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	Comentários sobre: Repressão em Goiânia: um laboratório do que está por vir durante a Copa	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: kjnjn lnj@.com.brn		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/05/95466/#comment-277393</link>

		<dc:creator><![CDATA[kjnjn lnj@.com.brn]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2015 15:49:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[GUARDIÃ ARAMADA DENTRO DA UFG OPRIMINDO ALUNO SENTADO EM BANCO SAZINHO

   OLÁ, ESTOU ESCREVENDO PARA DENUNCIAR UM POSSÍVEL CAMPO DE MATANÇA ESTUDANTIL. A EMPRESINHA TERCEIRIZADA PELA UFG-GOIÂNIA, PARA SEGURANÇA PRIVADA, GASTO DE DINHEIRO SEM NECESSIDADE, EMPRESA CONHECIDA POR GUARDIÃ, QUE CONTRATA MULHERES E HOMENS COMO BUCHA DE GANHÃO, PORQUE OS MANDANTES FICAM ATRÁS DE MESAS E EM GABINETES. ESTÁ INICIANDO A MAIOR MATANÇA E GUERRA JÁ VISTA EM ALGUMA UNIVERSIDADE DO BRASIL. POIS, NO ÚLTIMO DIA 26 DE JANEIRO DE 2015, POR VOLTA DAS 16:00 HRS, PRESENCIEI MAIS DE CINCO MOTOQUEIROS COM O UNIFORME DA GUARDIÃ, ABORDAR COM ARMA DE ALTO CALIBRE EM PUNHO, UM ESTUDANTE DA UFG QUE ESTAVA SOZINHO SENTADO EM UM BANCO EM FRENTE A LANCHONETE DO DCE DA UFG. O QUE EU QUERO RESSALTAR É QUE ELES ESTÃO DANDO ABERTURA PARA QUE OS ALUNOS TAMBÉM ANDEM ARMADOS DENTRO DA UFG, E DIGO MAIS, QUE LÁ TEM POLICIAIS SE FINGINDO DE ALUNOS E ANDANDO ARMADO E ESTUPRANDO ALUNAS. ISTO TAMBÉM NÃO PODE SER NOVIDADE. PORTANTO, GUANDO OS ALUNOS SE JUNTAREM ARAMADOS PARA SE REVIDAREM DOS POSSÍVEIS ATAQUES OU INSINUAÇÕES DESTES FALSOS SEGURANÇAS À MÃO ARMADA DENTRO DA UFG, PARA OPRIMIR ALUNOS, ISTO SERÁ E DEVERÁ SER CONSIDERADO LEGÍTIMA DEFESA. E DIGO MAIS, ESTAS EMPRESINHAS DE SEGURANÇA PRIVADA COM PROPRIETÁRIOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS POLICIAIS E POLÍTICOS ENVOLVIDOS COM CRIME ORGANIZADO SERÁ MUITO PEQUENA DIANTE DA SOCIEDADE E ESTUDANTES DA UFG E DE TODA A GOIÂNIA. ELES IRAM ENCONTRAR O QUE PROCURAM. PODEM ACREDITAR...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>GUARDIÃ ARAMADA DENTRO DA UFG OPRIMINDO ALUNO SENTADO EM BANCO SAZINHO</p>
<p>   OLÁ, ESTOU ESCREVENDO PARA DENUNCIAR UM POSSÍVEL CAMPO DE MATANÇA ESTUDANTIL. A EMPRESINHA TERCEIRIZADA PELA UFG-GOIÂNIA, PARA SEGURANÇA PRIVADA, GASTO DE DINHEIRO SEM NECESSIDADE, EMPRESA CONHECIDA POR GUARDIÃ, QUE CONTRATA MULHERES E HOMENS COMO BUCHA DE GANHÃO, PORQUE OS MANDANTES FICAM ATRÁS DE MESAS E EM GABINETES. ESTÁ INICIANDO A MAIOR MATANÇA E GUERRA JÁ VISTA EM ALGUMA UNIVERSIDADE DO BRASIL. POIS, NO ÚLTIMO DIA 26 DE JANEIRO DE 2015, POR VOLTA DAS 16:00 HRS, PRESENCIEI MAIS DE CINCO MOTOQUEIROS COM O UNIFORME DA GUARDIÃ, ABORDAR COM ARMA DE ALTO CALIBRE EM PUNHO, UM ESTUDANTE DA UFG QUE ESTAVA SOZINHO SENTADO EM UM BANCO EM FRENTE A LANCHONETE DO DCE DA UFG. O QUE EU QUERO RESSALTAR É QUE ELES ESTÃO DANDO ABERTURA PARA QUE OS ALUNOS TAMBÉM ANDEM ARMADOS DENTRO DA UFG, E DIGO MAIS, QUE LÁ TEM POLICIAIS SE FINGINDO DE ALUNOS E ANDANDO ARMADO E ESTUPRANDO ALUNAS. ISTO TAMBÉM NÃO PODE SER NOVIDADE. PORTANTO, GUANDO OS ALUNOS SE JUNTAREM ARAMADOS PARA SE REVIDAREM DOS POSSÍVEIS ATAQUES OU INSINUAÇÕES DESTES FALSOS SEGURANÇAS À MÃO ARMADA DENTRO DA UFG, PARA OPRIMIR ALUNOS, ISTO SERÁ E DEVERÁ SER CONSIDERADO LEGÍTIMA DEFESA. E DIGO MAIS, ESTAS EMPRESINHAS DE SEGURANÇA PRIVADA COM PROPRIETÁRIOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS POLICIAIS E POLÍTICOS ENVOLVIDOS COM CRIME ORGANIZADO SERÁ MUITO PEQUENA DIANTE DA SOCIEDADE E ESTUDANTES DA UFG E DE TODA A GOIÂNIA. ELES IRAM ENCONTRAR O QUE PROCURAM. PODEM ACREDITAR&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rodrigo O. Fonseca		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/05/95466/#comment-239361</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo O. Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2014 20:59:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais uma iniciativa da repressão em Goiás:

