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	Comentários sobre: Os ataques machistas coordenados em Colônia e os erros eurocêntricos de uma esquerda europeia pós-laica	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107395/#comment-309389</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Mar 2016 21:38:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Armando,

Recomenda-se ler o texto antes de tecer comentários que são exatamente o oposto do que está escrito.

O artigo critica implicitamente a visão multiculturalista e defende valores universais de esquerda. Se você lesse pelo as primeiras frases abaixo do título entenderia por que a autora diz que uma esquerda europeia age de forma eurocentrica. E aliás, é exatamente a esquerda multiculturalista que é eurocêntrica (a esquerda pós-laica) como aponta o artigo.

Ou você não leu o artigo ou tem sérios problema com interpretação de texto. Acho que é a primeira opção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Armando,</p>
<p>Recomenda-se ler o texto antes de tecer comentários que são exatamente o oposto do que está escrito.</p>
<p>O artigo critica implicitamente a visão multiculturalista e defende valores universais de esquerda. Se você lesse pelo as primeiras frases abaixo do título entenderia por que a autora diz que uma esquerda europeia age de forma eurocentrica. E aliás, é exatamente a esquerda multiculturalista que é eurocêntrica (a esquerda pós-laica) como aponta o artigo.</p>
<p>Ou você não leu o artigo ou tem sérios problema com interpretação de texto. Acho que é a primeira opção.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Armando		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107395/#comment-309388</link>

		<dc:creator><![CDATA[Armando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Mar 2016 20:05:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hilário. Até para fazer uma autocrítica sobre os erros da esquerda no caso de Colônia é preciso falar de uma espécie de tentação &quot;eurocêntrica&quot; em suas posturas. Claro, foi o eurocentrismo de certa esquerda que fez refugiados estuprarem mulheres alemãs, eles nunca poderiam ter feito nada por si próprios. Que malabarismos retóricos não fazem para não abalar a narrativa multiculturalista pós-moderna!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hilário. Até para fazer uma autocrítica sobre os erros da esquerda no caso de Colônia é preciso falar de uma espécie de tentação &#8220;eurocêntrica&#8221; em suas posturas. Claro, foi o eurocentrismo de certa esquerda que fez refugiados estuprarem mulheres alemãs, eles nunca poderiam ter feito nada por si próprios. Que malabarismos retóricos não fazem para não abalar a narrativa multiculturalista pós-moderna!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Valéria Fernandes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107395/#comment-309071</link>

		<dc:creator><![CDATA[Valéria Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2016 13:48:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deixo o link para o meu texto sobre os ataques de Colônia.  Não sou uma feminista relevante, mas é irreal dizer que as feministas se calaram.

Tenham um bom dia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deixo o link para o meu texto sobre os ataques de Colônia.  Não sou uma feminista relevante, mas é irreal dizer que as feministas se calaram.</p>
<p>Tenham um bom dia.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Júlio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107395/#comment-309009</link>

		<dc:creator><![CDATA[Júlio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2016 13:33:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eduardo, seu comentário é praticamente idêntico ao feito pelo Pondé recentemente, veja:

&quot;As feministas, claro, calam a boca em nome do respeito ao outro.&quot;

Preocupante ne... o link:
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2016/01/1730532-maoismo-sabor-camembert.shtml

Como disse a compa antes, a crítica é uma generalização maluca, que feministas calaram o que onde quando? E quem fez o que então sobre esse assunto? Todos &quot;se calaram&quot;? Fora que então é uma cobrança que se pode fazer praticamente a todos sobre tudo ne, vc mesmo provavelmente não &quot;levantou a voz&quot; sobre o Boko Haram ou sei lá sobre a violência paramilitar em chiapas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo, seu comentário é praticamente idêntico ao feito pelo Pondé recentemente, veja:</p>
<p>&#8220;As feministas, claro, calam a boca em nome do respeito ao outro.&#8221;</p>
<p>Preocupante ne&#8230; o link:<br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2016/01/1730532-maoismo-sabor-camembert.shtml" rel="nofollow ugc">http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2016/01/1730532-maoismo-sabor-camembert.shtml</a></p>
<p>Como disse a compa antes, a crítica é uma generalização maluca, que feministas calaram o que onde quando? E quem fez o que então sobre esse assunto? Todos &#8220;se calaram&#8221;? Fora que então é uma cobrança que se pode fazer praticamente a todos sobre tudo ne, vc mesmo provavelmente não &#8220;levantou a voz&#8221; sobre o Boko Haram ou sei lá sobre a violência paramilitar em chiapas&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107395/#comment-308756</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2016 17:48:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.passapalavra.info/?p=107395#comment-308756</guid>

