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	Comentários sobre: Austeridade à brasileira	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Padaqui		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/03/103142/#comment-283499</link>

		<dc:creator><![CDATA[Padaqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2015 02:33:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Concordo na íntegra que o ataque ao direito trabalhista do seguro desemprego atende às exigências de enxugamento dos gastos públicos, mas fico na dúvida quanto ao disciplinamento de uma camada potencialmente rebelde da classe trabalhadora. 

Este disciplinamento é muito anterior ao seguro desemprego e remete, por mais contraditório que possa parecer, ao governo de Getúlio Vargas, posto que a carteira assinada, ao garantir direitos trabalhistas, garantia também ao empregador muitas informações a respeito do trabalhador que iriam influir decisivamente em sua contratação, dentre as quais, o tempo de serviço dele na última empresa. Quem é trabalhador sabe o que significa &quot;carteira suja&quot;... Não é à toa que boa parte das empresas contam com o setor de &quot;recursos humanos&quot; (e quando não têm, contratam uma empresa terceira para isso), que parece estar mais apto a enganar o trabalhador do que ser enganado por ele...

Por isso que o intuito da limitação ao seguro desemprego pareça ser menos disciplinar o possível trabalhador rebelde (até porque a rotatividade dos postos de trabalho é um 
princípio dentro do capitalismo, não só para manter baixo os salários como, e talvez principalmente, dificultar os laços de união entre os trabalhadores, inclusive nas empresas de alta rotatividade, pois mesmo quando o trabalhador é nelas readmitido, estes laços - assim como o salário- continuam enfraquecidos) e mais atender as exigências de contenção de gastos públicos.

Até mesmo uma eventual queda na produtividade do trabalhador, seja ela por rebeldia ou doença,  possivelmente está prevista nos custos das empresas, pois o capital equivale o humano com o maquinário (que também se deprecia), os seja, são meros recursos (por isso departamento de recursos humanos). Assim, penso ser difícil que o intuito desta austeridade seja segurar o trabalhador no seu local de emprego. 

Em minha opinião o intuito da limitação ao seguro-desemprego é algo mais simples e perverso: simplesmente deixar à míngua o trabalhador desempregado, bem ao gosto da extrema direita.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo na íntegra que o ataque ao direito trabalhista do seguro desemprego atende às exigências de enxugamento dos gastos públicos, mas fico na dúvida quanto ao disciplinamento de uma camada potencialmente rebelde da classe trabalhadora. </p>
<p>Este disciplinamento é muito anterior ao seguro desemprego e remete, por mais contraditório que possa parecer, ao governo de Getúlio Vargas, posto que a carteira assinada, ao garantir direitos trabalhistas, garantia também ao empregador muitas informações a respeito do trabalhador que iriam influir decisivamente em sua contratação, dentre as quais, o tempo de serviço dele na última empresa. Quem é trabalhador sabe o que significa &#8220;carteira suja&#8221;&#8230; Não é à toa que boa parte das empresas contam com o setor de &#8220;recursos humanos&#8221; (e quando não têm, contratam uma empresa terceira para isso), que parece estar mais apto a enganar o trabalhador do que ser enganado por ele&#8230;</p>
<p>Por isso que o intuito da limitação ao seguro desemprego pareça ser menos disciplinar o possível trabalhador rebelde (até porque a rotatividade dos postos de trabalho é um<br />
princípio dentro do capitalismo, não só para manter baixo os salários como, e talvez principalmente, dificultar os laços de união entre os trabalhadores, inclusive nas empresas de alta rotatividade, pois mesmo quando o trabalhador é nelas readmitido, estes laços &#8211; assim como o salário- continuam enfraquecidos) e mais atender as exigências de contenção de gastos públicos.</p>
<p>Até mesmo uma eventual queda na produtividade do trabalhador, seja ela por rebeldia ou doença,  possivelmente está prevista nos custos das empresas, pois o capital equivale o humano com o maquinário (que também se deprecia), os seja, são meros recursos (por isso departamento de recursos humanos). Assim, penso ser difícil que o intuito desta austeridade seja segurar o trabalhador no seu local de emprego. </p>
<p>Em minha opinião o intuito da limitação ao seguro-desemprego é algo mais simples e perverso: simplesmente deixar à míngua o trabalhador desempregado, bem ao gosto da extrema direita.</p>
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		<title>
		Por: Marilia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/03/103142/#comment-282639</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marilia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2015 23:32:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Concordando com o sentido geral do texto, me chama a atenção o fato de não se considerar outra característica do segmento da classe trabalhadora envolvido em empregos precários: são na maioria mulheres. Basta pensar no setor já comentado do telemarketing.. Isso sem dúvida coloca desafios específicos &#039;a organização desse setor, que precisamos pensar. Vejam quem são as pessoas mobilizadas por movimentos como o MTST, a presença marcante de mulheres, nem sempre jovens. Ou explicitamos mais essa característica, refletimos sobre suas consequencias ou estaremos ainda mais despreparados para contribuir na organização desse setor de classe.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordando com o sentido geral do texto, me chama a atenção o fato de não se considerar outra característica do segmento da classe trabalhadora envolvido em empregos precários: são na maioria mulheres. Basta pensar no setor já comentado do telemarketing.. Isso sem dúvida coloca desafios específicos &#8216;a organização desse setor, que precisamos pensar. Vejam quem são as pessoas mobilizadas por movimentos como o MTST, a presença marcante de mulheres, nem sempre jovens. Ou explicitamos mais essa característica, refletimos sobre suas consequencias ou estaremos ainda mais despreparados para contribuir na organização desse setor de classe.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Aquiles		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/03/103142/#comment-282587</link>

