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	Comentários sobre: Carta de desligamento do Tarifa Zero Salvador e do MPL	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Carol		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/05/104551/#comment-311186</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carol]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2016 01:53:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Enquanto isso a direita e o centro avançam, e tem dado no que vemos aí...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto isso a direita e o centro avançam, e tem dado no que vemos aí&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Zé Macaxeira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/05/104551/#comment-290490</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé Macaxeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2015 17:58:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Carta-resposta do Tarifa Zero Salvador
http://passapalavra.info/2015/06/104943]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carta-resposta do Tarifa Zero Salvador<br />
<a href="http://passapalavra.info/2015/06/104943" rel="ugc">http://passapalavra.info/2015/06/104943</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/05/104551/#comment-289272</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2015 04:08:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E enquanto os MPLs se corroem por dentro...

http://oglobo.globo.com/rio/eduardo-paes-diz-que-nao-vai-reduzir-valor-das-passagens-de-onibus-como-manda-tcm-16344432]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E enquanto os MPLs se corroem por dentro&#8230;</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/rio/eduardo-paes-diz-que-nao-vai-reduzir-valor-das-passagens-de-onibus-como-manda-tcm-16344432" rel="nofollow ugc">http://oglobo.globo.com/rio/eduardo-paes-diz-que-nao-vai-reduzir-valor-das-passagens-de-onibus-como-manda-tcm-16344432</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sales		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/05/104551/#comment-289268</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2015 03:25:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parece que não sei! Podem até estar discutindo por aí, mas que aqui a preocupação foi em marcar posição, ah, isso aconteceu e da forma mais bobinha possível. 

E isso por si só é sintomático, pois é certa conduta e compreensão primitiva das coisas que leva as pessoas ao trashing ao invés do debate político aberto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que não sei! Podem até estar discutindo por aí, mas que aqui a preocupação foi em marcar posição, ah, isso aconteceu e da forma mais bobinha possível. </p>
<p>E isso por si só é sintomático, pois é certa conduta e compreensão primitiva das coisas que leva as pessoas ao trashing ao invés do debate político aberto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/05/104551/#comment-289108</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 19:36:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fagner,

não posso falar por outras experiências, mas no coletivo do mpl de que participo a carta dos que saíram do TZ-SSA está sendo lida e debatida em suas questões. O foco foi mais em apreender o conteúdo da carta que em responder-lo rapido - de forma talvez precipitada.

Pessoalmente não sei se o forum pro debate desta carta por parte dos militantes do MPL seja este aqui. A carta foi publicada no passapalavra, segundo entendo, pelo seu caráter público e aberto. Isso não quer dizer, necessariamente, que a organização à qual a carta se refere deva discutir seus termos aqui, né?

