<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: A atualidade do povo curdo no Oriente Médio: entrevista com Mehmet Dogan	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2014/10/100311/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2014/10/100311/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 Oct 2019 17:48:00 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Padaqui Padila		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/10/100311/#comment-260164</link>

		<dc:creator><![CDATA[Padaqui Padila]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2014 14:22:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=100311#comment-260164</guid>

					<description><![CDATA[Caminante no hay camino

Caminante, son tus huellas
el camino y nada más;
Caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace el camino,
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante no hay camino
sino estelas en la mar.

                    Antonio Machado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caminante no hay camino</p>
<p>Caminante, son tus huellas<br />
el camino y nada más;<br />
Caminante, no hay camino,<br />
se hace camino al andar.<br />
Al andar se hace el camino,<br />
y al volver la vista atrás<br />
se ve la senda que nunca<br />
se ha de volver a pisar.<br />
Caminante no hay camino<br />
sino estelas en la mar.</p>
<p>                    Antonio Machado</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Beto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/10/100311/#comment-260153</link>

		<dc:creator><![CDATA[Beto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2014 13:34:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=100311#comment-260153</guid>

					<description><![CDATA[Caro Ulisses,

Você, cirurgicamente, alcançou o ponto nevrálgico da questão: a luta de classes. É somente a partir dela que se pode compreender a realidade que nos rodeia. A partir de qualquer outro ponto, ela se torna míope, deficitária, incompleta, quando não, um grande erro. Não importa se os &quot;cantões&quot;, sejam eles curdos ou suíços, por mais democráticos que (aparentemente) sejam, pareçam sinalizar outra coisa. O que vale é a luta e a divisão de classe que estão em jogo.

É por isso que um partido revolucionário muitas vezes ao invés de fortalecer a emancipação da classe trabalhadora, acaba por distanciá-la deste objetivo, conforme o texto do Sam Moss que você bem indicou: &quot;No desenvolvimento do capitalismo, as organizações revolucionárias, pequenas e impotentes, zumbindo em volta das massas, nada fizeram para alterar o curso da história, para o bem ou mal. Seus ocasionais períodos de atividade se explicam pela temporária ou permanente renúncia aos objetivos revolucionários para se unirem aos operários em torno de exigências imediatas. Então, não foi o papel revolucionário que desempenharam, mas o papel conservador das massas. Quando os operários atingem seus objetivos, os grupos radicais retornam à impotência. Seu papel foi sempre acessório, nunca decisivo&quot; (http://www.reocities.com/autonomiabvr/moss.html)

No caso do presente artigo, a questão é ainda mais delicada, pois o PKK se coloca acima das massas. Avoca para si a condição heroíca revolucionária à margem da população. O que isso te lembra?

Abraço fraternais,

Beto.

