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	Comentários sobre: Amores plurais são possíveis: um breve ensaio sobre experiências livres amorosas	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Rapaz do interior		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rapaz do interior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2020 15:46:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito feliz em saber que há tanta mais pessoas interessadas nessa discussão, texto muito bom, comentários igualmente aproveitáveis. Obrigado a todos por nos ajudarem a pensar!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito feliz em saber que há tanta mais pessoas interessadas nessa discussão, texto muito bom, comentários igualmente aproveitáveis. Obrigado a todos por nos ajudarem a pensar!</p>
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		<title>
		Por: Maiza Medina de Freitas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/99005/#comment-308241</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maiza Medina de Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2015 01:11:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Consigo entender as palavras do grupo em direção à Camila. Percebo uma enervação nos participantes ao citar as manifestações ou livres opiniões da Camila sobre o pensamento dos integrantes dessa discussão.O tema do amor  e do amor livre é polêmico,mas nesse caso devería ser manifestação e conhecimento.Analisar é algo que acontece.

Conhecer é melhor. Saber o que paira nos relacionamentos é interessante e é matéria educacional.O amor ideal é o que está fora de propósito e inalcançavel, seja ele homo ou hetero, monogamico,poli, dual.tete a tete, um homem e uma mulher, sacanas ou legais.Sí, Só. Participando Agora, Já.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Consigo entender as palavras do grupo em direção à Camila. Percebo uma enervação nos participantes ao citar as manifestações ou livres opiniões da Camila sobre o pensamento dos integrantes dessa discussão.O tema do amor  e do amor livre é polêmico,mas nesse caso devería ser manifestação e conhecimento.Analisar é algo que acontece.</p>
<p>Conhecer é melhor. Saber o que paira nos relacionamentos é interessante e é matéria educacional.O amor ideal é o que está fora de propósito e inalcançavel, seja ele homo ou hetero, monogamico,poli, dual.tete a tete, um homem e uma mulher, sacanas ou legais.Sí, Só. Participando Agora, Já.</p>
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		<title>
		Por: Marina		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/99005/#comment-267023</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2014 22:02:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho tão engraçado que vem falar de amor livre e cita Maria de Lacerda Moura como referência para tentar justificar essas relações &quot;modernas&quot;. Esquecem que Maria de Lacerda (a quem admiro muito e sempre leio seus textos) nasceu e foi criada no interior de Minas Gerais no início do século passado. Mais conservador impossível. Lacerda reivindicava a liberdade da mulher amar quem ela quisesse (lembrando que naquela época mulheres eram obrigadas a casar jovens, na maioria das vezes sem estudo, e &quot;amar um único homem pro resto da vida). Chega a ser desonesto citar pensadora tão brilhante de forma tão distorcida. Concordo com quem disse: &quot;uma guinada de 360 graus: a grande inovação da construção de relacionamentos iguais aos monogâmicos, mas com a participação de 3 pessoas ou mais&quot;. Tenho debatido essa temática com meu companheiro que insiste em me provar que é o melhor caminho. Em todos os seus argumentos só vejo individualismos berrantes e machismos inconscientes. Não caio nessa... respeito quem tenta, mas não tem nada de novo, a não ser mais sexo com mais pessoas, ou relações superficiais. Mas sério... mais cuidado ao usar Maria de Lacerda Moura nessas análises. Continuei a leitura, só por desencargo de consciência, pois pra mim, uma premissa comprometida, compromete todo o resto. Só minha percepção mesmo.. abraços a todos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho tão engraçado que vem falar de amor livre e cita Maria de Lacerda Moura como referência para tentar justificar essas relações &#8220;modernas&#8221;. Esquecem que Maria de Lacerda (a quem admiro muito e sempre leio seus textos) nasceu e foi criada no interior de Minas Gerais no início do século passado. Mais conservador impossível. Lacerda reivindicava a liberdade da mulher amar quem ela quisesse (lembrando que naquela época mulheres eram obrigadas a casar jovens, na maioria das vezes sem estudo, e &#8220;amar um único homem pro resto da vida). Chega a ser desonesto citar pensadora tão brilhante de forma tão distorcida. Concordo com quem disse: &#8220;uma guinada de 360 graus: a grande inovação da construção de relacionamentos iguais aos monogâmicos, mas com a participação de 3 pessoas ou mais&#8221;. Tenho debatido essa temática com meu companheiro que insiste em me provar que é o melhor caminho. Em todos os seus argumentos só vejo individualismos berrantes e machismos inconscientes. Não caio nessa&#8230; respeito quem tenta, mas não tem nada de novo, a não ser mais sexo com mais pessoas, ou relações superficiais. Mas sério&#8230; mais cuidado ao usar Maria de Lacerda Moura nessas análises. Continuei a leitura, só por desencargo de consciência, pois pra mim, uma premissa comprometida, compromete todo o resto. Só minha percepção mesmo.. abraços a todos</p>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/99005/#comment-256504</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Oct 2014 13:40:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[EROS AGAPITO

Necessário: não-ser é impossível. 
Impossível: não-ser é necessário.