Saudações
Paíque]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fagner,</p>
<p>não posso falar por outras experiências, mas no coletivo do mpl de que participo a carta dos que saíram do TZ-SSA está sendo lida e debatida em suas questões. O foco foi mais em apreender o conteúdo da carta que em responder-lo rapido &#8211; de forma talvez precipitada.</p>
<p>Pessoalmente não sei se o forum pro debate desta carta por parte dos militantes do MPL seja este aqui. A carta foi publicada no passapalavra, segundo entendo, pelo seu caráter público e aberto. Isso não quer dizer, necessariamente, que a organização à qual a carta se refere deva discutir seus termos aqui, né?</p>
<p>Saudações<br />
Paíque</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/05/104551/#comment-289082</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 14:59:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hegel dixit: A VERDADE NÃO É EXATA... 
Na série (I a VI) de artigos intitulada Reflexões sobre a autonomia, tivemos o seguinte quantitativo de comentários: I 21, II 23, III zer0, IV zer0, V zer0 e VI 2.
Descontado o artigo II, que, com 23 comentários, superou o I (com 21, respectivamente), a crítica de Fagner Enrique está numericamente exata.
Aliás, crítica que faço minha, como autocrítica, nos artigos III, IV e V - todos sem comentários; inclusive, de Fagner Enrique... 
Quanto ao restante do comentário, concordo com Fagner Enrique.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hegel dixit: A VERDADE NÃO É EXATA&#8230;<br />
Na série (I a VI) de artigos intitulada Reflexões sobre a autonomia, tivemos o seguinte quantitativo de comentários: I 21, II 23, III zer0, IV zer0, V zer0 e VI 2.<br />
Descontado o artigo II, que, com 23 comentários, superou o I (com 21, respectivamente), a crítica de Fagner Enrique está numericamente exata.<br />
Aliás, crítica que faço minha, como autocrítica, nos artigos III, IV e V &#8211; todos sem comentários; inclusive, de Fagner Enrique&#8230;<br />
Quanto ao restante do comentário, concordo com Fagner Enrique.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/05/104551/#comment-289024</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 00:35:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tem se tornado recorrente neste site a redução dos debates a questionamentos banais sobre os sentidos das palavras. Aconteceu o mesmo no primeiro artigo da série sobre a autonomia, enquanto nos demais artigos os comentários foram quase inexistentes. Isso significa que as pessoas no meio militante não estão interessadas em debater o que realmente importa. Aliás, como até agora o MPL não compareceu em peso ao debate, começo a ficar apreensivo com o estado a que parece ter chegado a federação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem se tornado recorrente neste site a redução dos debates a questionamentos banais sobre os sentidos das palavras. Aconteceu o mesmo no primeiro artigo da série sobre a autonomia, enquanto nos demais artigos os comentários foram quase inexistentes. Isso significa que as pessoas no meio militante não estão interessadas em debater o que realmente importa. Aliás, como até agora o MPL não compareceu em peso ao debate, começo a ficar apreensivo com o estado a que parece ter chegado a federação.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Taiguara		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/05/104551/#comment-288986</link>

		<dc:creator><![CDATA[Taiguara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 18:29:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Leonardo,

Eu não conheço a composição interna do movimento e não fiz nenhuma associação direta entre os que defendem a tese da minoria ativa e os que permaneceram no movimento. O uso em aspas do termo me parece claro. Se foi isso que foi dito, é isso que precisa ser relatado. Se os que disseram são legítimos representantes da &quot;tese da minoria ativa&quot;, isso é um problema menor, penso eu, dentro do quadro que a carta apresenta. Espanta-me é o preciosismo tacanho em se resumir a discussão a esse ponto específico, quando a carta aponta para práticas tão mais relevantes para o rumo dos movimentos sociais.


Mais absurda ainda me parece a &quot;análise&quot; de que o escrito cria uma identificação automática em a &quot;tese da minoria ativa&quot; e o trashing; isso sim me parece falta de franqueza ou um defensismo por demais exagerado e precipitado que acaba por deixar o rabo de fora.

Aliás, que é a tal &quot;tese da minoria ativa&quot;? 
Às vezes nós ficamos tão embrenhado em nossos círculos sociais restritos, sem qualquer relevância política e social, que acabamos achando que eles são amostragens fiéis do mundo. Assim, passamos a achar que o dialeto que falamos é uma linguagem universal. A preocupação minúscula com uso do termo, enquanto o mundo ao redor está em pleno desabamente, só comprova uma questão levantada pela carta, a dificuldade de superar a condição de grupo de afinidade para se tornar movimento social.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leonardo,</p>
<p>Eu não conheço a composição interna do movimento e não fiz nenhuma associação direta entre os que defendem a tese da minoria ativa e os que permaneceram no movimento. O uso em aspas do termo me parece claro. Se foi isso que foi dito, é isso que precisa ser relatado. Se os que disseram são legítimos representantes da &#8220;tese da minoria ativa&#8221;, isso é um problema menor, penso eu, dentro do quadro que a carta apresenta. Espanta-me é o preciosismo tacanho em se resumir a discussão a esse ponto específico, quando a carta aponta para práticas tão mais relevantes para o rumo dos movimentos sociais.</p>
<p>Mais absurda ainda me parece a &#8220;análise&#8221; de que o escrito cria uma identificação automática em a &#8220;tese da minoria ativa&#8221; e o trashing; isso sim me parece falta de franqueza ou um defensismo por demais exagerado e precipitado que acaba por deixar o rabo de fora.</p>
<p>Aliás, que é a tal &#8220;tese da minoria ativa&#8221;?<br />
Às vezes nós ficamos tão embrenhado em nossos círculos sociais restritos, sem qualquer relevância política e social, que acabamos achando que eles são amostragens fiéis do mundo. Assim, passamos a achar que o dialeto que falamos é uma linguagem universal. A preocupação minúscula com uso do termo, enquanto o mundo ao redor está em pleno desabamente, só comprova uma questão levantada pela carta, a dificuldade de superar a condição de grupo de afinidade para se tornar movimento social.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leonardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/05/104551/#comment-288935</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leonardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 05:20:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rafael Saddi, minha dúvida é justamente essa. Ao confundir (propositadamente?) o termo minoria ativa e trashing, os autores insinuam que os defensores de tal conceito bakuniniano (anarquistas de determinada corrente não?) se comportam politicamente como os que permaneceram no tal movimento.