		<dc:creator><![CDATA[Aquiles]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2015 11:48:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Creio que a analise é bem contundente ao centrar-se neste setor de classe, precario tanto em termos de inserção econômica como politica. A questão que fica (ao menos que me ponho) é como traduzir esta critica em palavra de ordem e ação politica mais ampla, com entrada real no mundo social... Digo isto pois ao observarmos o desenrolar da dita crise brasileira vemos que tanto a esquerda governista e a extrema-esquerda se aproximam cada vez mais numa (pequena) politica de salva-guarda de alguns indicadores macro-econômicos (como a taxa de desemprego, a balança comercial superavitária e o controle inflacionario) aliado a uma retórica trabalhista anti-elite. Parece-me ser esta ultima a justificativa final para a defesa do governo realizada por varios grupos de extrema-esquerda frente ao avanço dos descontentamentos generalizados, por eles tido como fruto do &quot;avanço da direita&quot; (que não por acaso ancora-se na critica moralizante à corrupção endêmica, portanto existente). E não penso apenas em grupos centrados no setor da classe menos precarizado como PSTU, PCO, PCB; mas sim daqueles que centram suas ações justamente junto a este &quot;precariado&quot;, como MTST. Em resumo, como se posicionar (para além da analise critica) frente a esta possivel crise de hegemonia do PT (em virtude de uma mudança na morfologia da classe trabalhadora) num quadro de agravamento (internacional) da crise e pos junho?

P.S.: Peço desculpas mas não sei mais escrever sem o uso dos parênteses...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que a analise é bem contundente ao centrar-se neste setor de classe, precario tanto em termos de inserção econômica como politica. A questão que fica (ao menos que me ponho) é como traduzir esta critica em palavra de ordem e ação politica mais ampla, com entrada real no mundo social&#8230; Digo isto pois ao observarmos o desenrolar da dita crise brasileira vemos que tanto a esquerda governista e a extrema-esquerda se aproximam cada vez mais numa (pequena) politica de salva-guarda de alguns indicadores macro-econômicos (como a taxa de desemprego, a balança comercial superavitária e o controle inflacionario) aliado a uma retórica trabalhista anti-elite. Parece-me ser esta ultima a justificativa final para a defesa do governo realizada por varios grupos de extrema-esquerda frente ao avanço dos descontentamentos generalizados, por eles tido como fruto do &#8220;avanço da direita&#8221; (que não por acaso ancora-se na critica moralizante à corrupção endêmica, portanto existente). E não penso apenas em grupos centrados no setor da classe menos precarizado como PSTU, PCO, PCB; mas sim daqueles que centram suas ações justamente junto a este &#8220;precariado&#8221;, como MTST. Em resumo, como se posicionar (para além da analise critica) frente a esta possivel crise de hegemonia do PT (em virtude de uma mudança na morfologia da classe trabalhadora) num quadro de agravamento (internacional) da crise e pos junho?</p>
<p>P.S.: Peço desculpas mas não sei mais escrever sem o uso dos parênteses&#8230;</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Chico		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/03/103142/#comment-282169</link>

