pagando de filosofia<br />
invadem a favela, falsa teoria<br />
amenizando a luta e a rebeldia<br />
cumprindo o papel que o Estado queria<br />
raposas astutas,<br />
ratos do crime<br />
terceiro setor se alimenta do regime!</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=tVFHX9XOAWc" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=tVFHX9XOAWc</a></p>
<p>Pode não valer pra todo o terceiro setor, mas pra organização aqui em questão&#8230; ah vale muito!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lauro C.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/94617/#comment-222110</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lauro C.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 May 2014 23:25:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Achei o texto interessante. Vale lembrar que na construção marxista sobre o que seria a classe trabalhadora, exclui-se os funcionários tecnicamente qualificados em cargos de confiança ou com prerrogativa de poder burocrático e político. Parece-me que é nessa definição que se enquadram essas duas pessoas que fazem os comentários acima, ambas exercendo cargo de coordenação na ONG em questão.

Além disso, importante dizer que, muito embora tenha se questionado a demissão abrupta de uma coordenadora, não parece ser esse o centro do texto: a real demanda colocada por estes(as) trabalhadores(as) seria a condição objetiva e subjetiva de precarização do trabalho e como isso se liga a um contexto maior de desenvolvimento do projeto de poder do Partido dos Trabalhadores.

Penso que outro ponto a se considerar é o dimensionamento do anonimato. Se realmente houve uma sequência de retaliações e se as demissões e saídas ocorreram &quot;curiosamente&quot; depois da intervenção dos(as) trabalhadores(as), nada mais justo que estas pessoas protejam suas identidades, cientes do poder de perseguição da direção política da ONG.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei o texto interessante. Vale lembrar que na construção marxista sobre o que seria a classe trabalhadora, exclui-se os funcionários tecnicamente qualificados em cargos de confiança ou com prerrogativa de poder burocrático e político. Parece-me que é nessa definição que se enquadram essas duas pessoas que fazem os comentários acima, ambas exercendo cargo de coordenação na ONG em questão.</p>
<p>Além disso, importante dizer que, muito embora tenha se questionado a demissão abrupta de uma coordenadora, não parece ser esse o centro do texto: a real demanda colocada por estes(as) trabalhadores(as) seria a condição objetiva e subjetiva de precarização do trabalho e como isso se liga a um contexto maior de desenvolvimento do projeto de poder do Partido dos Trabalhadores.</p>
<p>Penso que outro ponto a se considerar é o dimensionamento do anonimato. Se realmente houve uma sequência de retaliações e se as demissões e saídas ocorreram &#8220;curiosamente&#8221; depois da intervenção dos(as) trabalhadores(as), nada mais justo que estas pessoas protejam suas identidades, cientes do poder de perseguição da direção política da ONG.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Juliana		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/94617/#comment-221329</link>

		<dc:creator><![CDATA[Juliana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2014 18:51:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Minha fala está longe de ser de gestora - aliás, a trabalhadora que teria sido &quot;injustamente demitida&quot; também era coordenadora. Importante termos noção de que nem todos os trabalhadores fazem uso dessa via de comunicação, isto aqui está bem longe da realidade de comunicação de inúmeras pessoas. Não falo em nome de ninguém, meu questionamento é sobre métodos, formas e práticas, afinal também é essa a crítica, ou não? Só pontuo que grande parte dos trabalhadores discorda desse grupo, basta alguém querer ouvir. Como qualquer forma de comunicação, é importante o compromisso com a verdade, o que não afasta a crítica!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha fala está longe de ser de gestora &#8211; aliás, a trabalhadora que teria sido &#8220;injustamente demitida&#8221; também era coordenadora. Importante termos noção de que nem todos os trabalhadores fazem uso dessa via de comunicação, isto aqui está bem longe da realidade de comunicação de inúmeras pessoas. Não falo em nome de ninguém, meu questionamento é sobre métodos, formas e práticas, afinal também é essa a crítica, ou não? Só pontuo que grande parte dos trabalhadores discorda desse grupo, basta alguém querer ouvir. Como qualquer forma de comunicação, é importante o compromisso com a verdade, o que não afasta a crítica!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luciana		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/94617/#comment-221275</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2014 15:37:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Juliana, usar o anonimato é fácil, quero ver assinar.  Meu comentário é assinado, e é de minha responsabilidade,  portanto, por ser meu comentário sou livre para expor minha opinião, como já coloquei, e não tenho mais nada a acrescentar neste espaço. O debate é bom, mas não vou debater com quem me julga sem me conhecer. Usar o anonimato para julgar e condenar é democracia? Estou fora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juliana, usar o anonimato é fácil, quero ver assinar.  Meu comentário é assinado, e é de minha responsabilidade,  portanto, por ser meu comentário sou livre para expor minha opinião, como já coloquei, e não tenho mais nada a acrescentar neste espaço. O debate é bom, mas não vou debater com quem me julga sem me conhecer. Usar o anonimato para julgar e condenar é democracia? Estou fora.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Juliana Tsuko		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/94617/#comment-221007</link>