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma iniciativa da repressão em Goiás:</p>
<p><a href="https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xpa1/t1.0-9/10491226_781139068583709_8672257611359932108_n.jpg" rel="nofollow ugc">https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xpa1/t1.0-9/10491226_781139068583709_8672257611359932108_n.jpg</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: d		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/05/95466/#comment-231938</link>

		<dc:creator><![CDATA[d]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2014 03:14:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre o comentário acima, as mudanças feitas de uma versão para outra do &quot;Manual de Garantia da Lei e da Ordem&quot; podem ser conferidas, página por página, aqui: http://brasil.indymedia.org/media/2014/02//528766.pdf]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o comentário acima, as mudanças feitas de uma versão para outra do &#8220;Manual de Garantia da Lei e da Ordem&#8221; podem ser conferidas, página por página, aqui: <a href="http://brasil.indymedia.org/media/2014/02//528766.pdf" rel="nofollow ugc">http://brasil.indymedia.org/media/2014/02//528766.pdf</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: d		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/05/95466/#comment-231884</link>

		<dc:creator><![CDATA[d]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2014 21:58:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este atual laboratório prático de repressão em Goiânia é precedido por laboratórios conceituais estratégicos, intensificados desde as ações (e contraofensivas) de Junho de 2013. 

Um apanhado deste laboratório estratégico pode ser conferido nesse pequeno texto de Outubro de 2013, assinado pelo General da Reserva e Estrategista Militar Carlos Alberto Pinto Silva, no qual ele compara especificamente o MPL e outros movimentos autônomos a &quot;grupos terroristas&quot;, qualificando-os como &quot;as Novas Ameaças do presente&quot;: 

&quot;Estamos vivendo no Brasil manifestações (Conflitos: A Guerra Em Redes Sociais - GERS pode se apresentar sob a forma de conflito, não essencialmente de guerra) baseadas, no planejamento e execução na doutrina (Normas e regras) de GERS, o que nos leva a ponderar que os órgãos de segurança pública estão tentando controlar e dar segurança a população com doutrinas dos conflitos do passado, e não as das Novas Ameaças do presente.&quot;

Vale a pena ler o texto completo aqui: http://www.defesanet.com.br/pensamento/noticia/12778/A-Guerra-em-Rede-Social-e-a-Situacao-Atual-no-Brasil-/

Uma nova doutrina militar que vai se consolidando, conceitual e praticamente, em documentos oficiais como o &quot;Manual de Garantia da Lei e da Ordem&quot;, publicado pelo Ministério da Defesa em Dezembro de 2013. Manual depois &quot;editado&quot; e &quot;corrigido&quot; para suavizar os termos claros em que situava as &quot;novas forças oponentes&quot; - leia-se, sobretudo, os movimentos sociais urbanos autônomos. Documentos a serem analisados criticamente por tudo que eles dizem - e o quê omitem:

&quot;A primeira versão sofreu críticas por apresentar movimentos sociais como &quot;força oponente&quot; a ser enfrentada.