PS: embora o PKK invoque uma luta em nome da população, isto não significa que a população não participe, ao contrário, este partido (ou qualquer outro) só pode ter alguma expressão a partir do momento que há algum envolvimento popular, mas o problema está justamente em tornar no discurso este fundamental apoio popular em algo secundário. As chamadas jornadas de junho de 2013 também são um bom exemplo de lutas onde os partidos ditos revolucionários, embora não tenham tido participado da origem do movimento, ao final dele (tal qual a direita) se avocou como &quot;pai da criança&quot;...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ulisses,</p>
<p>Você, cirurgicamente, alcançou o ponto nevrálgico da questão: a luta de classes. É somente a partir dela que se pode compreender a realidade que nos rodeia. A partir de qualquer outro ponto, ela se torna míope, deficitária, incompleta, quando não, um grande erro. Não importa se os &#8220;cantões&#8221;, sejam eles curdos ou suíços, por mais democráticos que (aparentemente) sejam, pareçam sinalizar outra coisa. O que vale é a luta e a divisão de classe que estão em jogo.</p>
<p>É por isso que um partido revolucionário muitas vezes ao invés de fortalecer a emancipação da classe trabalhadora, acaba por distanciá-la deste objetivo, conforme o texto do Sam Moss que você bem indicou: &#8220;No desenvolvimento do capitalismo, as organizações revolucionárias, pequenas e impotentes, zumbindo em volta das massas, nada fizeram para alterar o curso da história, para o bem ou mal. Seus ocasionais períodos de atividade se explicam pela temporária ou permanente renúncia aos objetivos revolucionários para se unirem aos operários em torno de exigências imediatas. Então, não foi o papel revolucionário que desempenharam, mas o papel conservador das massas. Quando os operários atingem seus objetivos, os grupos radicais retornam à impotência. Seu papel foi sempre acessório, nunca decisivo&#8221; (<a href="http://www.reocities.com/autonomiabvr/moss.html" rel="nofollow ugc">http://www.reocities.com/autonomiabvr/moss.html</a>)</p>
<p>No caso do presente artigo, a questão é ainda mais delicada, pois o PKK se coloca acima das massas. Avoca para si a condição heroíca revolucionária à margem da população. O que isso te lembra?</p>
<p>Abraço fraternais,</p>
<p>Beto.</p>
<p>PS: embora o PKK invoque uma luta em nome da população, isto não significa que a população não participe, ao contrário, este partido (ou qualquer outro) só pode ter alguma expressão a partir do momento que há algum envolvimento popular, mas o problema está justamente em tornar no discurso este fundamental apoio popular em algo secundário. As chamadas jornadas de junho de 2013 também são um bom exemplo de lutas onde os partidos ditos revolucionários, embora não tenham tido participado da origem do movimento, ao final dele (tal qual a direita) se avocou como &#8220;pai da criança&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/10/100311/#comment-259985</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2014 17:23:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=100311#comment-259985</guid>

					<description><![CDATA[DIALÉTICA MATERIALISTA
A luta ocorre num terreno de classe - proletariado versus capital - e a revolução social é possível.
O conflito é entre nações, etnias etc. - frações do capital - e o proletariado, vencido, sofre a contrarrevolução.
Concretamente: o proletariado é capaz de transformar a guerra imperialista em guerra civil (como na Rússia, antes de Kronstadt), ou, inversamente, não é capaz de impedir a transformação da guerra civil em guerra imperialista (como na Espanha, após ter sido derrotado, em 1937)?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DIALÉTICA MATERIALISTA<br />
A luta ocorre num terreno de classe &#8211; proletariado versus capital &#8211; e a revolução social é possível.<br />
O conflito é entre nações, etnias etc. &#8211; frações do capital &#8211; e o proletariado, vencido, sofre a contrarrevolução.<br />
Concretamente: o proletariado é capaz de transformar a guerra imperialista em guerra civil (como na Rússia, antes de Kronstadt), ou, inversamente, não é capaz de impedir a transformação da guerra civil em guerra imperialista (como na Espanha, após ter sido derrotado, em 1937)?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/10/100311/#comment-259980</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2014 16:37:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=100311#comment-259980</guid>

					<description><![CDATA[EREWHON X HERE, THERE &#038; EVERYWHERE: NOWHERE 

Pasárgada não é lá, aqui ou qualquer lugar.
Aqui, lá &#038; qualquer lugar: nenhum lugar = UTOPIA.
Viva, em vice-dicção, o Anagrama!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EREWHON X HERE, THERE &amp; EVERYWHERE: NOWHERE </p>
<p>Pasárgada não é lá, aqui ou qualquer lugar.<br />
Aqui, lá &amp; qualquer lugar: nenhum lugar = UTOPIA.<br />
Viva, em vice-dicção, o Anagrama!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Beto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/10/100311/#comment-259968</link>

		<dc:creator><![CDATA[Beto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2014 15:18:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=100311#comment-259968</guid>

