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	Comentários sobre: Os marxistas e a &#8220;jaula de ferro&#8221; da democracia representativa	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: R.U.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99914/#comment-285788</link>

		<dc:creator><![CDATA[R.U.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 12:09:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O texto parece bastante anacrônico quando joga toda dentro do rótulo &quot;marxismo&quot; tanto os possibilistas que desde a II Internacional até o &quot;socialismo do século XXI&quot;, passam a vida falando em transformação eleitoral, como outras tendências igualmente estatistas que rechaçam a participação eleitoral e defendem a chamada &quot;Guerra Popular&quot; (ex: maoístas), além de fazer ouvidos surdos e olhos cegos a outras facções que reivindicam até mesmo essa gestão local e &quot;comunitária&quot; do capitalismo que chamam pelo nome de &quot;democracia direta&quot; ou &quot;autogestão&quot; (mas que continuam dentro da jaula de ferro do Estado), é o caso de Toni Negri e outros &quot;pós-modernistas&quot;. Também existem outras tendências, que ora reivindicam o marxismo (mas destacando-se pela expressão &quot;marxismo revolucionário&quot;), ora o denunciam como ideologia social-democrata, distinguindo-o do comunismo, que recusam até mesmo a democracia, mesmo essa democracia molecular que nossos &quot;libertários&quot; endeusam pelo nome de &quot;democracia direta&quot;. Trata-se da esquerda comunista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto parece bastante anacrônico quando joga toda dentro do rótulo &#8220;marxismo&#8221; tanto os possibilistas que desde a II Internacional até o &#8220;socialismo do século XXI&#8221;, passam a vida falando em transformação eleitoral, como outras tendências igualmente estatistas que rechaçam a participação eleitoral e defendem a chamada &#8220;Guerra Popular&#8221; (ex: maoístas), além de fazer ouvidos surdos e olhos cegos a outras facções que reivindicam até mesmo essa gestão local e &#8220;comunitária&#8221; do capitalismo que chamam pelo nome de &#8220;democracia direta&#8221; ou &#8220;autogestão&#8221; (mas que continuam dentro da jaula de ferro do Estado), é o caso de Toni Negri e outros &#8220;pós-modernistas&#8221;. Também existem outras tendências, que ora reivindicam o marxismo (mas destacando-se pela expressão &#8220;marxismo revolucionário&#8221;), ora o denunciam como ideologia social-democrata, distinguindo-o do comunismo, que recusam até mesmo a democracia, mesmo essa democracia molecular que nossos &#8220;libertários&#8221; endeusam pelo nome de &#8220;democracia direta&#8221;. Trata-se da esquerda comunista.</p>
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		<title>
		Por: Comunismo de outrora		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99914/#comment-256777</link>

		<dc:creator><![CDATA[Comunismo de outrora]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Oct 2014 18:41:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O autor se engana sobre o marxismo, pelo menos em outros tempos, ao tornar os conceitos &quot;Participação Parlamentar&quot; como a mesma coisa que &quot;Governar&quot;, pelo menos durante o começo da decada de XX a resolução da III internacional era bastante clara sobre o Parlamento*:

Não desenvolver nenhum tipo de trabalho organico no parlamento

Não &quot;governar&quot;, nem tentar fazer isso, ja que governar significa justamente ter que agir a todo momento e manter a estabilidade enquanto a tarefa era justamente acabar com ela

Toda propaganda &quot;eleitoral&quot; ser feito de forma completamente diferente das praticas de eleições dos partidos da ordem(greves, manifestações, agitações no exercito e marinha etc) e não ter como meta eleger o maior numero de parlamentares(ou seja, o foco não ser pessoas) mas manter a centralidade na propaganda de um programa revolucionario

