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	Comentários sobre: Pray for the left ― ou as perigosas opiniões da esquerda	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Tutameia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/12/107029/#comment-308284</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tutameia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Jan 2016 18:08:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[a sinistra pira quando o povo abandona sua cartilha e pensa e fala sem freios...vão ter de conviver com isso pessoal..acabou o cabresto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>a sinistra pira quando o povo abandona sua cartilha e pensa e fala sem freios&#8230;vão ter de conviver com isso pessoal..acabou o cabresto.</p>
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		<title>
		Por: Fabio Cristovam		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/12/107029/#comment-307781</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fabio Cristovam]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2015 21:23:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A questão que levantei não se refere se existe ou não um &quot;genocídio do povo negro&quot;, apesar de ser um tema importante, principalmente considerando a realidade brasileira. A questão é? foi injusta a prisão? então por  que não se solidarizar?
Agora sobre a questão do &quot;genocídio&quot;. O racismo existe, e o racismo vigente hoje, não se esqueça, é uma invenção do capitalismo durante o inicio do imperialismo que existe ate hoje. Realmente o capital explora independente da cor, e a luta central é a luta de classes e o projeto deve ser o internacionalismo proletário.
Mas não devemos esquecer que o racismo dentro do capitalismo e o capitalismo aproveitando-se dele, transforma através da ideologia racista uma parcela da humanidade em um tipo de sub-humano, com menos direitos e mais descartáveis ainda. Isso é real e acontece no dia a dia, como nos casos de violência policial do Brasil que atinge principalmente a população negra. Em cada lugar deve ser observada suas especificidades, e apesar do meu pouco conhecimento, parece existir uma violência, alem da violência geral do capital contra todos os trabalhadores, um agravamento no caso dessa população especifica. Que não deve ser tomada como bandeira central, mas deve ser combatida e usada para demostrar a face desumana do capital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A questão que levantei não se refere se existe ou não um &#8220;genocídio do povo negro&#8221;, apesar de ser um tema importante, principalmente considerando a realidade brasileira. A questão é? foi injusta a prisão? então por  que não se solidarizar?<br />
Agora sobre a questão do &#8220;genocídio&#8221;. O racismo existe, e o racismo vigente hoje, não se esqueça, é uma invenção do capitalismo durante o inicio do imperialismo que existe ate hoje. Realmente o capital explora independente da cor, e a luta central é a luta de classes e o projeto deve ser o internacionalismo proletário.<br />
Mas não devemos esquecer que o racismo dentro do capitalismo e o capitalismo aproveitando-se dele, transforma através da ideologia racista uma parcela da humanidade em um tipo de sub-humano, com menos direitos e mais descartáveis ainda. Isso é real e acontece no dia a dia, como nos casos de violência policial do Brasil que atinge principalmente a população negra. Em cada lugar deve ser observada suas especificidades, e apesar do meu pouco conhecimento, parece existir uma violência, alem da violência geral do capital contra todos os trabalhadores, um agravamento no caso dessa população especifica. Que não deve ser tomada como bandeira central, mas deve ser combatida e usada para demostrar a face desumana do capital.</p>
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		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/12/107029/#comment-307647</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2015 16:18:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A expressão “genocídio do povo negro” constitui justamente outra armadilha. Nessa expressão, “povo” remete diretamente à nacionalidade ou à etnia. A questão é: nos deparamos realmente com uma nacionalidade ou etnia “negra” vítima de “genocídio” no Brasil? Nos deparamos realmente com pessoas que são exterminadas por pertencerem a um grupo social formado por vínculos de raça, religião, língua... Enfim, por compartilharem o que poderíamos chamar de “certas tradições culturais”? Ou por compartilharem uma “identidade” que engloba tudo isso? Somente nesses termos se pode falar em “genocídio”. Ou será que nos deparamos, na verdade, com uma fração da classe trabalhadora historicamente relegada aos piores postos de trabalho, historicamente sujeita a péssimas remunerações e baixas expectativas de vida e ascensão social, historicamente relegada às profissões que demandam maior esforço físico, historicamente sujeita à exclusão social e à marginalidade, e que tem sido, portanto, especialmente visada pela repressão policial? E mais: essa fração da classe trabalhadora não seria também uma fração da população negra? Ou será que todos os negros passam pelas mesmas experiências no capitalismo? Os negros (ou uma parte deles) têm sido especialmente visados pela repressão policial pelo que eles representam enquanto portadores de certas tradições culturais ou pelo que eles representam enquanto ameaça à ordem social estabelecida e ao modo como é distribuído o acesso aos melhores postos de trabalho e, portanto, ao modo como é distribuída a riqueza? A solidariedade deve ser devotada a uma nacionalidade ou etnia oprimida ou a uma fração do proletariado especialmente relegada às piores condições de vida no capitalismo? O racismo contribui, é claro, para que isso ocorra, mas a existência do racismo basta para definir a população negra mais oprimida como “povo”? Basta para atribuir-lhe o estatuto de “nação”? Ou seria ela ao mesmo tempo uma “classe” e uma “nação”? Mas não teria sido o fascismo o responsável por atribuir a certas nações um estatuto de classe, chamando a umas de “nações plutocráticas” e a outras de “nações proletárias”? O problema não é justamente atribuir o estatuto de nacionalidade a uma classe, ao mesmo tempo em que se atribui o estatuto de classe a uma nação?