Essa expressão desapareceu da nova versão publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira [03/02/2014], assim como sumiram referências a operações psicológicas e ao uso da Comunicação Social como instrumento para &quot;conquista e manutenção do apoio da população e a preservação da imagem das forças empenhadas&quot;. Agora, as ações de mídia das operações de Garantia da Lei e da Ordem darão prioridade à &quot;transparência&quot; e ao esclarecimento da população, afirma o novo texto.

(...)

Depois do pente-fino, o texto perdeu três páginas. Antes, o manual listava, como &quot;Forças Oponentes&quot;, &quot;movimentos ou organizações&quot;; &quot;organizações criminosas, quadrilhas de traficantes de drogas, contrabandistas de armas e munições, grupos armados&quot;; &quot;pessoas, grupos de pessoas ou organizações atuando na forma de segmentos autônomos ou infiltrados em movimentos, entidades, instituições, organizações ou em OSP, provocando ou instigando ações radicais e violentas&quot;; e &quot;indivíduos ou grupo que se utilizam de métodos violentos para a imposição da vontade própria&quot;. No novo texto, tudo isso desapareceu. 

‘Ameaças’

Outro ponto que desapareceu foi o detalhamento das &quot;Principais Ameaças&quot; a serem enfrentadas, como &quot;ações contra realização de pleitos eleitorais&quot;, &quot;bloqueio de vias públicas&quot;, &quot;depredação do patrimônio público e privado&quot;, &quot;distúrbios urbanos&quot;, &quot;paralisação de serviços críticos ou essenciais à população&quot;, &quot;sabotagem nos locais de grandes eventos&quot;, etc.

Na nova versão, a menção às &quot;Principais Ameaças&quot; é vaga: &quot;A tropa empregada numa GLO poderá fazer face a atos ou tentativas potenciais capazes de comprometer a preservação da ordem pública ou ameaçar a incolumidade das pessoas e do patrimônio&quot;, afirma.&quot;

Sobre esta edição sob encomenda, ler mais aqui: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,apos-critica-defesa-faz-mudancas-em-manual,1127063,0.htm 

A versão oficial (e oficiosa) do Manual pode ser baixada e estudada por aqui: http://www.defesa.gov.br/arquivos/File/doutrinamilitar/listadepublicacoesEMD/md33_m_10_glo_1_ed2013.pdf 