		<dc:creator><![CDATA[Juliana Tsuko]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2014 21:30:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O relato exposto é muito grave e, se é fato o que aponta &quot;Paulo Freire&quot;, é mais grave ainda que a ong envie gestoras para fazerem as vezes de &quot;trabalhadoras&quot;, omitindo suas posições hierárquicas.  
Ao que parece, nas falas de ambas, as diversas demissões não foram refutadas ou justificadas e permanecem apenas com as explicações dos ex-trabalhadores, que são bem claras e até agora seguem sem resposta do Centro Gaspar Garcia. 
No mais, texto muito bom para refletir sobre a realidade mercantil e as profundas contradições dessas ongs que comercializam seu pretenso humanismo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O relato exposto é muito grave e, se é fato o que aponta &#8220;Paulo Freire&#8221;, é mais grave ainda que a ong envie gestoras para fazerem as vezes de &#8220;trabalhadoras&#8221;, omitindo suas posições hierárquicas.<br />
Ao que parece, nas falas de ambas, as diversas demissões não foram refutadas ou justificadas e permanecem apenas com as explicações dos ex-trabalhadores, que são bem claras e até agora seguem sem resposta do Centro Gaspar Garcia.<br />
No mais, texto muito bom para refletir sobre a realidade mercantil e as profundas contradições dessas ongs que comercializam seu pretenso humanismo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: sei não		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/94617/#comment-220968</link>

		<dc:creator><![CDATA[sei não]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2014 19:02:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[não me parece ser coerente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>não me parece ser coerente</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/94617/#comment-220525</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2014 17:56:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pareceu-me interessante este texto sobre «o processo de mercantilização das lutas sociais», do qual destaco uma passagem: «[...] enquanto a Defensoria Pública se regozija com a sua equiparação salarial com outras “carreiras congêneres”, com muitos defendendo regras para burlar o teto constitucional e ganhar ainda mais, dezenas de advogad@s de entidades conveniadas recebem uma fração ínfima desse valor – como no caso do Gaspar Garcia – para fazer as vezes da Defensoria Pública em condições precárias de trabalho e de atendimento à população». Na íntegra pode ser lido &lt;a href=&quot;http://observatoriodadefensoria.wordpress.com/2014/04/30/o-problema-da-precarizacao/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pareceu-me interessante este texto sobre «o processo de mercantilização das lutas sociais», do qual destaco uma passagem: «[&#8230;] enquanto a Defensoria Pública se regozija com a sua equiparação salarial com outras “carreiras congêneres”, com muitos defendendo regras para burlar o teto constitucional e ganhar ainda mais, dezenas de advogad@s de entidades conveniadas recebem uma fração ínfima desse valor – como no caso do Gaspar Garcia – para fazer as vezes da Defensoria Pública em condições precárias de trabalho e de atendimento à população». Na íntegra pode ser lido <a href="http://observatoriodadefensoria.wordpress.com/2014/04/30/o-problema-da-precarizacao/" rel="nofollow">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo Freire se revirando no túmulo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/04/94617/#comment-220517</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Freire se revirando no túmulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2014 17:22:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=94617#comment-220517</guid>

					<description><![CDATA[Convém lembrar às/aos leitoras/es deste site que as responsáveis pelos comentários acima exercem cargos de coordenação no Centro Gaspar Garcia. 

Ou seja, nada mais natural que saiam em defesa de seus patrões e façam o máximo para desqualificar o levante das/os trabalhadoras/es da ONG.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Convém lembrar às/aos leitoras/es deste site que as responsáveis pelos comentários acima exercem cargos de coordenação no Centro Gaspar Garcia. </p>
<p>Ou seja, nada mais natural que saiam em defesa de seus patrões e façam o máximo para desqualificar o levante das/os trabalhadoras/es da ONG.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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