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	Comentários sobre: 28 NOVEMBRO 2014 (BR-SP) Expressões de racismo, preconceito social, homofobia e machismo durante a II Semana da Consciência Negra da Unifesp	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Esperanto		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Esperanto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 10:12:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre &quot;vitimização do criminoso&quot;, alguém vitimou aqui os senhores Rafael (estudante) e Dra. Regina (diretora)? Ou você está insinuando que os adolescentes ou as estudantes negras são criminosas? Tem que ver essa zueira aí Dona Aline!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre &#8220;vitimização do criminoso&#8221;, alguém vitimou aqui os senhores Rafael (estudante) e Dra. Regina (diretora)? Ou você está insinuando que os adolescentes ou as estudantes negras são criminosas? Tem que ver essa zueira aí Dona Aline!</p>
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		Por: Pablo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 17:55:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu não disse e muito menos quis insinuar que eram cotistas, até porque isso não muda em nada a agressão que sofreram. Mas você vir me esclarecer que não é cotista, como se fosse algo ruim o sê-lo, já diz muito. Um dos problemas das cotas é este, na medida em que refazem uma distinção de cor da pele na Seleção acabam reforçando as bases dessa &quot;distinção&quot;, e as cotas se tornam um disparador de reposição do preconceito étnico dentro da Universidade. Na minha opinião cotas para ensino público fazem muito mais sentido que cotas pra negros, até porque com elas já haveria maior entrada de negros oriundos da escola pública, sem que os brancos e seu racismo incrustado tivessem uma base material para reforçar a distinção étnica. Mas é só uma opinião, não tenho acúmulo de reflexão sobre o tema, e por isso me coloquei em dúvida no comentário anterior, quando falei que &quot;talvez sejam bons argumentos a favor das cotas&quot;, já que talvez, mas só talvez, a agressão que vocês sofreram não tivesse ocorrido se a Universidade tivesse mais alunos negros, ao invés de ser composta predominantemente pela burguesia, que é em sua maioria branca. Mas o problema da burguesia é ela ser burguesia e não sua cor de pele. Por essas e outras minha opinião é de que lutar por cotas não é uma bandeira adequada e sim a luta pela expansão das vagas e pelo fim do vestibular: bandeiras atuam de forma substitutiva. A gente assimilou até a alma a lógica da mercadoria, e junto vieram algumas sublógicas atreladas, como por exemplo a da meritocracia, que no caso do vestibular é uma meritocracia vazia: quem &quot;mereceu mais&quot; entrar na Universidade Pública, o negro e pobre cotista ou o branco burguês não-cotista? O negro burguês cotista ou o branco pobre não-cotista? E por quê se preocupar com quem mereceu ou não entrar na Universidade pública? A tragédia da esquerda multiculturalista está por todo lado e também aqui nas cotas, disfarçada de combate à discriminação, quando a reforça. Nossa tarefa enquanto esquerda é acabar com essas distinções que reconhecem e co-estabelecem hierarquias a partir de cor de pele, orientação sexual, gênero, ou região (nordestino, paulista, carioca etc) e não reforçá-las (na própria demanda ou forma de luta) sob o pretexto de estar a combatê-las. Neste site há um debate sobre os dois feminismos, o que inclui e o que exclui. Creio que a mesma lógica de argumentação crítica pode ser estendida ao anti-racismo &quot;que inclui&quot; e &quot;que exclui&quot;, e talvez até mesmo a todos os movimentos que lutam por pautas específicas no âmbito da garantia de direitos às minorias, dentro da lógica capitalista de &quot;cidadania&quot;. As próprias cotas tem ramificações para indígenas etc. Recentemente um coletivo &quot;negro&quot; da UERJ chamado &quot;Denegrir&quot; fez alguns atos fascistas contra um professor &quot;branco&quot; largamente conhecido por apoiar a &quot;causa&quot; anti-racista, para dizer o mínimo. Alguns dos membros desse coletivo se recusam a apertar a mão de um &quot;branco&quot;, o que equivale às feministas que não permitem a participação de homens em nenhuma instância dos movimentos &quot;de gênero&quot;. E assim vamos de tragédia em tragédia, enquanto a esquerda multiculturalista hegemonizar as lutas, reforçando categorias discriminatórias, em vez de praticar sua abolição na nossa própria luta, visando a superação da lógica que está por detrás dessas falsas hierarquias discriminalizantes, que é a lógica do capital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não disse e muito menos quis insinuar que eram cotistas, até porque isso não muda em nada a agressão que sofreram. Mas você vir me esclarecer que não é cotista, como se fosse algo ruim o sê-lo, já diz muito. Um dos problemas das cotas é este, na medida em que refazem uma distinção de cor da pele na Seleção acabam reforçando as bases dessa &#8220;distinção&#8221;, e as cotas se tornam um disparador de reposição do preconceito étnico dentro da Universidade. Na minha opinião cotas para ensino público fazem muito mais sentido que cotas pra negros, até porque com elas já haveria maior entrada de negros oriundos da escola pública, sem que os brancos e seu racismo incrustado tivessem uma base material para reforçar a distinção étnica. Mas é só uma opinião, não tenho acúmulo de reflexão sobre o tema, e por isso me coloquei em dúvida no comentário anterior, quando falei que &#8220;talvez sejam bons argumentos a favor das cotas&#8221;, já que talvez, mas só talvez, a agressão que vocês sofreram não tivesse ocorrido se a Universidade tivesse mais alunos negros, ao invés de ser composta predominantemente pela burguesia, que é em sua maioria branca. Mas o problema da burguesia é ela ser burguesia e não sua cor de pele. Por essas e outras minha opinião é de que lutar por cotas não é uma bandeira adequada e sim a luta pela expansão das vagas e pelo fim do vestibular: bandeiras atuam de forma substitutiva. A gente assimilou até a alma a lógica da mercadoria, e junto vieram algumas sublógicas atreladas, como por exemplo a da meritocracia, que no caso do vestibular é uma meritocracia vazia: quem &#8220;mereceu mais&#8221; entrar na Universidade Pública, o negro e pobre cotista ou o branco burguês não-cotista? O negro burguês cotista ou o branco pobre não-cotista? E por quê se preocupar com quem mereceu ou não entrar na Universidade pública? A tragédia da esquerda multiculturalista está por todo lado e também aqui nas cotas, disfarçada de combate à discriminação, quando a reforça. Nossa tarefa enquanto esquerda é acabar com essas distinções que reconhecem e co-estabelecem hierarquias a partir de cor de pele, orientação sexual, gênero, ou região (nordestino, paulista, carioca etc) e não reforçá-las (na própria demanda ou forma de luta) sob o pretexto de estar a combatê-las. Neste site há um debate sobre os dois feminismos, o que inclui e o que exclui. Creio que a mesma lógica de argumentação crítica pode ser estendida ao anti-racismo &#8220;que inclui&#8221; e &#8220;que exclui&#8221;, e talvez até mesmo a todos os movimentos que lutam por pautas específicas no âmbito da garantia de direitos às minorias, dentro da lógica capitalista de &#8220;cidadania&#8221;. As próprias cotas tem ramificações para indígenas etc. Recentemente um coletivo &#8220;negro&#8221; da UERJ chamado &#8220;Denegrir&#8221; fez alguns atos fascistas contra um professor &#8220;branco&#8221; largamente conhecido por apoiar a &#8220;causa&#8221; anti-racista, para dizer o mínimo. Alguns dos membros desse coletivo se recusam a apertar a mão de um &#8220;branco&#8221;, o que equivale às feministas que não permitem a participação de homens em nenhuma instância dos movimentos &#8220;de gênero&#8221;. E assim vamos de tragédia em tragédia, enquanto a esquerda multiculturalista hegemonizar as lutas, reforçando categorias discriminatórias, em vez de praticar sua abolição na nossa própria luta, visando a superação da lógica que está por detrás dessas falsas hierarquias discriminalizantes, que é a lógica do capital.</p>
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		Por: Juliana		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 12:04:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pablo. As duas mulheres negras discentes não são cotistas. Eu sou uma delas. Não sou cotista: ingressei por ampla concorrência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pablo. As duas mulheres negras discentes não são cotistas. Eu sou uma delas. Não sou cotista: ingressei por ampla concorrência.</p>
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		<title>
		Por: Pablo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 03:15:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Regina perguntou grosseiramente a duas mulheres negras se elas eram estudantes, estas responderam que sim e ela insistiu pedindo seus crachás da UNIFESP.&quot;