					<description><![CDATA[Nathan,

Em relação ao título, eu sinceramente prefiro como está, traduzido da versão em espanhol do site referenciado. A princípio deve-se manter o título que o autor deu evidentemente. Mas perceba que a versão em inglês que você aponta está em um site específico sobre feminismo e laicismo, portanto essas questões não precisam aparecer no título, pois são próprias d site em que foi publicado. Mas fora desse contexto o título original do artigo é bastante vago, pouco informativo sobre o que realmente trata. Por isso acho justificável o título reproduzido aqui, que me parece totalmente fiel ao pensamento da autora no artigo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nathan,</p>
<p>Em relação ao título, eu sinceramente prefiro como está, traduzido da versão em espanhol do site referenciado. A princípio deve-se manter o título que o autor deu evidentemente. Mas perceba que a versão em inglês que você aponta está em um site específico sobre feminismo e laicismo, portanto essas questões não precisam aparecer no título, pois são próprias d site em que foi publicado. Mas fora desse contexto o título original do artigo é bastante vago, pouco informativo sobre o que realmente trata. Por isso acho justificável o título reproduzido aqui, que me parece totalmente fiel ao pensamento da autora no artigo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nathan		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107395/#comment-308754</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nathan]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2016 14:30:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.passapalavra.info/?p=107395#comment-308754</guid>

					<description><![CDATA[No site de onde vc tirou a tradução o título do texto original foi alterado. Sugiro manter o título que a autora escolheu (http://www.siawi.org/article10593.html)

Hein Eduardo, que tipo de afirmação generalizante é essa? Você conhece todas as feministas do Brasil? Você levantou sua voz? Fale mais sobre os esforços que você fez para mudar sua realidade. Então que tipo de cobrança é essa, hein?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No site de onde vc tirou a tradução o título do texto original foi alterado. Sugiro manter o título que a autora escolheu (<a href="http://www.siawi.org/article10593.html" rel="nofollow ugc">http://www.siawi.org/article10593.html</a>)</p>
<p>Hein Eduardo, que tipo de afirmação generalizante é essa? Você conhece todas as feministas do Brasil? Você levantou sua voz? Fale mais sobre os esforços que você fez para mudar sua realidade. Então que tipo de cobrança é essa, hein?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Eduardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107395/#comment-308728</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 12:51:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No Brasil, nenhuma feminista levantou voz contra os estupros praticados por muçulmanos. Condenam o assédio aqui e aceitam o estupro praticado por islamistas. Tudo em nome do multiculturalismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, nenhuma feminista levantou voz contra os estupros praticados por muçulmanos. Condenam o assédio aqui e aceitam o estupro praticado por islamistas. Tudo em nome do multiculturalismo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2016/01/107395/#comment-308725</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 12:03:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ainda sobre o caso dos ataques em Colônia:

Como refugiados sírios protegeram uma mulher nos ataques de Colônia
http://www.dw.com/pt/como-refugiados-s%C3%ADrios-protegeram-uma-mulher-nos-ataques-de-col%C3%B4nia/a-18987836

E esse excelente artigo de um alemão que viveu dez anos no norte da África:

http://www.telospress.com/they-hate-us-on-the-new-years-eve-riot-in-cologne/

&quot;Dissidentes muçulmanos como Necla Kelek, Seyran Ates, Talima Nasreen, Hirsi Ali e outros dificilmente tem sido levados a sério pela esquerda e pelos liberais de esquerda na Alemanha; em vez disso eles tem sido acusados e difamados como &quot;islamofóbico&quot;. Liberdade de opinião e democracia - argumentam - não são necessariamente modos de vida aos quais o mundo árabe aspira. Todo o espectro político da esquerda e dos liberais de esquerda constroem no entanto um protetorado multicultural para o véu e a misoginia por trás dele, ao ódio ao &quot;Ocidente&quot; e à blindagem do Islã de qualquer crítica.
(...)

