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	Comentários sobre: A irresistível centralidade da tática e os dilemas requentados	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107317/#comment-308892</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2016 13:40:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ESTOCANDO PEIDO
Kim III ou trikim, o flatulento bambi norte-coreano disse a que veio: bomba de enxofre (sorry, Disney H-bomb).
Já o &quot;campo autonomista&quot;, saporra continua ao aguardo de melhores dias...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ESTOCANDO PEIDO<br />
Kim III ou trikim, o flatulento bambi norte-coreano disse a que veio: bomba de enxofre (sorry, Disney H-bomb).<br />
Já o &#8220;campo autonomista&#8221;, saporra continua ao aguardo de melhores dias&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Malanga		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107317/#comment-308741</link>

		<dc:creator><![CDATA[Malanga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2016 00:35:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;É fato que dentro do campo autonomista, entre aqueles que compartilham alguma concepção de classe trabalhadora, ela é no mínimo vaga e controversa. Dentro dessa amplitude de concepções uma tem se fortalecido, a de que antes de tudo é preciso “forjar um exército” através das lutas de ação direta. Desse exército sairão os generais que dirigirão as lutas da classe trabalhadora.&quot;

Indo ao encontro dos questionamentos feitos por Lucas. Será que os autores, todos envolvidos na produção, não estão &quot;caindo&quot; no &quot;erro&quot; do bolchevismo? Pois por que organizações de classe e militantes do &quot;campo autonomista&quot; precisam de &quot;generais que dirigiram a luta&quot;?
Salvo &quot;Generais&quot; enquanto metáfora, assim como &quot;dirigir&quot;. O &quot;campo autonomista&quot; está esperando uma série de lideres carismáticos que governam os militantes (soldados) dentro de um rígida hierarquia?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;É fato que dentro do campo autonomista, entre aqueles que compartilham alguma concepção de classe trabalhadora, ela é no mínimo vaga e controversa. Dentro dessa amplitude de concepções uma tem se fortalecido, a de que antes de tudo é preciso “forjar um exército” através das lutas de ação direta. Desse exército sairão os generais que dirigirão as lutas da classe trabalhadora.&#8221;</p>
<p>Indo ao encontro dos questionamentos feitos por Lucas. Será que os autores, todos envolvidos na produção, não estão &#8220;caindo&#8221; no &#8220;erro&#8221; do bolchevismo? Pois por que organizações de classe e militantes do &#8220;campo autonomista&#8221; precisam de &#8220;generais que dirigiram a luta&#8221;?<br />
Salvo &#8220;Generais&#8221; enquanto metáfora, assim como &#8220;dirigir&#8221;. O &#8220;campo autonomista&#8221; está esperando uma série de lideres carismáticos que governam os militantes (soldados) dentro de um rígida hierarquia?</p>
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		<title>
		Por: Arabel		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107317/#comment-308606</link>

		<dc:creator><![CDATA[Arabel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jan 2016 05:15:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os locais de trabalho são o que vão pautar a forma de produzir a vida na sociedade (ainda mais o capitalismo tendo uma tendencia, diferente dos outros modos de produção, de socialização da produção) e onde se apresenta de forma mais central a contradição mais importante do capitalismo que é entre capital-trabalho

Dentro de todos os projetos de esquerda revolucionaria que conseguiram desafiar a estrutura capitalista até hoje feitos, quase todos tinham como pré-requisito a consolidação em locais de trabalho. Isso não é o que caracterizou, geralmente, a diferença entre as estrategias (os locais de trabalho mais importantes podiam ser parte da divergencia entre as estrategias, qual era o papel que essa organização ia ter no processo de ruptura, o papel dessas organziações na construção do socialismo) mas quase todas partiam de um ponto anterior que era necessidade de organização nesses lugares porque a contradição central do capitalismo é a entre capital-trabalho e essa contradição esta dada de forma mais aprofundada nos locais de trabalho (o que eu conheço de estrategia que passou fora de organização de locais de trabalho como pré-requisito pra começar a discussão são os partido-exercito como na china, mas só sei de experiencias que isso conseguiu impactar em lugares em que os traços de desenvolvimento capitalista eram bastante pequenos e nenhum em lugares capitalistas bem desenvolvidos)