Todo pequeno ganho parlamentar existe para ser instrumentalizada pelo que é realmente o movimento real da classe, extra-parlamentarmente(exemplo da resolução da terceira internacional em 20 é o apoio de tarefas clandestinas pela imunidade condedida a parlamentares em diversos paises com restrições democraticas amplas, como a manutenção de uma imprensa ilegal pelo parlamentar, ou a defesa da Rosa da participação da Assembleia Constituinte durante a revolução alema para o PC ter uma noção de qual era a correlação de forças que estava dada entre cada partido e então retirar os parlamentares ao terem como negadas reinvindicações das massas avançadas demais para serem aprovadas pela composição da Assembleia, rumo a destruir a ilegitimidade do espaço e ganhar mais apoio entre setores mais radicalizados ainda ligados a Social-democracia)

Essa era a resolução da Terceira Internacional em 20 da pra observar bem de perto que &quot;governar&quot; não é uma preucupação dela, a questão é vista como tática e a unidade deveria ser mantida dentro dos partidos comunistas entre elementos antiparlamentaristas de principio e os que seguiam a linha da internacional, justamente porque o parlamento era um aspecto completamente secundario e o foco era no movimento extra-parlamentar da classe
O autor junta toda a experiencia parlamentar em um mesmo saco de gatos, o MIR só vai se constituir como o polo aglutinador da esquerda revolucionaria no Chile em 73 justamente porque Allende o retira da ilegalidade colocada anteriormente, que dificultou o desenvolvimento do trabalho de base e organização e gerou a prisão de um numero consideravel de militantes, e o setor social, expropriado da burguesia no periodo, era justamente um avanço na correlação de forças pela organização proletaria como uma das medidas de preparação para o futuro de ruptura da ordem democratica e vinda da reação burguesa (e imagino que alguns setores da esquerda viam assim a questão naquele momento), o erro foi justamente apenas os setores mais radicalizados ter a visão das politicas serem taticas em um processo de mudança na correlação de forças para o momento de ruptura
Outro exemplo que ouvi dizer em uma situação com menor tensionamento é a atuação das correntes de esquerda na prefeitura de Diadema em 89 ganha pelo PT, a linha do vereador eleito da Convergencia Socialista, POR e do Tonhão, então vice-prefeito, era justamente NÃO governar, era usar tudo o possivel em direção a organização popular, vão usar sua posição enquanto parlamentares para incentivar e participar das diversas ocupações que vão acontecer nesse periodo, usar dinheiro do aparato Estatal para apoio de greves, panfletos etc, usar a guarda civil como impedimento para a PM em reintegrações de posse que pudessem vir a ocorrer, enfim, instrumentalização do que fosse possivel do Estado sem nenhum comprometimento de manuter os cargos ou aumentar numero de parlamentares rumo ao fortalecimento da luta extraparlamentar pelo poder politico

Enfim, é bastante equivocada a tese desse texto em que o marxismo se manteve sempre entre a &quot;jaula de ferro&quot; da democracia representativa e &quot;giros insurgentes&quot;

