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	Comentários sobre: 08 JUNHO 2015 (BR-RJ) MPL-Rio: Sobre as agressões de um ex-militante à nossa companheira	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: !		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[!]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 23:31:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pessoa chamada ?:

Responsibilização não é o mesmo que punição. Responsabilização é uma prática necessária para a justiça. O policial que tortura tem que ser responsabilizado, o general da ditadura também, quem matou o Amarildo também, o latinfudiário miliciano também e sim, quem comete violência de gênero, chegando ao ponto da agressão física, também deve ser responsabilizado por seus atos.

Apesar de não concordar com a maneira que a nota do coletivo Maria Bonita faz a denúncia, não posso me posicionar à favor de que uma vítima de opressão física dentro de um relacionamento conjugal não tenha o direito de tornar públicas as violências sofridas. Isso é um direito básico, assim como é o direito à resposta da pessoa acusada de agressão. 

O caso agora está público e estão sendo lançadas as posições. Não vejo incoerência nesta nota. Ela comenta um caso de denúncia pública de agressão. Se posiciona e coloca a questão do punitivismo em debate, além de se posicionar contrário à essa prática.

Qual contradição você vê? Acha que não-punitivismo se relaciona com omitir denúncias de agressão? Não, isso não é anti-punitivismo, isso é complacência unilateral com uma das partes, no caso a que está sendo acusada.

Anti-punitivismo envolve direito a resposta, responsabilização e a partir daí promover algo na busca para que ele possa voltar à uma prática social saudável, num mundo sem opressões, onde queremos viver. Acompanhar, observar, se responsabilizar por estas pessoas, não no sentido autoritário de reprimi-las, mas no sentido de apóia-las em favor da mudança de postura e autocrítica. Essas são ferramentas pra se transformar algo, e rumar até uma sociedade sem opressões, que é o que todo militante libertário sincero deseja. 

Ostracizar, prender, isolar do convívio social não é uma prática que nos libertará. Por isso é preciso ser anti-punitivista. O anti-punitivismo vale pra todos: pro ladrão de carro, pro que não teve oportunidade e cometeu algo ilícito, pro laranja, pro varejista do tráfico, e sim, também pra uma pessoa que cometeu agressões à uma mulher. Não tem como fazer anti-punitivismo seletivo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoa chamada ?:</p>
<p>Responsibilização não é o mesmo que punição. Responsabilização é uma prática necessária para a justiça. O policial que tortura tem que ser responsabilizado, o general da ditadura também, quem matou o Amarildo também, o latinfudiário miliciano também e sim, quem comete violência de gênero, chegando ao ponto da agressão física, também deve ser responsabilizado por seus atos.</p>
<p>Apesar de não concordar com a maneira que a nota do coletivo Maria Bonita faz a denúncia, não posso me posicionar à favor de que uma vítima de opressão física dentro de um relacionamento conjugal não tenha o direito de tornar públicas as violências sofridas. Isso é um direito básico, assim como é o direito à resposta da pessoa acusada de agressão. </p>
<p>O caso agora está público e estão sendo lançadas as posições. Não vejo incoerência nesta nota. Ela comenta um caso de denúncia pública de agressão. Se posiciona e coloca a questão do punitivismo em debate, além de se posicionar contrário à essa prática.</p>
<p>Qual contradição você vê? Acha que não-punitivismo se relaciona com omitir denúncias de agressão? Não, isso não é anti-punitivismo, isso é complacência unilateral com uma das partes, no caso a que está sendo acusada.</p>
<p>Anti-punitivismo envolve direito a resposta, responsabilização e a partir daí promover algo na busca para que ele possa voltar à uma prática social saudável, num mundo sem opressões, onde queremos viver. Acompanhar, observar, se responsabilizar por estas pessoas, não no sentido autoritário de reprimi-las, mas no sentido de apóia-las em favor da mudança de postura e autocrítica. Essas são ferramentas pra se transformar algo, e rumar até uma sociedade sem opressões, que é o que todo militante libertário sincero deseja. </p>
<p>Ostracizar, prender, isolar do convívio social não é uma prática que nos libertará. Por isso é preciso ser anti-punitivista. O anti-punitivismo vale pra todos: pro ladrão de carro, pro que não teve oportunidade e cometeu algo ilícito, pro laranja, pro varejista do tráfico, e sim, também pra uma pessoa que cometeu agressões à uma mulher. Não tem como fazer anti-punitivismo seletivo.</p>
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		Por: ?		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[?]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 14:58:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como se combina o &quot;não ser a favor do punitivismo&quot; com as notas públicas e os escrachos? Não são punitivistas? Não lembram o suplício pré prisões? As punições podem não ser corporais mas são igualmente espetaculares e tentam &quot;dar a lição&quot;...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como se combina o &#8220;não ser a favor do punitivismo&#8221; com as notas públicas e os escrachos? Não são punitivistas? Não lembram o suplício pré prisões? As punições podem não ser corporais mas são igualmente espetaculares e tentam &#8220;dar a lição&#8221;&#8230;</p>
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