		<dc:creator><![CDATA[Chico]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2015 12:33:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Após uma leitura rápida. Um comentário rapido.Parabéns ao PP por um artgo com um olhar amplo para o horizonte grande. Fugindo um pouco do olhar do umbi-ghetismo que anda muito por aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após uma leitura rápida. Um comentário rapido.Parabéns ao PP por um artgo com um olhar amplo para o horizonte grande. Fugindo um pouco do olhar do umbi-ghetismo que anda muito por aqui.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/03/103142/#comment-282124</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2015 01:57:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Concordo com você, Giancarlo. O PSOL, por exemplo, no seu espaço eleitoral mal fala de greves e de organização dos trabalhadores. Ao se referir ao PT fala em inépcia, em vinculação a &quot;interesses do capital financeiro&quot;, sem dar nome aos bois com medo de espantar parte do eleitorado.
Oras, se vão se candidatar ao governo que ao menos usem o espaço público que assim obtêm para dizer as coisas como elas são, e não com eufemismos na esperança de conseguir uma base eleitoral nas classes médias.
Não se trata nem de dizer que o governo é burguês, coisa que está estampada na cara de cada político com mandato nesse país. É convocar a organização dos próprios trabalhadores em defesa de seus interesses. Mas parece que o que o PSOL quer 
vender é um atalho para esse contexto por meio da urna...

mas &quot;extrema-esquerda&quot; não é um conceito abstrato. Ao menos não mais abstrato que centro-esquerda, direita conservadora, etc. Creio ser um conceito que cabe para o contexto brasileiro, onde a oposição de esquerda ao governo petista é minoritária mas em geral participa do mesmo tipo de ações e resistências, constroem nas mesmas centrais sindicais, nas mesmas frentes de massas, junto com os mesmos movimentos sociais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com você, Giancarlo. O PSOL, por exemplo, no seu espaço eleitoral mal fala de greves e de organização dos trabalhadores. Ao se referir ao PT fala em inépcia, em vinculação a &#8220;interesses do capital financeiro&#8221;, sem dar nome aos bois com medo de espantar parte do eleitorado.<br />
Oras, se vão se candidatar ao governo que ao menos usem o espaço público que assim obtêm para dizer as coisas como elas são, e não com eufemismos na esperança de conseguir uma base eleitoral nas classes médias.<br />
Não se trata nem de dizer que o governo é burguês, coisa que está estampada na cara de cada político com mandato nesse país. É convocar a organização dos próprios trabalhadores em defesa de seus interesses. Mas parece que o que o PSOL quer<br />
vender é um atalho para esse contexto por meio da urna&#8230;</p>
<p>mas &#8220;extrema-esquerda&#8221; não é um conceito abstrato. Ao menos não mais abstrato que centro-esquerda, direita conservadora, etc. Creio ser um conceito que cabe para o contexto brasileiro, onde a oposição de esquerda ao governo petista é minoritária mas em geral participa do mesmo tipo de ações e resistências, constroem nas mesmas centrais sindicais, nas mesmas frentes de massas, junto com os mesmos movimentos sociais.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: iraldo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/03/103142/#comment-282118</link>

		<dc:creator><![CDATA[iraldo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2015 01:08:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Se as taxas de desemprego continuam baixas, cabe perguntar: qual a relevância do seguro-desemprego em um dos momentos com menor desemprego da história? Como esse corte poderá afetar as relações de trabalho no Brasil? Qual o estrato da classe trabalhadora que será prejudicado com essa medida?&quot;