A historia da esquerda é bem mais colorida do que essas duas posições

*http://www.pco.org.br/biblioteca/eleicoes/lenin6.htm Resolução aprovada pelo II congresso da III internacional comunista em 1920 com introdução de Trotsky e tese de lenin/bukharin]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O autor se engana sobre o marxismo, pelo menos em outros tempos, ao tornar os conceitos &#8220;Participação Parlamentar&#8221; como a mesma coisa que &#8220;Governar&#8221;, pelo menos durante o começo da decada de XX a resolução da III internacional era bastante clara sobre o Parlamento*:</p>
<p>Não desenvolver nenhum tipo de trabalho organico no parlamento</p>
<p>Não &#8220;governar&#8221;, nem tentar fazer isso, ja que governar significa justamente ter que agir a todo momento e manter a estabilidade enquanto a tarefa era justamente acabar com ela</p>
<p>Toda propaganda &#8220;eleitoral&#8221; ser feito de forma completamente diferente das praticas de eleições dos partidos da ordem(greves, manifestações, agitações no exercito e marinha etc) e não ter como meta eleger o maior numero de parlamentares(ou seja, o foco não ser pessoas) mas manter a centralidade na propaganda de um programa revolucionario</p>
<p>Todo pequeno ganho parlamentar existe para ser instrumentalizada pelo que é realmente o movimento real da classe, extra-parlamentarmente(exemplo da resolução da terceira internacional em 20 é o apoio de tarefas clandestinas pela imunidade condedida a parlamentares em diversos paises com restrições democraticas amplas, como a manutenção de uma imprensa ilegal pelo parlamentar, ou a defesa da Rosa da participação da Assembleia Constituinte durante a revolução alema para o PC ter uma noção de qual era a correlação de forças que estava dada entre cada partido e então retirar os parlamentares ao terem como negadas reinvindicações das massas avançadas demais para serem aprovadas pela composição da Assembleia, rumo a destruir a ilegitimidade do espaço e ganhar mais apoio entre setores mais radicalizados ainda ligados a Social-democracia)</p>
<p>Essa era a resolução da Terceira Internacional em 20 da pra observar bem de perto que &#8220;governar&#8221; não é uma preucupação dela, a questão é vista como tática e a unidade deveria ser mantida dentro dos partidos comunistas entre elementos antiparlamentaristas de principio e os que seguiam a linha da internacional, justamente porque o parlamento era um aspecto completamente secundario e o foco era no movimento extra-parlamentar da classe<br />
O autor junta toda a experiencia parlamentar em um mesmo saco de gatos, o MIR só vai se constituir como o polo aglutinador da esquerda revolucionaria no Chile em 73 justamente porque Allende o retira da ilegalidade colocada anteriormente, que dificultou o desenvolvimento do trabalho de base e organização e gerou a prisão de um numero consideravel de militantes, e o setor social, expropriado da burguesia no periodo, era justamente um avanço na correlação de forças pela organização proletaria como uma das medidas de preparação para o futuro de ruptura da ordem democratica e vinda da reação burguesa (e imagino que alguns setores da esquerda viam assim a questão naquele momento), o erro foi justamente apenas os setores mais radicalizados ter a visão das politicas serem taticas em um processo de mudança na correlação de forças para o momento de ruptura<br />
Outro exemplo que ouvi dizer em uma situação com menor tensionamento é a atuação das correntes de esquerda na prefeitura de Diadema em 89 ganha pelo PT, a linha do vereador eleito da Convergencia Socialista, POR e do Tonhão, então vice-prefeito, era justamente NÃO governar, era usar tudo o possivel em direção a organização popular, vão usar sua posição enquanto parlamentares para incentivar e participar das diversas ocupações que vão acontecer nesse periodo, usar dinheiro do aparato Estatal para apoio de greves, panfletos etc, usar a guarda civil como impedimento para a PM em reintegrações de posse que pudessem vir a ocorrer, enfim, instrumentalização do que fosse possivel do Estado sem nenhum comprometimento de manuter os cargos ou aumentar numero de parlamentares rumo ao fortalecimento da luta extraparlamentar pelo poder politico</p>
