<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Agora só faltam 3 reais&#8230; e um imenso desafio	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2014/06/97065/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2014/06/97065/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Wed, 19 Jun 2024 00:33:05 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Tonho		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/06/97065/#comment-241706</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tonho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2014 14:12:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=97065#comment-241706</guid>

					<description><![CDATA[Resumindo: a) Devem-se organizar táticas de resistência eficazes e eficientes contra a brutalidade policial, mas também contra a vigilância e criminalização; b) Essas táticas devem-se ligar à estratégia política mais ampla, e não praticadas como fim em si mesmo. Táticas de autodefesa não podem ser separadas de ações de cunho mais pedagógico, comunicativo, econômico e político. Deve-se criticar o ataque indiscriminado, moralista e criminalizante contra &quot;black blocs&quot;, nos mesmos termos que rechaçamos os ataques deste tipo aos &quot;invasores&quot; sem teto e sem terra e grevistas. Mas igualmente o &quot;porra-louquismo&quot; individualista e voluntarista, que não respeita a coletividade militante.
As ocupações de prédios, fazendas, fábricas, casas legislativas, praças públicas, prédios administrativos, etc, transgridem tanto a grande propriedade privada quanto os danos a agências bancárias (e infelizmente há quem deprede bancas de jornal e pontos de ônibus, o que é um tiro no pé, se é que não uma ação consciente de policiais e capangas infiltrados). Só que as ocupações são de grande eficácia, os danos não.
Devem-se diferenciar, ainda, os danos patrimoniais espontâneos protagonizados por grupos marginalizados em reação ao terror policial, como a queima de ônibus após execuções sumárias e torturas seguidas de mortes nas favelas, das ações voluntaristas e individualistas.
Aos BBs, não os demonizo, me solidarizo com vocês por conta das perseguições sofridas e compreendo a sua revolta e raiva contras as injustiças. Eu também a sinto. Mas peço que se perguntem o quanto as suas ações contribuem efetivamente para a causa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Resumindo: a) Devem-se organizar táticas de resistência eficazes e eficientes contra a brutalidade policial, mas também contra a vigilância e criminalização; b) Essas táticas devem-se ligar à estratégia política mais ampla, e não praticadas como fim em si mesmo. Táticas de autodefesa não podem ser separadas de ações de cunho mais pedagógico, comunicativo, econômico e político. Deve-se criticar o ataque indiscriminado, moralista e criminalizante contra &#8220;black blocs&#8221;, nos mesmos termos que rechaçamos os ataques deste tipo aos &#8220;invasores&#8221; sem teto e sem terra e grevistas. Mas igualmente o &#8220;porra-louquismo&#8221; individualista e voluntarista, que não respeita a coletividade militante.<br />
As ocupações de prédios, fazendas, fábricas, casas legislativas, praças públicas, prédios administrativos, etc, transgridem tanto a grande propriedade privada quanto os danos a agências bancárias (e infelizmente há quem deprede bancas de jornal e pontos de ônibus, o que é um tiro no pé, se é que não uma ação consciente de policiais e capangas infiltrados). Só que as ocupações são de grande eficácia, os danos não.<br />
Devem-se diferenciar, ainda, os danos patrimoniais espontâneos protagonizados por grupos marginalizados em reação ao terror policial, como a queima de ônibus após execuções sumárias e torturas seguidas de mortes nas favelas, das ações voluntaristas e individualistas.<br />
Aos BBs, não os demonizo, me solidarizo com vocês por conta das perseguições sofridas e compreendo a sua revolta e raiva contras as injustiças. Eu também a sinto. Mas peço que se perguntem o quanto as suas ações contribuem efetivamente para a causa.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Caro BB		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/06/97065/#comment-240174</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caro BB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2014 03:57:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=97065#comment-240174</guid>

					<description><![CDATA[Caro BB, na moral e na humilde, pode explicar mais em que consiste essa revolução diária, para além dos momentos das manifestações?

