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	Comentários sobre: Os Movimentos da Juventude Autônoma e a necessária luta contra a PL 4330	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Victor Augusto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/04/103674/#comment-285548</link>

		<dc:creator><![CDATA[Victor Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2015 16:46:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na moral, tô achando tudo muuito parado ainda, pelo tamanho da gravidade que é esse projeto. Os únicos que vejo fazendo uma oposição ferrenha ao projeto - inclusive nas ruas -, são aqueles que sempre foram considerados pelegos do governo federal, no caso a CUT e o MST. Não vejo mais ninguém. Não vejo movimentos independentes, nem nada. Dá um certo desânimo! Se continuar assim, pode ter certeza que até outubro esse projeto já foi sancionado.
Acho que agora é hora de toda a esquerda se juntar, e se mobilizar firmemente nas ruas, não somente nas redes sociais. O próprio Eduardo Cunha já soltou que &#039;a PL 4330/04 será aprovada de qualquer maneira&#039;. Isso é ridículo. É tirano!A única oposição viável e que pode funcionar agora, é a RUA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na moral, tô achando tudo muuito parado ainda, pelo tamanho da gravidade que é esse projeto. Os únicos que vejo fazendo uma oposição ferrenha ao projeto &#8211; inclusive nas ruas -, são aqueles que sempre foram considerados pelegos do governo federal, no caso a CUT e o MST. Não vejo mais ninguém. Não vejo movimentos independentes, nem nada. Dá um certo desânimo! Se continuar assim, pode ter certeza que até outubro esse projeto já foi sancionado.<br />
Acho que agora é hora de toda a esquerda se juntar, e se mobilizar firmemente nas ruas, não somente nas redes sociais. O próprio Eduardo Cunha já soltou que &#8216;a PL 4330/04 será aprovada de qualquer maneira&#8217;. Isso é ridículo. É tirano!A única oposição viável e que pode funcionar agora, é a RUA.</p>
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		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/04/103674/#comment-284894</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2015 22:33:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo que tenho visto nos últimos dias na mídia governista e posições de primeiro escalão do governo, já está em andamento uma operação para dizer que o PL 4330, que universaliza a terceirização, da forma como será aprovado, é um projeto &quot;equilibrado&quot; que não traz prejuízo aos trabalhadores.
Essa operação tem dois intuitos:
1) proteger a presidente Dilma Rousseff da insatisfação dos trabalhadores uma vez que ela não vetará o projeto (e esse não veto já é dito abertamente pelo governo);
2) Quebrar a resistência dos trabalhadores.

Por isso é bom ficar atento às ações das centrais sindicais governistas. Estão ganhando alguma legitimidade na defesa dos trabalhadores com a ação feita semana passada e a prevista para dia 15. E essa legitimidade poderá ser usada a qualquer momento para tentar esvaziar a luta, adotando o discurso &quot;conciliador&quot; do governo.
Para quem quer ver com seus olhos o que estou falando, veja nos links abaixo a entrevista do Ministro do Trabalho no Estadão de hoje, e o discurso de um técnico do DIEESE num debate na TV Brasil de ontem, mediado pelo Luis Nassif.

http://economia.estadao.com.br/…/geral,a-terceirizacao-e-um…

jornalggn.com.br/…/exorcizando-os-fantasmas-da-terceirizacao]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo que tenho visto nos últimos dias na mídia governista e posições de primeiro escalão do governo, já está em andamento uma operação para dizer que o PL 4330, que universaliza a terceirização, da forma como será aprovado, é um projeto &#8220;equilibrado&#8221; que não traz prejuízo aos trabalhadores.<br />
Essa operação tem dois intuitos:<br />
1) proteger a presidente Dilma Rousseff da insatisfação dos trabalhadores uma vez que ela não vetará o projeto (e esse não veto já é dito abertamente pelo governo);<br />
2) Quebrar a resistência dos trabalhadores.</p>
<p>Por isso é bom ficar atento às ações das centrais sindicais governistas. Estão ganhando alguma legitimidade na defesa dos trabalhadores com a ação feita semana passada e a prevista para dia 15. E essa legitimidade poderá ser usada a qualquer momento para tentar esvaziar a luta, adotando o discurso &#8220;conciliador&#8221; do governo.<br />
Para quem quer ver com seus olhos o que estou falando, veja nos links abaixo a entrevista do Ministro do Trabalho no Estadão de hoje, e o discurso de um técnico do DIEESE num debate na TV Brasil de ontem, mediado pelo Luis Nassif.</p>
<p><a href="http://economia.estadao.com.br/…/geral,a-terceirizacao-e-um…" rel="nofollow ugc">http://economia.estadao.com.br/…/geral,a-terceirizacao-e-um…</a></p>
<p>jornalggn.com.br/…/exorcizando-os-fantasmas-da-terceirizacao</p>
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		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/04/103674/#comment-284801</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2015 19:50:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Diego,