Toda atenção é pouca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este atual laboratório prático de repressão em Goiânia é precedido por laboratórios conceituais estratégicos, intensificados desde as ações (e contraofensivas) de Junho de 2013. </p>
<p>Um apanhado deste laboratório estratégico pode ser conferido nesse pequeno texto de Outubro de 2013, assinado pelo General da Reserva e Estrategista Militar Carlos Alberto Pinto Silva, no qual ele compara especificamente o MPL e outros movimentos autônomos a &#8220;grupos terroristas&#8221;, qualificando-os como &#8220;as Novas Ameaças do presente&#8221;: </p>
<p>&#8220;Estamos vivendo no Brasil manifestações (Conflitos: A Guerra Em Redes Sociais &#8211; GERS pode se apresentar sob a forma de conflito, não essencialmente de guerra) baseadas, no planejamento e execução na doutrina (Normas e regras) de GERS, o que nos leva a ponderar que os órgãos de segurança pública estão tentando controlar e dar segurança a população com doutrinas dos conflitos do passado, e não as das Novas Ameaças do presente.&#8221;</p>
<p>Vale a pena ler o texto completo aqui: <a href="http://www.defesanet.com.br/pensamento/noticia/12778/A-Guerra-em-Rede-Social-e-a-Situacao-Atual-no-Brasil-/" rel="nofollow ugc">http://www.defesanet.com.br/pensamento/noticia/12778/A-Guerra-em-Rede-Social-e-a-Situacao-Atual-no-Brasil-/</a></p>
<p>Uma nova doutrina militar que vai se consolidando, conceitual e praticamente, em documentos oficiais como o &#8220;Manual de Garantia da Lei e da Ordem&#8221;, publicado pelo Ministério da Defesa em Dezembro de 2013. Manual depois &#8220;editado&#8221; e &#8220;corrigido&#8221; para suavizar os termos claros em que situava as &#8220;novas forças oponentes&#8221; &#8211; leia-se, sobretudo, os movimentos sociais urbanos autônomos. Documentos a serem analisados criticamente por tudo que eles dizem &#8211; e o quê omitem:</p>
<p>&#8220;A primeira versão sofreu críticas por apresentar movimentos sociais como &#8220;força oponente&#8221; a ser enfrentada.</p>
<p>Essa expressão desapareceu da nova versão publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira [03/02/2014], assim como sumiram referências a operações psicológicas e ao uso da Comunicação Social como instrumento para &#8220;conquista e manutenção do apoio da população e a preservação da imagem das forças empenhadas&#8221;. Agora, as ações de mídia das operações de Garantia da Lei e da Ordem darão prioridade à &#8220;transparência&#8221; e ao esclarecimento da população, afirma o novo texto.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Depois do pente-fino, o texto perdeu três páginas. Antes, o manual listava, como &#8220;Forças Oponentes&#8221;, &#8220;movimentos ou organizações&#8221;; &#8220;organizações criminosas, quadrilhas de traficantes de drogas, contrabandistas de armas e munições, grupos armados&#8221;; &#8220;pessoas, grupos de pessoas ou organizações atuando na forma de segmentos autônomos ou infiltrados em movimentos, entidades, instituições, organizações ou em OSP, provocando ou instigando ações radicais e violentas&#8221;; e &#8220;indivíduos ou grupo que se utilizam de métodos violentos para a imposição da vontade própria&#8221;. No novo texto, tudo isso desapareceu. </p>
<p>‘Ameaças’</p>
<p>Outro ponto que desapareceu foi o detalhamento das &#8220;Principais Ameaças&#8221; a serem enfrentadas, como &#8220;ações contra realização de pleitos eleitorais&#8221;, &#8220;bloqueio de vias públicas&#8221;, &#8220;depredação do patrimônio público e privado&#8221;, &#8220;distúrbios urbanos&#8221;, &#8220;paralisação de serviços críticos ou essenciais à população&#8221;, &#8220;sabotagem nos locais de grandes eventos&#8221;, etc.</p>
<p>Na nova versão, a menção às &#8220;Principais Ameaças&#8221; é vaga: &#8220;A tropa empregada numa GLO poderá fazer face a atos ou tentativas potenciais capazes de comprometer a preservação da ordem pública ou ameaçar a incolumidade das pessoas e do patrimônio&#8221;, afirma.&#8221;</p>
<p>Sobre esta edição sob encomenda, ler mais aqui: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,apos-critica-defesa-faz-mudancas-em-manual,1127063,0.htm" rel="nofollow ugc">http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,apos-critica-defesa-faz-mudancas-em-manual,1127063,0.htm</a> </p>
<p>A versão oficial (e oficiosa) do Manual pode ser baixada e estudada por aqui: <a href="http://www.defesa.gov.br/arquivos/File/doutrinamilitar/listadepublicacoesEMD/md33_m_10_glo_1_ed2013.pdf" rel="nofollow ugc">http://www.defesa.gov.br/arquivos/File/doutrinamilitar/listadepublicacoesEMD/md33_m_10_glo_1_ed2013.pdf</a> </p>
<p>Toda atenção é pouca.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nei Clara de Lima		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/05/95466/#comment-231861</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nei Clara de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2014 19:32:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A favor dos trabalhadores, sempre!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A favor dos trabalhadores, sempre!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Núcleo de Estudos e Pesquisas América Latina em Movimento, UFMS		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/05/95466/#comment-231535</link>