<p>Enfim, é bastante equivocada a tese desse texto em que o marxismo se manteve sempre entre a &#8220;jaula de ferro&#8221; da democracia representativa e &#8220;giros insurgentes&#8221;</p>
<p>A historia da esquerda é bem mais colorida do que essas duas posições</p>
<p>*http://www.pco.org.br/biblioteca/eleicoes/lenin6.htm Resolução aprovada pelo II congresso da III internacional comunista em 1920 com introdução de Trotsky e tese de lenin/bukharin</p>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99914/#comment-256739</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Oct 2014 12:32:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[DO PEIXE
Se, como dizem, perguntar não ofende: &quot;mais fresco&quot; ou &quot;menos podre&quot;?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DO PEIXE<br />
Se, como dizem, perguntar não ofende: &#8220;mais fresco&#8221; ou &#8220;menos podre&#8221;?</p>
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		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99914/#comment-256512</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Oct 2014 15:58:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ah, os comunistas. Mas você entende, Paulo, que há uma diferença entre &quot;comunistas&quot; e &quot;marxistas&quot;, não?
Me parece grave rebaixar o nível do debate e conscientemente confundir as duas coisas apenas para vender o teu peixe mais fresco.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ah, os comunistas. Mas você entende, Paulo, que há uma diferença entre &#8220;comunistas&#8221; e &#8220;marxistas&#8221;, não?<br />
Me parece grave rebaixar o nível do debate e conscientemente confundir as duas coisas apenas para vender o teu peixe mais fresco.</p>
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		<title>
		Por: Paulo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99914/#comment-256380</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2014 19:18:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lucas, no Chile de Allende os marxistas estavam divididos entre aquels do PC que acreditavam na via pacífica de Allende e o MIR que exigia o armamento imediato do povo. Os comunistas fizeram de tudo para impedir esse armamento e o filme que citas mostra claramente que os comunistas buscaram frear a autogestão nas fábricas dos Cordões Industriais que iam sendo desapropriadas. Em toda a história das lutas da esquerda e isto se viu na experiência da Espanha de 36 e no Chile de Allende os Comunistas destruiram todas as experiências de autogestão operária em nome da &quot;segurança do Estado&quot; e da &quot;luta maior&quot; contra o &quot;inimigo principal&quot;. Cumpriram o papel de linha auxiliar dos capitalistas contra a autogestão ou seja a democracia direta no campo econômico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas, no Chile de Allende os marxistas estavam divididos entre aquels do PC que acreditavam na via pacífica de Allende e o MIR que exigia o armamento imediato do povo. Os comunistas fizeram de tudo para impedir esse armamento e o filme que citas mostra claramente que os comunistas buscaram frear a autogestão nas fábricas dos Cordões Industriais que iam sendo desapropriadas. Em toda a história das lutas da esquerda e isto se viu na experiência da Espanha de 36 e no Chile de Allende os Comunistas destruiram todas as experiências de autogestão operária em nome da &#8220;segurança do Estado&#8221; e da &#8220;luta maior&#8221; contra o &#8220;inimigo principal&#8221;. Cumpriram o papel de linha auxiliar dos capitalistas contra a autogestão ou seja a democracia direta no campo econômico.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Enilson		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99914/#comment-255159</link>

