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	Comentários sobre: Goiás: sobre ocupações e Organizações Sociais	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107294/#comment-308984</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 20:21:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2016/01/107294/#comment-308981&quot;&gt;Pedro Teixeira&lt;/a&gt;.

E eis que no meio do debate surge alguém para propor que os trabalhadores ocupem o lugar dos patrões formando cooperativas. Os gestores em geral devem ler algo assim às risadas e dando pulos de alegria, sobretudo quando lemos na mesma frase &quot;política salarial&quot; e &quot;princípios autogestionários&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://passapalavra.info/2016/01/107294/#comment-308981">Pedro Teixeira</a>.</p>
<p>E eis que no meio do debate surge alguém para propor que os trabalhadores ocupem o lugar dos patrões formando cooperativas. Os gestores em geral devem ler algo assim às risadas e dando pulos de alegria, sobretudo quando lemos na mesma frase &#8220;política salarial&#8221; e &#8220;princípios autogestionários&#8221;.</p>
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		<title>
		Por: Pedro Teixeira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107294/#comment-308981</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 18:10:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por favor não divulguem o e-mail!

   A adoção das OSs dá uma grande oportunidade para a democracia
direta à discussão com a sociedade.É o momento de exemplificarmos
com as demais formas sociais de gerir uma instituição escolar.A
tradição sindicalista britânica foi uma experiência histórica memorável através das escolas e fábricas implantadas sob a inspi-
ração do socialista Robert Owen.No rio Grande do Sul houve as
escolas do sindicato dos ferroviários e as cooperativas de ensino
(onde a gestão era escolhida entre os professores e pais),enfim,
é o momento dos professores do ensino público se organizem em 
cooperatias(ou OSs)e lutem para dirigir as escolas e adotarem
uma política salarial baseada em princípios auto-gestionarios
e limitar a ascensão privatista no espírito das OSs.Temos de
ter a consciência que as formas coletivas,mesmo ainda limitadas
no sistema capitalista,são formas infinitamente mais justas,
superiores e progressistas.Elas são uma visão atual das organi-
zações igualitárias que irão surgir devido a evolução moral,so-
cial e política da sociedade.
    O Poder sendo democrático há liberdade para haver uma con-
vivência respeitosa entre as ideologias,as religiões e as orga-
nizações políticas.
    As formas de luta devem ser múltiplas e adequadas ao grau
de mobilização e de organização dos setores sociais envolvidos
nos mais diversos conflitos.Sem consciência política um povo
não consegue ser feliz e para que os pais se satisfaçam com a
educação de seus filhos é preciso que eles tenham bons salários,habitação digna,saúde e segurança social(a pública
submissa a democracia e ao controle social).
   Socialismo,Comunismo,Anarquismo,Democracia Cristã,social-
Democracia,Liberalismo,Trabalhismo e Solidarismo são ideologias
políticas e não podem ser agredidas como :terrorismo,bagunças,
quebra-quebra,etc.As ruas são do povo,como os céus são de todas
aves e aviões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por favor não divulguem o e-mail!</p>
<p>   A adoção das OSs dá uma grande oportunidade para a democracia<br />
direta à discussão com a sociedade.É o momento de exemplificarmos<br />
com as demais formas sociais de gerir uma instituição escolar.A<br />
tradição sindicalista britânica foi uma experiência histórica memorável através das escolas e fábricas implantadas sob a inspi-<br />
ração do socialista Robert Owen.No rio Grande do Sul houve as<br />
escolas do sindicato dos ferroviários e as cooperativas de ensino<br />
(onde a gestão era escolhida entre os professores e pais),enfim,<br />
é o momento dos professores do ensino público se organizem em<br />
cooperatias(ou OSs)e lutem para dirigir as escolas e adotarem<br />
uma política salarial baseada em princípios auto-gestionarios<br />
e limitar a ascensão privatista no espírito das OSs.Temos de<br />
ter a consciência que as formas coletivas,mesmo ainda limitadas<br />
no sistema capitalista,são formas infinitamente mais justas,<br />
superiores e progressistas.Elas são uma visão atual das organi-<br />
zações igualitárias que irão surgir devido a evolução moral,so-<br />
cial e política da sociedade.<br />
    O Poder sendo democrático há liberdade para haver uma con-<br />
vivência respeitosa entre as ideologias,as religiões e as orga-<br />
nizações políticas.<br />
    As formas de luta devem ser múltiplas e adequadas ao grau<br />
de mobilização e de organização dos setores sociais envolvidos<br />
nos mais diversos conflitos.Sem consciência política um povo<br />
não consegue ser feliz e para que os pais se satisfaçam com a<br />
educação de seus filhos é preciso que eles tenham bons salários,habitação digna,saúde e segurança social(a pública<br />
submissa a democracia e ao controle social).<br />
   Socialismo,Comunismo,Anarquismo,Democracia Cristã,social-<br />
Democracia,Liberalismo,Trabalhismo e Solidarismo são ideologias<br />
políticas e não podem ser agredidas como :terrorismo,bagunças,<br />
quebra-quebra,etc.As ruas são do povo,como os céus são de todas<br />
aves e aviões.</p>
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		<title>