Sobre locais de moradia, a conversa é mais complicada e ai acho que passa por um debate estrategico de fato, mas sobre locais de trabalho, pra mim pelo menos, ta dado como um pré-requisito pra qualquer estrategia seria de ruptura dentro do capitalismo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os locais de trabalho são o que vão pautar a forma de produzir a vida na sociedade (ainda mais o capitalismo tendo uma tendencia, diferente dos outros modos de produção, de socialização da produção) e onde se apresenta de forma mais central a contradição mais importante do capitalismo que é entre capital-trabalho</p>
<p>Dentro de todos os projetos de esquerda revolucionaria que conseguiram desafiar a estrutura capitalista até hoje feitos, quase todos tinham como pré-requisito a consolidação em locais de trabalho. Isso não é o que caracterizou, geralmente, a diferença entre as estrategias (os locais de trabalho mais importantes podiam ser parte da divergencia entre as estrategias, qual era o papel que essa organização ia ter no processo de ruptura, o papel dessas organziações na construção do socialismo) mas quase todas partiam de um ponto anterior que era necessidade de organização nesses lugares porque a contradição central do capitalismo é a entre capital-trabalho e essa contradição esta dada de forma mais aprofundada nos locais de trabalho (o que eu conheço de estrategia que passou fora de organização de locais de trabalho como pré-requisito pra começar a discussão são os partido-exercito como na china, mas só sei de experiencias que isso conseguiu impactar em lugares em que os traços de desenvolvimento capitalista eram bastante pequenos e nenhum em lugares capitalistas bem desenvolvidos)</p>
<p>Sobre locais de moradia, a conversa é mais complicada e ai acho que passa por um debate estrategico de fato, mas sobre locais de trabalho, pra mim pelo menos, ta dado como um pré-requisito pra qualquer estrategia seria de ruptura dentro do capitalismo</p>
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		<title>
		Por: caue		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107317/#comment-308599</link>

		<dc:creator><![CDATA[caue]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 21:02:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito boa e necessária reflexão. Uma pergunta que fica é, se nesse momento em que não temos um projeto estratégico que ultrapasse os limites do Projeto Democrático Popular (PDP), por que manter a atuação política nos locais de trabalho e moradia? Talvez um novo projeto formado na critica ao PDP pode exigir uma atuação diferente desta, não?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito boa e necessária reflexão. Uma pergunta que fica é, se nesse momento em que não temos um projeto estratégico que ultrapasse os limites do Projeto Democrático Popular (PDP), por que manter a atuação política nos locais de trabalho e moradia? Talvez um novo projeto formado na critica ao PDP pode exigir uma atuação diferente desta, não?</p>
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		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107317/#comment-308593</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 15:51:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;seria possível operacionalizar uma curva que partisse de uma organização autonomista marcada pela centralidade da tática e ausência de organização de base (sobretudo que concebesse classe trabalhadora), rumo a uma organização que, sem abandonar o autonomismo, fizesse uma ampla reflexão estratégica e se enraizasse no cotidiano da classe trabalhadora através de trabalho de base?&quot;

Primeiro, saúdo a síntese do debate que o texto se propoe fazer, é uma etapa necessária a de &quot;botar no papel&quot;, longe de ser menor, que deve ser incentivada e praticada por todos os militantes.

O texto aponta bem os impasses recentes, e de repente salta até um tal exército popular, impossível nao gerar um estranhamento pela distância entre os temas, mas por outro lado, creio que aponta à seriedade do pensamento e a intencao de ser consequente com a tradicao revolucionária.

