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	Comentários sobre: Os 99% na Revolução Portuguesa? Sobre a «História do Povo» de Raquel Varela	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Victor		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/98719/#comment-252395</link>

		<dc:creator><![CDATA[Victor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2014 09:33:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ver em françes o que disse o Jorge Valadas

http://vosstanie.blogspot.fr/2014/09/la-lutte-des-classes-au-portugal.html]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ver em françes o que disse o Jorge Valadas</p>
<p><a href="http://vosstanie.blogspot.fr/2014/09/la-lutte-des-classes-au-portugal.html" rel="nofollow ugc">http://vosstanie.blogspot.fr/2014/09/la-lutte-des-classes-au-portugal.html</a></p>
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		<title>
		Por: JNM		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/98719/#comment-247403</link>

		<dc:creator><![CDATA[JNM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2014 17:09:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pablo, o PCP costuma ser retratado como um partido férreo, em que a posição do militante do PCP pouco se distinguirá da posição da direção do partido. Embora este retrato tenha algum sentido (pelo menos, quando comparado com outras formações partidárias portuguesas), considero que não é inteiramente justo. 

A existência de um «descompasso», como refere, foi algo notória ao longo de 1974 e 1975. Nestes anos, a militância comunista ultrapassava a mera adesão ao programa do partido, exprimindo-se numa prática revolucionária que, muitas vezes, era realizada conjuntamente com militantes de outros partidos ou sem partido (o cerco à constituinte, por exemplo). Esta prática deveria ter sido, a meu ver, alvo de menção por parte da autora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pablo, o PCP costuma ser retratado como um partido férreo, em que a posição do militante do PCP pouco se distinguirá da posição da direção do partido. Embora este retrato tenha algum sentido (pelo menos, quando comparado com outras formações partidárias portuguesas), considero que não é inteiramente justo. </p>
<p>A existência de um «descompasso», como refere, foi algo notória ao longo de 1974 e 1975. Nestes anos, a militância comunista ultrapassava a mera adesão ao programa do partido, exprimindo-se numa prática revolucionária que, muitas vezes, era realizada conjuntamente com militantes de outros partidos ou sem partido (o cerco à constituinte, por exemplo). Esta prática deveria ter sido, a meu ver, alvo de menção por parte da autora.</p>
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		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/98719/#comment-247051</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2014 04:21:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Embora não tenha lido o livro de Raquel, me pareceram pertinentes as questões colocadas pelo autor, e o parabenizo pela iniciativa de abordar criticamente esse livro, fruto de um trabalho sério que, por isso, merece a devida atenção crítica. 
Fiquei em dúvida quanto ao 4º parágrafo do subitem &quot;O PCP e o poder dual&quot;: &quot;A história do povo proposta [...] vice-versa&quot;. Se bem entendi, o autor afirma que Raquel não contemplou devidamente os militantes do PCP, ao contrário do que fez com os militantes das organizações de extrema esquerda. Quanto aos militantes do PCP, afirma que no livro de Raquel &quot;Estes são ou pura e simplesmente integrados no partido e/ou no sindicato ou surgem desprovidos de qualquer filiação política e ideológica.&quot;. Então não entendi como os militantes do PCP poderiam aparecer como &quot;desprovidos de qualquer filiação política e ideológica&quot;, afinal o fato de serem membros (e mais: militantes) do PCP já os qualificaria como providos de uma filiação política com o Partido. Para fundamentar a questão o autor citou o trecho da página 209 do livro em que Raquel menciona um descompasso entre alguns militantes e certas posições do sindicato do qual eram membros ou apoiavam, o que, me parece, indica certa independência político-ideológica desses militantes (e das comissões de trabalhadores) face às diretrizes do sindicato, ou, do outro lado, indica o descompasso das respostas do sindicato às políticas tiradas nas comissões de trabalhadores, o que não deixa de ser interessante para a análise do papel das organizações durante a luta portuguesa, bem como as contradições entre alguns desses órgãos entre si e para com alguns militantes. Peço desculpa se a pergunta for descabida ou óbvia; como disse, não li o livro de Raquel, bem difícil de adquirir aqui no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora não tenha lido o livro de Raquel, me pareceram pertinentes as questões colocadas pelo autor, e o parabenizo pela iniciativa de abordar criticamente esse livro, fruto de um trabalho sério que, por isso, merece a devida atenção crítica.<br />
Fiquei em dúvida quanto ao 4º parágrafo do subitem &#8220;O PCP e o poder dual&#8221;: &#8220;A história do povo proposta [&#8230;] vice-versa&#8221;. Se bem entendi, o autor afirma que Raquel não contemplou devidamente os militantes do PCP, ao contrário do que fez com os militantes das organizações de extrema esquerda. Quanto aos militantes do PCP, afirma que no livro de Raquel &#8220;Estes são ou pura e simplesmente integrados no partido e/ou no sindicato ou surgem desprovidos de qualquer filiação política e ideológica.&#8221;. Então não entendi como os militantes do PCP poderiam aparecer como &#8220;desprovidos de qualquer filiação política e ideológica&#8221;, afinal o fato de serem membros (e mais: militantes) do PCP já os qualificaria como providos de uma filiação política com o Partido. Para fundamentar a questão o autor citou o trecho da página 209 do livro em que Raquel menciona um descompasso entre alguns militantes e certas posições do sindicato do qual eram membros ou apoiavam, o que, me parece, indica certa independência político-ideológica desses militantes (e das comissões de trabalhadores) face às diretrizes do sindicato, ou, do outro lado, indica o descompasso das respostas do sindicato às políticas tiradas nas comissões de trabalhadores, o que não deixa de ser interessante para a análise do papel das organizações durante a luta portuguesa, bem como as contradições entre alguns desses órgãos entre si e para com alguns militantes. Peço desculpa se a pergunta for descabida ou óbvia; como disse, não li o livro de Raquel, bem difícil de adquirir aqui no Brasil.</p>
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