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	Comentários sobre: Pé-ante-pé. A integração económica europeia em marcha (1ª parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: João Valente Aguiar		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2014 18:08:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para os leitores que tenham dúvidas sobre a integração europeia em marcha sugiro a seguinte leitura: http://www.publico.pt/mundo/noticia/-londres-promete-lutar-contra-ate-ao-fim-contra-substituicao-de-barroso-por-juncker-1659558?page=-1

Ali poderão ver como até governos nacionais inicialmente cépticos acabaram por concordar com a proposta de Juncker, um adepto do avanço da integração europeia e apoiado pela tecnocracia europeia. Como procuro afirmar neste artigo, uma coisa é a percepção da realidade, isto é, a ilusão de que a UE estaria à beira do colapso. Outra coisa é a realidade material e, ao nível das instituições europeias, o caminho tem sido óbvio: a integração tem avançado. Enquanto a esquerda não tomar consciência deste processo e da sua irreversibilidade nenhum projecto político alternativo será possível. E nenhum projecto político da classe trabalhadora pode ser viável se não for capaz de pensar a realidade e a sua transformação no plano supranacional.

A estrita nacionalização das lutas tem dois efeitos nocivos para os trabalhadores: 1) apaga as lutas reivindicativas e concretas e substitui-as por clamores abstractos de &quot;salvação da pátria&quot; ou de &quot;defesa da soberania&quot;, clamores sem possibilidade de ter impacto político real nas suas vidas; 2) faz do Estado uma instituição amiga dos trabalhadores. E neste processo de glorificação do Estado contra as empresas a esquerda contribui para, por um lado, esconder a ligação íntima entre ambas as instituições e, por outro, valorizar as instituições militar, policial e judicial, precisamente as instituições não-eleitas do Estado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os leitores que tenham dúvidas sobre a integração europeia em marcha sugiro a seguinte leitura: <a href="http://www.publico.pt/mundo/noticia/-londres-promete-lutar-contra-ate-ao-fim-contra-substituicao-de-barroso-por-juncker-1659558?page=-1" rel="nofollow ugc">http://www.publico.pt/mundo/noticia/-londres-promete-lutar-contra-ate-ao-fim-contra-substituicao-de-barroso-por-juncker-1659558?page=-1</a></p>
<p>Ali poderão ver como até governos nacionais inicialmente cépticos acabaram por concordar com a proposta de Juncker, um adepto do avanço da integração europeia e apoiado pela tecnocracia europeia. Como procuro afirmar neste artigo, uma coisa é a percepção da realidade, isto é, a ilusão de que a UE estaria à beira do colapso. Outra coisa é a realidade material e, ao nível das instituições europeias, o caminho tem sido óbvio: a integração tem avançado. Enquanto a esquerda não tomar consciência deste processo e da sua irreversibilidade nenhum projecto político alternativo será possível. E nenhum projecto político da classe trabalhadora pode ser viável se não for capaz de pensar a realidade e a sua transformação no plano supranacional.</p>
<p>A estrita nacionalização das lutas tem dois efeitos nocivos para os trabalhadores: 1) apaga as lutas reivindicativas e concretas e substitui-as por clamores abstractos de &#8220;salvação da pátria&#8221; ou de &#8220;defesa da soberania&#8221;, clamores sem possibilidade de ter impacto político real nas suas vidas; 2) faz do Estado uma instituição amiga dos trabalhadores. E neste processo de glorificação do Estado contra as empresas a esquerda contribui para, por um lado, esconder a ligação íntima entre ambas as instituições e, por outro, valorizar as instituições militar, policial e judicial, precisamente as instituições não-eleitas do Estado&#8230;</p>
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