Vc fala que a hora é agora, mas e aí, pra além de quebrar os bancos que mais está sendo feito (que pode ser publicado) ou que vc acredita que deve ser feito nesse agora?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro BB, na moral e na humilde, pode explicar mais em que consiste essa revolução diária, para além dos momentos das manifestações?</p>
<p>Vc fala que a hora é agora, mas e aí, pra além de quebrar os bancos que mais está sendo feito (que pode ser publicado) ou que vc acredita que deve ser feito nesse agora?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/06/97065/#comment-239622</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2014 14:01:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=97065#comment-239622</guid>

					<description><![CDATA[Gostaria de testemunhar -- e, quem sabe, documentar -- essa vida dos companheiros que se metem no mato em busca de um &quot;viver&quot; sem trabalho, onde as pessoas não tenham que se defrontar diariamente com as questões do trabalho e da produção. Pelo que escreve BB, por certo as pessoas que vivem no mato não se deparam nunca com esse tipo de questão, ao passo que os trabalhadores que vivem nas metrópoles o fazem porque &quot;gostam de servir&quot;. Mas o que me intriga mesmo é: por que é que -- ao invés de, num ato heroico e messiânico, atirarem pedras em bancos, atrapalhando nossa militância -- não se metem logo, de uma vez por todas, no mato e não nos deixam militar pela revolução, nós e os trabalhadores que &quot;gostam de servir&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de testemunhar &#8212; e, quem sabe, documentar &#8212; essa vida dos companheiros que se metem no mato em busca de um &#8220;viver&#8221; sem trabalho, onde as pessoas não tenham que se defrontar diariamente com as questões do trabalho e da produção. Pelo que escreve BB, por certo as pessoas que vivem no mato não se deparam nunca com esse tipo de questão, ao passo que os trabalhadores que vivem nas metrópoles o fazem porque &#8220;gostam de servir&#8221;. Mas o que me intriga mesmo é: por que é que &#8212; ao invés de, num ato heroico e messiânico, atirarem pedras em bancos, atrapalhando nossa militância &#8212; não se metem logo, de uma vez por todas, no mato e não nos deixam militar pela revolução, nós e os trabalhadores que &#8220;gostam de servir&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: André		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/06/97065/#comment-239557</link>

		<dc:creator><![CDATA[André]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2014 01:54:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=97065#comment-239557</guid>

					<description><![CDATA[&quot;Por que opta por viver na metrópole em vez de se meter no mato com alguns companheiros em busca de uma outra vida, que tenha como ponto central o viver e não o trabalhar?&quot;

A sua pergunta já é a resposta, Bebê: se a alternativa oferecida é viver no mato, acho que a maioria dos trabalhadores preferem as coisas do jeito que estão para ao menos garantir a luz elétrica e a água encanada. Vá para o mato e leve lembranças de trabalhadores que lutam para ao menos terem controle e livre acesso... à cidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Por que opta por viver na metrópole em vez de se meter no mato com alguns companheiros em busca de uma outra vida, que tenha como ponto central o viver e não o trabalhar?&#8221;</p>
<p>A sua pergunta já é a resposta, Bebê: se a alternativa oferecida é viver no mato, acho que a maioria dos trabalhadores preferem as coisas do jeito que estão para ao menos garantir a luz elétrica e a água encanada. Vá para o mato e leve lembranças de trabalhadores que lutam para ao menos terem controle e livre acesso&#8230; à cidade.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Amanda		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/06/97065/#comment-239380</link>

		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2014 23:55:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=97065#comment-239380</guid>

					<description><![CDATA[Diz essas besteiras o BB, como se o que afirmasse não pudesse também, em alguma instância, ser associado a algum tipo de messianismo. Jogar pedra em bancos como ato de liberdade. 