		<dc:creator><![CDATA[Núcleo de Estudos e Pesquisas América Latina em Movimento, UFMS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2014 17:57:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Núcleo de Estudos e Pesquisas América Latina em Movimento repudia mais esse ato do bárbaro estado penal goianiense (e de todos os outros estados) que atenta, até mesmo, contra a tentativa de lutar contra a exploração da máfia do transporte e contra a quadrilha coordenada por Marconi Perillo e seus comparsas. Contra a exploração capitalista só o ENFRENTAMENTO é realista. O que resta aos combativos é auto organização e luta, muita luta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Núcleo de Estudos e Pesquisas América Latina em Movimento repudia mais esse ato do bárbaro estado penal goianiense (e de todos os outros estados) que atenta, até mesmo, contra a tentativa de lutar contra a exploração da máfia do transporte e contra a quadrilha coordenada por Marconi Perillo e seus comparsas. Contra a exploração capitalista só o ENFRENTAMENTO é realista. O que resta aos combativos é auto organização e luta, muita luta.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Alberto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/05/95466/#comment-231455</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2014 12:10:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=95466#comment-231455</guid>

					<description><![CDATA[CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS:
Liberdade aos Presos Políticos

Nós, do MOVIMENTO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DA LUTA POPULAR em Goiás, reunidos em um fórum que agrupa pessoas de distintas tradições e posições ideológicas, manifestamo-nos intransigentemente contra o processo de transformação das reivindicações populares em delitos, tal como ocorre neste estado, chegando-se à absurda prisão de três jovens na ultima quinta-feira, dia 23 de maio, no contexto da chamada Operação 2,80, que se soma a inúmeros episódios da mesma natureza ocorrentes nos últimos meses.

O direito nos é negado quando se descumpre o principio legal de que as tarifas de transporte público devem ser acessíveis (ou, na forma da lei, módicas). A lei nos e sonegada quando se ignora a disposição jurídica referente a gestão participativa da cidade. Negam-nos o direito fundamental à moradia, impedem-nos a liberdade de expressão e negligenciam a observância de toda norma jurídica que possa amenizar a penúria da vida de trabalhadoras e trabalhadores nesta cidade. Executivo, legislativo e judiciário não querem cumprir a norma quando se trata de nos assegurar direitos, ou de apurar condutas como sonegação fiscal, extermínio de moradores de rua, abusos de autoridade contra a população e financiamentos eleitorais fraudulentos.

Quando pleiteamos nossos direitos, todavia, a lei mostra-nos sua face. Prisões ilegais, investigações abusivas e toda forma de arbítrio, como conduções de inquéritos a partir de unilaterais e não fundamentadas alegações apresentadas por empresários do setor de transporte, têm lugar. O Estado não cobra as leis que os donos de empresas deveriam seguir, mas, a serviço deles, atua ilegalmente, inventando falsas acusações, criminalizando pessoas que lutam por uma sociedade mais justa (como na luta pelo direito ao transporte) e valendo-se de violência contra aquelas e aqueles que apenas apresentam ideias, argumentos, protestos e reivindicações.

Não aceitaremos esse quadro! Estamos unidos em favor da imediata libertação dos presos políticos da operação 2,80. Nossa unidade vai ainda além: não nos calaremos enquanto toda a perseguição ilegal aos ativistas continuar. Não pararemos enquanto nossos direitos não forem todos atendidos e cumpridos pelo Estado que, neste momento, atua contra a lei e em favor de minoritários e indefensáveis interesses empresariais.

Conta para contribuição:

Agência: 2256
Conta: 2053-5
Operação: 003 (Caixa Econômica Federal)
SIMSED

Assinam:
Movimento Contra a Criminalização da Luta Popular
Frente de Luta pelo Transporte Público
Coletivo Chapéu