					<description><![CDATA[Caro Lucas,

mais uma vez as questões que você levanta são muito pertinentes, e, mais uma vez, não tenho as respostas para lhe dar. Mas minha intervenção foi, desde já, levantar as contradições que existem no próprio discurso de Mehmet Dogan. Ora, se ele mesmo diz que “A POPULAÇÃO OBVIAMENTE, E COM RAZÃO, TEM MEDO E NÃO PODE FAZER NADA e que A ÚNICA FORÇA QUE PODE APRESENTAR UM OBSTÁCULO A ESSE PLANO É O PKK, UMA VERDADEIRA FORÇA DEMOCRÁTICA E REVOLUCIONÁRIA, ele mesmo afirma que o povo é um ator passivo e exterior ao processo revolucionário. Diz ainda que só e tão somente só o partido tem e detém o poder revolucionário e, mesmo o povo como uma figura passiva neste processo, ainda se auto-denomina de democrático...

Por isso, Lucas, embora eu possa estar enganado, pode estar residindo aí o gérmen de algo mais voltado ao nacionalismo fascista (como bem nos lembram os diversos artigos publicados neste site a esse respeito), do que propriamente uma revolução de caráter popular.

Agora, estou perfeitamente de acordo com você quando diz &quot;Eles não estão em uma assembleia, estão em zona de guerra (bombardeados pelos dois lados! em algo semelhante à guerra espanhola…)&quot;. Um exemplo, ao meu ver, apesar de todas as ressalvas possíveis e necessárias, foram as chamadas jornadas de junho de 2013. Ali (talvez) houvesse o gérmen revolucionário que tanto buscamos (embora aqui neste mesmo site artigos em contrário tenham sido publicados), mas, relembrando João Bernardo: Os trabalhadores hoje lutam de uma dada maneira contra o perfil actual do capitalismo e, consoante o resultado desta luta, o capitalismo apresentará amanhã um perfil diferente, contra o qual os trabalhadores hão-de lutar de outra forma, e assim sucessivamente. Portanto, o comunismo que pudéssemos construir hoje seria forçosamente diferente daquele que poderíamos construir amanhã, e este do que poderíamos construir no dia seguinte” (http://passapalavra.info/2014/05/93844#comments).

Abraços fraternais,

Beto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Lucas,</p>
<p>mais uma vez as questões que você levanta são muito pertinentes, e, mais uma vez, não tenho as respostas para lhe dar. Mas minha intervenção foi, desde já, levantar as contradições que existem no próprio discurso de Mehmet Dogan. Ora, se ele mesmo diz que “A POPULAÇÃO OBVIAMENTE, E COM RAZÃO, TEM MEDO E NÃO PODE FAZER NADA e que A ÚNICA FORÇA QUE PODE APRESENTAR UM OBSTÁCULO A ESSE PLANO É O PKK, UMA VERDADEIRA FORÇA DEMOCRÁTICA E REVOLUCIONÁRIA, ele mesmo afirma que o povo é um ator passivo e exterior ao processo revolucionário. Diz ainda que só e tão somente só o partido tem e detém o poder revolucionário e, mesmo o povo como uma figura passiva neste processo, ainda se auto-denomina de democrático&#8230;</p>
<p>Por isso, Lucas, embora eu possa estar enganado, pode estar residindo aí o gérmen de algo mais voltado ao nacionalismo fascista (como bem nos lembram os diversos artigos publicados neste site a esse respeito), do que propriamente uma revolução de caráter popular.</p>
<p>Agora, estou perfeitamente de acordo com você quando diz &#8220;Eles não estão em uma assembleia, estão em zona de guerra (bombardeados pelos dois lados! em algo semelhante à guerra espanhola…)&#8221;. Um exemplo, ao meu ver, apesar de todas as ressalvas possíveis e necessárias, foram as chamadas jornadas de junho de 2013. Ali (talvez) houvesse o gérmen revolucionário que tanto buscamos (embora aqui neste mesmo site artigos em contrário tenham sido publicados), mas, relembrando João Bernardo: Os trabalhadores hoje lutam de uma dada maneira contra o perfil actual do capitalismo e, consoante o resultado desta luta, o capitalismo apresentará amanhã um perfil diferente, contra o qual os trabalhadores hão-de lutar de outra forma, e assim sucessivamente. Portanto, o comunismo que pudéssemos construir hoje seria forçosamente diferente daquele que poderíamos construir amanhã, e este do que poderíamos construir no dia seguinte” (<a href="http://passapalavra.info/2014/05/93844#comments" rel="ugc">http://passapalavra.info/2014/05/93844#comments</a>).</p>
<p>Abraços fraternais,</p>
<p>Beto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/10/100311/#comment-259964</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2014 14:56:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=100311#comment-259964</guid>