acho que uma luta defensiva pode se tornar ofensiva. A luta contra esse projeto de terceirização não deixa de ser um bom momento para se levanta contra toda terceirização.
Uma bandeira oportuna é &quot;contra a terceirização&quot;, pois atinge diretamente o PL 4330 e vai além dele.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diego,</p>
<p>acho que uma luta defensiva pode se tornar ofensiva. A luta contra esse projeto de terceirização não deixa de ser um bom momento para se levanta contra toda terceirização.<br />
Uma bandeira oportuna é &#8220;contra a terceirização&#8221;, pois atinge diretamente o PL 4330 e vai além dele.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Diego Polese		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/04/103674/#comment-284790</link>

		<dc:creator><![CDATA[Diego Polese]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2015 07:21:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A PL 4330 apenas aponta formalmente o corrente processo de exploração da força de trabalho por meio dos mecanismos da mais-valia absoluta, evidenciando que a relação trabalhista (terceirização) possui uma tendência globalizante (clamando, assim, por regulação e generalização legal). Acontece que, concomitantemente, o sistema auto-circulante de conformação dos conflitos sociais conclama aos trabalhadores que salvaguardem o processo de exploração por meio da mais-valia relativa contra a &quot;contrarrevolução&quot; permanente da mais-valia absoluta. O que isso quer dizer? Do ponto de vista do trabalhador, o óbvio: que a promulgação da lei seria um desastre para a classe como um todo e não somente a um dos seus fragmentos, pois generalizaria uma forma de relação de trabalho que tem como ‘forma de ser’ a precariedade e ausência de garantias imediatas. Mas quer dizer também que, como classe, podemos ir além e nos posicionar diferentemente dos lados que nos são dados pelas regras do jogo: &quot;Aprovação da Lei ou sua rejeição&quot;. É hora de fugirmos dessa pegadinha e &#039;terceirizar&#039; a pauta momentânea: fim da &quot;forma-terceirização&quot;. Ora, Qual seria a conquista imediata (além das organizacionais - incomensuravelmente importantes) se a não-aprovação somente acarretaria na não formalização de um processo que já acontece na vida real e que tende a crescer? Estaríamos somente atrasando-o (o que é ótimo, claro). Assim, se até a extrema-esquerda prepara seus movimentos para seguirem os rumos das circunstâncias (pois delas surgem), em que nos diferenciamos das &quot;outras esquerdas&quot;? (não devemos seguir para sempre o arcaico processo de &#039;períodos de lutas&#039;: devemos primeiro nos ater a isso para somente depois podermos fazer aquilo - sem etapismos!). E outra: a hegemonia de direita na sociedade é clara? Sim. E quando não é? A questão é somente o grau de sua &#039;aparição&#039;. Acontece que a esquerda possui a tendência objetiva de suplantá-la, mas isso somente se radicalizar toda e qualquer circunstância que lhe for dada pela sistema inexoravelmente conservador do capital. Ora, agora que há o receio de alastramento de uma relação que já afronta milhões de trabalhadores e a solidariedade enfim mostra sua cara no seio da classe, porque não lutarmos para que o processo possa se radicalizar? (evitando momentaneamente que os sindicatos assimilem-recuperem as lutas sociais – lembrando também que os sindicatos têm totais condições de constituírem-se futuramente em empresas de terceirização). Digo isso, ainda, porque ao pôr em questão a &#039;terceirização como um todo&#039; explicitaríamos uma das contradições básicas da relação capital-trabalho e a consciência da classe sob as condições fragmentadas de toda a classe teria outro ganho efetivo em seu processo incessante de formação-deformação. Assim, se assim nos posicionarmos: &quot;Abaixo toda terceirização!&quot; ao invés de &quot;PL 3440: não!