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	Comentários sobre: Roubaram a cena	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Pablo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2015 05:22:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[http://passapalavra.info/wp-content/uploads/2013/02/tirinha1655.jpg]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://passapalavra.info/wp-content/uploads/2013/02/tirinha1655.jpg" rel="ugc">http://passapalavra.info/wp-content/uploads/2013/02/tirinha1655.jpg</a></p>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/12/101673/#comment-273538</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 12:30:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ESPETACULOSE:
É a [in]variante pós-moderna, tardobolchevique, do substituísmo recuperador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ESPETACULOSE:<br />
É a [in]variante pós-moderna, tardobolchevique, do substituísmo recuperador.</p>
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		<title>
		Por: Malatexto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/12/101673/#comment-273396</link>

		<dc:creator><![CDATA[Malatexto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2014 18:42:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Poxa, aqui em bh foi a msm coisa 8(]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poxa, aqui em bh foi a msm coisa 8(</p>
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		<title>
		Por: Eugênio Varlino		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2014/12/101673/#comment-273363</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eugênio Varlino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2014 16:40:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quatro memórias cariocas despertadas por esse relato

dia 1 (acho que 17 de junho): Passando pela coluna dos Partidos, onde havia um carro e um megafone, ouço partidários dizendo que devem pensar bem em qual grito de guerra entoar, já que eles eram os &quot;dirigentes de tudo isso aqui&quot;. 400 mts depois um não-partidário tenta entoar um grito de guerra por si mesmo, os partidários tentam retomar o megafone, o megafone quebra no meio da pancadaria, e a massa passa então a entoar gritos de guerra por si mesma, sem megafone.

dia 2 (20 de junho, o dia que a repressão interna comeu, via P2 e protofascistasordemeprogresso contra bandeiras levantadas): Depois de aguentar a pancadaria com gente sem farda por 50 minutos o caminhão do Partido (salvo engano Psol) finalmente percebe que o pau comia em sua traseira e, e, than than than than ordena que os partidários baixem as bandeiras para &quot;evitar que alguém se machuque&quot;. Os obedientes baixam, os fascistas ganham moral com essa &quot;vitória&quot; e, than than than, espancam vários dos que saem em disparada separados. No meio do desespero vejo o Partidário do dia 17 perseguindo uma jornalista da Record, como quem não quer nada, até que ela e o cameramen colocam ao vivo e o partidário dá entrevista, fingindo que foi coincidência estar ali. 

dia 3 (acho que dia 23 de junho): Primeira passeata depois do dia 20, Partidos, centrais sindicais e movimentos sociais presentes, Assembléia com 3 mil pessoas no dia anterior havia definido trajeto, bandeiras erguidas e sensação de purificação depois do estranhamento da micareta do dia 20 com todo aquele verdeamarelo e cheiro de gel e perfume. No meio do caminho movimentos organizados erram o trajeto. Dos 40 mil presentes cerca de 15 seguem o trajeto conforme tirado em Assembléia. Buscando avisar os organziados que o trajeto era à esquerda, descubro que não foi erro algum, e sim que os partidos haviam &quot;analisado a situação, percebido o número alto de contingente policial no local de destino da passeata e optado por não completar o trajeto a fim de preservar a integridade física de seus militantes&quot;. Pergunto: e a integridade física de toda aquela gente ali? (aponto pras pessoas seguindo o trajeto tirado) Ao que o dirigente me responde: &quot;O quê, tem gente do Partido lá?&quot; Abro a boca, reviro os olhos pra cima e sigo em direção à massa desorganizada cuja integridade física vale menos que a dos militantes (em debates posteriores partidários chegaram a confirmar  que essa é a ideia). Quando passa por outro aglomerado de partidários ainda tenho tempo da cereja do bolo. Ouço outro dirigente ao microfone: &quot;Eu queria parabenizar os nossos militantes que fizeram essa passeata linda, mostrando que o espírito de 17 está vivo e que onde houver luta ali estaremos&quot;. 