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A expressão “genocídio do povo negro” constitui justamente outra armadilha. Nessa expressão, “povo” remete diretamente à nacionalidade ou à etnia. A questão é: nos deparamos realmente com uma nacionalidade ou etnia “negra” vítima de “genocídio” no Brasil? Nos deparamos realmente com pessoas que são exterminadas por pertencerem a um grupo social formado por vínculos de raça, religião, língua&#8230; Enfim, por compartilharem o que poderíamos chamar de “certas tradições culturais”? Ou por compartilharem uma “identidade” que engloba tudo isso? Somente nesses termos se pode falar em “genocídio”. Ou será que nos deparamos, na verdade, com uma fração da classe trabalhadora historicamente relegada aos piores postos de trabalho, historicamente sujeita a péssimas remunerações e baixas expectativas de vida e ascensão social, historicamente relegada às profissões que demandam maior esforço físico, historicamente sujeita à exclusão social e à marginalidade, e que tem sido, portanto, especialmente visada pela repressão policial? E mais: essa fração da classe trabalhadora não seria também uma fração da população negra? Ou será que todos os negros passam pelas mesmas experiências no capitalismo? Os negros (ou uma parte deles) têm sido especialmente visados pela repressão policial pelo que eles representam enquanto portadores de certas tradições culturais ou pelo que eles representam enquanto ameaça à ordem social estabelecida e ao modo como é distribuído o acesso aos melhores postos de trabalho e, portanto, ao modo como é distribuída a riqueza? A solidariedade deve ser devotada a uma nacionalidade ou etnia oprimida ou a uma fração do proletariado especialmente relegada às piores condições de vida no capitalismo? O racismo contribui, é claro, para que isso ocorra, mas a existência do racismo basta para definir a população negra mais oprimida como “povo”? Basta para atribuir-lhe o estatuto de “nação”? Ou seria ela ao mesmo tempo uma “classe” e uma “nação”? Mas não teria sido o fascismo o responsável por atribuir a certas nações um estatuto de classe, chamando a umas de “nações plutocráticas” e a outras de “nações proletárias”? O problema não é justamente atribuir o estatuto de nacionalidade a uma classe, ao mesmo tempo em que se atribui o estatuto de classe a uma nação?</p>
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		<title>
		Por: Fabio Cristovam		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/12/107029/#comment-307578</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fabio Cristovam]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 2015 14:50:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom o artigo, e por vezes, mesmo não tendo a intenção devo ter agido assim. Essa semana comecei um debate entre amigos (nos consideramos de esquerda) sobre essa questão. Postei uma noticia sobre a prisão de militantes do Levante Popular da Juventude, organização da qual traçamos duras criticas. E disse que se nos indignamos com a prisão injusta dos militantes que consideramos revolucionários, deveríamos nos indignar e protestar também quanto a prisão dos militantes do Levante, apesar de não concordar politicamente em nada como eles, pois se tratava de um prisão injusta, e que a reivindicação do protesto a qual o levaram a prisão também era uma causa justa (protestavam contro o genocídio do povo negro). alguns não concordaram e disseram que eles faziam o jogo do governo, reformista, etc., e por isso não mereciam simpatia. Mas insisti que a questão é a justiça e a solidariedade, independente de quem seja. Continuo pensando no assunto...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o artigo, e por vezes, mesmo não tendo a intenção devo ter agido assim. Essa semana comecei um debate entre amigos (nos consideramos de esquerda) sobre essa questão. Postei uma noticia sobre a prisão de militantes do Levante Popular da Juventude, organização da qual traçamos duras criticas. E disse que se nos indignamos com a prisão injusta dos militantes que consideramos revolucionários, deveríamos nos indignar e protestar também quanto a prisão dos militantes do Levante, apesar de não concordar politicamente em nada como eles, pois se tratava de um prisão injusta, e que a reivindicação do protesto a qual o levaram a prisão também era uma causa justa (protestavam contro o genocídio do povo negro). alguns não concordaram e disseram que eles faziam o jogo do governo, reformista, etc., e por isso não mereciam simpatia. Mas insisti que a questão é a justiça e a solidariedade, independente de quem seja. Continuo pensando no assunto&#8230;</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Zé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2015/12/107029/#comment-307440</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 13:19:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.passapalavra.info/?p=107029#comment-307440</guid>

					<description><![CDATA[Com este artigo o PP comprova que continua a ser um ponto de sanidade no meio dessa indefinição/termo que nada explica chamada &quot;esquerda&quot;.
E continua a travar o combate em múltiplas frentes.
A fazenda de Zuckerberg é apenas, dentre outras coisas, um espaço para as pessoas terem assunto. Assuntos totalmente desconectados de qualquer comprometimento com aquilo sobre o que se conversa ali. Com exceção é claro de assuntos no âmbito do fútil, do privado/individual, ou, no máximo, do politicamente correto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com este artigo o PP comprova que continua a ser um ponto de sanidade no meio dessa indefinição/termo que nada explica chamada &#8220;esquerda&#8221;.<br />
E continua a travar o combate em múltiplas frentes.<br />
A fazenda de Zuckerberg é apenas, dentre outras coisas, um espaço para as pessoas terem assunto. Assuntos totalmente desconectados de qualquer comprometimento com aquilo sobre o que se conversa ali. Com exceção é claro de assuntos no âmbito do fútil, do privado/individual, ou, no máximo, do politicamente correto.</p>
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