<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Sobre macacos, bananas, vadias, veados (e outros mais)	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2014/05/95094/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2014/05/95094/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 May 2024 20:52:44 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Diomone Silva		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/05/95094/#comment-223825</link>

		<dc:creator><![CDATA[Diomone Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2014 02:55:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=95094#comment-223825</guid>

					<description><![CDATA[Sobre a ressignificação dos animais ou um véu em si mesmo.

O multiculturalismo poderíamos comparar como um grande balaio cheio de confeites, cujo objetivo é único:enfeitar. As várias ressignificações e leituras da histórias são interpretações em si de uma narrativa, portanto seria como uma ficção no pior da hipóteses. Ser chamado de macaco e comer uma banana – a ressignificação aqui é radical- “anula” toda memória de luta de classes. Assim as ressignificações estão para as “vadias” e os “veados”. Mas a partir de olhar de Hegel – sinto segurança em dialogar com ele do que com Deleuze, embora a importância deste não seja pequena - penso também que esse fenômeno se parece mais com a troca das lutas concretas pela ressignificações, isto é, a realidade é chata e estúpida, a luta que “vandaliza” é forte demais. O importante é dar outro sentido. Mesmo que seja imbecil, bobo e infantil. Pensar em algo mais concreto como a luta de classes é fantasioso. Sem mais, aquilo que é concreto se torna uma moldura vazia. E passam a pintar um quadro engraçado e apresentam ao público: Vede, é assim a realidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre a ressignificação dos animais ou um véu em si mesmo.</p>
<p>O multiculturalismo poderíamos comparar como um grande balaio cheio de confeites, cujo objetivo é único:enfeitar. As várias ressignificações e leituras da histórias são interpretações em si de uma narrativa, portanto seria como uma ficção no pior da hipóteses. Ser chamado de macaco e comer uma banana – a ressignificação aqui é radical- “anula” toda memória de luta de classes. Assim as ressignificações estão para as “vadias” e os “veados”. Mas a partir de olhar de Hegel – sinto segurança em dialogar com ele do que com Deleuze, embora a importância deste não seja pequena &#8211; penso também que esse fenômeno se parece mais com a troca das lutas concretas pela ressignificações, isto é, a realidade é chata e estúpida, a luta que “vandaliza” é forte demais. O importante é dar outro sentido. Mesmo que seja imbecil, bobo e infantil. Pensar em algo mais concreto como a luta de classes é fantasioso. Sem mais, aquilo que é concreto se torna uma moldura vazia. E passam a pintar um quadro engraçado e apresentam ao público: Vede, é assim a realidade.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/05/95094/#comment-223548</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2014 14:58:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=95094#comment-223548</guid>

					<description><![CDATA[Cogrediência [coerência  coesão] e/ou c[a]osmos-errância &#038;c.
Lógica [gramática  dialética] e/ou [meta]política &#038;c.
Ousaríamos contraefetuar o pseudoconceito &#039;raça&#039; numa etnografia diferencial, atualizando a esquizo-análise?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cogrediência [coerência  coesão] e/ou c[a]osmos-errância &amp;c.<br />
Lógica [gramática  dialética] e/ou [meta]política &amp;c.<br />
Ousaríamos contraefetuar o pseudoconceito &#8216;raça&#8217; numa etnografia diferencial, atualizando a esquizo-análise?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
