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	Comentários sobre: Quem são os presos políticos?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Bruno		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99954/#comment-256153</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2014 19:37:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A questão levantada no texto sobre momentos históricos em que setores marginalizados serem cooptados pelo fascismo ou pela reação no geral, apesar de relevante erra ao tentar generalizar essas experiencias em detrimento de outras, mesmo porque outros setores (como o operário) também o foram por diversas vezes e isso não anula seus potenciais de atuação de uma perspectiva revolucionária. 
Duas experiências de organização de presos que acredito serem relevantes se debruçar, uma durante o período de transição franquista e outra durante a década de 1990, sendo respectivamente a COPEL (Coordinadora de Presos en Lucha) e a APRE (Associasion de Presos en Regime Especial), a COPEL principalmente fazia uma diferenciação de presos, entre presos políticos e presos sociais, ou seja presos que tiveram motivações políticas para cometer suas &quot;infrações&quot; e aqueles que foram presos por suas condições de classe , a COPEL conseguiu (por um período curto de tempo é verdade) acabar com a violência entre presos nas prisões espanholas, ambas os movimentos foram  claro que hoje no brasil o tamanho e força do crime organizado deixa ainda mais difícil a atuação nesse setor, porém sua complexidade não minimiza sua importância.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A questão levantada no texto sobre momentos históricos em que setores marginalizados serem cooptados pelo fascismo ou pela reação no geral, apesar de relevante erra ao tentar generalizar essas experiencias em detrimento de outras, mesmo porque outros setores (como o operário) também o foram por diversas vezes e isso não anula seus potenciais de atuação de uma perspectiva revolucionária.<br />
Duas experiências de organização de presos que acredito serem relevantes se debruçar, uma durante o período de transição franquista e outra durante a década de 1990, sendo respectivamente a COPEL (Coordinadora de Presos en Lucha) e a APRE (Associasion de Presos en Regime Especial), a COPEL principalmente fazia uma diferenciação de presos, entre presos políticos e presos sociais, ou seja presos que tiveram motivações políticas para cometer suas &#8220;infrações&#8221; e aqueles que foram presos por suas condições de classe , a COPEL conseguiu (por um período curto de tempo é verdade) acabar com a violência entre presos nas prisões espanholas, ambas os movimentos foram  claro que hoje no brasil o tamanho e força do crime organizado deixa ainda mais difícil a atuação nesse setor, porém sua complexidade não minimiza sua importância.</p>
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		<title>
		Por: Rodrigo Araújo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99954/#comment-256150</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Araújo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2014 18:47:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Embora seja inegável a boa intensão por trás da palavra de ordem &quot;todo preso é um preso político&quot;, é difícil negar o monte de contradições que ela encerra. 

Porém o que interessa e o que é mais importante, a meu ver, é a compreensão, que parece comum  entre quem anda debatendo pelo Passa Palavra, de que é urgente criar métodos e estratégias de luta contra a atual política de encarceramento massivo, lutar contra a flagrante ausência de direitos civis básicos para uma parte expressiva população no Brasil e lutar contra as táticas de repressão do Estado contra os movimentos sociais.

Uns tentam criar um jogo isolacionista (e outros caem nele), de que a luta legítima é só a dos setores mais precarizados da população e que a &quot;classe média&quot; teria seus direitos assegurados pela atual forma de organização da repressão. Quem cria/cai neste jogo só esquece a história, pois o jogo sempre é duplo. 
A mesma institucionalidade que viola sistematicamente suas próprias normas objetivando enquadrar os setores mais precários, também abre o caminho na sua própria lógica de funcionamento para reprimir dissidentes políticos. O inverso também é historicamente verificável, pois o regime que passa a perseguir dissidentes políticos não tarda a reprimir toda a população pelos mesmos critérios.

Há sim, é verdade, uma articulação que deve existir entre as lutas contras as prisões políticas e a política de encarceramento em massa dos mais pobres, mas essa articulação ocorre em um nível diferente do que supõe a palavra de ordem, no horizonte estratégico e não nas formas de atuação. Tratar coisas diferentes por iguais é a pior cegueira que pode acontecer a um movimento e os perigos são apontados por todo o texto (embora o próprio texto se esforce por não ser conclusivo a respeito).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora seja inegável a boa intensão por trás da palavra de ordem &#8220;todo preso é um preso político&#8221;, é difícil negar o monte de contradições que ela encerra. </p>
<p>Porém o que interessa e o que é mais importante, a meu ver, é a compreensão, que parece comum  entre quem anda debatendo pelo Passa Palavra, de que é urgente criar métodos e estratégias de luta contra a atual política de encarceramento massivo, lutar contra a flagrante ausência de direitos civis básicos para uma parte expressiva população no Brasil e lutar contra as táticas de repressão do Estado contra os movimentos sociais.</p>
<p>Uns tentam criar um jogo isolacionista (e outros caem nele), de que a luta legítima é só a dos setores mais precarizados da população e que a &#8220;classe média&#8221; teria seus direitos assegurados pela atual forma de organização da repressão. Quem cria/cai neste jogo só esquece a história, pois o jogo sempre é duplo.<br />
A mesma institucionalidade que viola sistematicamente suas próprias normas objetivando enquadrar os setores mais precários, também abre o caminho na sua própria lógica de funcionamento para reprimir dissidentes políticos. O inverso também é historicamente verificável, pois o regime que passa a perseguir dissidentes políticos não tarda a reprimir toda a população pelos mesmos critérios.</p>
<p>Há sim, é verdade, uma articulação que deve existir entre as lutas contras as prisões políticas e a política de encarceramento em massa dos mais pobres, mas essa articulação ocorre em um nível diferente do que supõe a palavra de ordem, no horizonte estratégico e não nas formas de atuação. Tratar coisas diferentes por iguais é a pior cegueira que pode acontecer a um movimento e os perigos são apontados por todo o texto (embora o próprio texto se esforce por não ser conclusivo a respeito).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fugir dos Problemas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99954/#comment-256147</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fugir dos Problemas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2014 18:33:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu não vou ler esse texto para não ficar deprimido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não vou ler esse texto para não ficar deprimido.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Maxi y Darío		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/09/99954/#comment-255245</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maxi y Darío]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2014 01:33:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[y cuando la policía/crimen organizado/patota fascista deja de simplemente reprimir y pasa a asesinar a los militantes? vamos a decir que son también &quot;presos políticos&quot;?
Una cosa son asesinos en piyamas con sus 80 años. Otra cosa son los asesinos que andan por tu barrio, a servicio... de la policía.

sobre una otra historia de impunidad...:
http://www.elsarbresdefahrenheit.net/documentos/obras/1342/ficheros/Dario_y_Maxi.pdf]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>y cuando la policía/crimen organizado/patota fascista deja de simplemente reprimir y pasa a asesinar a los militantes? vamos a decir que son también &#8220;presos políticos&#8221;?<br />
Una cosa son asesinos en piyamas con sus 80 años. Otra cosa son los asesinos que andan por tu barrio, a servicio&#8230; de la policía.</p>
<p>sobre una otra historia de impunidad&#8230;:<br />
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