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	Comentários sobre: Revolucionário que bebe Coca-Cola (3)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2015 16:20:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[FONTE [EM OFF, pero CONSPÍCUA]
Psicografado no abaitolá gabeira news, o finado professor revelou também o codinome do gordo careca cocacólatra: Adolfo.
E mais não disse...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FONTE [EM OFF, pero CONSPÍCUA]<br />
Psicografado no abaitolá gabeira news, o finado professor revelou também o codinome do gordo careca cocacólatra: Adolfo.<br />
E mais não disse&#8230;</p>
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		<title>
		Por: um chato		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[um chato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2015 14:51:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao tentar tratar (denegar) o fetiche da mercadoria embutido no prazer proporcionado pelo consumo de Coca-Cola, a lógica operante na base do próprio argumento implícito na moral da estória/anedota acima é a reiteração/expressão/repetição dessa mesma lógika fetichista. Pra justificar (ou denegar) o fetiche na apreciação/valorização da mercadoria chamada Coca-Cola se faz apelo ao fetiche de uma outra figura chamada Che. Esse processo de se estender o ciclo do fetiche da mercadoria pra além da esfera material dos produtos, colonizando todas as esferas da vida, inclusive na &quot;apreciação&quot;/&quot;valoração&quot; de indivíduos usando da autoridade moral enquanto kapital simbóliko, revela a obscenidade da &quot;moral&quot; Kapital, que apela/opera por imagens ideais. Lógika que fez essa mesma figura &quot;emblemática&quot; aparecer estampada numa das notas da moeda cubana... O cúmulo/túmulo do Kapital (a moeda, não Cuba que resistiu bravamente até ontem ao embargo). No final das contas, a lógika parece ser a mesma, até nas piadas, no humor, ela está operando/imperando e achatando nossa realidade. Mas também não dá pra achatar nossas ações e relações políticas no papel ingrato de desmancha prazeres em argumentações via pixels... Na vida real tá foda, amigxs, acordar todo dia nessa matrix mirabolante e não ver saída...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao tentar tratar (denegar) o fetiche da mercadoria embutido no prazer proporcionado pelo consumo de Coca-Cola, a lógica operante na base do próprio argumento implícito na moral da estória/anedota acima é a reiteração/expressão/repetição dessa mesma lógika fetichista. Pra justificar (ou denegar) o fetiche na apreciação/valorização da mercadoria chamada Coca-Cola se faz apelo ao fetiche de uma outra figura chamada Che. Esse processo de se estender o ciclo do fetiche da mercadoria pra além da esfera material dos produtos, colonizando todas as esferas da vida, inclusive na &#8220;apreciação&#8221;/&#8221;valoração&#8221; de indivíduos usando da autoridade moral enquanto kapital simbóliko, revela a obscenidade da &#8220;moral&#8221; Kapital, que apela/opera por imagens ideais. Lógika que fez essa mesma figura &#8220;emblemática&#8221; aparecer estampada numa das notas da moeda cubana&#8230; O cúmulo/túmulo do Kapital (a moeda, não Cuba que resistiu bravamente até ontem ao embargo). No final das contas, a lógika parece ser a mesma, até nas piadas, no humor, ela está operando/imperando e achatando nossa realidade. Mas também não dá pra achatar nossas ações e relações políticas no papel ingrato de desmancha prazeres em argumentações via pixels&#8230; Na vida real tá foda, amigxs, acordar todo dia nessa matrix mirabolante e não ver saída&#8230;</p>
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