Isso remete às formas religiosas mais antigas e elementares. É o mais alto grau de coisificação das relações sociais. E diz isso com a pretensão de se diferenciar dos demais, afetados por uma &quot;mediocridade e conformismo&quot;, dos quais, ele sim, está liberto.

Mas o fato é que nosso amigo BB ou não é BB, e faz uso do anonimato das máscaras e da internet para legitimar sua opinião, ou é mesmo um idiota que não vai muito longe. Afinal, qualquer BB autênticodeveria saber que não é muito recomendável, ainda mais no atual contexto, sair por aí fazendo atestado de culpa, apontando inclusive de que ato participou, e deixar o rastro digital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diz essas besteiras o BB, como se o que afirmasse não pudesse também, em alguma instância, ser associado a algum tipo de messianismo. Jogar pedra em bancos como ato de liberdade. </p>
<p>Isso remete às formas religiosas mais antigas e elementares. É o mais alto grau de coisificação das relações sociais. E diz isso com a pretensão de se diferenciar dos demais, afetados por uma &#8220;mediocridade e conformismo&#8221;, dos quais, ele sim, está liberto.</p>
<p>Mas o fato é que nosso amigo BB ou não é BB, e faz uso do anonimato das máscaras e da internet para legitimar sua opinião, ou é mesmo um idiota que não vai muito longe. Afinal, qualquer BB autênticodeveria saber que não é muito recomendável, ainda mais no atual contexto, sair por aí fazendo atestado de culpa, apontando inclusive de que ato participou, e deixar o rastro digital.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/06/97065/#comment-239365</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2014 22:11:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=97065#comment-239365</guid>

					<description><![CDATA[Aleluia, irmão! Louvada seja a revolução diária!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aleluia, irmão! Louvada seja a revolução diária!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: BB		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/06/97065/#comment-239358</link>

		<dc:creator><![CDATA[BB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2014 20:47:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=97065#comment-239358</guid>

					<description><![CDATA[Não sei se por má-fé ou falta de atenção, mas os amigos aí de cima nem mesmo tentaram responder as questões por mim levantadas. Não, senhor João Bernardo, respeitabilíssimo intelectual europeu - devo lembrar seu desprezo pela inabilidade dos brasileiros com as línguas estrangeiras? - , não sou elitista. Elitismo para mim é esse desejo dos iluminados em levar esclarecimento às massas, atividade a qual vocês, ~anarquistas/marxistas autônomos~, parecem concordar com os setores mais ortodoxos do marxismo tradicional. Eu, pelo contrário, busco aprender com os setores marginalizados, em especial os que se recusam a participar do jogo do grande Capital, isto é, ribeirinhos e indígenas, basicamente. O senhor, sendo mais um marxista fissurado pela noção de &quot;produção&quot; e de &quot;trabalhador&quot;, provavelmente não deve compartilhar dessa minha admiração - deduzo, tendo como base seu cômico Manifesto Anti-ecológico.

É evidente que adoraria participar de uma insurreição popular; estar entre o povo ao destruir o Estado e buscar novas formas de organização política, formas que valorizassem a autonomia e horizontalidade da sociedade-civil. Mas e se esse dia não vier? E se as massas gostarem de servir, afinal? (Essa questão me assombra desde a adolescência: por que o trabalhador simplesmente não larga essa vida terrível e busca outros modos de existência? Por que opta por viver na metrópole em vez de se meter no mato com alguns companheiros em busca de uma outra vida, que tenha como ponto central o viver e não o trabalhar? A explicação marxista pelo conceito de ideologia não me parece suficiente.) Pois digo, amigos, que hoje, mais do que nunca, esse dia parece distante. Não são os Black Blocs ~parasitas e que buscam adrenalina~(se é que isso existe) os responsáveis pelo esvaziamento e distanciamento dos atos em relação a classe trabalhadora. São a própria mediocridade e conformismo galopante que assolam as civilizações ocidentais sob o capitalismo. Louvado seja aquele que ainda atira pedra em banco! Louvado seja aquele que não se conforma!  