Não seria uma medida a ter efeitos a médio e longo prazo, de quem sabe que possivelmente virá uma maré de desemprego em breve?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se as taxas de desemprego continuam baixas, cabe perguntar: qual a relevância do seguro-desemprego em um dos momentos com menor desemprego da história? Como esse corte poderá afetar as relações de trabalho no Brasil? Qual o estrato da classe trabalhadora que será prejudicado com essa medida?&#8221;</p>
<p>Não seria uma medida a ter efeitos a médio e longo prazo, de quem sabe que possivelmente virá uma maré de desemprego em breve?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Giancarlo Sanguinetti		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/03/103142/#comment-282095</link>

		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo Sanguinetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2015 20:42:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O meu questionamento foi no sentido de buscar um esclarecimento para um conceito importante no texto e que no meu entender se mostrou muito abstrato. Há dentro deste &quot;balaio de gatos&quot; da &quot;extrema-esquerda&quot; organizações com estratégias diferentes, o que determina a sua tática para o momento e a forma de intervir no debate relatado no texto. P.e.: Uma coisa é a cítica do PSOL, cujo conteúdo é &quot;O PT governa mal, traiu os trabalhadores. A solução: vote 50!&quot;. Outra é a proposta de outras organizações anarquistas ou bolcheviques revolucionárias que defendem que a transformação virá da revolução (não das urnas), e fazem a crítica ao PT no sentido em que este partido ainda possui influência nas massas, principalmente nos sindicatos. Fato que as massas ainda não superaram a sua experiência com o reformismo do PT, daí a importância de acelerar este processo com a crítica e a caracterização do governo como burguês. Pode parecer óbvio para militantes revolucionários, mas esta simples caracterização para as massas é um enorme avanço...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O meu questionamento foi no sentido de buscar um esclarecimento para um conceito importante no texto e que no meu entender se mostrou muito abstrato. Há dentro deste &#8220;balaio de gatos&#8221; da &#8220;extrema-esquerda&#8221; organizações com estratégias diferentes, o que determina a sua tática para o momento e a forma de intervir no debate relatado no texto. P.e.: Uma coisa é a cítica do PSOL, cujo conteúdo é &#8220;O PT governa mal, traiu os trabalhadores. A solução: vote 50!&#8221;. Outra é a proposta de outras organizações anarquistas ou bolcheviques revolucionárias que defendem que a transformação virá da revolução (não das urnas), e fazem a crítica ao PT no sentido em que este partido ainda possui influência nas massas, principalmente nos sindicatos. Fato que as massas ainda não superaram a sua experiência com o reformismo do PT, daí a importância de acelerar este processo com a crítica e a caracterização do governo como burguês. Pode parecer óbvio para militantes revolucionários, mas esta simples caracterização para as massas é um enorme avanço&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: luis		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/03/103142/#comment-282061</link>

		<dc:creator><![CDATA[luis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2015 14:58:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Giancarlo,
A grosso modo parece se entender extrema-esquerda como as correntes de oposição a esquerda governamental, pelo menos no caso do Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Giancarlo,<br />
A grosso modo parece se entender extrema-esquerda como as correntes de oposição a esquerda governamental, pelo menos no caso do Brasil.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/03/103142/#comment-282043</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2015 11:52:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[EXTREMA ESQUERDA tupiniquim (sinopse)
tardobolches: psolpstupco&#038;stalinomaoguevaristas(3ºperiodistas).
tardoanarcas: farjunipa&#038;monturo libertário (blackbloc incluso).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EXTREMA ESQUERDA tupiniquim (sinopse)<br />
tardobolches: psolpstupco&amp;stalinomaoguevaristas(3ºperiodistas).<br />
tardoanarcas: farjunipa&amp;monturo libertário (blackbloc incluso).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Giancarlo Sanguinetti		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/03/103142/#comment-282002</link>

		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo Sanguinetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2015 02:13:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caros,
A quem o artigo se refere quando diz &quot;extrema-esquerda&quot;?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros,<br />
A quem o artigo se refere quando diz &#8220;extrema-esquerda&#8221;?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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