dia 4: Agosto de 2014: amiga partidária me conta que está lendo os materiais pra uma reunião do partido. 
- Que tema? 
- Balanço da atuação do partido em junho&quot;.
- De 2013?
- É claro, teve outro?
- E qual foi o balanço?
- Não posso te contar, você não é do Partido. Só posso te dizer que o balanço foi positivo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro memórias cariocas despertadas por esse relato</p>
<p>dia 1 (acho que 17 de junho): Passando pela coluna dos Partidos, onde havia um carro e um megafone, ouço partidários dizendo que devem pensar bem em qual grito de guerra entoar, já que eles eram os &#8220;dirigentes de tudo isso aqui&#8221;. 400 mts depois um não-partidário tenta entoar um grito de guerra por si mesmo, os partidários tentam retomar o megafone, o megafone quebra no meio da pancadaria, e a massa passa então a entoar gritos de guerra por si mesma, sem megafone.</p>
<p>dia 2 (20 de junho, o dia que a repressão interna comeu, via P2 e protofascistasordemeprogresso contra bandeiras levantadas): Depois de aguentar a pancadaria com gente sem farda por 50 minutos o caminhão do Partido (salvo engano Psol) finalmente percebe que o pau comia em sua traseira e, e, than than than than ordena que os partidários baixem as bandeiras para &#8220;evitar que alguém se machuque&#8221;. Os obedientes baixam, os fascistas ganham moral com essa &#8220;vitória&#8221; e, than than than, espancam vários dos que saem em disparada separados. No meio do desespero vejo o Partidário do dia 17 perseguindo uma jornalista da Record, como quem não quer nada, até que ela e o cameramen colocam ao vivo e o partidário dá entrevista, fingindo que foi coincidência estar ali. </p>
<p>dia 3 (acho que dia 23 de junho): Primeira passeata depois do dia 20, Partidos, centrais sindicais e movimentos sociais presentes, Assembléia com 3 mil pessoas no dia anterior havia definido trajeto, bandeiras erguidas e sensação de purificação depois do estranhamento da micareta do dia 20 com todo aquele verdeamarelo e cheiro de gel e perfume. No meio do caminho movimentos organizados erram o trajeto. Dos 40 mil presentes cerca de 15 seguem o trajeto conforme tirado em Assembléia. Buscando avisar os organziados que o trajeto era à esquerda, descubro que não foi erro algum, e sim que os partidos haviam &#8220;analisado a situação, percebido o número alto de contingente policial no local de destino da passeata e optado por não completar o trajeto a fim de preservar a integridade física de seus militantes&#8221;. Pergunto: e a integridade física de toda aquela gente ali? (aponto pras pessoas seguindo o trajeto tirado) Ao que o dirigente me responde: &#8220;O quê, tem gente do Partido lá?&#8221; Abro a boca, reviro os olhos pra cima e sigo em direção à massa desorganizada cuja integridade física vale menos que a dos militantes (em debates posteriores partidários chegaram a confirmar  que essa é a ideia). Quando passa por outro aglomerado de partidários ainda tenho tempo da cereja do bolo. Ouço outro dirigente ao microfone: &#8220;Eu queria parabenizar os nossos militantes que fizeram essa passeata linda, mostrando que o espírito de 17 está vivo e que onde houver luta ali estaremos&#8221;. </p>
<p>dia 4: Agosto de 2014: amiga partidária me conta que está lendo os materiais pra uma reunião do partido.<br />
&#8211; Que tema?<br />
&#8211; Balanço da atuação do partido em junho&#8221;.<br />
&#8211; De 2013?<br />
&#8211; É claro, teve outro?<br />
&#8211; E qual foi o balanço?<br />
&#8211; Não posso te contar, você não é do Partido. Só posso te dizer que o balanço foi positivo.</p>
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