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	Comentários sobre: Fazendinha feliz (1)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Joao de Large		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joao de Large]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 08:14:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nossa, esse últimos flagrantes e delitos sobre a &quot;fazendinha feliz&quot; muito me lembraram uma experiência recente de &quot;comunidade alternativa&quot; que aconteceu em uma praia do litoral sul paraibano (um evento chamado &quot;Rainbow&quot;, e que agora migrou para Goiás, onde ocorre com o nome de &quot;Enca&quot;) onde um grupo de pessoas dispostas a &quot;mudar o mundo&quot; se reúnem sem conseguir nem mudar as relações de poder que se estabelecem no interior desses acampamentos.

Além de uma despolitização atroz, reina soberano, nesses eventos, um escapismo, uma abstração tola de realidade típica de determinadas frações da classe média que se empolgam com certo esoterismo barato comungado com o que eles acreditam ser &quot;consciência ecológica&quot;. 

Um comportamento  que se pretende &quot;anticapitalista&quot;, corolário a um neoprimitivismo tolo e autoincoerente também se desenrola neste tipo de evento, em que a proibição do uso de celulares no interior dos acampamentos convive lado a lado com  modernos acendedores de fogueiras e os belos carros dos participantes do evento dispostos no estacionamento das &quot;fazendinhas&quot;. 

Parabéns bela arguta observação sobre esse tipo de evento, típico desses &quot;neohippies chics&quot; que estão muito em alta em determinados setores da classe média e entre o público universitário. 

Parece não existir, ainda, uma crítica mais efetiva a esse setor, e esses &quot;flagrantes e delitos&quot; colaboram fortemente nesse sentido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa, esse últimos flagrantes e delitos sobre a &#8220;fazendinha feliz&#8221; muito me lembraram uma experiência recente de &#8220;comunidade alternativa&#8221; que aconteceu em uma praia do litoral sul paraibano (um evento chamado &#8220;Rainbow&#8221;, e que agora migrou para Goiás, onde ocorre com o nome de &#8220;Enca&#8221;) onde um grupo de pessoas dispostas a &#8220;mudar o mundo&#8221; se reúnem sem conseguir nem mudar as relações de poder que se estabelecem no interior desses acampamentos.</p>
<p>Além de uma despolitização atroz, reina soberano, nesses eventos, um escapismo, uma abstração tola de realidade típica de determinadas frações da classe média que se empolgam com certo esoterismo barato comungado com o que eles acreditam ser &#8220;consciência ecológica&#8221;. </p>
<p>Um comportamento  que se pretende &#8220;anticapitalista&#8221;, corolário a um neoprimitivismo tolo e autoincoerente também se desenrola neste tipo de evento, em que a proibição do uso de celulares no interior dos acampamentos convive lado a lado com  modernos acendedores de fogueiras e os belos carros dos participantes do evento dispostos no estacionamento das &#8220;fazendinhas&#8221;. </p>
<p>Parabéns bela arguta observação sobre esse tipo de evento, típico desses &#8220;neohippies chics&#8221; que estão muito em alta em determinados setores da classe média e entre o público universitário. </p>
<p>Parece não existir, ainda, uma crítica mais efetiva a esse setor, e esses &#8220;flagrantes e delitos&#8221; colaboram fortemente nesse sentido.</p>
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