					<description><![CDATA[EREWHON X HERE, THERE &#038; EVERYWHERE: NOWHERE 

Pasárgada não é lá ou aqui, nem em qualquer lugar.
Aqui, lá &#038; qualquer lugar: nenhum lugar = UTOPIA.
Viva, em vice-dicção, o Anagrama!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EREWHON X HERE, THERE &amp; EVERYWHERE: NOWHERE </p>
<p>Pasárgada não é lá ou aqui, nem em qualquer lugar.<br />
Aqui, lá &amp; qualquer lugar: nenhum lugar = UTOPIA.<br />
Viva, em vice-dicção, o Anagrama!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/10/100311/#comment-259854</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2014 04:19:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=100311#comment-259854</guid>

					<description><![CDATA[Beto, mas e se o dia em que a notícia exemplar chegar a você, para tua solidariedade já for tarde demais?
Como equacionar um critério de verdade revolucionária tomando em conta as demandas de ação, de tempo oportuno?
Eles não estão em uma assembleia, estão em zona de guerra (bombardeados pelos dois lados! em algo semelhante à guerra espanhola...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Beto, mas e se o dia em que a notícia exemplar chegar a você, para tua solidariedade já for tarde demais?<br />
Como equacionar um critério de verdade revolucionária tomando em conta as demandas de ação, de tempo oportuno?<br />
Eles não estão em uma assembleia, estão em zona de guerra (bombardeados pelos dois lados! em algo semelhante à guerra espanhola&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Beto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/10/100311/#comment-259672</link>

		<dc:creator><![CDATA[Beto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2014 13:43:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=100311#comment-259672</guid>

					<description><![CDATA[&quot;uma autêntica revolução social se produziu, o que levou a cidades inteiras em autogestão democrática, indústrias sob o controle dos trabalhadores, e o fortalecimento radical das mulheres. ---- Os revolucionários espanhóis esperavam criar uma visão de uma sociedade livre que todo o mundo pudesse seguir&quot; (http://www.ainfos.ca/pt/ainfos06600.html). 

Penso eu, e posso estar enganado, mas &quot;mil diferenças entre o que ocorreu na Espanha em 1936 e o que está acontecendo em Rojava&quot; (http://www.ainfos.ca/pt/ainfos06600.html)já deixa claro (nas entrelinhas...) que são processos históricos, políticos e sociais completamente distintos. Ora, a revolução espanhola teve alguns pilares fundamentais, como a abolição da propriedade privada, a autogestão plena e total dos meios de produção, o fim absoluto do estado, e, note-se bem, a expulsão e destruição da igreja! Tudo em nome DO POVO e PELO POVO! Agora, repitamos o que o entrevistado diz na presente reportagem: &quot;A POPULAÇÃO OBVIAMENTE, E COM RAZÃO, TEM MEDO E NÃO PODE FAZER NADA! O povo não pode fazer nada! São palavras do texto, não minhas, e onde isso se assemelha à Revolução Espanhola? Em minha opinião, isso afronta a história e, principalmente, à memória daqueles revolucionários que tombaram lutando pelos ideais anarquistas e socialistas...