e
Associação Brasileira advogados do Povo – ABRAPO
Associação dos Geógrafos Brasileiros - AGB
Bruna Franco Balbino Rêgo
Bruno Santos – Ciências Sociais/ UFG
Centro Acadêmico de Psicologia – UFG
Coletivo Chapéu
Coletivo Construção
Coletivo Feminista Ana Montenegro
Da Luta Não me Retiro ANEL/GO
Ellen Ribeiro Veloso
Federação Nacional dos Estudantes do Ensino Técnico
Frente de Luta pelo Transporte Público
Frente Independente Popular – Goiás
Grêmio Estudantil do IFG
Jhúnia Aparecida da Cunha
João Alberto da Costa Pinto – FH/UFG
João Henrique R. Roriz – FCS/UFG
Juventude Comunista Avançando - JCA
Liberdade Socialismo e Revolução
Luiz Felipe Cezar Mundin - UFRGS
Maria Caroline Guimarães Leite Logatti
Movimento Estudantil Popular Revolucionário – MEPR
Natália Cristina P. Gonçalves
Núcleo de Direitos Humanos – Universidade Estadual de Goiás/ UEG
Partido Comunista Brasileiro – PCB
Partido Socialismo e Liberdade – PSOL
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado – PSTU
Polo Comunista Luís Carlos Prestes - PCLCP
PROLUTA – UFG
Rafael Saddi – FH/UFG
Rede Estudantil Classista e Combativa – RECC
Renan Cardoso – UJS
Roberto Lima /FCS – UFG
Robson de Sousa Moraes – Professor / UEG
Rodrigo de Paula Sousa
Silvia Patrícia Nunes Pardinho
Tais Samy de Lima
Tarifa Zero Goiânia
Tarsilla Couto de Brito – Professora Faculdade de Letras / UFG
Uelinton Barbosa – Professor / UEG
União da Juventude Comunista – UJC
Unidade Vermelha – UV
Vinícius Gomes da Paixão
Wellyngton Silva
Yasmim Pereira da Cunha

Aproveitamos a ocasião para convocar a todos e a todas para dois atos contra a criminalização da luta popular:

Primeiro Ato Público Contra a Criminalização da Luta Popular, dia 27/05, 14 horas, Praça Universitária

Segundo Ato Público Contra a Criminalização da Luta Popular, dia 29/05, 09 horas, Catedral Metropolitana, Avenida Universitária