O acaso (diferença, alteridade etc.), clinâmen no entremeio [(beAMONGtween(?!)] do não-ser, cria a terceira margem dum rio cujo nome é Tempo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EROS AGAPITO</p>
<p>Necessário: não-ser é impossível.<br />
Impossível: não-ser é necessário.</p>
<p>O acaso (diferença, alteridade etc.), clinâmen no entremeio [(beAMONGtween(?!)] do não-ser, cria a terceira margem dum rio cujo nome é Tempo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Ronan		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/99005/#comment-256293</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ronan]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2014 11:00:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom o texto, corajoso. 

Do que eu vi, ouvi e cheguei a conhecer, os relacionamentos abertos sempre foram problemáticos no meio libertário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o texto, corajoso. </p>
<p>Do que eu vi, ouvi e cheguei a conhecer, os relacionamentos abertos sempre foram problemáticos no meio libertário.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Propedêutico transcendente		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/99005/#comment-256030</link>

		<dc:creator><![CDATA[Propedêutico transcendente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2014 04:15:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vou comentar antes pra deixar registrado: 

vou ler o texto agora e estou com medo: tema bem polêmico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou comentar antes pra deixar registrado: </p>
<p>vou ler o texto agora e estou com medo: tema bem polêmico.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sandro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/99005/#comment-255931</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sandro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2014 17:00:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá pessoal. Gostei bastante do texto, das discussões e gostaria de ouvi-los quanto ao trecho que cita o consumo de relações como uma das modalidades de um determinado modo de reprodução da vida. Sou gay, estou num relacionamento monogâmico em função do desejo do meu parceiro, no entanto não teria problema em abrir a relação para o amor livre - com todos os intermináveis processos de negociação e renegociação que isso comporta. Fiquei curioso em discutir isso: a possibilidade de relações fugazes, sem isso ser sinônimo de uma dimensão particular que expressa uma dominação econômica ou questão de gênero. Entre homens gays a &quot;pegação&quot; pode ter infinitas conotações / sentidos / significados, dentre eles a possibilidade de romper com dimensões da heterossexualidade compulsória ou da heteronormatividade. Historicamente as formas de se relacionar na intimidade (sexual ou afetivamente) são plurais e gostaria de entender a ligação entre permanente e provisório com a legitimidade ou a normalização do laço afetivo como única possibilidade de entender relações fugazes como não desejáveis. Por favor, se alguém puder trazer novas perspectivas, adoraria ter acesso a elas. Abraços a tod@s!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal. Gostei bastante do texto, das discussões e gostaria de ouvi-los quanto ao trecho que cita o consumo de relações como uma das modalidades de um determinado modo de reprodução da vida. Sou gay, estou num relacionamento monogâmico em função do desejo do meu parceiro, no entanto não teria problema em abrir a relação para o amor livre &#8211; com todos os intermináveis processos de negociação e renegociação que isso comporta. Fiquei curioso em discutir isso: a possibilidade de relações fugazes, sem isso ser sinônimo de uma dimensão particular que expressa uma dominação econômica ou questão de gênero. Entre homens gays a &#8220;pegação&#8221; pode ter infinitas conotações / sentidos / significados, dentre eles a possibilidade de romper com dimensões da heterossexualidade compulsória ou da heteronormatividade. Historicamente as formas de se relacionar na intimidade (sexual ou afetivamente) são plurais e gostaria de entender a ligação entre permanente e provisório com a legitimidade ou a normalização do laço afetivo como única possibilidade de entender relações fugazes como não desejáveis. Por favor, se alguém puder trazer novas perspectivas, adoraria ter acesso a elas. Abraços a tod@s!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: fracasso no amor e na política		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/99005/#comment-252173</link>

		<dc:creator><![CDATA[fracasso no amor e na política]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2014 00:04:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lembro da primeira vez que participei de um seminário de formação com um grupo de esquerda. Devia ter 17 anos e fiquei todo constrangido na hora da refeição porque, ali, cada um tinha que se servir. Em casa, fui criado para seguir a regra de que a gente só se serve na casa da gente, fora não. E a Neli do Sintusp me salvou, fazendo meu prato. Uma pequena coisa e foi todo um sofrimento. 

