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	Comentários sobre: O vagão exclusivo de mulheres: pensar reivindicações e formas de organização	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: GEROLOMO, A.C.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/98863/#comment-248663</link>

		<dc:creator><![CDATA[GEROLOMO, A.C.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2014 13:33:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em São Paulo, o atual prefeito por decreto aumentou a população por metro quadra nos ônibus, aperta que cabe. Está retirando os cobradores, e espera que os passageiros façam o serviço do mesmo. Os motorista ficam pedindo aos passageiros apertarem, &quot;dê um passo para o fundo do ônibus &quot; para que todos possam viajar. 
É necessário que os patrões e o Estado pague  aos trabalhadres para usar este transporte, passe a catraca que receba R$ 3.00]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em São Paulo, o atual prefeito por decreto aumentou a população por metro quadra nos ônibus, aperta que cabe. Está retirando os cobradores, e espera que os passageiros façam o serviço do mesmo. Os motorista ficam pedindo aos passageiros apertarem, &#8220;dê um passo para o fundo do ônibus &#8221; para que todos possam viajar.<br />
É necessário que os patrões e o Estado pague  aos trabalhadres para usar este transporte, passe a catraca que receba R$ 3.00</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Emerson		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/98863/#comment-247216</link>

		<dc:creator><![CDATA[Emerson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2014 23:48:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há cerca de um ano o Passa Palavra publicou um texto da Simone sobre a discussão de gênero dentro do Movimento Passe Livre: http://passapalavra.info/2013/09/84768

Àquela altura eu compartilhei num comentário um texto que saiu num jornal de 1983, publicado pela Associação de Mulheres do Grajaú. Se o faço de novo aqui é porque creio que o texto mantém sua atualidade e pode até mesmo responder às angústias da Ana Elisa.

“MULHER DENTRO DE ÔNIBUS É O SEGUINTE…
Transporte coletivo para o povo É naquela base. Nos momentos de pico mais parece uma lata de sardinha. São os donos das empresas lucrando as custas do trabalhador. Como se isto não bastasse, as mulheres são mais prejudicadas. Além de serem super discriminadas, ainda sofrem agressões psicológicas e morais por parte de alguns engraçadinhos que se aproveitam dos ônibus lotados, para se beneficiarem com repugnantes esfregas-esfregas.
Este tipo de coisa não pode continuar acontecendo. As mulheres têm de tomar providências. É preciso reclamar para que tenhamos ônibus em quantidade suficiente, para que se possa andar dentro dele como gente.
É preciso que as mulheres tomem uma posição enérgica contra este tipo de agressão machista.
ATENÇÃO MULHERES, VALE TUDO: alfinetada, agulhada, cotovelada no estômago, chute na canela, etc”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há cerca de um ano o Passa Palavra publicou um texto da Simone sobre a discussão de gênero dentro do Movimento Passe Livre: <a href="http://passapalavra.info/2013/09/84768" rel="ugc">http://passapalavra.info/2013/09/84768</a></p>
<p>Àquela altura eu compartilhei num comentário um texto que saiu num jornal de 1983, publicado pela Associação de Mulheres do Grajaú. Se o faço de novo aqui é porque creio que o texto mantém sua atualidade e pode até mesmo responder às angústias da Ana Elisa.</p>
<p>“MULHER DENTRO DE ÔNIBUS É O SEGUINTE…<br />
Transporte coletivo para o povo É naquela base. Nos momentos de pico mais parece uma lata de sardinha. São os donos das empresas lucrando as custas do trabalhador. Como se isto não bastasse, as mulheres são mais prejudicadas. Além de serem super discriminadas, ainda sofrem agressões psicológicas e morais por parte de alguns engraçadinhos que se aproveitam dos ônibus lotados, para se beneficiarem com repugnantes esfregas-esfregas.<br />
Este tipo de coisa não pode continuar acontecendo. As mulheres têm de tomar providências. É preciso reclamar para que tenhamos ônibus em quantidade suficiente, para que se possa andar dentro dele como gente.<br />
É preciso que as mulheres tomem uma posição enérgica contra este tipo de agressão machista.<br />
ATENÇÃO MULHERES, VALE TUDO: alfinetada, agulhada, cotovelada no estômago, chute na canela, etc”</p>
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		<title>
		Por: Ana Elisa		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/98863/#comment-247204</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Elisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2014 22:06:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Camaradas, difícil essa questão porque sempre cai no limite das lutas paliativas que acabam por reforçar as mais diversas formas de segregação social: classe, raça, gênero, etc. Fazê-las ou não faze-las, eis a questão. Lendo o texto, sou convencida por todos os argumentos apresentados. Fazem todo o sentido, porem, entram em contradição frontal com um sentimento que tive ao pegar o trem no horário do rush no rio de janeiro. Da central pra penha circular, 18 hs, trens lotados, muitos homens suados sem camisa meio pra fora das portas. Olhei para aquela situação na plataforma e pensei imediatamente, f... Grande probabilidade de que vou sofrer assédio e tenho que pensar desde já como vou reagir. Até que visualizei o vagão feminino e, não posso mentir, senti um alívio profundo e entrei ali rapidinho onde minha viagem seguiu sem grandes percalços além, é claro, do fato de que fiquei em pé durante a meia hora de viagem porque o vagão estava cheio como todo o resto do trem. Imagina essa agonia para as mulheres que pegam esses trens todos os dias. Mas, é verdade, os limites que vocês apontaram são reais e eu concordo. E aí? Qual argumento ganha pra vocês? A unica coisa que admito aqui são por fim minhas enormes dúvidas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Camaradas, difícil essa questão porque sempre cai no limite das lutas paliativas que acabam por reforçar as mais diversas formas de segregação social: classe, raça, gênero, etc. Fazê-las ou não faze-las, eis a questão. Lendo o texto, sou convencida por todos os argumentos apresentados. Fazem todo o sentido, porem, entram em contradição frontal com um sentimento que tive ao pegar o trem no horário do rush no rio de janeiro. Da central pra penha circular, 18 hs, trens lotados, muitos homens suados sem camisa meio pra fora das portas. Olhei para aquela situação na plataforma e pensei imediatamente, f&#8230; Grande probabilidade de que vou sofrer assédio e tenho que pensar desde já como vou reagir. Até que visualizei o vagão feminino e, não posso mentir, senti um alívio profundo e entrei ali rapidinho onde minha viagem seguiu sem grandes percalços além, é claro, do fato de que fiquei em pé durante a meia hora de viagem porque o vagão estava cheio como todo o resto do trem. Imagina essa agonia para as mulheres que pegam esses trens todos os dias. Mas, é verdade, os limites que vocês apontaram são reais e eu concordo. E aí? Qual argumento ganha pra vocês? A unica coisa que admito aqui são por fim minhas enormes dúvidas.</p>
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