		<dc:creator><![CDATA[Enilson]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2014 16:18:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito enriquecedora ao debate sua resposta, ulisses. Obrigado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito enriquecedora ao debate sua resposta, ulisses. Obrigado</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99914/#comment-255139</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2014 15:11:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Se os proletários só querem divertir-se em manifestações de rua, plantando &#039;árvores de liberdade&#039;, ouvindo discursos políticos, já se sabe o que acontecerá com eles: primeiro, água benta; depois, insultos. Por fim, a metralha. E a miséria, sempre.&quot; 
Louis Blanqui (1851)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se os proletários só querem divertir-se em manifestações de rua, plantando &#8216;árvores de liberdade&#8217;, ouvindo discursos políticos, já se sabe o que acontecerá com eles: primeiro, água benta; depois, insultos. Por fim, a metralha. E a miséria, sempre.&#8221;<br />
Louis Blanqui (1851)</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Beto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99914/#comment-255005</link>

		<dc:creator><![CDATA[Beto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2014 03:08:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Os cordeiros que vão ao matadouro nada dizem e nada esperam. Mas ao menos eles não votam no açougueiro que os matará, e no burguês que os comerá. Mais besta que as bestas, mais ovino que os ovinos, o eleitor elege seu açougueiro e escolhe seu burguês. Revoluções foram feitas pela conquista desse direito.”
— Octave Mirbeau, Greve de Eleitores (1888)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Os cordeiros que vão ao matadouro nada dizem e nada esperam. Mas ao menos eles não votam no açougueiro que os matará, e no burguês que os comerá. Mais besta que as bestas, mais ovino que os ovinos, o eleitor elege seu açougueiro e escolhe seu burguês. Revoluções foram feitas pela conquista desse direito.”<br />
— Octave Mirbeau, Greve de Eleitores (1888)</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99914/#comment-254966</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2014 01:02:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Existem alguns problemas de generalização no texto. A Argentina atual não tem um traço sequer de marxismo, e me pergunto se o que ocorre na Venezuela chavista também chega a expressar uma influência mínima qualquer do pensamento marxista. Será que o autor mistura sob o nome &quot;marxismo&quot; tudo o que está relacionado com o Estatismo? Será que não reconhece que muito do socialismo e de outras vertentes do capitalismo de estado são autônomas em relação ao marxismo?
Da mesma forma, creio que resumir a experiência chilena a &quot;Allende&quot; é jogar fora muita coisa. Caso o autor queira conhecer a experiência de poder popular chilena, o filme &quot;La Batalla de Chile&quot; está disponível com legendas, a parte 3 é a que melhor mostra o nível de consciência de classe de setores populares e trabalhadores no Chile, que avançavam na construção do poder muitas vezes em choque com o Estado (isso num contexto de presidência expressamente socialista, nada de Lulinha paz e amor). 
Será que a culpa do fracasso da agitação das massas por de baixo dos partidos é apenas dos &quot;marxistas&quot; e seu enorme poder de legitimação social?

http://www.youtube.com/watch?v=xfpb-PBfZj8]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem alguns problemas de generalização no texto. A Argentina atual não tem um traço sequer de marxismo, e me pergunto se o que ocorre na Venezuela chavista também chega a expressar uma influência mínima qualquer do pensamento marxista. Será que o autor mistura sob o nome &#8220;marxismo&#8221; tudo o que está relacionado com o Estatismo? Será que não reconhece que muito do socialismo e de outras vertentes do capitalismo de estado são autônomas em relação ao marxismo?<br />
Da mesma forma, creio que resumir a experiência chilena a &#8220;Allende&#8221; é jogar fora muita coisa. Caso o autor queira conhecer a experiência de poder popular chilena, o filme &#8220;La Batalla de Chile&#8221; está disponível com legendas, a parte 3 é a que melhor mostra o nível de consciência de classe de setores populares e trabalhadores no Chile, que avançavam na construção do poder muitas vezes em choque com o Estado (isso num contexto de presidência expressamente socialista, nada de Lulinha paz e amor).<br />
Será que a culpa do fracasso da agitação das massas por de baixo dos partidos é apenas dos &#8220;marxistas&#8221; e seu enorme poder de legitimação social?</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=xfpb-PBfZj8" rel="nofollow ugc">http://www.youtube.com/watch?v=xfpb-PBfZj8</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99914/#comment-254911</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2014 17:42:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[EXEMPLO DE MIXÓRDIA
Pensamento abracadabrante, quanto aos fins: “emancipação total do individuo (não só de alguns, mas de todos)” e “educação de todos”.
Pragmatismo fisiológico, quanto aos meios: “para isto é necessário os ‘do lado de cá’ buscar algum poder no sistema, e não se acanhar na luta contra a ideologia ‘do lado de lá’.
Realismo tático prudencial, ‘hic &#038; nunc’: “que busca a revolução pelo voto, via mudanças institucionais graduais, ainda que se submeta uma composição com o poder tradicional”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EXEMPLO DE MIXÓRDIA<br />
Pensamento abracadabrante, quanto aos fins: “emancipação total do individuo (não só de alguns, mas de todos)” e “educação de todos”.<br />
Pragmatismo fisiológico, quanto aos meios: “para isto é necessário os ‘do lado de cá’ buscar algum poder no sistema, e não se acanhar na luta contra a ideologia ‘do lado de lá’.<br />
Realismo tático prudencial, ‘hic &amp; nunc’: “que busca a revolução pelo voto, via mudanças institucionais graduais, ainda que se submeta uma composição com o poder tradicional”.</p>
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			</item>
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