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	Comentários sobre: O velho e o novo nas greves: contribuição para greves futuras mais fortes	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: caze		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[caze]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2015 11:00:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma coisa que deixou muito a desejar é que a greve não teve visibilidade fora dos muros da universidade, diferente de greves anteriores não houve nenhuma interação com a cidade e com o entorno. Para as pessoas que não da comunidade universitária ou que não usam do atendimento de saúde e outros, o que foi feito? 
A greve da UFSC não dialogou com os trabalhadores da educação estadual em greve, com exceção de um professor filiado a ANDES e alguns coletivos de estudantes que foram até ocupação que ocorria na ALESC, o comando de greve e movimento estudantil estavam de costas para os educadores e educadoras da rede estadual, será que um momento como o de greve não poderia ser aproveitado para esse diálogo? Pode um movimento nas universidades falar de burocratização se nega até mesmo a ir onde a grande maioria dos estudantes de licenciatura vão estar depois de formados ou/e que já estão já trabalhando como ACTs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa que deixou muito a desejar é que a greve não teve visibilidade fora dos muros da universidade, diferente de greves anteriores não houve nenhuma interação com a cidade e com o entorno. Para as pessoas que não da comunidade universitária ou que não usam do atendimento de saúde e outros, o que foi feito?<br />
A greve da UFSC não dialogou com os trabalhadores da educação estadual em greve, com exceção de um professor filiado a ANDES e alguns coletivos de estudantes que foram até ocupação que ocorria na ALESC, o comando de greve e movimento estudantil estavam de costas para os educadores e educadoras da rede estadual, será que um momento como o de greve não poderia ser aproveitado para esse diálogo? Pode um movimento nas universidades falar de burocratização se nega até mesmo a ir onde a grande maioria dos estudantes de licenciatura vão estar depois de formados ou/e que já estão já trabalhando como ACTs.</p>
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		<title>
		Por: Claus		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/11/106698/#comment-304819</link>

		<dc:creator><![CDATA[Claus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2015 00:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ótima análise! Temos um longo caminho pela frente e como o texto apontou, urge tornar as lutas cada vez mais locais, partindo-se de laços pessoais de solidariedade de classe. Outro ponto importante é aproximar os terceirizados da luta. Mas nada disso parece caber nas balizas do sindicalismo de Estado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótima análise! Temos um longo caminho pela frente e como o texto apontou, urge tornar as lutas cada vez mais locais, partindo-se de laços pessoais de solidariedade de classe. Outro ponto importante é aproximar os terceirizados da luta. Mas nada disso parece caber nas balizas do sindicalismo de Estado.</p>
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