Ao meu ver isso é problemático e gera confucionismo (para ser brando na análise), me desculpe a franqueza. Se eles são de uma organização que defende abertamente tal conceito, se deve dar nome aos bois e cobrar tal organização. Se não são creio que os dissidentes que saíram de tal movimento social, poderiam ser mais transparentes e não associar a prática que condenam a determinada corrente. 

Quem não conhece a composição interna do movimento (como eu e muitos outros leitores)associa logo os que permaneceram aos que defendem a tese da minoria ativa aos que permaneceram em tal movimento social.

Coerência nas críticas é fundamental para não incorrer nos mesmos erros que se diz combater (trashing por tabela, atingindo determinadas organizações).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael Saddi, minha dúvida é justamente essa. Ao confundir (propositadamente?) o termo minoria ativa e trashing, os autores insinuam que os defensores de tal conceito bakuniniano (anarquistas de determinada corrente não?) se comportam politicamente como os que permaneceram no tal movimento.</p>
<p>Ao meu ver isso é problemático e gera confucionismo (para ser brando na análise), me desculpe a franqueza. Se eles são de uma organização que defende abertamente tal conceito, se deve dar nome aos bois e cobrar tal organização. Se não são creio que os dissidentes que saíram de tal movimento social, poderiam ser mais transparentes e não associar a prática que condenam a determinada corrente. </p>
<p>Quem não conhece a composição interna do movimento (como eu e muitos outros leitores)associa logo os que permaneceram aos que defendem a tese da minoria ativa aos que permaneceram em tal movimento social.</p>
<p>Coerência nas críticas é fundamental para não incorrer nos mesmos erros que se diz combater (trashing por tabela, atingindo determinadas organizações).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luís		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/05/104551/#comment-288896</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luís]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 20:44:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rafael, pelo que entendi, o texto usa &quot;minoria ativa&quot; porque esse era o termo usado pelos detratores naquele movimento. Então não aparece sendo aplicado como um conceito preciso, mas como uma citação do que o outro setor falava - deve ser até por isso que aparece entre aspas, não?

E tu falou uma coisa que eu concordo: o trashing (ou: métodos de queimação, que já aconteciam desde antes esse nome inglês aparecer no texto do Jo Freeman) não é próprio de nenhum tipo de organização, pode acontecer em qualquer lugar. Mas penso que organizações fechadas e pautadas por vínculos de afinidade pessoais ou de identidades mais abstratas estão muito mais propícias a esse tipo de problema. Enquanto em organizações mais amplas, abertas e orientadas por problemas concretos, esse tipo de prática encontrará um solo menos fértil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael, pelo que entendi, o texto usa &#8220;minoria ativa&#8221; porque esse era o termo usado pelos detratores naquele movimento. Então não aparece sendo aplicado como um conceito preciso, mas como uma citação do que o outro setor falava &#8211; deve ser até por isso que aparece entre aspas, não?</p>
<p>E tu falou uma coisa que eu concordo: o trashing (ou: métodos de queimação, que já aconteciam desde antes esse nome inglês aparecer no texto do Jo Freeman) não é próprio de nenhum tipo de organização, pode acontecer em qualquer lugar. Mas penso que organizações fechadas e pautadas por vínculos de afinidade pessoais ou de identidades mais abstratas estão muito mais propícias a esse tipo de problema. Enquanto em organizações mais amplas, abertas e orientadas por problemas concretos, esse tipo de prática encontrará um solo menos fértil.</p>
]]></content:encoded>
		
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