		Por: Ricardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107294/#comment-308752</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2016 12:55:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de uma leitura mais atenta, considerei que de fato não contemplei todos os elementos expostos na minha interpretação e retirei o comentário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma leitura mais atenta, considerei que de fato não contemplei todos os elementos expostos na minha interpretação e retirei o comentário.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107294/#comment-308735</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 21:04:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostaria de saber onde está escrito que cheguei a essa conclusão. O texto muito pelo contrário vislumbra a alternativa da autogestão social, se as escolas forem ocupadas tanto por secundaristas quanto por professores, se os professores começarem a controlar eles mesmos – em conjunto com a comunidade – os estabelecimentos escolares, se além disso os trabalhadores de outros setores econômicos começarem a ocupar e autogerir seus locais de trabalho. E justamente por isso rejeito a noção do Estado como &quot;espaço de atuação política&quot;. Seja como for, os próprios acontecimentos já atropelaram os argumentos do comentador acima, pois que nas próprias escolas – talvez não por iniciativa própria mas por pressão da comunidade – já se começa a vislumbrar a mesma alternativa. Recomendo que o autor desse comentário busque se informar melhor. Talvez aí ele descubra que nos últimos dias foi aventada a possibilidade de as escolas se manterem ocupadas, mas a partir de agora com professores dando aulas para os alunos. Aí está o proletariado defendendo seus próprios interesses. A esmagadora maioria dos secundaristas em Goiás não participa das ocupações, mas parece que uma parcela considerável deles – em sintonia com seus pais e responsáveis – está disposta a frequentar as escolas ocupadas para estudar. Aí está o que verdadeiramente importa, pois é aí que a possibilidade da autogestão se faz de fato presente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de saber onde está escrito que cheguei a essa conclusão. O texto muito pelo contrário vislumbra a alternativa da autogestão social, se as escolas forem ocupadas tanto por secundaristas quanto por professores, se os professores começarem a controlar eles mesmos – em conjunto com a comunidade – os estabelecimentos escolares, se além disso os trabalhadores de outros setores econômicos começarem a ocupar e autogerir seus locais de trabalho. E justamente por isso rejeito a noção do Estado como &#8220;espaço de atuação política&#8221;. Seja como for, os próprios acontecimentos já atropelaram os argumentos do comentador acima, pois que nas próprias escolas – talvez não por iniciativa própria mas por pressão da comunidade – já se começa a vislumbrar a mesma alternativa. Recomendo que o autor desse comentário busque se informar melhor. Talvez aí ele descubra que nos últimos dias foi aventada a possibilidade de as escolas se manterem ocupadas, mas a partir de agora com professores dando aulas para os alunos. Aí está o proletariado defendendo seus próprios interesses. A esmagadora maioria dos secundaristas em Goiás não participa das ocupações, mas parece que uma parcela considerável deles – em sintonia com seus pais e responsáveis – está disposta a frequentar as escolas ocupadas para estudar. Aí está o que verdadeiramente importa, pois é aí que a possibilidade da autogestão se faz de fato presente.</p>
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		<title>
		Por: Ricardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107294/#comment-308730</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 13:13:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Talvez a falha maior seja considerar cidadão como sinônimo de consumidor. Embora a dimensão alienada de ambos tenha a mesma matriz, os agentes da mobilização, pouco citados no texto, que são os secundaristas, se posicionam de uma maneira menos articulada a racionalidade capitalista que o autor do texto. Seria ingenuidade pensar que os estudantes não estão cientes da maior eficiência de um trabalhador que possa ser demitido à qualquer momento, o que acontece é que eles voluntariamente não querem levar isto em conta. Por mais que saibamos que o Estado é uma prática capitalista concentrada, também deveremos estar cientes que ele, uma vez visto como um espaço de atuação política, se diferencia de um balcão de negócios para os estudantes/trabalhadores em luta. Os estudantes lutam por um espaço humanizado que eles consideram a escola, isto foge a praticidade consumista do capital e o texto perde isto. Qual a conclusão final do texto:Foda-se a luta em curso, próxima etapa, please!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez a falha maior seja considerar cidadão como sinônimo de consumidor. Embora a dimensão alienada de ambos tenha a mesma matriz, os agentes da mobilização, pouco citados no texto, que são os secundaristas, se posicionam de uma maneira menos articulada a racionalidade capitalista que o autor do texto. Seria ingenuidade pensar que os estudantes não estão cientes da maior eficiência de um trabalhador que possa ser demitido à qualquer momento, o que acontece é que eles voluntariamente não querem levar isto em conta. Por mais que saibamos que o Estado é uma prática capitalista concentrada, também deveremos estar cientes que ele, uma vez visto como um espaço de atuação política, se diferencia de um balcão de negócios para os estudantes/trabalhadores em luta. Os estudantes lutam por um espaço humanizado que eles consideram a escola, isto foge a praticidade consumista do capital e o texto perde isto. Qual a conclusão final do texto:Foda-se a luta em curso, próxima etapa, please!</p>
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