Se no exemplo curdo houver algum verdadeiro exemplo de &quot;autogestão democrática, indústrias sob o controle dos trabalhadores, e o fortalecimento radical das mulheres&quot;(http://www.ainfos.ca/pt/ainfos06600.html) retiro o que eu disse e peço desculpas, mas até o momento não tive conhecimento de tais exemplos, só consigo ver um perigoso nacionalismo de esquerda tão vastamente alertado aqui neste site...

Abraços fraternais,

Beto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;uma autêntica revolução social se produziu, o que levou a cidades inteiras em autogestão democrática, indústrias sob o controle dos trabalhadores, e o fortalecimento radical das mulheres. &#8212;- Os revolucionários espanhóis esperavam criar uma visão de uma sociedade livre que todo o mundo pudesse seguir&#8221; (<a href="http://www.ainfos.ca/pt/ainfos06600.html" rel="nofollow ugc">http://www.ainfos.ca/pt/ainfos06600.html</a>). </p>
<p>Penso eu, e posso estar enganado, mas &#8220;mil diferenças entre o que ocorreu na Espanha em 1936 e o que está acontecendo em Rojava&#8221; (<a href="http://www.ainfos.ca/pt/ainfos06600.html" rel="nofollow ugc">http://www.ainfos.ca/pt/ainfos06600.html</a>)já deixa claro (nas entrelinhas&#8230;) que são processos históricos, políticos e sociais completamente distintos. Ora, a revolução espanhola teve alguns pilares fundamentais, como a abolição da propriedade privada, a autogestão plena e total dos meios de produção, o fim absoluto do estado, e, note-se bem, a expulsão e destruição da igreja! Tudo em nome DO POVO e PELO POVO! Agora, repitamos o que o entrevistado diz na presente reportagem: &#8220;A POPULAÇÃO OBVIAMENTE, E COM RAZÃO, TEM MEDO E NÃO PODE FAZER NADA! O povo não pode fazer nada! São palavras do texto, não minhas, e onde isso se assemelha à Revolução Espanhola? Em minha opinião, isso afronta a história e, principalmente, à memória daqueles revolucionários que tombaram lutando pelos ideais anarquistas e socialistas&#8230;</p>
<p>Se no exemplo curdo houver algum verdadeiro exemplo de &#8220;autogestão democrática, indústrias sob o controle dos trabalhadores, e o fortalecimento radical das mulheres&#8221;(<a href="http://www.ainfos.ca/pt/ainfos06600.html" rel="nofollow ugc">http://www.ainfos.ca/pt/ainfos06600.html</a>) retiro o que eu disse e peço desculpas, mas até o momento não tive conhecimento de tais exemplos, só consigo ver um perigoso nacionalismo de esquerda tão vastamente alertado aqui neste site&#8230;</p>
<p>Abraços fraternais,</p>
<p>Beto</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Molina Rodrigues		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/10/100311/#comment-259500</link>

		<dc:creator><![CDATA[Molina Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2014 01:10:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=100311#comment-259500</guid>

					<description><![CDATA[http://www.ainfos.ca/pt/ainfos06600.html]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ainfos.ca/pt/ainfos06600.html" rel="nofollow ugc">http://www.ainfos.ca/pt/ainfos06600.html</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/10/100311/#comment-259339</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2014 13:22:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=100311#comment-259339</guid>

					<description><![CDATA[Compartilho tua inquietação, Beto.
A citação de João Bernardo(*) - com revérbero de Foucault - aplicada ao texto, dá o que pensar. 
Pátria Grande? Sem essa, Aranha!
(*) Nosso caro JB anda meio sumido...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compartilho tua inquietação, Beto.<br />
A citação de João Bernardo(*) &#8211; com revérbero de Foucault &#8211; aplicada ao texto, dá o que pensar.<br />
Pátria Grande? Sem essa, Aranha!<br />
(*) Nosso caro JB anda meio sumido&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