Não há tempo para aguardar revolução alguma (ou construí-la ativamente, que seja, para mim é o mesmo: nada mais imbecil que militar visando a Revolução em última instância). Nosso planeta está explodindo e nós, como parte integrante da natureza, estamos indo para o buraco. A Revolução é agora! Precisa ser agora!

Abracem de uma vez os trotskistas e aguardem pelo messias Revolução; enquanto isso, eu e outros, infelizmente, pouquíssimos vivemos a vida como uma revolução diária. Todos estão convidados, evidentemente!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se por má-fé ou falta de atenção, mas os amigos aí de cima nem mesmo tentaram responder as questões por mim levantadas. Não, senhor João Bernardo, respeitabilíssimo intelectual europeu &#8211; devo lembrar seu desprezo pela inabilidade dos brasileiros com as línguas estrangeiras? &#8211; , não sou elitista. Elitismo para mim é esse desejo dos iluminados em levar esclarecimento às massas, atividade a qual vocês, ~anarquistas/marxistas autônomos~, parecem concordar com os setores mais ortodoxos do marxismo tradicional. Eu, pelo contrário, busco aprender com os setores marginalizados, em especial os que se recusam a participar do jogo do grande Capital, isto é, ribeirinhos e indígenas, basicamente. O senhor, sendo mais um marxista fissurado pela noção de &#8220;produção&#8221; e de &#8220;trabalhador&#8221;, provavelmente não deve compartilhar dessa minha admiração &#8211; deduzo, tendo como base seu cômico Manifesto Anti-ecológico.</p>
<p>É evidente que adoraria participar de uma insurreição popular; estar entre o povo ao destruir o Estado e buscar novas formas de organização política, formas que valorizassem a autonomia e horizontalidade da sociedade-civil. Mas e se esse dia não vier? E se as massas gostarem de servir, afinal? (Essa questão me assombra desde a adolescência: por que o trabalhador simplesmente não larga essa vida terrível e busca outros modos de existência? Por que opta por viver na metrópole em vez de se meter no mato com alguns companheiros em busca de uma outra vida, que tenha como ponto central o viver e não o trabalhar? A explicação marxista pelo conceito de ideologia não me parece suficiente.) Pois digo, amigos, que hoje, mais do que nunca, esse dia parece distante. Não são os Black Blocs ~parasitas e que buscam adrenalina~(se é que isso existe) os responsáveis pelo esvaziamento e distanciamento dos atos em relação a classe trabalhadora. São a própria mediocridade e conformismo galopante que assolam as civilizações ocidentais sob o capitalismo. Louvado seja aquele que ainda atira pedra em banco! Louvado seja aquele que não se conforma!  </p>
<p>Não há tempo para aguardar revolução alguma (ou construí-la ativamente, que seja, para mim é o mesmo: nada mais imbecil que militar visando a Revolução em última instância). Nosso planeta está explodindo e nós, como parte integrante da natureza, estamos indo para o buraco. A Revolução é agora! Precisa ser agora!</p>
<p>Abracem de uma vez os trotskistas e aguardem pelo messias Revolução; enquanto isso, eu e outros, infelizmente, pouquíssimos vivemos a vida como uma revolução diária. Todos estão convidados, evidentemente!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/06/97065/#comment-238976</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2014 17:27:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=97065#comment-238976</guid>

					<description><![CDATA[BB: miséria do ni[h]ilismo solipsista, estéticopragmático &#038; hiperespetaculoso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BB: miséria do ni[h]ilismo solipsista, estéticopragmático &amp; hiperespetaculoso.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/06/97065/#comment-238968</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2014 16:07:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=97065#comment-238968</guid>