Esperamos outras assinaturas de pessoas e movimentos comprometidos com a defesa da luta popular.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS:<br />
Liberdade aos Presos Políticos</p>
<p>Nós, do MOVIMENTO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DA LUTA POPULAR em Goiás, reunidos em um fórum que agrupa pessoas de distintas tradições e posições ideológicas, manifestamo-nos intransigentemente contra o processo de transformação das reivindicações populares em delitos, tal como ocorre neste estado, chegando-se à absurda prisão de três jovens na ultima quinta-feira, dia 23 de maio, no contexto da chamada Operação 2,80, que se soma a inúmeros episódios da mesma natureza ocorrentes nos últimos meses.</p>
<p>O direito nos é negado quando se descumpre o principio legal de que as tarifas de transporte público devem ser acessíveis (ou, na forma da lei, módicas). A lei nos e sonegada quando se ignora a disposição jurídica referente a gestão participativa da cidade. Negam-nos o direito fundamental à moradia, impedem-nos a liberdade de expressão e negligenciam a observância de toda norma jurídica que possa amenizar a penúria da vida de trabalhadoras e trabalhadores nesta cidade. Executivo, legislativo e judiciário não querem cumprir a norma quando se trata de nos assegurar direitos, ou de apurar condutas como sonegação fiscal, extermínio de moradores de rua, abusos de autoridade contra a população e financiamentos eleitorais fraudulentos.</p>
<p>Quando pleiteamos nossos direitos, todavia, a lei mostra-nos sua face. Prisões ilegais, investigações abusivas e toda forma de arbítrio, como conduções de inquéritos a partir de unilaterais e não fundamentadas alegações apresentadas por empresários do setor de transporte, têm lugar. O Estado não cobra as leis que os donos de empresas deveriam seguir, mas, a serviço deles, atua ilegalmente, inventando falsas acusações, criminalizando pessoas que lutam por uma sociedade mais justa (como na luta pelo direito ao transporte) e valendo-se de violência contra aquelas e aqueles que apenas apresentam ideias, argumentos, protestos e reivindicações.</p>
<p>Não aceitaremos esse quadro! Estamos unidos em favor da imediata libertação dos presos políticos da operação 2,80. Nossa unidade vai ainda além: não nos calaremos enquanto toda a perseguição ilegal aos ativistas continuar. Não pararemos enquanto nossos direitos não forem todos atendidos e cumpridos pelo Estado que, neste momento, atua contra a lei e em favor de minoritários e indefensáveis interesses empresariais.</p>
<p>Conta para contribuição:</p>
<p>Agência: 2256<br />
Conta: 2053-5<br />
Operação: 003 (Caixa Econômica Federal)<br />
SIMSED</p>
<p>Assinam:<br />
Movimento Contra a Criminalização da Luta Popular<br />
Frente de Luta pelo Transporte Público<br />
Coletivo Chapéu</p>
<p>e<br />
Associação Brasileira advogados do Povo – ABRAPO<br />
Associação dos Geógrafos Brasileiros &#8211; AGB<br />
Bruna Franco Balbino Rêgo<br />
Bruno Santos – Ciências Sociais/ UFG<br />
Centro Acadêmico de Psicologia – UFG<br />
Coletivo Chapéu<br />
Coletivo Construção<br />
Coletivo Feminista Ana Montenegro<br />
Da Luta Não me Retiro ANEL/GO<br />
Ellen Ribeiro Veloso<br />
Federação Nacional dos Estudantes do Ensino Técnico<br />
Frente de Luta pelo Transporte Público<br />
Frente Independente Popular – Goiás<br />
Grêmio Estudantil do IFG<br />
Jhúnia Aparecida da Cunha<br />
João Alberto da Costa Pinto – FH/UFG<br />
João Henrique R. Roriz – FCS/UFG<br />
Juventude Comunista Avançando &#8211; JCA<br />
Liberdade Socialismo e Revolução<br />
Luiz Felipe Cezar Mundin &#8211; UFRGS<br />
Maria Caroline Guimarães Leite Logatti<br />
Movimento Estudantil Popular Revolucionário – MEPR<br />
Natália Cristina P. Gonçalves<br />
Núcleo de Direitos Humanos – Universidade Estadual de Goiás/ UEG<br />
Partido Comunista Brasileiro – PCB<br />
Partido Socialismo e Liberdade – PSOL<br />
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado – PSTU<br />
Polo Comunista Luís Carlos Prestes &#8211; PCLCP<br />
PROLUTA – UFG<br />
Rafael Saddi – FH/UFG<br />
Rede Estudantil Classista e Combativa – RECC<br />
Renan Cardoso – UJS<br />
Roberto Lima /FCS – UFG<br />
Robson de Sousa Moraes – Professor / UEG<br />
Rodrigo de Paula Sousa<br />
Silvia Patrícia Nunes Pardinho<br />
Tais Samy de Lima<br />
Tarifa Zero Goiânia<br />
Tarsilla Couto de Brito – Professora Faculdade de Letras / UFG<br />
Uelinton Barbosa – Professor / UEG<br />
União da Juventude Comunista – UJC<br />
Unidade Vermelha – UV<br />
Vinícius Gomes da Paixão<br />
Wellyngton Silva<br />
Yasmim Pereira da Cunha</p>
<p>Aproveitamos a ocasião para convocar a todos e a todas para dois atos contra a criminalização da luta popular:</p>
<p>Primeiro Ato Público Contra a Criminalização da Luta Popular, dia 27/05, 14 horas, Praça Universitária</p>
<p>Segundo Ato Público Contra a Criminalização da Luta Popular, dia 29/05, 09 horas, Catedral Metropolitana, Avenida Universitária</p>
<p>Esperamos outras assinaturas de pessoas e movimentos comprometidos com a defesa da luta popular.</p>
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		<title>
		Por: karmen silveirah		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/05/95466/#comment-230973</link>

		<dc:creator><![CDATA[karmen silveirah]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2014 01:44:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[estamos vivendo momentos de repressao,muita gente ficou feliz ,vibrou com copa do mundo no brsil,esqueceram que saude publica esta um caos,nosso transporte coletivo  caro e sem conforto,mas agora a realidade é outra ,e tarde demais para voltar no tempo ,e com isso nossos companheiros de luta sofre]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>estamos vivendo momentos de repressao,muita gente ficou feliz ,vibrou com copa do mundo no brsil,esqueceram que saude publica esta um caos,nosso transporte coletivo  caro e sem conforto,mas agora a realidade é outra ,e tarde demais para voltar no tempo ,e com isso nossos companheiros de luta sofre</p>
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