Atos praticamente idênticos ocorreram na greves de 2007 da Unesp Araraquara, e de 2009 e 2012 da USP.

Talvez sejam bons argumentos a favor das &quot;políticas&quot; de cotas, mas ainda acho essa demanda por si mesma muito limitada e defensiva. Esse mês foi sancionada uma lei de cotas também para pós-graduação, aqui no RJ.

http://oglobo.globo.com/economia/emprego/pezao-sanciona-lei-que-institui-cotas-para-pos-graduacao-nas-universidades-estaduais-14528171]]></description>
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<p>Atos praticamente idênticos ocorreram na greves de 2007 da Unesp Araraquara, e de 2009 e 2012 da USP.</p>
<p>Talvez sejam bons argumentos a favor das &#8220;políticas&#8221; de cotas, mas ainda acho essa demanda por si mesma muito limitada e defensiva. Esse mês foi sancionada uma lei de cotas também para pós-graduação, aqui no RJ.</p>
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		<title>
		Por: aline		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/11/101178/#comment-267821</link>

		<dc:creator><![CDATA[aline]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2014 17:01:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[a vitimização do criminoso... e la vamos unifesp!
o dia que escreverem sem inverter os fatos eu serei a primeira a apoiar tuas causas]]></description>
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o dia que escreverem sem inverter os fatos eu serei a primeira a apoiar tuas causas</p>
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