Esperamos que os acontecimentos de Colônia finalmente acabem com o discurso sobre &quot;os muçulmanos&quot; que não se deve &quot;insultar&quot;, e que por trás de &quot;os muçulmanos&quot; - uma categoria promovida pelos fundamentalistas para descrever todos os adeptos do islã, enquanto costumávamos falar de egípcios, argelinos, marroquinos etc. - comecemos a reconhecer indivíduos os quais tratamos da forma que queremos ser tratados: como adultos responsáveis, capazes de aprender, abertos à crítica e não como crianças cujo brinquedo favorito - nesse caso a religião - não deveria ser criticada para não a deixar zangada e perder as estribeiras.
(...)
Só há uma maneira de parar essa tendência de um islã fora de controle, cuja esquizofrenia explodiu dessa vez do lado de fora da estação de trem de Colônia, se essa regressão não é para continuar: o islã deve aprender a enfrentar a mesma crítica que o cristianismo enfrentou. Mas a crítica séria ao islã tem sido feita por um punhado de mulheres e de homens que tem sido rechaçados pelas sociedades muçulmanas como &quot;islamofóbicos&quot;.

(...) Nos últimos quinze anos, a esquerda alemã tem martelado contra proponentes muçulmanos do iluminismo, atacando-os por darem munição aos populistas de extrema-direita. Mas o verdadeiro apoio a esse populismo vem do sangue das vítimas do &quot;monstro&quot;, contra os quais amigos muçulmanos estão lutando desesperadamente, sem que a esquerda europeia entenda o que está realmente em jogo, para não muçulmanos também.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda sobre o caso dos ataques em Colônia:</p>
<p>Como refugiados sírios protegeram uma mulher nos ataques de Colônia<br />
<a href="http://www.dw.com/pt/como-refugiados-s%C3%ADrios-protegeram-uma-mulher-nos-ataques-de-col%C3%B4nia/a-18987836" rel="nofollow ugc">http://www.dw.com/pt/como-refugiados-s%C3%ADrios-protegeram-uma-mulher-nos-ataques-de-col%C3%B4nia/a-18987836</a></p>
<p>E esse excelente artigo de um alemão que viveu dez anos no norte da África:</p>
<p><a href="http://www.telospress.com/they-hate-us-on-the-new-years-eve-riot-in-cologne/" rel="nofollow ugc">http://www.telospress.com/they-hate-us-on-the-new-years-eve-riot-in-cologne/</a></p>
<p>&#8220;Dissidentes muçulmanos como Necla Kelek, Seyran Ates, Talima Nasreen, Hirsi Ali e outros dificilmente tem sido levados a sério pela esquerda e pelos liberais de esquerda na Alemanha; em vez disso eles tem sido acusados e difamados como &#8220;islamofóbico&#8221;. Liberdade de opinião e democracia &#8211; argumentam &#8211; não são necessariamente modos de vida aos quais o mundo árabe aspira. Todo o espectro político da esquerda e dos liberais de esquerda constroem no entanto um protetorado multicultural para o véu e a misoginia por trás dele, ao ódio ao &#8220;Ocidente&#8221; e à blindagem do Islã de qualquer crítica.<br />
(&#8230;)</p>
<p>Esperamos que os acontecimentos de Colônia finalmente acabem com o discurso sobre &#8220;os muçulmanos&#8221; que não se deve &#8220;insultar&#8221;, e que por trás de &#8220;os muçulmanos&#8221; &#8211; uma categoria promovida pelos fundamentalistas para descrever todos os adeptos do islã, enquanto costumávamos falar de egípcios, argelinos, marroquinos etc. &#8211; comecemos a reconhecer indivíduos os quais tratamos da forma que queremos ser tratados: como adultos responsáveis, capazes de aprender, abertos à crítica e não como crianças cujo brinquedo favorito &#8211; nesse caso a religião &#8211; não deveria ser criticada para não a deixar zangada e perder as estribeiras.<br />
(&#8230;)<br />
Só há uma maneira de parar essa tendência de um islã fora de controle, cuja esquizofrenia explodiu dessa vez do lado de fora da estação de trem de Colônia, se essa regressão não é para continuar: o islã deve aprender a enfrentar a mesma crítica que o cristianismo enfrentou. Mas a crítica séria ao islã tem sido feita por um punhado de mulheres e de homens que tem sido rechaçados pelas sociedades muçulmanas como &#8220;islamofóbicos&#8221;.</p>
<p>(&#8230;) Nos últimos quinze anos, a esquerda alemã tem martelado contra proponentes muçulmanos do iluminismo, atacando-os por darem munição aos populistas de extrema-direita. Mas o verdadeiro apoio a esse populismo vem do sangue das vítimas do &#8220;monstro&#8221;, contra os quais amigos muçulmanos estão lutando desesperadamente, sem que a esquerda europeia entenda o que está realmente em jogo, para não muçulmanos também.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
		
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