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	Comentários sobre: Mais trabalho, menos educação! Um balanço do programa Mais Educação na cidade de São Paulo	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Danilo C. Nakamura		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/01/101886/#comment-275954</link>

		<dc:creator><![CDATA[Danilo C. Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jan 2015 20:34:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Oi Carol,

você tem toda a razão... É preciso duvidar e colocar mil questões para uma educação cuja expectativa seja &quot;desenvolvimento do cidadão&quot; e &quot;formação para o mercado&quot;. 

Isso seria o mínimo que um estado numa sociedade de classes deveria oferecer? Ou foi uma política que funcionou de forma muito localizada numa época que o estado aceitou os trabalhadores como parceiros sociais (estado de bem estar social europeu, por exemplo)?

Eu ainda coloco uma terceira expectativa: &quot;autonomia&quot; em que o indivíduo seja capaz de pensar por conta própria. Isso aqui acho que não podemos perder de vista.

Mas enfim, precisamos quebrar a cabeça de forma coletiva para respondermos todas essas questões.

Valeu pelo comentário! Ajuda a pensar e a colocar mais questões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Carol,</p>
<p>você tem toda a razão&#8230; É preciso duvidar e colocar mil questões para uma educação cuja expectativa seja &#8220;desenvolvimento do cidadão&#8221; e &#8220;formação para o mercado&#8221;. </p>
<p>Isso seria o mínimo que um estado numa sociedade de classes deveria oferecer? Ou foi uma política que funcionou de forma muito localizada numa época que o estado aceitou os trabalhadores como parceiros sociais (estado de bem estar social europeu, por exemplo)?</p>
<p>Eu ainda coloco uma terceira expectativa: &#8220;autonomia&#8221; em que o indivíduo seja capaz de pensar por conta própria. Isso aqui acho que não podemos perder de vista.</p>
<p>Mas enfim, precisamos quebrar a cabeça de forma coletiva para respondermos todas essas questões.</p>
<p>Valeu pelo comentário! Ajuda a pensar e a colocar mais questões.</p>
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		<title>
		Por: Carol		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/01/101886/#comment-275839</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carol]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2015 18:27:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Danilo, esse seu segundo texto traz questões essenciais em relação a precarização do trabalho docente e a qualidade da educação, mas principalmente para se pensar em como a política do PT para a educação pública não se distancia do projeto conservador neoliberal iniciado nos anos 1990, sob a égide do PSDB. De forma mais eficiente, ela carrega em si elementos ideológicos que são a chave para o sucesso da expansão desse tipo de política: atrelar interesses da classe trabalhadora (educação em tempo integral) aos interesses do empresariado, que defendem mais educação para os trabalhadores, para que o país alcance um melhor posto no rancking do desenvolvimento econômico e social no mundo. A questão que nos parece emergencial, para mim, é mais profunda: que capacidade ainda se tem, dentro do âmbito das políticas públicas, de se combater essa visão de desenvolvimento humano capitalista, através da educação escolar? Essa expectativa de &quot;desenvolvimento do cidadão&quot; e formação para o &quot;mercado de trabalho&quot; dificilmente vai desembocar em uma perspectiva emancipatória e que faça os jovens vislumbrarem o mundo do trabalho como algo cheio de possibilidades...
Muitas questões, mas enfim, aguardo outros textos seus para continuarmos debatendo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo, esse seu segundo texto traz questões essenciais em relação a precarização do trabalho docente e a qualidade da educação, mas principalmente para se pensar em como a política do PT para a educação pública não se distancia do projeto conservador neoliberal iniciado nos anos 1990, sob a égide do PSDB. De forma mais eficiente, ela carrega em si elementos ideológicos que são a chave para o sucesso da expansão desse tipo de política: atrelar interesses da classe trabalhadora (educação em tempo integral) aos interesses do empresariado, que defendem mais educação para os trabalhadores, para que o país alcance um melhor posto no rancking do desenvolvimento econômico e social no mundo. A questão que nos parece emergencial, para mim, é mais profunda: que capacidade ainda se tem, dentro do âmbito das políticas públicas, de se combater essa visão de desenvolvimento humano capitalista, através da educação escolar? Essa expectativa de &#8220;desenvolvimento do cidadão&#8221; e formação para o &#8220;mercado de trabalho&#8221; dificilmente vai desembocar em uma perspectiva emancipatória e que faça os jovens vislumbrarem o mundo do trabalho como algo cheio de possibilidades&#8230;<br />
Muitas questões, mas enfim, aguardo outros textos seus para continuarmos debatendo</p>
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		<title>
		Por: maze		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/01/101886/#comment-275699</link>

		<dc:creator><![CDATA[maze]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 14:00:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostei muito do texto. Ele reafirma meus comentários na escola em que trabalho, nas reuniões que participei neste últimos dois anos. Minha indagação sempre foi: Que reestruturação é essa, se  me atolaram em deveres sem sentido? Reescreve-se uma teoria velha, onde a formação do profissional nunca chega e o interior das escolas continua sempre igual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito do texto. Ele reafirma meus comentários na escola em que trabalho, nas reuniões que participei neste últimos dois anos. Minha indagação sempre foi: Que reestruturação é essa, se  me atolaram em deveres sem sentido? Reescreve-se uma teoria velha, onde a formação do profissional nunca chega e o interior das escolas continua sempre igual.</p>
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