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	Comentários sobre: Difícil, né?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Beto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/11/100746/#comment-263374</link>

		<dc:creator><![CDATA[Beto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2014 13:41:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;As falsas lutas espectaculares das formas rivais do poder separado são, ao mesmo tempo, reais naquilo em que traduzem o desenvolvimento desigual e conflitual do sistema, os interesses relativamente contraditórios das classes ou das subdivisões de classes que reconhecem o sistema, e definem a sua própria participação no seu poder. Assim como o desenvolvimento da economia mais avançada é o afrontamento de certas prioridades com outras, a gestão totalitária da economia por uma burocracia de Estado e a condição dos países que se encontraram colocados na esfera de colonização ou da semicolonização são definidas por particularidades consideráveis nas modalidades da produção e do poder. Estas diversas aposições podem exprimir-se no espectáculo, segundo critérios completamente diferentes, como formas de sociedades absolutamente distintas. Mas segundo a sua realidade efectiva de sectores particulares, a verdade da sua particularidade reside no sistema universal que as contém: no movimento único que faz do planeta seu campo, o capitalismo&quot; 

(Guy Debord - Sociedade do Espetáculo - Tese 56)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;As falsas lutas espectaculares das formas rivais do poder separado são, ao mesmo tempo, reais naquilo em que traduzem o desenvolvimento desigual e conflitual do sistema, os interesses relativamente contraditórios das classes ou das subdivisões de classes que reconhecem o sistema, e definem a sua própria participação no seu poder. Assim como o desenvolvimento da economia mais avançada é o afrontamento de certas prioridades com outras, a gestão totalitária da economia por uma burocracia de Estado e a condição dos países que se encontraram colocados na esfera de colonização ou da semicolonização são definidas por particularidades consideráveis nas modalidades da produção e do poder. Estas diversas aposições podem exprimir-se no espectáculo, segundo critérios completamente diferentes, como formas de sociedades absolutamente distintas. Mas segundo a sua realidade efectiva de sectores particulares, a verdade da sua particularidade reside no sistema universal que as contém: no movimento único que faz do planeta seu campo, o capitalismo&#8221; </p>
<p>(Guy Debord &#8211; Sociedade do Espetáculo &#8211; Tese 56)</p>
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		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2014 12:28:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Como seres humanos, captamos apenas os &#039;conjuntos&#039; que têm um sentido para nós... Existe uma infinidade de outros &#039;conjuntos&#039; dos quais jamais saberemos coisa alguma. É óbvio que, para nós, é impossível experimentar todos os elementos que existem em toda situação e todas as suas possíveis relações... Por isso, somos obrigados a apelar, de situação em situação, como fator formante da percepção, para a experiência adquirida... Em outras palavras, o que vemos é certamente função de uma média calibrada de nossas experiências passadas. Parece, assim, que relacionamos um dado &#039;pattern&#039; de estímulos com experiências passadas, através de uma complexa integração de tipo probabilista... Daí por que as percepções resultantes de tais operações não constituem, de maneira alguma, revelações absolutas &#039;do que está fora&#039;, mas representam predições e probabilidades baseadas em experiências adquiridas.&quot;
J. L. KILPATRIK - The Nature of Perception (in Explorations in Transactional Psichology) apud ECO, U. - A Estrutura Ausente, p. 377]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Como seres humanos, captamos apenas os &#8216;conjuntos&#8217; que têm um sentido para nós&#8230; Existe uma infinidade de outros &#8216;conjuntos&#8217; dos quais jamais saberemos coisa alguma. É óbvio que, para nós, é impossível experimentar todos os elementos que existem em toda situação e todas as suas possíveis relações&#8230; Por isso, somos obrigados a apelar, de situação em situação, como fator formante da percepção, para a experiência adquirida&#8230; Em outras palavras, o que vemos é certamente função de uma média calibrada de nossas experiências passadas. Parece, assim, que relacionamos um dado &#8216;pattern&#8217; de estímulos com experiências passadas, através de uma complexa integração de tipo probabilista&#8230; Daí por que as percepções resultantes de tais operações não constituem, de maneira alguma, revelações absolutas &#8216;do que está fora&#8217;, mas representam predições e probabilidades baseadas em experiências adquiridas.&#8221;<br />
J. L. KILPATRIK &#8211; The Nature of Perception (in Explorations in Transactional Psichology) apud ECO, U. &#8211; A Estrutura Ausente, p. 377</p>
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		<item>
		<title>
		Por: liza		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/11/100746/#comment-262897</link>

		<dc:creator><![CDATA[liza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2014 21:31:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O termo choque-pesadelo entrou para sempre no dicionário político.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O termo choque-pesadelo entrou para sempre no dicionário político.</p>
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