Gostaria entao de apontar uns aspectos muito básicos que me parecem ser os nós que deverao ser destravados para poder dar seguimento ao debate:
&quot;sem abandonar o autonomismo&quot;: afinal, de que autonomia estamos falando aqui? É a autonomia das organizacoes de classe ou das organizacoes políticas? Acaso os partidos reformistas ou leninistas nao sao em si autonomos como organizao? Uma diferenca que deve ser precisada é a questao da autonomia &quot;portas adentro&quot; e a autonomia &quot;portas afora&quot;, que se refere a relacao entre organizacao política e organizacoes da classe (sindicatos, movimentos, soviets...). Essa é a problemática geral a respeito da horizontalidade e seus limites, nessa questao do portas adentro e portas afora.
&quot;trabalho de base&quot;: que me corrijam, mas essa terminologia parece estar associada à democracia crista. Se tratando hoje em dia quase de um arcaismo, seria necessário explicar melhor do que se trata. &quot;Organizar as bases&quot; como um pastor organiza as ovelhas? Porque raios se trata de um &quot;trabalho&quot;? Organizar-nos em nossos próprios espacos de base seria um &quot;trabalho&quot;? Nao é exatamente o que os próprios trabalhadores sempre fizeram para resistir a exploracao?
&quot;classe trabalhadora&quot;: como nao estar enraizado no cotidiano da classe trabalhadora? Alguém ainda acha que no Brasil os jovens intelectuais escapam à proletarizacao e aos regimes de exploracao do resto da classe? Talvez, digo talvez, o desafio nao seja enraizar-se no cotidiano da classe, mas sim no cotidiano das organizacoes de classe, sem burocratizar-se.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;seria possível operacionalizar uma curva que partisse de uma organização autonomista marcada pela centralidade da tática e ausência de organização de base (sobretudo que concebesse classe trabalhadora), rumo a uma organização que, sem abandonar o autonomismo, fizesse uma ampla reflexão estratégica e se enraizasse no cotidiano da classe trabalhadora através de trabalho de base?&#8221;</p>
<p>Primeiro, saúdo a síntese do debate que o texto se propoe fazer, é uma etapa necessária a de &#8220;botar no papel&#8221;, longe de ser menor, que deve ser incentivada e praticada por todos os militantes.</p>
<p>O texto aponta bem os impasses recentes, e de repente salta até um tal exército popular, impossível nao gerar um estranhamento pela distância entre os temas, mas por outro lado, creio que aponta à seriedade do pensamento e a intencao de ser consequente com a tradicao revolucionária.</p>
<p>Gostaria entao de apontar uns aspectos muito básicos que me parecem ser os nós que deverao ser destravados para poder dar seguimento ao debate:<br />
&#8220;sem abandonar o autonomismo&#8221;: afinal, de que autonomia estamos falando aqui? É a autonomia das organizacoes de classe ou das organizacoes políticas? Acaso os partidos reformistas ou leninistas nao sao em si autonomos como organizao? Uma diferenca que deve ser precisada é a questao da autonomia &#8220;portas adentro&#8221; e a autonomia &#8220;portas afora&#8221;, que se refere a relacao entre organizacao política e organizacoes da classe (sindicatos, movimentos, soviets&#8230;). Essa é a problemática geral a respeito da horizontalidade e seus limites, nessa questao do portas adentro e portas afora.<br />
&#8220;trabalho de base&#8221;: que me corrijam, mas essa terminologia parece estar associada à democracia crista. Se tratando hoje em dia quase de um arcaismo, seria necessário explicar melhor do que se trata. &#8220;Organizar as bases&#8221; como um pastor organiza as ovelhas? Porque raios se trata de um &#8220;trabalho&#8221;? Organizar-nos em nossos próprios espacos de base seria um &#8220;trabalho&#8221;? Nao é exatamente o que os próprios trabalhadores sempre fizeram para resistir a exploracao?<br />
&#8220;classe trabalhadora&#8221;: como nao estar enraizado no cotidiano da classe trabalhadora? Alguém ainda acha que no Brasil os jovens intelectuais escapam à proletarizacao e aos regimes de exploracao do resto da classe? Talvez, digo talvez, o desafio nao seja enraizar-se no cotidiano da classe, mas sim no cotidiano das organizacoes de classe, sem burocratizar-se.</p>
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