A gente é criado assim, com dados valores, dadas normas e dados sonhos. Na periferia, o sonho era ter um bom trabalho, casar aos 25 anos e ter grana suficiente para que a mulher não trabalhasse. Estes eram vistos como os maridos exemplares. Depois você cai nas proposições e discussão de uma certa esquerda que é uma esquerda swing, propôe a roda de parceiros e as trocas de casais. É algo muito diferente de tudo para o qual tínhamos sidos formados. E não é fácil que isso ocorra sem problemas, é impossível. 

Muita gente vive isso durante um período, mas depois acaba. Há as pressões sociais, os amores, os ciúmes, as necessidades do cotidiano. Pode existir alguém que conseguiu fazer a transição facilmente. Mas para a maioria a coisa é trágica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro da primeira vez que participei de um seminário de formação com um grupo de esquerda. Devia ter 17 anos e fiquei todo constrangido na hora da refeição porque, ali, cada um tinha que se servir. Em casa, fui criado para seguir a regra de que a gente só se serve na casa da gente, fora não. E a Neli do Sintusp me salvou, fazendo meu prato. Uma pequena coisa e foi todo um sofrimento. </p>
<p>A gente é criado assim, com dados valores, dadas normas e dados sonhos. Na periferia, o sonho era ter um bom trabalho, casar aos 25 anos e ter grana suficiente para que a mulher não trabalhasse. Estes eram vistos como os maridos exemplares. Depois você cai nas proposições e discussão de uma certa esquerda que é uma esquerda swing, propôe a roda de parceiros e as trocas de casais. É algo muito diferente de tudo para o qual tínhamos sidos formados. E não é fácil que isso ocorra sem problemas, é impossível. </p>
<p>Muita gente vive isso durante um período, mas depois acaba. Há as pressões sociais, os amores, os ciúmes, as necessidades do cotidiano. Pode existir alguém que conseguiu fazer a transição facilmente. Mas para a maioria a coisa é trágica.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pseudô III		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/99005/#comment-252101</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pseudô III]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2014 13:50:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E com este último comentário chegamos ao centro: o vazio. 
Uma rotulação, de tão difícil de aplicar, só pode significar a inexistência de diferenças. Com tanta normatividade, com tantos conselhos, com tanta coisa, pra se dizer nada mais do que nada de diferente. Qual é a diferença do que se disse aqui sobre os relacionamentos plurais e sobre o que é dito sobre os relacionamentos monogaméticos? 
Por esse caminho dá pra vislumbrar uma guinada de 360 graus: a grande inovação da construção de relacionamentos iguais aos monogâmicos, mas com a participação de 3 pessoas ou mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E com este último comentário chegamos ao centro: o vazio.<br />
Uma rotulação, de tão difícil de aplicar, só pode significar a inexistência de diferenças. Com tanta normatividade, com tantos conselhos, com tanta coisa, pra se dizer nada mais do que nada de diferente. Qual é a diferença do que se disse aqui sobre os relacionamentos plurais e sobre o que é dito sobre os relacionamentos monogaméticos?<br />
Por esse caminho dá pra vislumbrar uma guinada de 360 graus: a grande inovação da construção de relacionamentos iguais aos monogâmicos, mas com a participação de 3 pessoas ou mais.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Poliana		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/08/99005/#comment-251655</link>

		<dc:creator><![CDATA[Poliana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 20:57:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um dos melhores textos que já li sobre o assunto! Só quem já vivenciou isso sabe o quanto é complicado lidar com os sentimentos que insistem em surgir (como ciúmes e insegurança) e com os outros indivíduos, que na maioria das vezes não entendem o que é um relacionamento diferente. Entendo o seu receio em dar nome ao amor. Eu tenho um relacionamento assim e sempre que me perguntam sobre, eu não consigo defini-lo em um rótulo, é uma coisa tão única que é muito difícil nomear.
Parabéns pela reflexão, compartilharei o texto com o meu companheiro e amigos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos melhores textos que já li sobre o assunto! Só quem já vivenciou isso sabe o quanto é complicado lidar com os sentimentos que insistem em surgir (como ciúmes e insegurança) e com os outros indivíduos, que na maioria das vezes não entendem o que é um relacionamento diferente. Entendo o seu receio em dar nome ao amor. Eu tenho um relacionamento assim e sempre que me perguntam sobre, eu não consigo defini-lo em um rótulo, é uma coisa tão única que é muito difícil nomear.<br />
Parabéns pela reflexão, compartilharei o texto com o meu companheiro e amigos.</p>
]]></content:encoded>
		
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