&quot; não iriamos estar nos distanciando do objetivo imediato (a rejeição da PL). Óbvio que não, já que a &quot;nova pauta&quot; pressupõe a dada pelas circunstâncias e a aprofunda ideologicamente em favor da classe trabalhadora. Portanto, já que o aprofundamento da terceirização é iminente sendo legalizada agora ou não, acho que o momento é propício para contestá-la integralmente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A PL 4330 apenas aponta formalmente o corrente processo de exploração da força de trabalho por meio dos mecanismos da mais-valia absoluta, evidenciando que a relação trabalhista (terceirização) possui uma tendência globalizante (clamando, assim, por regulação e generalização legal). Acontece que, concomitantemente, o sistema auto-circulante de conformação dos conflitos sociais conclama aos trabalhadores que salvaguardem o processo de exploração por meio da mais-valia relativa contra a &#8220;contrarrevolução&#8221; permanente da mais-valia absoluta. O que isso quer dizer? Do ponto de vista do trabalhador, o óbvio: que a promulgação da lei seria um desastre para a classe como um todo e não somente a um dos seus fragmentos, pois generalizaria uma forma de relação de trabalho que tem como ‘forma de ser’ a precariedade e ausência de garantias imediatas. Mas quer dizer também que, como classe, podemos ir além e nos posicionar diferentemente dos lados que nos são dados pelas regras do jogo: &#8220;Aprovação da Lei ou sua rejeição&#8221;. É hora de fugirmos dessa pegadinha e &#8216;terceirizar&#8217; a pauta momentânea: fim da &#8220;forma-terceirização&#8221;. Ora, Qual seria a conquista imediata (além das organizacionais &#8211; incomensuravelmente importantes) se a não-aprovação somente acarretaria na não formalização de um processo que já acontece na vida real e que tende a crescer? Estaríamos somente atrasando-o (o que é ótimo, claro). Assim, se até a extrema-esquerda prepara seus movimentos para seguirem os rumos das circunstâncias (pois delas surgem), em que nos diferenciamos das &#8220;outras esquerdas&#8221;? (não devemos seguir para sempre o arcaico processo de &#8216;períodos de lutas&#8217;: devemos primeiro nos ater a isso para somente depois podermos fazer aquilo &#8211; sem etapismos!). E outra: a hegemonia de direita na sociedade é clara? Sim. E quando não é? A questão é somente o grau de sua &#8216;aparição&#8217;. Acontece que a esquerda possui a tendência objetiva de suplantá-la, mas isso somente se radicalizar toda e qualquer circunstância que lhe for dada pela sistema inexoravelmente conservador do capital. Ora, agora que há o receio de alastramento de uma relação que já afronta milhões de trabalhadores e a solidariedade enfim mostra sua cara no seio da classe, porque não lutarmos para que o processo possa se radicalizar? (evitando momentaneamente que os sindicatos assimilem-recuperem as lutas sociais – lembrando também que os sindicatos têm totais condições de constituírem-se futuramente em empresas de terceirização). Digo isso, ainda, porque ao pôr em questão a &#8216;terceirização como um todo&#8217; explicitaríamos uma das contradições básicas da relação capital-trabalho e a consciência da classe sob as condições fragmentadas de toda a classe teria outro ganho efetivo em seu processo incessante de formação-deformação. Assim, se assim nos posicionarmos: &#8220;Abaixo toda terceirização!&#8221; ao invés de &#8220;PL 3440: não!&#8221; não iriamos estar nos distanciando do objetivo imediato (a rejeição da PL). Óbvio que não, já que a &#8220;nova pauta&#8221; pressupõe a dada pelas circunstâncias e a aprofunda ideologicamente em favor da classe trabalhadora. Portanto, já que o aprofundamento da terceirização é iminente sendo legalizada agora ou não, acho que o momento é propício para contestá-la integralmente.</p>
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