					<description><![CDATA[Para esclarecer, quando me referi ao CMI, a intenção foi fazer analogia com manifestações de rua. Assim como trabalho de publicação não deve deixar parasitado por quem possui objetivos antagônicos, ou contraditórios, o trabalho de organização e mobilização de movimento social não deve deixar ser parasitado por quem possui objetivos antagônicos ou contraditórios ao da coletividade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para esclarecer, quando me referi ao CMI, a intenção foi fazer analogia com manifestações de rua. Assim como trabalho de publicação não deve deixar parasitado por quem possui objetivos antagônicos, ou contraditórios, o trabalho de organização e mobilização de movimento social não deve deixar ser parasitado por quem possui objetivos antagônicos ou contraditórios ao da coletividade.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/06/97065/#comment-238966</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2014 15:37:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=97065#comment-238966</guid>

					<description><![CDATA[Me referindo ao comentário acima do João Bernardo e do BB, não sei nem se dá para chamar de &quot;elitismo&quot;, pois para mim mais do que elitismo, é parasitismo mesmo. O sujeito não é a favor da tarifa zero, vai na manifestação só para ter seu momento de adrenalina, descarrego e de &#039;poser&#039; sem qualquer responsabilidade com o resto dos manifestantes. Ou seja, é um parasita de marca maior que não se diferencia em nada de um capitalista no sentido de explorar o esforço e organização dos outros (e ainda fala em &quot;revolução&quot;!). E como parasita que não possui nenhum sentido de ética coletivo é que deveria ser tratado.

A meu ver um dos motivos que levou à perda de relevância que tinha o CMI, foi anticapitalistas na prática terem uma política liberal. Não se excluía comentários e postagens de direita. E o que era excluído ia parar ainda numa lixeira que era possível a qualquer um acessar por mecanismos de busca. Isso para mim era trabalhar para os outros, se deixar ser explorado. Se eu produzisse uma revista anticapitalista individual ou coletivamente, jamais eu daria espaço para propaganda capitalista ou neofascista: eles que se organizem para isso.
Em um artigo publicado início desse ano neste site escrevi sobre a necessidade de controlar o sentido, o significado das manifestações. Me referia à tentativa de apreensão/controle do significado pela grande imprensa, que tentariam utilizar as manifestações de esquerda de questionamento à Copa para seus propósitos. Mas isso vale para qualquer tipo de parasitismo (e tema de manifestação), que venha de fora ou de dentro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me referindo ao comentário acima do João Bernardo e do BB, não sei nem se dá para chamar de &#8220;elitismo&#8221;, pois para mim mais do que elitismo, é parasitismo mesmo. O sujeito não é a favor da tarifa zero, vai na manifestação só para ter seu momento de adrenalina, descarrego e de &#8216;poser&#8217; sem qualquer responsabilidade com o resto dos manifestantes. Ou seja, é um parasita de marca maior que não se diferencia em nada de um capitalista no sentido de explorar o esforço e organização dos outros (e ainda fala em &#8220;revolução&#8221;!). E como parasita que não possui nenhum sentido de ética coletivo é que deveria ser tratado.</p>
<p>A meu ver um dos motivos que levou à perda de relevância que tinha o CMI, foi anticapitalistas na prática terem uma política liberal. Não se excluía comentários e postagens de direita. E o que era excluído ia parar ainda numa lixeira que era possível a qualquer um acessar por mecanismos de busca. Isso para mim era trabalhar para os outros, se deixar ser explorado. Se eu produzisse uma revista anticapitalista individual ou coletivamente, jamais eu daria espaço para propaganda capitalista ou neofascista: eles que se organizem para isso.<br />
Em um artigo publicado início desse ano neste site escrevi sobre a necessidade de controlar o sentido, o significado das manifestações. Me referia à tentativa de apreensão/controle do significado pela grande imprensa, que tentariam utilizar as manifestações de esquerda de questionamento à Copa para seus propósitos. Mas isso vale para qualquer tipo de parasitismo (e tema de manifestação), que venha de fora ou de dentro.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
