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	Comentários sobre: Um medo do tempo	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: ulisses		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2014 13:21:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nem pragmático nem paradigmático, um jovem que não é Törless ou  Werther. Talvez &quot;um rapaz latino-americano, sem dinheiro no banco&quot; - imerso em confusão e sofrimento nada literários.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem pragmático nem paradigmático, um jovem que não é Törless ou  Werther. Talvez &#8220;um rapaz latino-americano, sem dinheiro no banco&#8221; &#8211; imerso em confusão e sofrimento nada literários.</p>
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		Por: quase velho		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[quase velho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2014 18:49:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esse texto lembra algo bejaminiano, dos rituais de entrega da vida ao capital feita pelos estudantes que, sabedores do futuro lixo que vindouro, se entregam a tudo no hoje e no agora... 
A diferença dos tempos de Benjamin pra hoje é que não há mais esperança entre os jovens e essa completa incerteza sobre o futuro acaba com o seu moral, consequentemente aparta qualquer possibilidade de terem forças para tentarem se completar. Se antes a vida estritamente enquadrada no âmbito burguês era o último passo para este acabamento na personalidade, hoje já nem isso há.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto lembra algo bejaminiano, dos rituais de entrega da vida ao capital feita pelos estudantes que, sabedores do futuro lixo que vindouro, se entregam a tudo no hoje e no agora&#8230;<br />
A diferença dos tempos de Benjamin pra hoje é que não há mais esperança entre os jovens e essa completa incerteza sobre o futuro acaba com o seu moral, consequentemente aparta qualquer possibilidade de terem forças para tentarem se completar. Se antes a vida estritamente enquadrada no âmbito burguês era o último passo para este acabamento na personalidade, hoje já nem isso há.</p>
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